
Segundo ele, André Luiz Castro e Ramon Rodrigues participam deste suposto boicote de alguns árbitros em retaliação a uma possível pressão política que Zé Gomes teria feito sobre a Comissão de Arbitragem da Federação Goiana de Futebol (FGF) para punir Ramon Rodrigues, por entender que este cometeu erros graves, que impediram a vitória do Itumbiara contra o Atlético, no Estádio Antônio Accioly, pela 2ª rodada do 1º turno: 2 a 2.
Zé Gomes admite ter se exaltado com o árbitro, mas nega invasão de campo e agressão física ao mesmo. “No intervalo de todos os jogos, o Itumbiara sorteia uma moto para o torcedor e eu faço a entrega. Eu entrei em campo para isso. Como ele ainda estava no gramado, tentei dialogar e perguntei se ele não tinha visto o jogador do Santa Helena conduzir a bola com a mão”, conta. “Ele estava em meio a policiais e não falou nada, mas riu de mim. Isso me deixou irritado e peço desculpas por ter falado algumas coisas para o árbitro, mas em nenhum momento encostei nele”, garante.
O prefeito afirmou que a torcida está revoltada, mas é pacífica e não cometerá futuros atos hostis. Ele disse que nunca teve segurança particular e que o homem acusado de agredir o árbitro e o delegado do jogo, Adalberto Grecco, é funcionário da prefeitura. “Sei que um erro não justifica outro. Não deveria ter direcionado a palavra a ele (árbitro). Mas fomos roubados, como nos jogos contra o Santa Helena (1º e 2º turnos), Trindade e Atlético. Se tivéssemos os pontos desses jogos, estaríamos entre os quatro primeiros.”
Segundo Zé Gomes, caso a FGF não tome providências em relação aos árbitros, o Itumbiara, que hoje completa 40 anos de sua fundação, pode até pedir licença à federação ao final desta 1ª fase.
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