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Brasil é desclassificado nos 4x100m masculino

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Brasil é desclassificado nos 4x100m masculino

Posted on 04 setembro 2011 by hugo

No último dia do Mundial de Atletismo, em Daegu, Coreia do Sul, as meninas brasileiras conseguiram uma importante vaga na final do revezamento 4x100m, neste domingo. Ana Claudia Silva, Vanda Gomes, Franciela Krasucki e Rosângela Santos terminaram em terceiro lugar na bateria da semifinal, mas conseguiram se classificar com tempo. De quebra, elas quebraram o recorde sul-americano da modalidade, com o tempo de 42s92.

Entre os homens, Nilson André, Bruno Lins Tenório, Sandro Viana e Diego Cavalcanti também terminaram a série em terceiro lugar, com 38s48, mas acabaram desclassificados. Nilson André se chocou com um atleta português na raia ao lado e queimou o limite na hora da passagem para Bruno Lins. Mesmo por tempo, porém, a equipe estaria eliminada, já que o oitavo melhor time, São Cristóvão e Nevis, fez 38s47.

Nilson André (canto direito) cai ao chão após passar o bastão para Bruno Lins: brasileiro foi tocado por um atleta português na entrada do setor de passagem e se desequilibrou.

Após a prova, os brasileiros reclamaram muito do choque e lamentaram, uma vez que havia uma grande expectativa de medalha.

- O atleta de Portugal empurrou o Nilson na hora da passagem. Isso nos tirou meio segundo, a gente tinha condições de brigar por medalha. Sabíamos disso – lamentou Sandro. A equipe entrou com um recurso em protesto contra a desclassificação. A organização do Mundial entendeu que o toque do português foi irregular e desclassificou também a equipe de Portugal, mas o Brasil não ganhou outra chance.

Na final feminina, a equipe brasileira terminou em oitavo lugar, com o tempo de 43s10. Os EUA levaram o ouro, com a marca de 41s56, melhor do ano na prova. Jamaica (41s70) e Ucrânia (42s51) completaram o pódio.

G1

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Brasil dança o vira contra Portugal e leva penta do sub-20

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Brasil dança o vira contra Portugal e leva penta do sub-20

Posted on 21 agosto 2011 by hugo

Enrolado na Bandeira do Brasil após o fim da grande decisão do Mundial Sub-20, Oscar enxugava, com alegria e emoção, as lágrimas de herói. O camisa 11, que não havia feito um gol sequer no torneio até a final deste sábado, pode dizer que guardou tudo para quando mais se precisou dele. Em uma decisão suada – foi até a prorrogação -, chamou a responsabilidade e decidiu o título com três gols. Isso mesmo: três gols! Com a façanha do jogador do Inter, o Brasil derrotou Portugal, por 3 a 2, na “dança do vira”, e se sagrou pentacampeão da categoria, no abarrotado Estádio El Campín, na Colômbia – o público de 36.048 torcedores foi recorde na história da competição. O titulo brasileiro, que se junta aos de 1983, 1985, 1993, e 2003, teve um gosto de vingança da amarga derrota por pênaltis para os portugueses na decisão em 1991.

O terceiro gol do meia colorado, o mais sensacional, saiu aos 6 minutos do segundo tempo do tempo extra, em um aparente cruzamento – ou não – que morreu no fundo das redes do goleiro Mika, então não vazado até a decisão. Para os portugueses, marcaram Alex e Nelson Oliveira. O brasileiro Henrique, atacante do São Paulo, que ainda desperdiçou grande oportunidade a minutos do fim, terminou a competição entre os artilheiros, com cinco gols, empatado com o francês Lacazette e o espanhol Alvaro Vázquez. Mas levou a chuteira de ouro no critério de desempate de assistências – três – e, de quebra, o troféu de melhor jogador da competição.

