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Juliana/Larissa vence duas vezes no primeiro dia do Grand Slam de Gstaad

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Juliana/Larissa vence duas vezes no primeiro dia do Grand Slam de Gstaad

Posted on 07 julho 2011 by hugo

As campeãs mundiais Juliana e Larissa foram a única dupla brasileira a vencer seus dois primeiros jogos no Grand Slam de Gstaad, na Suíça, nesta quarta-feira. Vivian/Taiana e Maria Clara/Carolina estrearam com derrota na chave principal pela manhã, antes de se recuperarem na parte da tarde. Já Talita e Maria Elisa estão em situação mais complicada: perderam seus dois jogos e precisam vencer na quinta para avançarem à segunda fase.

Pelo Grupo B, Juliana/Larissa, segundo cabeça de chave do torneio, começou o torneio com vitória por 2 sets a 0 (parciais de 21/16 e 21/12) sobre as anfitriãs Forrer e Vergé-Dépré, em 29 minutos. Em seguida, as brasileiras superaram as gregas Arvaniti e Tsiartsiani também por 2 a 0 (21/19 e 21/10). Na quinta-feira, elas decidem o primeiro lugar do grupo e uma vaga direta nas oitavas de final contra as alemãs Holtwick e Semmler, também invictas em dois jogos.

Saídas do qualifying, Vivian e Taiana estrearam no Grupo A da chave principal contra as tchecas Kolocova e Slukova, que as venceram por 2 a 0 (21/16 e 21/18). À tarde, conquistaram vitória importante para a classificação ao derrotarem as norueguesas Maaseide e Ingrid por 2 a 1 (21/15, 16/21 e 15/7) em 45 minutos. Na quinta, o adversário é o time americano Kessy/Ross, primeiro cabeça de chave.

Maria Clara e Carolina iniciaram o torneio com derrota para as espanholas Liliana e Baquerizo por 2 a 0 (19/21 e 13/21), pelo Grupo E. Pela tarde, superaram as italianas Gioria e Momoli por 2 a 0 (21/18 e 21/17). Na quinta, enfrentam as também italianas Cicolari e Menegatti, invictas em duas partidas.

Talita e Maria Elisa não tiveram a mesma sorte no Grupo F. Derrotadas na estreia pelas russas Vasina e Vozakova por 2 a 0 (22/20 e 21/16), as brasileiras saíram na frente contra as alemãs Borger e Büthe pela tarde, mas cederam a virada e perderam por 2 a 1 (14/21, 21/18 e 15/9). A dupla precisa da vitória contra as americanas Fendrick e Hanson na quinta para seguir viva na competição.

globo

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Márcio e Ricardo triunfam na Noruega e conquistam o 1º ouro no Circuito

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Márcio e Ricardo triunfam na Noruega e conquistam o 1º ouro no Circuito

Posted on 04 julho 2011 by hugo

Brasileiros superam poloneses e, na 15ª etapa que disputam juntos na competição, chegam ao primeiro título internacional da parceria.

Na 15ª etapa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia que disputam juntos, Márcio e Ricardo chegaram ao primeiro ouro. A dupla derrotou os poloneses Fijalek e Prudel, neste domingo, por 2 sets a 0 (21/18 e 24/22), na final do Grand Slam de Stavanger, na Noruega.

Mais cedo, os brasileiros passaram pelos alemães Brink e Reckermann por 2 a 0 (27/25 e 21/19) nas semifinais.

Para Ricardo, campeão olímpico em Atenas-2004 com Emanuel, foi o hexa na cidade norueguesa. Esta foi a segunda final consecutiva da dupla, que ficou com a medalha de prata no Campeonato Mundial de Roma, há duas semanas, perdendo para Alison/Emanuel.

Com o resultado, Ricardo ultrapassou Herrera/Gavira (Espanha), assumiu a quarta posição no ranking do Circuito Mundial com 2.800 pontos, ratificando a boa fase na temporada. Ricardo ressaltou o crescimento da equipe e comemorou a grande semana na Noruega.

