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Hoyama fica com vaga em seletiva e se classifica para sexta Olimpíada

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Hoyama fica com vaga em seletiva e se classifica para sexta Olimpíada

Posted on 06 março 2012 by hugo

Mesatenista de 42 anos se junta a Gustavo Tsuboi e garante presença em Londres na competição individual masculina e na disputa por equipes.

A segunda-feira foi de alegria para Hugo Hoyama. Aos 42 anos, ele chegou à final da seletiva olímpica disputada no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), no Rio de Janeiro, e carimbou sua sexta participação em Olimpíadas, mesmo sendo derrotado na decisão. Com a conquista, o mesatenista vai igualar a marca do velejador Torben Grael, que também tem seis participações em Jogos.

- Todo atleta tem que traçar um objetivo e correr atrás dele, independentemente da idade ou qualquer outra dificuldade. Minha experiência mostou isso. O tênis de mesa é um esporte que o mais complicado é a cabeça. Vou para Londres como se fossem as minhas primeiras Olimpíadas – disse o mesatenista.

Hugo e Gustavo Tsuboi, que garantiu vaga no domingo, serão os representantes do país na competição individual masculina do tênis de mesa. Lígia Silva e Caroline Kumahara se classificaram no feminino. Com as conquistas das vagas, o Brasil ganhou o direito de disputar o torneio por equipes em Londres. O terceiro atleta será escolhido pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).

Para ficar com a vaga em Londres, Hugo derrotou o peruano Juan Costa, o cubano Yohan Mora, o mexicano Marcos Madrid, nas quartas, e Dexter St. Louis, de Trinidad e Tobago, na semifinal. Na decisão ele acabou derrotado por Marcelo Aguirre, do Paraguai, que eliminou o também brasileiro Cazuo Matsumoto na outra semifinal.

A seletiva olímpica começou no domingo e termina nesta terça-feira. A competição classifica cinco atletas no masculino e seis no feminino para os Jogos de Londres. Como o Brasil já garantiu o número máximo de representantes por sexo, as disputas de terça não valem mais vagas para os brasileiros.

globo

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Guga entra para o Hall da Fama

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Guga entra para o Hall da Fama

Posted on 06 março 2012 by hugo

Anúncio será feito nesta quinta-feira, em São Paulo. Cerimônia de ingresso do tricampeão de Roland Garros será dia 14 de julho, nos Estados Unidos.

Gustavo Kuerten entrará para o Hall da Fama Internacional do tênis. O brasileiro, tricampeão de Roland Garros (1997, 2000 e 2001), dono de um título de Masters Cup (2000), e número 1 do mundo por 43 semanas, teve a aprovação de no mínimo 75% na votação realizada em janeiro deste ano com integrantes da imprensa especializada internacional. O anúncio oficial será feito na manhã desta quinta-feira, em São Paulo.

A cerimônia de ingresso do brasileiro, contudo, será apenas no dia 14 de julho, na cidade americana de Newport, sede do Hall da Fama. Guga será o segundo brasileiro a fazer parte do grupo de tenistas eterninzados. Maria Esther Bueno, que tem no currículo 19 títulos de Grand Slam, entrou para o Hall em 1978.

De 1995 a 2012, confira todos os membros do Hall da Fama Internacional do tênis:

2011
Andre Agassi
Fern Lee “Peachy” Kellmeyer

2010
Owen Davidson
Gigi Fernandez
Derek Hardwick
Brad Parks
Todd Woodbridge
Mark Woodforde
Natasha Zvereva

2009
Donald Dell
Andrés Gimeno
Dr. Robert Johnson
Monica Seles

2008
Michael Chang
Mark McCormack
Gene Scott
2007
Russ Adams
Sven Davidson
Pete Sampras
Arantxa Sánchez –Vicario

2006
Gianni Clerici
Arthur Gore
Marion Jones Farquar
Karel Koželuh
Herbert Lawford
Simonne Mathieu
Hans Nusslein
Patrick Rafter
Gabriela Sabatini
Nancye Wynne Bolton