A decisão foi acompanhada de perto por ilustres do planeta bola. O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o técnico da Seleção principal, Mano Menezes, desembarcaram em Bogotá na tarde deste sábado e se juntaram ao mandatário da Fifa, Joseph Blatter, e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

O goleiro Mika precisava apenas de mais 19 minutos sem sofrer gol para estabelecer um novo recorde em Mundiais Sub-20. Só faltou combinar com Oscar. Logo aos cinco minutos, o camisa 11 cobrou falta venenosa da intermediária, a bola desviou levemente na cabeça de Sergio Oliveira e entrou no canto direito, acabando com um jejum de 619 minutos e vazando Portugal pela primeira vez na competição. A marca, portanto, continuou com o próprio Brasil entre as edições de 1985 e 1987: 634 minutos.

A alegria durou pouco. Dessa vez, quatro minutos foram necessários para os portugueses igualarem o placar. Aos 9, Nelson Oliveira escapou pela direita e cruzou rasteiro para o meio da área. Alex se antecipou a Danilo e completou. A resposta veio de forma imediata. Após cruzamento, Nuno Reis cortou de cabeça, a bola quicou na frente de Willian e tocou na trave. Mika ainda se esticou para salvar a bola que chegou a ultrapassar a linha, com gol não assinalado pela arbitragem, evitando o que seria o segundo.

Ritmo diminui

Apesar do placar movimentado, o nível técnico não era dos melhores. Ambas as equipes erravam alguns passes considerados até infantis. Era mais difícil ainda ver uma troca de passes rápida, envolvente. Mas, ao menos nas bolas paradas, o Brasil assustava, sempre com Oscar.

Portugal, por sua vez, depositava as suas maiores esperanças em Nelson Oliveira. Foi com o seu artilheiro, autor de três gols na competição, que os lusos mais levaram perigo. Aos 36, ele recebeu lançamento de Saná, dominou com categoria, mas viu Danilo chegar antes e desviar para escanteio. Dois minutos depois, Mario Rui cruzou para o atacante finalizar por cima.

Se estava difícil para infiltrar com tabelas, o zagueiro Juan resolveu arriscar de longe, aos 43. A bomba de canhota passou perto, mas foi o sinal de que o Brasil passava por dificuldades que, apesar de se tratar de uma final, não esperava.

Veja a campanha do Brasil no Mundial

Brasil 1 x 1 Egito (1ª fase)

Brasil 3 x 0 Áustria (1ª fase)

Brasil 4 x 0 Panamá (1ª fase)

Brasil 3 x 0 Arábia Saudita (oitavas de final)

Brasil 2 (4) x (2) 2 Espanha (quartas de final)

Brasil 2 x 0 México (semifinal)

Brasil x Portugal

A prova de que Ney Franco não estava mesmo satisfeito foi vista quando o quarto árbitro levantou a placa de substituição na volta do segundo tempo. Foram duas alterações: Negueba, que já havia aquecido durante parte da etapa inicial, entrou no lugar de Willian. Allan substituiu Gabriel Silva. O mesmo já havia acontecido no decorrer da partida contra o México, na última quarta, pela semifinal: o volante Casemiro foi recuado à zaga, Juan assumiu o lateral esquerda, Allan, a direita, e Danilo acabou deslocado para o meio.

As mudanças não surtiram o efeito desejado, e o Brasil seguia sem mobilidade ofensiva. Só não esperava que em um dos contra-ataques sofresse a virada. Aos 14, Nelson Oliveira avançou despretensiosamente sem ser incomodado por Juan e Casemiro. Sozinho, ele finalizou sem ângulo, mas contou com a colaboração de Gabriel, que falhou no lance e viu a bola passar entre as suas pernas.

Técnico lança seu talismã

A primeira reação de Ney Franco foi colocar Dudu no lugar de Philippe Coutinho, em noite apagada. Precisando da vitória, o Brasil adotou postura mais ofensiva, enquanto àquela altura Portugal já ocupava o campo defensivo com todos os seus 11 homens.

Até a faixa de meio-campo, o Brasil tinha total liberdade para tocar a bola. Mas era só passar a linha que divide o campo que um batalhão de vermelho e verde se postava à frente. O time de Ney Franco buscava alternativas, principalmente pelas laterais.