- Tivemos uma atuação perfeita nessa final e isso me deixa muito feliz. Os poloneses vinham bem no torneio, com um jogo consistente e chegaram à final com méritos. Estamos encontrando o nosso melhor jogo, já foi assim em Roma, no principal torneio da temporada, e o vice-campeonato na Itália foi muito importante, não só pelo resultado, mas para nos dar confiança na sequência desse ciclo olímpico. Jogamos bem aqui em Stavanger, vencemos times de peso de Estados Unidos, Holanda e Alemanha, duplas de qualidade, e isso mostra o crescimento do nosso time. É um título para comemorarmos muito, foi uma conquista importante, tivemos uma grande semana aqui em Stavanger – afirmou Ricardo.

globo

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Praia supera Anápolis e continua na luta pela classificação

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Praia supera Anápolis e continua na luta pela classificação

Posted on 29 junho 2011 by hugo

O Praia/Pepsi/Velox venceu o Anápolis Futsal/SuperBolla na noite desta terça-feira (28/6), por 3 a 1, pela reta final da primeira fase da Liga Futsal 2011. A partida foi disputada no ginásio Newton de Faria, em Anápolis – interior goiano.

Com o resultado positivo, o time mineiro chegou a 21 pontos na tabela e voltou a encostar-se ao G16 – grupo das dezesseis equipes que avançam a segunda fase do nacional. O Anápolis segue com dois pontos na última posição.

Mais uma vez, a agremiação goiana, mesmo atuando em casa, encontrou dificuldades para apresentar seu melhor futsal na Liga. Do outro lado, ainda sonhando com a classificação, o Praia partiu em busca da vitória e não tardou a consegui-la.

Antes mesmo do intervalo, o representante de Uberlândia abriu dois tentos de vantagem diante dos goianos. Com gols de Rodrigo Mogi, aos 3min20, e Bocão, aos 17min49, o Praia seguiu para os vestiários à frente no marcador.

Em busca ao menos do empate, o Anápolis Futsal cresceu no segundo tempo e levou perigo aos visitantes. Já o Praia, do técnico Morcego, cadenciou o ritmo do confronto e tentou liquidar a fatura em algum contra-ataque mortal.

Aos 28 minutos, de tanto insistir, o clube goiano derrubou o segundo zero no placar com o jovem Juarez, que concluiu com precisão para superar o arqueiro adversário. Restando menos de sete minutos para o apito final, Musquito deixou sua marca e confirmou o triunfo por 3 a 1.

cbfs

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Nas duas últimas colocações, Anápolis e Praia se enfrentam

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Nas duas últimas colocações, Anápolis e Praia se enfrentam

Posted on 28 junho 2011 by hugo

Anápolis Futsal Superbolla (GO) e Praia/Pepsi/Velox (MG) duelam nesta terça-feira (28/6), às 20h10, no ginásio Newton de Faria, em Anápolis (GO), pela Liga Futsal 2011. Lanterna, os goianos ainda lutam para sair da má fase, enquanto o time mineiro quer vencer para continuar com chances de classificação.

Já eliminado, o objetivo do Anápolis é conquistar a primeira vitória na competição. Com 18 derrotas e dois empates, o time goiano é o único que ainda não conseguiu sair vitorioso de uma partida e, nos dois jogos restantes, luta para quebrar essa escrita. Para isso, o time terá que melhorar o sistema defensivo, o pior da Liga 2011. Até agora, o time já sofreu 87 gols

No Praia, que tem 18 pontos e está em vigésimo segundo, o time ainda sonha com a classificação para a próxima fase. A três pontos do décimo sexto colocado, última equipe na zona de classificação, o time mineiro precisará vencer os três jogos restantes e torcer por tropeços dos concorrentes para ficar com a vaga.