2005
Butch Buchholz
Jim Courier
Yannick Noah
Jana Novotna

2004
Dorothy Bundy Cheney
Stefan Edberg
Steffi Graf

2003
Boris Becker
Francoise Dürr
Nancy Richey
Brian Tobin

2002
Pam Shriver
Mats Wilander

2001
Ivan Lendl
Mervyn Rose

2000
Malcolm Anderson
Bob Kelleher
Martina Navratilova

1999
John McEnroe
Ken McGregor

1998
Jimmy Connors
Herman David

1997
Henry Austin
Leslie Turner Bowrey
Major Walter Clopton Wingfield

1996
Rosie Casals
Dan Maskell

1995
Chris Evert

1994
Jr. “Bud”, Arthur Collins
Hana Mandlikova

1993
Lamar Hunt
Angela Mortimer Barrett

1992
Tracy Austin
Philippe Chatrier
Bob Hewitt
Frew McMillan

1991
Ashley Cooper
Ilie Nastase
Guillermo Vilas

1990
Joseph Cullman
Jan Kodeš

1989
Gerald Patterson
Virginia Wade

1988
Evonne Goolagong Cawley

1987
Björn Borg
Billie Jean King
Alex Olmedo
Dennis Ralston
Stan Smith

1986
Chuck McKinley
John Newcombe
Nicola Pietrangeli
Tony Roche
Dorothy Round Little
Ted Tinling

1985
Arthur Ashe
David Gray
Ann Haydon Jones
Fred Stolle

1984
John Bromwich
Neale Fraser
Adrian Quist
Manuel Santana
Pancho Segura

1983
Clarence Clark
Lottie Dod
Jaroslav Drobny
Ernest Renshaw
William Renshaw

1982
Roy Emerson
William McChesney Martin
Tom Pettitt
Lance Tingay

1981
Dorothea Douglass Chambers
W. Hester
Rod Laver
Mary Outerbridge

1980
Laurence Doherty
Reggie Doherty
Rei Gustav V da Suécia
Lew Hoad
Ken Rosewall

1979
Jack Crawford
Gladys Heldman
Al Laney
Rafael Osuna
Frank Sedgman
Margaret Smith Court

1978
Maria Esther Bueno
Pierre Etchebaster
Harry Hopman
Suzanne Lenglen
Kitty McKane Godfree
Tony Wilding

1977
Manuel Alonso
Norman Brookes
Betty Nuthall Shoemaker
John Patty
Gottfried Von Cramm

1976
Jean Borotra
Jacques Brugnon
Mabel Cahill
Henri Cochet
René Lacoste
Dick Savitt

1975
Lawrence Baker
Fred Perry
Ellen Roosevelt

1974
Juliette Atkinson
Bob Falkenberg
Fred Hovey
Bertha Townsend Toulmin

1973
Darlene Hard
Gene Mako
Alastair Martin

1972
Bryan Grant
Gardnar Mulloy
Elizabeth Ryan

1971
Althea Gibson
Elisabeth Moore
Arthur Nielsen
Vic Seixas

1970
Shirley Fry-Irvin
Clarence Griffin
Perry Jones
Tony Trabert

1969
Karl Behr
Chuck Garland
Doris Hart
Art Larsen
Marie Wagner

1968
Maureen Connolly Brinker
Allison Danzig
Richard Gonzales
Jack Kramer
Eleonora Sears

1967
Louise Brough Clapp
Margaret Osborne duPont
Bobby Riggs
Bill Talbert
1966
Joe Hunt
Frank Parker
Theodore Pell
Ted Schroeder

1965
Pauline Betz Addie
Ellen Hansell
Don McNeil
Jimmy Van Alen
Watson Washburn

1964
George Adee
Don Budge
George Lott
Alice Marble
Frank Shields
Sidney Wood

1963
Wilmer Allison
Julian Myrick
Sarah Palfrey Danzig
John Van Ryn

1962
John Doeg
Helen Hull Jacobs
Ellsworth Vines

1961
Fred Alexander
Malcolm Chace
Harold Hackett
Frank Hunter
Vinnie Richards

1959
Bill Tilden
Helen Wills Moody Roark

1958
Maud Barger-Wallach
Molla Bjurstedt Mallory
Bill Johnston
R. Murray

1957
Mary Browne
Hazel Hotchkiss Wightman
Maurice McLoughlin
Richard Williams

1956
William Clothier
Dwight Davis
Bill Larned
May Sutton Bundy
Holcombe Ward
Beals Wright

1955
Oliver Campbell
Joseph Clark
James Dwight
Richard Sears
Henry Slocum
Malcolm Whitman
Bob Wrenn

globo

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Tricampeão, Almagro imita Guga

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Tricampeão, Almagro imita Guga

Posted on 20 fevereiro 2012 by hugo

Há quase 11 anos, Gustavo Kuerten conquistava seu terceiro título em Roland Garros. Para comemorar o triunfo e sua relação com o torneio francês, o brasileiro pintou um coração na camisa e declarou seu amor pelo torneio. Neste domingo, Nicolás Almagro derrotou Filippo Volandri e sagrou-se tricampeão do Brasil Open. O torneio paulista é bem mais modesto que o francês, mas isto não impediu o espanhol de demonstrar seu carinho pelo país. Como Guga, pintou um coração na camisa e disse amar o Brasil.