Aos portugueses restava a boa e velha tática de esperar uma chance de contra-atacar. Nelson Oliveira, um dos melhores em campo, aproveitou uma dessas oportunidades. Pela esquerda, avançou com velocidade, invadiu a área, mas Gabriel se redimiu.

A essa altura, o sangue fervia e impedia um raciocínio lógico. Juan quase perdeu a cabeça e foi mais cedo para o chuveiro. O zagueiro tentou acertar Julio Alves na intermediária, o tempo fechou, e o juiz levantou o amarelo para o brasileiro. Na seqüência, ele voltou a se irritar e reclamou com o juiz uma possível simulação do adversário. Ney Franco, sempre sereno, já exibia um semblante preocupado, até desconfortável.

Foi então que seu talismã entrou em ação. Pela esquerda, em mais uma jogada pelo lado do campo, Dudu mandou para o meio da área e Mika espalmou para o meio da área. Sorte do Brasil que Oscar estava lá para empatar, aos 33.

O gol devolveu a tranquilidade e aumentou a confiança. Daí em diante foi pressão total. Dudu pela esquerda, Negueba pela direita, os chutes pelo meio… E a melhor defesa da competição reservou para os últimos minutos o que mais fez na competição: evitar que Mika fosse vazado.

Prorrogação movimentada

Passado o sufoco dos 90 minutos, já não existia mais tática ou lógica. Nelson Oliveira, exausto e claramente com dores, foi mantido no time mesmo com Ilídio Vale ainda podendo fazer uma alteração. E quando resolveu fazer, Caetano entrou na vaga de Saná, também no limite físico.

A única opção era arriscar. As duas equipes foram ao ataque. Dois times abertos e com muitos espaços. Em uma investida rápida, Caetano recebeu pela direita, entrou na área e, por preciosismo, tentou encobrir Gabriel, que se agigantou para salvar.

Em seguida, o Brasil também assustou. Danilo e Romerick dividiram, e a bola passou rente à trave de Mika. Danilo ainda tentou um golpe de misericórdia em chute de fora da área, mas Mika defendeu em dois tempos e evitou que Oscar aproveitasse novamente.

Mas os deuses do futebol dariam a Oscar uma nova chance, a chance de marcar o terceiro e virar o herói do pentacampeonato, o primeiro jogador a fazer três em uma decisão de Mundial. Foi de fora da área, aos 6 minutos do segundo tempo da prorrogação. E pouco importa se o meia tentou cruzar ou chutar. A bola entrou. Golaço!

Portugal pressionou no fim, Henrique perdeu chance cara a cara, mas o destino já estava selado mesmo naquele chute que valeu muito, valeu o título.

Brasil 3 x 2 portuGal Gabriel, Danilo, Bruno Uvini, Juan e Gabriel Silva (Allan); Fernando, Casemiro, Oscar e Philippe Coutinho (Dudu); Henrique e Willian José (Negueba) Mika, Cedric (Julio Alves), Roderick, Nuno Reis e Mario Rui; Pele, Saná (Ricardo Dias), Danilo e Sergio Oliveira; Nelson Oliveira e Alex (Caetano)

Técnico: Ney Franco Técnico: Ilídio Vale

Gols: Oscar (Brasil), aos 4, e Alex (Portugal), aos 8 do primeiro tempo; Nelson Oliveira (Portugal), aos 14, Oscar (Brasil), aos 33 do segundo tempo; Oscar (Brasil), aos 6 do segundo tempo da prorrogação.

Cartões Amarelos: Henrique, Juan (Brasil); Roderick, Pelé, Sergio Oliveira, Saná, Julio Alves, Nelson Oliveira (Portugal)

Estádio: El Campín (Bogotá). Árbitro: Mark Geiser (EUA).

Assistentes: Mark Hurd (USA) e Joe Fletcher (CAN)

Globo

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Seleção brasileira empata com Portugal novamente

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Seleção brasileira empata com Portugal novamente

Posted on 14 abril 2011 by hugo

Brasil e Portugal voltaram a se enfrentar nesta quarta-feira (13/4) e, como já era esperado, o duelo foi de novo equilibrado na Arena Multiuso Coimbra. No segundo duelo entre os selecionados, a vitória teimou em não sair para nenhum dos lados novamente. Depois de terem empatado em 2 a 2 na terça-feira, as equipes ficaram no 3 a 3 no embate derradeiro.