Porém, o Praia terá que lutar contra o fraco desempenho fora de casa. Da pontuação adquirida até agora, os mineiros conquistaram apenas quatro pontos longe de casa, com um empate e uma vitória por 1 a 0 sobre a Copagril/Faville/Dalponte (PR).

cbfs

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Alison e Emanuel triunfam na final brasileira e conquistam o Mundial

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Alison e Emanuel triunfam na final brasileira e conquistam o Mundial

Posted on 20 junho 2011 by hugo

Alison e Emanuel são os novos campeões mundiais de vôlei de praia. Com a vitória por 2 sets a 0 (21/16 e 21/15) sobre os compatriotas Márcio/Ricardo, o Brasil subiu ao lugar mais alto do pódio pela segunda vez no dia, na etapa de Roma do Circuito Mundial de Vôlei de Praia, já que Juliana/Larissa garantiram o título feminino antes da decisão masculina. Foi o primeiro título mundial de Alison e o terceiro de Emanuel, que teve de superar justamente o seu ex-parceiro Ricardo na final.

O primeiro set começou equilibrado. Ponto a ponto, Márcio e Ricardo tomaram à frente no placar, matendo sempre um ou dois pontos de diferença. Com muitos erros de saque de Alison, a equipe de verde viu os adversários fazerem 11 a 9, 12 a 10 e 14 a 12.

Com uma cortada frontal de Márcio, o time amarelo abriu três pontos pela primeira vez no jogo: 15 a 12. A desvantagem mexeu com os brios de Alison/Emanuel, que, em uma sequência de quatro pontos, conseguiram virar a partida para 16 a 15. A partir daí, Márcio/Ricardo ficaram travados em quadra e viram os rivais fecharam o set em 21 a 16.

Os efeitos da virada persistiram no segundo set. Mais tranquilos em quadra, Alison/Emanuel abriu 6 a 2, para a revolta de Márcio, que reclamava muito da arbitragem naquela altura da partida. A vantagem ainda foi ampliada para cinco pontos chegando a 10 a 5. Sacando sempre em cima de Alison, Márcio/Ricardo não conseguiam neutralizar os ataques do adversário, que crescia ainda mais na partida. A partir daí o time verde apenas administrou a vantagem e definiu o set em 21 a 15, fechando o jogo em 2 a 0.

- Chegamos ao título com muita força. Chegar a uma final com 38 anos de idade e ser campeão não é uma coisa fácil. Isso prova que a idade não é limite, o que prevalece é o coração – afirmou Emanuel logo depois da partida.

Muito emocionado, Alison apenas agradeceu às pessoas próximas e à torcida brasileira pela conquista.

- Esse título não é só meu, é nosso, é do Brasil. Agradeço à minha família e à toda torcida brasileira – finalizou.

globo

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Juliana e Larissa são o Brasil nas semifinais do Mundial de Roma

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Juliana e Larissa são o Brasil nas semifinais do Mundial de Roma

Posted on 18 junho 2011 by hugo

Única representante do país no torneio feminino, dupla encara as tchecas Klapalova e Hajeckova, neste sábado, pelas semifinais. SporTV transmite.

Juliana e Larissa são a esperança brasileira nas semifinais femininas do Mundial de Vôlei de Praia, em Roma.

A dupla encara as tchecas Klapalova e Hajeckova, neste sábado, às 12h (de Brasília), pelas semifinais da competição.

Nesta sexta-feira, as brasileiras eliminaram as americanas Fendrick e Hanson, nas quartas, por 2 sets a 1 (21/13, 17/21 e 15/12).

- Estamos felizes com as vitórias do dia, não foram jogos fáceis, mas conseguimos superar as adversárias. A sensação é que estamos cumprindo as metas que estipulamos e isso é muito bom. Chegamos à semifinal e demos mais um passo importante rumo ao nosso objetivo maior que é uma vaga na decisão. Mas ainda não acabou. Agora teremos a dupla da República Tcheca pela frente e vamos lutar ponto a ponto pela vitória – disse Juliana.

Batalhamos para vencer os dois jogos do dia. Agora vamos descansar e manter o foco para jogar bem a semifinal. Já enfrentamos a dupla da República Tcheca algumas vezes e temos vantagem nos confrontos, mas isso não significa que será fácil. A disputa está cada vez mais acirrada e, por isso, não podemos perder a concentração. Vamos respeitar as adversárias para tentar atingir nosso objetivo, que é chegar à decisão – afirmou Larissa.

