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Seleção cai para a Alemanha, e Mano segue sem vencer clássicos

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Seleção cai para a Alemanha, e Mano segue sem vencer clássicos

Posted on 10 agosto 2011 by hugo

Com Ganso barrado e Neymar de camisa 10, Brasil perde por 3 a 2. Time canarinho terá jogos com Argentina, Espanha, Itália e México pela frente.

Mudanças no time, mas sem mudança no histórico: com Paulo Henrique Ganso barrado, Neymar de camisa 10 e as entradas dos estreantes Ralf e Fernandinho, a Seleção Brasileira foi derrotada por 3 a 2 pela Alemanha nesta quarta-feira, em Stuttgart, e segue sem vencer clássicos sob o comando do técnico Mano Menezes. O time canarinho não caía para o rival desde 1993 (cinco partidas).

Os gols só saíram no segundo tempo na Mercedes Benz Arena: Schweinsteiger, Götze (chamado de “Lionel Messi alemão” por Franz Beckenbauer) e Schürrle, após falha de André Santos na área, marcaram para o time de Joachim Löw, enquanto Robinho – de pênalti – e Neymar fizeram para o Brasil. O atacante do Milan acabou com um jejum pessoal que durava desde 2 de julho de 2010, quando a Seleção foi eliminada da Copa do Mundo pela Holanda.

No total, Mano tem 13 jogos no comando do Brasil: seis vitórias, quatro empate e três derrotas. Desde a saída de Dunga, a Seleção não venceu adversários considerados de expressão: 1 a 0 para Argentina e França, 0 a 0 com a Holanda e, na Copa América, foi eliminada pelo Paraguai (2 a 2 na primeira fase, depois 0 a 0 nas quartas com derrota nos pênaltis). A última vez que o time canarinho bateu um rival de tradição foi em 14 de novembro de 2009: 1 a 0 sobre a Inglaterra em amistoso (depois, no Mundial, ficou no 0 a 0 com Portugal e foi derrotado pelos holandeses).

Os próximos amistosos marcados pela CBF são contra a Argentina, em 14 e 28 de setembro, na reedição da Copa Rocca e as seleções só poderão contar com atletas que atuam nos campeonatos locais. Mano vai convocar no próximo dia 18. Há também um jogo confirmado com o México em 11 de outubro, mas o time de Mano enfrentará ainda Espanha e Itáia neste ano, sem datas anunciadas até o momento.

Dúvida, Neymar entra em campo com a 10

A dúvida antes da partida era a presença de Neymar. O craque acordou com dores na garganta e quase não foi utilizado por Mano. Com Ganso no banco, o técnico escalou o meio com Ramires, Ralf e Fernandinho, enquanto Neymar, Robinho e Pato formaram o ataque. A primeira boa chance foi alemã: Götze recebeu pela direita, driblou André Santos e chutou cruzado de canhota, mas Julio César salvou.

O Brasil passou a equilibrar o jogo a partir dos 10 minutos e criou boas chances com Pato, Robinho e André Santos. Aos 21, a Alemanha quase marcou de novo: após boa tabela pela direita, Kroos recebeu na entrada da área e bateu rente à trave direita.

O primeiro susto do goleiro Neuer saiu aos 33, quando Daniel Alves cobrou falta com força e obrigou o camisa 1 a salvar a Alemanha. Aos 44, a melhor chance brasileira no primeiro tempo: Neymar recebeu pela direita, arrancou, entrou na área e bateu cruzado, perto da trave. Por pouco.

Gols no segundo tempo

Na etapa final, Joachim Löw trocou a dupla de ataque: saíram Podolski e Mario Gómez para as entradas de Klose e Schürrle. Mas foi o Brasil quem começou pressionando e quase abriu o placar com um golaço. Logo no primeiro minuto, Ramires roubou a bola na área, iniciou a jogada e deu para Fernandinho no meio, o jogador do Shakhtar acertou belo lançamento e deixou o camisa 9 sozinho entre a zaga, o ex-colorado deu um toque bonito por cima de Neuer e a bola saiu perto da trave.

Aos poucos, a Alemanha passou a atacar mais. Aos 8, Lahm chutou de longe, a bola quicou na frente de Julio César e bateu no ombro do goleiro. Quatro minutos depois, Schürrle pedalou na frente de Daniel Alvez pela esquerda e cruzou, mas Lúcio cortou o chute de Götze. Aos 13, pênalti: Kroos driblou Ralf e foi derrubado por Lúcio na área. Schweinsteiger cobrou no canto direito, Julio pulou para o esquerdo: gol, 1 a 0 para os donos da casa.