O primeiro gol português, como ocorreu no jogo anterior, saiu numa rápida jogada de contra-ataque logo no início. Livre na segunda trave, o capitão Arnaldo só teve o trabalho de escorar para o fundo da rede adversária. O Brasil não demorou a empatar. Fernandinho, na ala esquerda, concluiu de direita para superar o goleiro André Sousa.

A partida continuou lá e cá antes do intervalo. Com boa parte da torcida lhe apoiando, o elenco português não se intimidou com qualidade brasileira e partiu em busca do segundo tento, o que de fato ocorreu. Cardinal, de primeira, acertou o ângulo direito de Cidão, que não teve nenhuma chance de defesa.

Já no segundo tempo, o Brasil, mais atento, deixou tudo igual em Coimbra. Com a marcação avançada, os lusos não conseguiram sair jogando, Simi aproveitou e deixou sua marca – 2 a 2.

Os gols continuaram saindo. Enquanto Fernandinho perdeu oportunidade de anotar seu segundo no dia, na cara do goleiro, Cardinal chutou rasteiro e comemorou o terceiro gol Português. Atrás no placar novamente, a seleção brasileira igualou logo em seguida, Simi numa finalização precisa.

Os minutos finais foram eletrizantes, com as duas equipes buscando a vitória a todo custo. Apesar do jogo ofensivo realizado por ambos e a torcida praticamente em pé, o resultado final já estava definido – 3 a 3.

Para Fernandinho, autor do primeiro gol brasileiro na partida de hoje, quem compareceu ao ginásio local acompanhou um dos maiores clássicos do futsal mundial. “Foram dois jogos equilibrados, como já esperávamos, e os resultados provam isso. Hoje Portugal e Brasil já fazem parte do clássico mundial”.

Na seleção portuguesa, o treinador Jorge Braz apontou que qualquer uma das seleções poderia ter conquistado a vitória. Ainda segundo ele, duelar contra os brasileiros é sempre uma dificuldade a mais.

“A seleção brasileira tem um elenco muito qualificado, talvez o melhor do mundo, e isso dificulta o jogo de seus rivais. Poderíamos ter conquistado nossa primeira vitória hoje, mas infelizmente hoje fomos nós que perdemos muitos gols”, analisou.

Ficha técnica
Portugal 3×3 Brasil
Data: 13/04/2011 (terça-feira)
Local: ginásio Multidesportos Dr. Mário Mexia (Coimbra – POR)
Horário: 19h30 local (15h30 – horário de Brasília)
Árbitro principal: Eduardo Coelho (POR)
Árbitro auxiliar: Sérgio Magalhães (POR)
Cronometrista: Leandro Rodrigues (POR)

Portugal: André Sousa, Pedro Cary, Arnaldo (capitão), Ricardinho e Gonçalo. Entraram: Paulo Rocha, Marinho, Cardinal, Bebé, Bruno Coelho e João Matos. Técnico: Jorge Braz

Brasil: Cidão, Ciço, Vinicius (capitão), Fernandinho e Wilde. Entraram: Neto, Igor, Betão, Simi e Rafael. Técnico: Marcos Sorato

Gols
Portugal: Cardinal (18min10 e 24min32) e Arnaldo (1min48).
Brasil: Simi (20min48 e 24min54) e Fernandinho (4min02).

Cartões
Portugal: Cardinal (amarelo)
Brasil: Neto e Wilde (ambos amarelo

cbfs

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Brasil perde muitos gols e fica no empate com Portugal

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Brasil perde muitos gols e fica no empate com Portugal

Posted on 13 abril 2011 by hugo

A seleção brasileira de futsal segue sem perder para Portugal. Atuando na casa do adversário, no ginásio Multidesportos Dr. Mário Mexia – Coimbra, o time comandado por Marcos Sorato desperdiçou muitas chances de gols e acabou ficando no empate nesta terça-feira (12/4) – 2 a 2. Amanhã (13), mesmo horário (15h30 de Brasília) e lugar, o Brasil enfrentará os portugueses novamente.