Na entrevista coletiva, Almagro soube por um jornalista que Guga havia pintado sua camisa na véspera da final de Roland Garros/2001. Durante a decisão, na qual perdeu o primeiro set, o brasileiro chegou a se arrepender e acreditar que o gesto antecipado lhe deu azar. O espanhol riu do relato e voltou a enfatizar sua história de sucesso no Brasil.

- Eu não escrevi na noite anterior, escrevi nesta manhã. É realmente o que sinto. Quando entrei na quadra, o público estava todo comigo. Quando ganhei, também. Foi uma maneira de poder demonstrar de alguma maneira a todo povo do Brasil que sei da importância deste torneio aqui. Sou tricampeão, estou encantado, feliz e, como diz a camisa, adoro estar no Brasil.

O terceiro título significa que Almagro é o maior campeão do Brasil Open. Até este domingo, ele dividia a posição justamente com Guga, que levantou o troféu em 2002 e 2004, quando o torneio era disputado na Costa do Sauípe (BA). O espanhol, atual número 11 do mundo, foi campeão também em 2008 e 2011 – ambas vezes em solo baiano.

Almagro afirmou ainda que não deve fazer como seu compatriota Juan Carlos Ferrero, que comprou uma casa de praia na Bahia. Indagado na entrevista coletiva, o bem humorado tenista fez mais um par de piadas ao tentar demonstrar o quanto conhece o Brasil.

- Esperava que me dessem (uma casa) de presente. Tomara que quando eu me aposente possa ter muito dinheiro para comprar uma casa aqui no Brasil. Hoje, acho difícil. Realmente gosto do Brasil, mas se vier passar alguns dias aqui, virei a hotéis e tentarei conhecer muitas cidades daqui, que são muito bonitas. Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife. Viu? Estudei esta manhã! – completou.

globo

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André Sá e Bruno Soares vencem e se encaram na final do Brasil Open

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André Sá e Bruno Soares vencem e se encaram na final do Brasil Open

Posted on 19 fevereiro 2012 by hugo

Primeiro foi André Sá, que, ao lado do eslovaco Michal Mertinak, garantiu sua vaga. Depois foi a vez de Bruno Soares e o americano Eric Butorac vencerem. Com dois triunfos neste sábado, no Brasil Open, o torneio terá um campeão local, já que Sá e Soares se enfrentarão na decisão deste domingo, marcada para começar às 13h (de Brasília).

Sá e Mertinak derrotaram os italianos Daniele Bracciali e Potito Starace por 6/3 e 6/4, enquanto enquanto Soares e Butorac, cabeças de chave 1 do torneio, superaram os colombianos Robert Farah e Juan Sebastian Cabal de virada: 4/6, 7/6(5) e 10/2.

As duas parcerias buscarão seu primeiro título. Sá e Mertinak só disputaram o Australian Open juntos e foram eliminados na segunda rodada rodada pelos americanos Scott Lipsky e Rajeev Ram. Soares e Butorac estiveram juntos nos ATPs 250 de Auckland e Brisbane, além do Grand Slam australiano. O melhor resultado do time foi em Melbourne, onde alcançaram as quartas.

globo

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Torcida ajuda, mas Bellucci sucumbe a dores e perde nas semifinais em SP

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Torcida ajuda, mas Bellucci sucumbe a dores e perde nas semifinais em SP

Posted on 19 fevereiro 2012 by hugo

A torcida de 9.700 pessoas empurrou, e Thomaz Bellucci bem que tentou. O número 1 do país, contudo, sucumbiu a dores no corpo e saiu de quadra derrotado na semifinal do Brasil Open, no Ginásio do Ibirapuera. O italiano Filippo Volandri, 69 do mundo, que fez 5/7, 6/0 e 6/2 neste sábado, ficou com a vaga na decisão do torneio paulista e vai encarar o espanhol Nicolás Almagro, número 11 do mundo.