As tchecas que duelam com Juliana e Larissa passaram, nesta sexta, pela alemãs Köhler e Sude por 2 a 0 (21/14 e 21/18).

No duelo americano das quartas de final, vitória das bicampeãs olímpicas: Walsh e May-Treanor bateram Kessy e Ross, líderes do ranking mundial desta temporada, por 2 sets a 1 (21/18, 18/21 e 15/10). Walsh e May-Treanor enfrentam, nas semifinais, as chinesas Xue e Zhang, que eliminaram as brasileiras Talita e Maria Elisa.

Confira os jogos das duplas brasileiras neste sábado:
8h05m – Márcio/Ricardo x Herrera/Gavira (ESP)
10h05m – Ferramenta/Pedro x Alison/ Emanuel
12h05m – Juliana/Larissa x Klapalova/Hajeckova (CZE)

globo

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Maria Clara e Carol e vão ao qualifying em Pequim

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Maria Clara e Carol e vão ao qualifying em Pequim

Posted on 06 junho 2011 by hugo

Na primeira partida do Grand Slam de Pequim, as irmãs Maria Clara e Carol foram melhores. Na disputa contra Ângela e Lili pelo country cota da competição, venceram por 2 sets a 0, parciais 21/17 e 21/16, em apenas 42 minutos de confronto.

Com a vitória, Maria Clara e Carol garantiram sua passagem à próxima faze em Pequim. Agora, elas vão passar pelo qualifying, fase prévia da chave principal.

As três duplas femininas do Brasil garantidas na chave principal, a partir desta quarta-feira, são Juliana/Larissa, Talita/Maria Ellisa e Taiana/Vivian.

No masculino, a primeira dupla brasileira a entrar em ação será Pedro Cunha/Pedro Solberg, nesta terça. Os xarás cariocas terão que passar pelo qualifying nas areias da capital chinesa.

Enquanto isso, Alison/Emanuel, Márcio/Ricardo e Benjamin/Bruno Schmidt têm presença assegurada na fase principal e entrarão em ação a partir desta quarta-feira.

Globo

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Presidente da CBV defende convocação individual para reconquistar o ouro no vôlei de praia

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Presidente da CBV defende convocação individual para reconquistar o ouro no vôlei de praia

Posted on 29 maio 2011 by hugo

Ary Graça não tem tempo a perder. Tanto que propôs que a entrevista ao UOL Esporte fosse feita no seu carro com motorista, a caminho do Detran, onde tinha que deixar a papelada para renovar a sua CNH. O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei foi reconhecido e festejado na fila, mas relutou em aceitar furá-la.

A entrevista, concedida no caminho de ida e volta entre a sede da CBV e o posto do Detran, foi acompanhada por um assessor de gravador em punho. “Não vá botar aí que eu disse que quem me suceder vai ter que ganhar tudo”, preocupou-se o presidente, há quase 15 anos no cargo. “Até porque o cemitério está cheio de gente insubstituível.”

Ary Graça falou sobre os dez anos de Bernardinho na seleção masculina, sobre a Superliga e demonstrou uma preocupação especial com o futuro do vôlei de praia brasileiro. Confira:

O que falta para que o vôlei de praia brasileiro ter nas Olimpíadas a mesma hegemonia que tem no Circuito Mundial?
O vôlei de praia permite que as federações cheguem a uma Olimpíada de forma mais barata, com uma ou duas duplas. O sucesso da modalidade tem despertado o interesse de muitos países. A Alemanha, por exemplo, construiu 100 quadras recentemente. A China e a Grécia, após sediarem olimpíadas, também se desenvolveram estupidamente. Brasil e EUA vêm se revezando desde 96, com uma única exceção que foi 2000, na Austrália. Mas essa hegemonia que brasileiros e americanos dividem está seriamente ameaçada.