Em dezessete jogos contra a seleção portuguesa, o selecionado sul-americano conquistou quatorze vitórias e três empates. Ainda invictos, os brasileiros estão cientes que irão precisar acertar a pontaria nesta quarta-feira para não serem surpreendidos pelos locais, que prometem mais uma vez endurecerem o jogo.

A partida

Marcando em cima e avançando sempre na individualidade ou na base do contra-ataque, Portugal fez um 1º tempo morno, com poucas chances de gols. Do outro lado, os brasileiros partiram em busca da vitória e abriram o placar com cinco minutos de bola rolando. Wilde aproveitou bela jogada do ala Vinicius pela direita, entrou rápido na segunda trave e tocou para o fundo da rede adversária – 1 a 0.

Com o gol de Wilde, a seleção portuguesa saiu mais para a partida e tentou pressionar os visitantes. Diante de sua torcida, que praticamente lotou a arena de Coimbra, os lusos igualaram antes mesmo do intervalo. Cardinal, após bate e rebate na quadra adversária, empatou e deixou tudo igual. Restando menos de 1segundo para o encerramento da etapa, a seleção brasileira reagiu num chute potente de Neto, de esquerda, e passou a frente novamente.

Atrás no marcador, Portugal adiantou ainda mais seu setor defensivo no segundo tempo e, sem demoras, assinalou seu segundo tento no duelo. Depois de erro na saída de bola adversária, o ala Marinho avançou em velocidade, saiu da marcação e finalizou com calma para empatar – 2 a 2.

O gol não abalou o Brasil, que continuou no ataque, mas também seguiu pecando nas finalizações. Apesar de o pivô Wilde ter acertado a trave portuguesa no final, a seleção brasileira ficou mesmo no empate no primeiro dos dois compromissos contra a equipe européia.

“A igualdade final não foi de toda ruim. Jogamos na casa do adversário e como esse foi o primeiro duelo acredito que iremos evoluir amanhã. A bola, diferente da que estamos habituados, acabou nos prejudicando um pouco”, comentou o goleiro brasileiro Cidão.

Jorge Braz, técnico de Portugal, também falou após o duelo desta terça. “Se empatamos hoje podemos vencer amanhã. Por que não? A seleção brasileira sempre foi poderosa no individual, mas cresceu e agora sabe atuar muito bem no coletivo também, o que dificulta ainda mais o jogo para seus adversários”, analisou.

Ficha técnica
Portugal 2×2 Brasil
Data: 12/04/2011 (terça-feira)
Local: ginásio Multidesportos Dr. Mário Mexia (Coimbra – POR)
Horário: 19h30 local (15h30 – horário de Brasília)
Árbitro principal: Nuno Bogalho (POR)
Árbitro auxiliar: Luís Marques (POR)
Cronometrista: Nuno Pereira (POR)

Portugal: João Benedito, Pedro Cary, Arnaldo (capitão), Ricardinho e João Matos. Entraram: Tiago, Ricardo Fernandes, Bruno, Cardinal, Paulo, Gonçalo, Bebé, Marinho e André Sousa. Técnico: Jorge Braz

Brasil: Cidão, Ciço, Vinicius (capitão), Fernandinho e Wilde. Entraram: Neto, Igor, Betão, Simi e Rafael. Técnico: Marcos Sorato

Gols
Portugal: Cardinal (18min50) e Marinho (21min47).
Brasil: Wilde (5min) e Neto (19min59).

Cartões
Portugal: –
Brasil: Neto (amarelo)

cbfs

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Brasil tenta manter tabu nesta terça-feira

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Brasil tenta manter tabu nesta terça-feira

Posted on 12 abril 2011 by hugo

Brasil e Portugal se enfrentam nesta terça-feira (12/4), as 15h30 (horário de Brasília), no primeiro dos dois amistosos que as seleções disputarão entre si. A partida será realizada no ginásio Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra (aproximadamente 200 km de Lisboa.