O brasileiro deu os primeiros sinais de que tinha um problema físico no décimo game do primeiro set. Pediu atendimento médico, voltou para o jogo e ganhou a parcial, mas não tinha mais energia para superar as dores. Bellucci tentou mudar de tática, subindo à rede em todos os saques, mas não teve sucesso. Volandri, inteiro em quadra, triunfou.
- Não conseguia pensar direito, tinha cãibra no corpo inteiro, via tudo branco, doía o corpo inteiro. Ontem (sexta), o jogo foi muito pesado e não consegui recuperar – disse Bellucci ainda na quadra, após a partida.

Na noite de sexta, cerca de 14h horas antes da semifinal contra Volandri, o brasileiro completou uma bela vitória de virada sobre o argentino Leonardo Mayer. A partida teve 2h36m de duração.

Tempo médico e vitória na parcial

O dia começou com um susto, mas nada clínico. No quinto game, Bellucci jogou um forehand para fora, errou um smash e se viu diante de dois break points. O brasileiro, contudo, foi impecável nos quatro pontos seguintes, sacando bem e fechando o game com um ace. Dois games depois, Volandri não deixou passar a chance. Encarando outro break point, Bellucci deu uma curtinha ruim. O italiano chegou na bola, forçou um erro do brasileiro e abriu 4/3.

A vantagem durou pouco. Com o saque, Volandri cometeu uma série de erros. Ao jogar uma esquerda para fora, deixou que Bellucci quebrasse de volta e empatasse a parcial. Com o rival em momento instável pela primeira vez no jogo, o tenista da casa cresceu. Confirmou o saque e fez 5/4. No intervalo, Bellucci pediu ao árbitro que chamasse o fisioterapeuta do torneio, mas seguiu jogando. Quando sacava em 5/5 e 40/40, o brasileiro se queixou de dor, foi sentar-se e recebeu um incomum tempo médico no meio do game.

Bellucci voltou bem para o jogo, executou dois bons saques e confirmou o serviço. Em seguida, Volandri, que seguia errando, cedeu. O italiano ainda contou com uma boa esquerda para salvar o primeiro set point e um erro de Bellucci para escapar do segundo, mas viu o brasileiro encaixar um bom forehand e fechar o set em 7/5.

Bellucci perde força, Volandri domina

A torcida gritava, festejava e promovia uma animada ola. Entretanto, assim como na sexta-feira, o brasileiro deixou escapar o bom momento depois de vencer um set. Com seguidos erros, cedeu a quebra logo no primeiro game da segunda parcial. Queixando-se de dores no pé, Bellucci oferecia pouca resistência. Volandri rapidamente conseguiu duas quebras e abriu 4/0. O brasileiro, sem se movimentar bem, tentou o saque e voleio, que nunca foi seu forte, e foi quebrado de novo. A parcial terminou com um pneu de Volandri.

O terceiro set começou com mais drama. Bellucci encarou um break point logo no primeiro game, mas se salvou com uma linda curtinha. Depois de uma bola de sorte, que bateu na rede e caiu do lado do italiano, o brasileiro confirmou o serviço. O brasileiro insistiu no saque e voleio, e fez belas jogadas em um longo terceiro game – no qual salvou outro break point.

O tenista da casa se alongava a cada ponto e a torcida seguia gritando seu nome. A tática de subir à rede, porém, não daria certo por muito tempo. No quinto game, depois de ver Bellucci salvar outras quatro chances de quebra, Volandri enfim acertou uma passada de devolução em um break point e abriu 3/2. O tenista da casa não tinha mais forças. Três games depois, o italiano comemorava sua vaga na final.

globo

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Bellucci enfim derruba carrasco e marca duelo com Monfils na Austrália

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Bellucci enfim derruba carrasco e marca duelo com Monfils na Austrália

Posted on 17 janeiro 2012 by hugo

Número 1 do Brasil vai à segunda rodada em Melbourne pela terceira vez.

A estreia no Australian Open foi um novo começo para Thomaz Bellucci. Pelo menos no que diz respeito ao histórico recente de derrotas para o israelense Dudi Sela, atual 75º do ranking. Nesta terça-feira, o número 1 do Brasil enfim derrotou o homem que o eliminou do US Open e do Challenger Finals em 2011. Por 7/6(5), 6/4 e 6/3, Bellucci avançou à segunda rodada do Grand Slam australiano pela terceira vez na carreira.