O melhor caminho é dar ao vôlei de praia brasileiro um tratamento de seleção?

Sim, tratar como uma seleção, dar todas as condições ao jogador: fisioterapeuta, massagista, estatístico, além de um supervisor e uma área administrativa para cuidar dele. Vamos começar aos poucos a mudar a mentalidade dos jogadores. Hoje eles são completamente livres. Eles fazem o que querem, na hora que querem, do jeito que querem. Desta maneira, nós estamos ficando para trás. Nós estamos indo para Londres provavelmente com as mesmas equipes que levamos nas últimas três olimpíadas.
A ideia é convocar atletas individualmente, e não a dupla, certo? Essa ideia não pode encontrar resistência por parte dos jogadores?

Eles mesmos já trocaram de parceiro várias vezes entre eles. Você conta nos dedos de uma das mãos as duplas que permaneceram juntas por mais de cinco anos. Você teve a Shelda e a Adriana e você teve o Ricardo e o Emanuel. Hoje, o Ricardo, por exemplo, mora em João Pessoa e o Márcio, no Ceará. Tá errado? Tá! O certo é Sa-qua-re-ma. A fórmula mágica do voleibol brasileiro chama-se Centro de Treinamento de Voleibol de Saquarema.

Esse tratamento de seleção não gera duplas sem “liga”, como Ana Paula e Larissa em Pequim-2008?

Elas se reuniram 48h antes (das Olimpíadas de Pequim). Por quê? Porque nós tivemos uma Juliana machucada que durante quatro meses não definiu se ia ou não ia. No modelo antigo, quem se classificava era a dupla. Nós mudamos isso lá na federação internacional (FIVB). Agora quem se classifica é o país. Veja o exemplo da quadra. A seleção começou a trabalhar no dia 15 de maio e no dia 24 vai jogar contra Porto Rico. Ora, se você tem nove dias para ajeitar um time de 12, em que jogam seis, mas todos participam, como é que você não vai arrumar uma dupla em três meses? É o tempo que eles vão ter para treinar. Isso será aplicado em 2013, ou logo depois de Londres.

O senhor acha que os jogadores aceitariam treinar fora da praia?

Numa primeira etapa, vai ser por força de convencimento. É difícil mexer numa Larissa e numa Juliana, que têm um CT próprio. Mas nós vamos nos esforçar para convencê-las de que o palácio do nosso voleibol é Saquarema. Para se ter foco, é preciso sair do ambiente familiar. Eles precisam acordar, respirar, treinar, comer voleibol. É isso que faz o indoor. E você vê os resultados que nós temos.

Algumas duplas têm reclamado da dificuldade para conseguir patrocinadores. O que a CBV têm feito para ajudá-las?
O Banco do Brasil, durante esses 17 anos, tem sido o principal patrocinador das grandes duplas e chegou inclusive a patrocinar duplas de menor porte. O patrocínio da Supergasbrás da Larissa e Juliana quem arrumou fui eu. As pessoas precisam entender que o patrocinador quer um retorno. Ele não vai patrocinar as pessoas por uma obra social. Somos um esporte de excelência. Apesar de termos um dos maiores programas sociais do Brasil, não somos uma instituição de caridade.

Pelo regulamento atual, os clubes podem inscrever apenas um atleta estrangeiro no masculino e duas no feminino. Por que o senhor defende com tanta veemência as barreiras contra os estrangeiros na Superliga?
Primeiro de tudo, meu objetivo é não tirar o emprego de brasileiros. Eu tenho que pegar os infanto-juvenis e juvenis que foram campeões mundiais e dar a oportunidade de fazer carreira dentro do Brasil. E não fazer como a Itália, que, elogiada pela imprensa de uma maneira geral durante anos, encheu a boca para dizer que tinha o melhor campeonato do mundo. E tinha. Só que acabou com a seleção italiana, que hoje é uma porcaria. Com essa política, hoje o Brasil é o país que melhor paga no voleibol mundial.

O técnico Bernardinho acaba de completar 10 anos no comando da seleção masculina. Que balanço o senhor faz desta década?