A história dos confrontos não é nada favorável aos lusitanos. Em dezesseis partidas disputadas, Portugal conquistou dois empates e sofreu quatorze derrotas. Números esses que não empolgam o experiente elenco brasileiro, que já espera encontrar dificuldades nesta terça, pois, além da excelente fase, o adversário atuará em seus domínios.

Como boa parte do seu plantel é formado por jogadores que atuam na Europa, o selecionado brasileiro espera não ser surpreendido pelos comandados do técnico Jorge Braz. Cautelosa, a comissão técnica sul-americana pede atenção redobrada nos amistosos.

Treinador das seleções Sub 20 e feminina, o auxiliar-técnico de Marcos Sorato, Vander Iacovino, explicou o trabalho realizado nesta segunda-feira, um dia antes do primeiro duelo contra a seleção portuguesa. Para ele, o momento é de muita concentração.

“Procuramos aproveitar o curto espaço de preparação para repetirmos algumas jogadas ensaiadas, pois não queremos que nosso adversário venha nos surpreender amanhã. Nosso intuito também foi não deixar os atletas totalmente parados após a longa viagem. Além de alguns atletas que enfrentaram o Uruguai no fim de semana, a equipe do Vinicius também esteve em quadra, sendo assim não podíamos forçar muito hoje”, analisou Iacovino.

Na seleção de Portugal, o destaque é o setor ofensivo. Cardinal e Ricardinho estão entre os preferidos da torcida da casa. A baixa no grupo luso são os cortes de Queirós (Benfica) e Leitão (Sporting), ambos contundidos. Para os lugares deles foram convocados Paulo Rocha e Tiago Soares, segundo o site oficial da Federação Portuguesa.

“Vamos enfrentar uma das equipes mais poderosas do futsal. Nosso primeiro objetivo será minar as ações ofensivas que eles irão criar, mas penso que vamos ter competência para freia-los”, ressaltou o técnico de Portugal.

Dados do 1º jogo:
- Portugal x Brasil
- Data: 12/04/2011 (terça-feira);
- Horário: 15h30 (Brasília)/19h30 (POR) –
- Local: ginásio Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra

cbfs

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brasilxportugal

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História e expectativa de jogo bonito atraem foco para Brasil e Portugal

Posted on 24 junho 2010 by hugo

brasilxportugalUma das primeiras partidas a terem os ingressos completamente esgotados, na qual estarão frente a frente o 1º e o 3º lugar do ranking da Fifa. Todos falando a mesma língua, ex-colônia e metrópole em campo. Um carrega consigo a tradição de beleza futebolística em seu DNA e o passado recente de glórias. O outro fuzilou seu adversário com nada menos do que sete gols em sua última partida. Além, é claro, de ter o craque-galã Cristiano Ronaldo.

Brasil e Portugal é um dos jogos mais esperados de toda a primeira fase do Mundial. Não só pela torcida, que espera ver, enfim, uma partida do nível que merece uma Copa do Mundo, que na atual edição está parca em beleza futebolística. Mas também pelos protagonistas, que aguardam ansiosos o jogo entre duas seleções que lutarão pela primeira posição do grupo. Com o Brasil classificado e Portugal dependendo de uma catástrofe para ficar de fora (está com nove gols de saldo à frente da Costa do Marfim, que pode no máximo empatar com os lusos em número de pontos), a possibilidade de um jogo aberto, sem retrancas e com muitas chances de gols e lances de efeito, parece iminente.

Será uma partida muito especial, sem dúvida. Vamos jogar contra uma grande equipe. São nossos irmãos do outro lado do oceano”, comenta o volante português Tiago, apoiado por seu treinador, Carlos Queiroz.

Acredito que Portugal e Brasil têm aquilo que é preciso para mostrar um grande futebol para o mundo” diz o comandante dos lusitanos, que complementa: “Vamos ver se nós e o Brasil podemos colocar o foco da torcida no futebol, e menos na Jabulani [a bola] ou nas vuvuzelas”.