O segundo saiu aos 21. Depois de bela troca de passes da seleção alemã, Götze recebeu a bola entre a dupla de zaga brasileira, passou por Thiago Silva, driblou Julio César na pequena área e chutou de direita para ampliar o placar.

Logo em seguida, Mano tirou Fernandinho e colocou Ganso, com a camisa 20, em campo. Aos 25, pênalti para o Brasil, quando Daniel Alves foi derrubado por Lahm. Robinho, que nã balançava a rede desde a partida contra a Holanda na última Copa do Mundo, bateu bem, no canto direito, e marcou para a Seleção. Curiosamente, o ex-santista seria o quinto cobrador na disputa de pênaltis contra o Paraguai, no jogo que o Brasil foi eliminado da Copa América perdendo as quatro cobranças (André Santos, Elano, Fred e Thiago Silva).

A reação brasileira parou por aí. Aos 34, a Alemanha chegou ao terceiro aproveitando uma falha de André Santos. O lateral-esquerdo dominou na área e foi tentar sair jogando, mas perdeu a bola para Schweinsteiger, que rolou para Schürrle acertar um belo chute: 3 a 1 para a Alemanha.

Mano e Löw mexeram na equipe. O brasileiro Cacau, naturalizado, entrou em campo pela Alemanha. No lado brasileiro, o volante Luiz Gustavo fez sua estreia com a amarelinha no lugar de André Santos. O segundo do Brasil saiu já nos acréscimos: Neymar chutou de fora da área e acertou, deixando o placar com 3 a 2.
ALEMANHA 3 X 2 BRASIL

Neuer; Christian Träsch , Hummels, Badstuber e Lahm; Schweinsteiger (Rolfes), Kroos, Götze (Cacau) e Müller; Podolski (Klose) e Gómez (Schürrle).
Técnico: Joachim Löw

Julio César, Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos (Luiz Gustavo); Ralf, Ramires e Fernandinho (Ganso); Robinho (Renato Augusto), Neymar e Alexandre Pato (Fred).
Técnico: Mano Menezes

Gols: Schweinsteiger, aos 14 do segundo tempo; Götze, aos 21 do segundo tempo; Robinho, aos 26 do segundo tempo; Schürrle, aos 34 do segundo tempo; Neymar, aos 47 do segundo tempo
Cartão amarelo: Ganso (Brasil)

Estádio: Mercedes Benz Arena, em Stuttgart (ALE). Data: 10/8/2011. Árbitro: Viktor Kassai (Hungria)

globo

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Brasil dá vexame nos pênaltis, erra 4 cobranças e é eliminado pelo Paraguai

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Brasil dá vexame nos pênaltis, erra 4 cobranças e é eliminado pelo Paraguai

Posted on 17 julho 2011 by hugo

A Seleção Brasileira criou chances, dominou o Paraguai e teve sua melhor apresentação na era Mano Menezes, mas deu vexame na hora da decisão por pênaltis e está eliminada da Copa América: após perder as quatro cobranças que teve (Elano, Thiago Silva, André Santos e Fred), o Brasil foi derrotado por 2 a 0 pelos paraguaios e caiu nas quartas de final do torneio neste domingo, em La Plata, depois de um 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação.

Mais uma vez, a Seleção sai de uma competição nas quartas de final junto da Argentina. Na Copa do Mundo de 2006, os hermanos foram eliminados pela Alemanha e o Brasil em seguida caiu para a França. Em 2010, o time verde e amarelo tropeçou na Holanda e no dia seguinte os argentinos caíram de novo para Alemanha. Agora, no último sábado, a seleção de Messi e cia foi despachada pelo Uruguai, também nos pênaltis.

Classificado para as semifinais, o Paraguai espera o adversário do jogo entre Chile e Venezuela, ainda neste domingo, às 19h15m (de Brasíla. Quem vencer, encara o time guarani na quarta-feira, em Mendoza. A outra semifinal está definida entre Uruguai e Peru, terça-feira, em La Plata.

Neymar sofreu com a marcação dos paraguaios

O semblante sério dos jogadores marcou a chegada dos jogadores da Seleção Brasileira a La Plata. Seriedade também foi a principal característica do time de Mano Menezes na primeira etapa. Sem abusar dos toques bonitos e com personalidade, o Brasil dominou o Paraguai. Mas faltou o gol.

Inicialmente, o bom toque de bola da Seleção Brasileira foi prejudicado pela enorme quantidade de areia no gramado. A situação, por alguns momentos, privilegiou o futebol de combate e de muitas faltas dos paraguaios. Só o que árbitro economizou nos cartões e deu só um amarelo para Vera.