Os números falam por si mesmos. O cara só faz ganhar! Eu fiz a troca em 2001 e foi um risco que eu assumi. O resultado foi bom, hoje ele é um herói e eu acertei na minha escolha. Mas se perde, tá roubado. E eu fui o maluco que tirou o cara do feminino e pôs no masculino.

Como substituir um técnico tão vencedor?

Eu não tenho a menor preocupação com nenhum dos dois técnicos. Tanto o Bernardinho quanto o José Roberto Guimarães já demonstraram desejo em ficar. Quando nós entramos, estabelecemos filosofias e conceitos. Os dois já nasceram com esses conceitos. Nós pensamos igual em tudo. Sou um presidente ganhador, mas um dia vou ter que sair. Da mesma maneira, todos vão ser substituídos um dia. Compete a nós formar novos técnicos. Como nós somos campeões infanto-juvenil e juvenil a década inteira, acho que estamos formando novos líderes.

Em 2016, o vôlei brasileiro vai enfrentar a maior pressão de todos os tempos para conquistar o ouro no Rio. Como administrar isso?

A maneira de enfrentar isso é ter a consciência de que vamos ser pressionados. Até porque eu vou pressionar a comissão técnica, que vai pressionar os jogadores, que vão me pressionar. Falta alguma coisa ao atleta? Nada! É assim que se ganha. Com pressão, mesmo. Não tem conversa. Somos o time a ser batido. Que país do mundo tem condições de botar em quadra três, quatro seleções? Nenhum! O Brasil pode formar um time A e um time B, como o Bernardinho vai fazer este ano. São jogadores que vêm sendo moldados por nós. Veja o exemplo do tênis. O que foi feito pelo tênis depois da Maria Esther Bueno e, mais recentemente, do Guga! Nada? Você não pode ficar esperando que os atletas brotem da terra. Isso é raríssimo! Eu garanto a você que se a Polônia, a Bulgária ou a Rússia tivessem um quinto da estrutura que nós temos, nós não ganharíamos mais deles. Mas a coisa está ficando cada vez mais difícil para eles.
UOL

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Juliana e Larissa conquistam etapa da China

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Juliana e Larissa conquistam etapa da China

Posted on 01 maio 2011 by hugo

Juliana e Larissa começaram a temporada 2011 do Circuito Mundial de vôlei de praia de forma arrasadora. Após vencer a etapa de Brasília, a dupla número 1 do ranking superou o cansaço e conquistou, na madrugada deste domingo, a etapa da China, com uma suada vitória por 2 sets a 1 sobre as donas da casa Chen Xue/Zhang Xi, em Sanya.

- É muito bom vencer as chinesas na casa delas. Foi realmente um jogo de muita emoção e estou feliz com a conquista da nossa segunda medalha de ouro na temporada. A final começou às 11 horas da manhã na China e o calor estava quase desumano. Tanto que, no meio do primeiro set, já dava para ver como as duas duplas já estavam sentindo os efeitos da temperatura. Mas o importante foi que nos superamos mais uma vez. Juliana foi muito exigida nessa partida, deu conta do recado e é importante elogiar sua garra até o fim – disse Larissa.

O título, porém, não veio com facilidade. Com muitos erros, as brasileiras começaram mal a partida e ficaram atrás durante boa parte do primeiro set. A reação no final não foi capaz de impedir a vitória da dupla chinesa por 21 a19.

No segundo set, as pentacampeãs mundiais voltaram mais ligadas e logo abriram 3 a 0. Aos poucos, Chen Xue/Zhang Xi se reencontrou e a liderança do set passou a ser disputada ponto a ponto, com grandes ralis até o fim. Antes de fecharem em 22 a 20, as brasileiras desperdiçaram um set point.

No tie-brake, Juliana e Larissa mostravam claros sinais de cansaços, uma vez que enfrentaram uma verdadeira maratona para disputar a etapa da China, além de encarar o forte calor do país. Mesmo assim, conseguiram reverter uma desvantagem de dois pontos e venceram, após quatro match points, por 17 a 15.