O paulista de 24 anos, porém, jamais alcançou a terceira fase em Melbourne, e a tarefa não será fácil este ano. O próximo obstáculo no caminho de Bellucci será o francês Gael Monfils, número 15 do mundo e que vem em boa fase. Além de eliminar Nadal e ser vice-campeão do ATP 250 de Doha, há pouco mais de uma semana, Monfils estreou em Melbourne com uma vitória tranquila: 7/6(5), 6/3 e 6/3 sobre o australiano Marinko Matosevic.

Começo preocupante

O começo do jogo desta terça não foi tão animador para Bellucci, que cedeu a primeira quebra de saque do jogo. Sela, no entanto, não aproveitou a vantagem. Quando sacou em 5/4 para fechar o set inicial, deixou o brasileiro devolver a quebra. A decisão foi para o tie-break, e Bellucci levou a melhor por 7/5. A vitória na parcial encerrou uma série de cinco sets (três no US Open e dois no Challenger Finals, em São Paulo) vencidos pelo israelense sobre o brasileiro.

A segunda parcial também começou melhor para Sela, que quebrou o saque de Bellucci no segundo game e, em seguida, abriu 3/0. O número 1 do Brasil se recuperou, devolveu a quebra e empatou em 3/3. No importante nono game, Bellucci voltou a vencer no serviço de Sela e abriu 5/4. Com o saque, fechou a segunda parcial.

No US Open, o brasileiro também venceu os dois primeiros sets e até teve uma quebra de vantagem no terceiro set. Em Nova York, porém, o jogo escapou das mãos de Bellucci, e Sela triunfou em cinco sets. Nesta terça, a história foi bem diferente. O paulista saiu na frente no terceiro set e não deu chance alguma de reação ao rival. Em três sets, o carrasco caiu.

Mello avança, Feijão perde

Ao mesmo tempo em que Bellucci e Sela duelavam na quadra 5 de Melbourne, Ricardo Mello enfrentava o qualifier espanhol Roberto Bautista-Agut (175 do mundo) na 13 e João Souza, o Feijão, enfrentava o australiano Matthew Ebden (94) na quadra 2. Mello teve mais sorte e venceu por 3 sets a o, com parciais de 6/4, 6/4 e 7/5. A partida só teve uma pequena dose de drama no terceiro set.

O tenista de Campinas (SP) tinha 5/2 de vantagem e sacou duas vezes para a partida. Em ambas, foi quebrado. Mello, então, precisou vencer outro game no serviço do espanhol para, em seguida, fechar o jogo. Seu próximo adversário será o vencedor do jogo entre o número 6 do mundo, Jo-Wilfried Tsonga, e o uzbeque Denis Istomin.

Feijão, por sua vez, teve problemas diante do tenista da casa e não avançou. Edben fez 6/3, 7/6(1) e 6/2 e passou para a segunda rodada.

globo

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Tenista goiano encara novos desafios em 2012

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Tenista goiano encara novos desafios em 2012

Posted on 16 janeiro 2012 by hugo

Neste início de temporada, o tenista goiano Eduardo Felter tem experiência nova nacarreira. Será sua primeira disputa de competições fora do Brasil. O tenista de 15 anos e 1,86 metro disputa o Torneio Internacional Gira Cosat (Confederação Sul-Americana de Tênis), na Colômbia, Equador e Peru.

Destaque da modalidade na categoria infanto-juvenil, Felter disputou seu primeiro torneio de nível internacional em outubro, quando participou do Cosat em São Paulo. “Pude adquirir experiência enfrentando e observando jogadores de vários países. Tenho um parâmetro do que vou enfrentar fora. Acredito que a diferença ficará por conta do clima, das quadras e da influência da altitude”, avalia o goiano.

Felter se preparou muito para a temporada 2012, na qual busca maior experiência e conquistas. Em dezembro, ele passou por treino intensivo em Belo Horizonte com o técnico Bruno Silva em busca de um maior aperfeiçoamento físico e técnico. O objetivo para a carreira de Felter, que tem Gustavo Kuerten como ídolo, é se tornar um profissional de sucesso.

Sua rotina de treinamentos não é inferior a seis horas por dia, em dois períodos, durante seis dias na semana. Sua especialidade é jogar em quadras de saibro, como as que encontrará na Colômbia. Porém, as quadras rápidas do Peru e Equador também são um desafio aguardado com ansiedade.

Neste ano, Felter pretende se mudar para um centro de maior tradição do tênis para desenvolver seu jogo. A expectativa é de reunir condições de se tornar profissional em até três anos. O tenista conquistou o título da 1ª etapa do circuito goiano nas disputas de duplas (com Matheus Mota) e simples.