Algo com o quê o zagueiro brasileiro Luisão, que joga em Portugal pelo Benfica, concorda. “O futebol português chega perto do brasileiro tecnicamente. Você vê jogadores de habilidade e criatividade”, disse o defensor em coletiva nesta quarta-feira.

Após a goleada por 7 a 0 em cima da Coreia do Norte, a seleção portuguesa foi considerada por alguns como “o Brasil da Europa”, pelos toques e chegadas rápidas ao ataque, que arrancaram elogios de Carlos Queiroz. “Belo futebol, belos gols”, disse após a prolífica partida contra os asiáticos.

Nunca jogamos na defensiva. Gostamos das partidas abertas. Obviamente que o Brasil não é a Coreia do Norte. Tentaremos ganhar, mas com um jogo mais equilibrado”, antecipou Tiago.

SEM MEDO Ter do lado contrário um jogador eleito recentemente o melhor do mundo não mudará a forma de jogar. É isso que assegura Lúcio ao refutar uma marcação especial ao craque Cristiano Ronaldo, no duelo que definirá o líder do grupo G

Outro ingrediente que deve apimentar a disputa é o histórico recente de confrontos entre as duas seleções. Em 6 de fevereiro de 2007, os portugueses infringiram uma das poucas derrotas do técnico Dunga no comando da seleção, em amistoso vencido por 2 a 0. Mas o troco veio, e devastador: no último confronto, os brasileiros enfiaram 6 a 2 goela abaixo dos lusitanos em Brasília, no fim de 2008.

A goleada ainda está entalada na garganta dos portugueses. “Nunca esqueceremos dessa derrota. Agora temos uma grande oportunidade. Não é uma vingança, já que isso não existe no futebol, pois todas as partidas são diferentes. Mas sem dúvida queremos ganhar para deixar pra trás essa derrota dolorosa”, conta Tiago.

Na história do confronto, o Brasil tem 12 vitórias contra quatro portuguesas, além de dois empates. Mas na única oportunidade em que se enfrentaram em Copas do Mundo, os portugueses levaram vantagem: com Eusébio no auge de sua forma, os lusos venceram por 3 a 1 no Mundial de 1966 e mandaram a equipe de Pelé de volta pra casa ainda na primeira fase.

Brasil e Portugal se enfrentam nesta sexta-feira, às 11h (Brasília), em Durban, ao mesmo tempo que a Costa do Marfim tenta em Nelspruit, contra a Coreia do Norte, o milagre de tirar nove gols de diferença de saldo para os lusitanos.

uol

 

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futsal4

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Espanha toma sufoco, mas vence Portugal e conquista Europeu pela quinta vez

Posted on 31 janeiro 2010 by hugo

futsal4A Espanha confirmou sua hegemonia no futsal do continente europeu neste sábado ao conquistar o seu quinto título do Campeonato Europeu, terceiro consecutivo, na final vencida contra Portugal por 4 a 2, na partida disputada em Debrecen, na Hungria.

O primeiro gol espanhol na decisão saiu aos 8 minutos do primeiro tempo, quando Ortiz aproveitou a chance de abrir o placar para a equipe comandada por José Venancio López. Logo aos 12 minutos, o time espanhol ampliou com Javi Rodríguez e complicou para os portugueses, que já haviam sido derrotados na fase de grupos por 6 a 1.

A equipe espanhola chegou ao terceiro gol aos 15 minutos do segundo tempo com Lin, praticamente liquidando a fatura contra os portugueses. Mas quando parecia que o título estava nas mãos dos espanhóis, Portugal reagiu e marcou dois gols em menos de dois minutos, com Gonçalo Alves, aos 17min, e Joel Queiroz, aos 18, deixando o final da partida emocionante.

Mas quando faltavam exatamente 22 segundos para acabar a partida, a Espanha conseguiu a confirmação do título com o gol de Daniel, vencendo o confronto por 4 a 2 e acabando com as chances de Portugal.

Pela decisão do terceiro lugar, a República Tcheca derrotou o Azerbaijão por 5 a 3, em uma partida que também acabou marcada pelo equilíbrio, mas um gol a nove segundos do final da partida garantiu o lugar no pódio à seleção tcheca.

Fonte uol

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