- No primeiro set, elas abriram uma vantagem, fomos buscando ponto a ponto até passar as adversárias. Mas nos complicamos no final e elas venceram. No segundo set foi nossa vez de sair na frente. Mas deixamos de virar algumas bolas e as chinesas encostaram. Quando o jogo estava empatado em 20 a 20, mudamos nossa estratégia e deu certo. No último ponto, Larissa defendeu uma bola quase impossível e fiz um ataque no fundo que fechou o set. O tie-break foi apertado. Abrimos uma vantagem de dois pontos no início, elas ainda empataram, mas vencemos. Saímos pulando pela quadra para festejar porque foi um grande jogo – contou Juliana.

Bronze também é brasileiro

A medalha de bronze da etapa da China também ficou com o Brasil. Talita e Maria Elisa nem precisaram entrar em quadra para garantir a terceira colocação, uma vez que a norte-americana Misty May sentiu dores no joelho esquerdo e não teve condições de jogo.

- Gostaríamos de ter disputado o lugar mais alto do pódio, mas o bronze foi um bom resultado. Nosso time evoluiu em relação à etapa de Brasília – primeira do campeonato. Em Shanghai, estaremos ainda melhores e lutaremos pelo primeiro lugar – afirma Maria Elisa.

Globo

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Brasil passeia em Miami e humilha anfitriões com golaço de Jorginho

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Brasil passeia em Miami e humilha anfitriões com golaço de Jorginho

Posted on 01 maio 2011 by hugo

Mais solto e com mais espaços do que na estreia, o Brasil goleou os Estados Unidos por 7 a 2, na tarde deste sábado, na Flórida, disparando na liderança da Copa Miami de Futebol de Areia. Os gols foram marcados por André (dois), Daniel (dois), Buru, Anderson, além de uma pintura de Jorginho, que anotou o seu de bicicleta, no segundo tempo. Ele não marcava pela seleção há cinco anos, desde que parou de ser convocado.

Agora, o time do técnico Alexandre Soares depende apenas de suas forças para levantar o título da competição – até se empatar e perder na prorrogação para o México vai comemorar. O jogo decisivo terá transmissão ao vivo pelo SporTV2. São seis pontos somados em duas partidas disputadas. Na sexta-feira, o triunfo foi sobre a Espanha, por 3 a 1.

Logo na etapa inicial, Buru abriu a contagem, com gol seguido pelo de Anderson, que foi ajudado pelo montinho de areia que encobriu o goleiro norte-americano. A vantagem deu confiança ao Brasil, que passeou no período posterior, abrindo 6 a 1, com Jorginho, em golaço de bicicleta, dois de Daniel, sendo um de cabeça, e um de André. Faberoff descontou.

Com o resultado tranquilo, a seleção puxou o freio de mão e marcou somente mais uma vez no tempo derradeiro, com André novamente, agora de pênalti. O atacante potiguar é o artilheiro isolado da Copa Miami, com cinco gols. Em outro chute de longe, Faberoff reduziu para 7 a 2.

- Conseguimos tocar bem a bola e criar bastante no ataque. Eles tiveram duas chances, em duas bolas paradas e aproveitaram. Tivemos o controle da partida durante todo o tempo, com a bola no pé e trabalhando com paciência para vencer a marcação deles. Conhecemos bem o México, uma equipe forte, que gosta de jogar em velocidade e não podemos dar espaços, especialmente a Plata e Villalobos. Vamos entrar forte para buscar mais esse título para o Brasil – comentou o defensor Daniel, autor de dois gols.

Mexicanos com chances

No jogo preliminar, o México derrotou a Espanha por 7 a 3 e segue com chances de erguer a taça. A única maneira disso acontecer é bater o Brasil no tempo normal, neste domingo.

Próximos jogos:

Domingo – 1/5
Estados Unidos x Espanha – 14h30m (horário de Brasília)
Brasil x México – 17h (horário de Brasília)

Globo

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