O popular

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Michael Phelps conquista seu quinto ouro e termina 100% em Minneapolis

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Michael Phelps conquista seu quinto ouro e termina 100% em Minneapolis

Posted on 14 novembro 2011 by hugo

O americano Michael Phelps conquistou mais uma medalha de ouro no Grand Prix de Minneapolis, em Minnesota, nos Estados Unidos. Ele foi o mais rápido nos 200m medley na noite deste domingo (madrugada de segunda no Brasil) e terminou a competição com 100% de aproveitamento.

Phelps fez o tempo de 1m57s58, o quatro mais rápido do mundo neste ano e foi quase quatro segundos mais rápido que o segundo colocado, o sul-africano Darian Townsend (2m01s55). O chinês Wu Peng ficou em terceiro (2m01s97).

Antes do ouro nos 200m medley, o americano já havia vencido os 100m e 200m borboleta, os 200m livre e os 100m costas. Michael Phelps terminou como atleta masculino com a melhor pontuação na competição em Minneapolis, primeira da série de sete Grand Prix nos Estados Unidos. A próxima etapa será em Austin, no Texas, entre os dias 13 e 15 de janeiro.

G1

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Goiana bate favorita e vai às quartas de final

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Goiana bate favorita e vai às quartas de final

Posted on 11 novembro 2011 by hugo

A tenista goiana Julianna Bacelar se classificou ontem às quartas de final, no Aberto da Bahia, em Salvador, após vencer a principal favorita do torneio feminino. Julianna bateu com autoridade a argentina Andrea Benitez, cabeça de chave número 1, com um duplo 6/2. Agora, a tenista goiana enfrenta a cabeça de chave número 8, Karina Venditti.

Julianna disse que a confiança foi fundamental para a vitória de ontem. “Entrei firme, acreditando no meu jogo, aproveitando as oportunidades e abrindo a vantagem. Acho que ela (Andrea Benitez) pensou que ia ser fácil e, depois, não conseguiu acompanhar meu ritmo”, explicou, por telefone.

A tenista de Goiás volta às quadras hoje, por volta do meio-dia, para jogo difícil com Karina Venditti. “Ela joga bem, bate firme, tem a mão pesada. Mas estoura muito, também. Então quero aproveitar isso. Tenho de ser constante e errar pouco para vencer”.

Para entrar bem no torneio, Julianna disse que teve que superar o desânimo inicial. “Confesso que quando vi a chave, fiquei triste, porque o cruzamento já previa um confronto com a número 1 (Andrea Benitez) bem cedo. Mas busquei confiança no meu trabalho, estou jogando bem, as coisas têm dado certo”, avaliou a tenista.

Ela também está nas quartas de final de duplas. Julianna firmou parceria com a carioca Maria Eduarda Medeiros. Elas jogam hoje à tarde.

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Bellucci permite virada e é eliminado por Bogomolov na estreia em Paris

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Bellucci permite virada e é eliminado por Bogomolov na estreia em Paris

Posted on 08 novembro 2011 by hugo

Brasileiro vence primeiro set, mas erra demais e não consegue evitar a segunda derrota na temporada para o rival russo naturalizado americano.

Alex Bogomolov Jr deu trabalho e outra vez levou a melhor sobre Thomaz Bellucci. Nesta segunda-feira, em sua partida de estreia no Masters 1000 de Paris, o brasileiro saiu na frente, só que não conseguiu evitar a virada. O russo naturalizado americano reagiu no segundo set e dominou o terceiro. E assim como no ATP 250 de Los Angeles, o rival saiu vitorioso: 2 sets a 1, parciais de 6/4, 7/5 e 6/2. Seu próximo adversário será o sérvio Janko Tipsarevic, 11º do ranking.

Diante do número 35 do mundo, Bellucci começou melhor. Abriu 3/1, mas permitiu a reação. Apesar dos erros sucessivos, conseguiu fechar o set em 6/4.

O segundo set foi mais parelho. Borgomolov sacava melhor, Bellucci errava demais e o jogo acabou indo para o tie-break, vencido pelo adversário por 7/6.

O equilíbrio terminou ali. O terceiro set foi todo de Borgomolov, que quebrou dois serviços seguidos de Bellucci, fez 5/1 e só precisou de um pouco de paciência para fechar a fatura: 6/2.

globo

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