Ainda tentando encontrar a formação ideal, o técnico Emerson Leão definirá hoje, pela manhã, no Estádio da Serrinha, o time do Goiás que disputa o clássico contra o Atlético. O Estádio Serra Dourada recebe amanhã, às 18h30, o quinto confronto entre as duas equipes da capital em 2010.
Depois de quatro jogos e apenas um ponto conquistado no Campeonato Brasileiro, o comandante esmeraldino poderá fazer várias alterações para que a equipe saia da lanterna da competição. Até agora, nenhuma formação testada convenceu.
Entre as possibilidades de mudança, não será surpresa a entrada de Romerito na equipe, pois o time esmeraldino melhorou no segundo tempo do jogo contra o Ceará. Romerito substituiu o atacante Rafael Moura, que teve atuação apagada no primeiro tempo. Na lateral-direita, Wendel Santos foi o titular contra o Vozão, mas teve uma atuação discreta no primeiro tempo. Douglas entrou no segundo tempo, mostrando que a posição ainda não tem dono.
O goleiro Fábio e o lateral-esquerdo Wellington Saci cumpriram suspensão contra o Ceará pelas expulsões na derrota para o Botafogo e estão à disposição do técnico. Porém, a volta dos dois jogadores não é garantida, já que os substitutos no 0 a 0 diante do Ceará, quinta-feira, Jadilson e Rodrigo Calaça, estiveram entre os poucos que se salvaram das críticas na equipe.
Em relação à manutenção de Rodrigo Calaça no time titular, Leão não confirmou nem descartou. “Goleiro não pode falhar e ele (Calaça) não falhou. Até domingo, tem muito tempo. Não precisamos precipitar nada”, ressaltou Leão.
Em função do desempenho no último jogo, Calaça vive a expectativa de convencer o técnico Emerson Leão a dar mais uma chance como titular. O goleiro revela que não perdeu a motivação de lutar para conquistar uma vaga no gol esmeraldino, seguindo o exemplo de Rogério Ceni, ídolo do São Paulo. O goleiro do alviverde conta que Ceni permaneceu entre 7 e 8 anos na reserva do goleiro Zetti no tricolor, esperando a chance para mostrar o seu potencial.
“Sei da cobrança que existe aqui e com o prata-da-casa é ainda maior”, compara. Há 12 anos no Goiás, Calaça já trabalhou com vários grupos de jogadores. “Começamos mal outros campeonatos e demos a volta por cima”, relembrou.
Fonte: O Popular.
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