Pela direita, pela esquerda, pelo meio… As opções apresentadas pelo Brasil foram muitas. Desde um chute de fora da área de Ramires aos três minutos, passando pelo voleio de Neymar aos seis minutos e também pela bom passe de Ganso para Robinho colocar Neymar na cara do gol aos 26. O garoto chutou para fora.

O mais importante é que diferentemente do empate por 2 a 2 entre as equipes na primeira fase, o Brasil teve mais personalidade e tomou conta do jogo – Julio César pouco teve trabalho com a camisa 1. E mais: os laterais Maicon e André Santos foram bastante acionados, abrindo mais espaços para os atacantes.

Foi pela esquerda, aliás, que o Brasil quase abriu o marcador aos 32 minutos. André Santos bateu falta para área e Lúcio finalizou da pequena área. Justo Villar salvou. Sete minutos depois, aos 39, Ramires colocou o lateral-esquerdo em boa condição, mas o camisa 6 pegou mal na bola.

O primeiro tempo terminou com empate sem gols, mas com a torcida brasileira animada com o bom futebol apresentado. O melhor até aqui na Copa América.

Pato esteve bastante presente no duelo desta tarde

Seguindo o mesmo ritmo, a Seleção Brasileira foi para cima do Paraguai. Só que a pontaria seguia sendo a vilã. Como no lance de Neymar aos três minutos. Ele perdeu o gol e depois Maicon chutou cruzado. Sem sucesso! Sufocado, o Paraguai viu que sua chance estaria nos contra-ataques. E tentou isso.

O futebol acelerado e ofensivo do Brasil, no entanto, impedia o time guarani de se arriscar mais. Impacientes, então, eles voltaram a abusar das faltas. O problema é que o time de Mano Menezes está carente de bons batedores. E na chance que teve aos nove, André Santos rolou para Maicon dar um chute horroroso, aos 12.

As seguidas chances perdidas começaram a deixar o Brasil nervoso. E a ansiedade do torcedor aumentava na arquibancada. A pressão constante da Seleção virou esporádica. E só aos 17 voltou a marcar presença. Maicon recebeu bem na intermediária e deixou para Robinho bater colocado para fora.

O próprio camisa 7, sentindo a torcida desanimada, fez o sinal com os braços pedindo apoio. E na sequência o Brasil teve uma importante chance com Ganso. O meia tabelou com Lúcio e bateu com categoria no canto esquerda de Justo Villa, que fez mais uma grande defesa na partida.

Justo Villa conseguiu frustrar os brasileiros mais uma vez aos 27 minutos, quando defendeu chute à queima-roupa de Pato, após cruzamento de Neymar, que preocupou ao cair no gramado sentindo dores. Mas o garoto voltou a campo. E voltou para tentar de cobertura aos 32. Mas nada feito. Justo Villa estava lá.

Aos 35, a primeira alteração do Brasil: Fred no lugar de Neymar. Parte da torcida não gostou e criticou. E ficou impaciente com o show de gols perdidos. Aos 36 minutos, Pato apareceu sozinho, se atrapalhou na finalização, mas ainda pegou o rebote e cabeceou para fora. Aos 38, Fred deu de cabeça e Barreto salvou na linha.

A pressão brasileira continuou, mas não teve jeito. A falta de pontaria e a tarde inspirada do goleiro paraguaio levaram a decisão para prorrogação.

E o drama continua…

Antes de a bola rolar para a prorrogação, uma cena legal por parte do time do Brasil. Todos os jogadores fizeram uma roda e abraçados conversaram com o técnico Mano Menezes, no centro do círculo. Só que os paraguaios estavam dispostos a esfriar a partida e deixaram o jogo lento.

Muito melhor na partida, o Brasil partiu para cima no ritmo das pedaladas de Robinho. Só que o cérebro verde e amarelo estava cansado: Ganso não aguentava mais e também não rendia o que se espera dele. Entrou, então, Lucas. Mas o clima esquentou aos 11 minutos entre Lucas Leiva e Antolin Alcaraz.

Os dois se estranharam em disputa na lateral e os dois times inteiros trocaram empurrões, mas só os pivôs da confusão foram expulsos. Ao final do primeiro tempo da prorrogação, o mesmo do jogo todo: pressão do Brasil, recuo do Paraguai e mais uma sequência de gols perdidos do time de Mano Menezes.

A cara dramática da partida só ficava mais evidente. Apesar da soberania brasileira dentro de campo, a demora pelo gol irritava e mantinha todos ansiosos. Ainda mais quando o Paraguai chegou com perigo em chute de Valdez, aos 12 minutos. Mas o 0 a 0, embora injusto, permaneceu e a decisão foi para os pênaltis.

Só que na disputa, o Brasil mostrou total despreparo: Elano, Thiago Silva, André Santos e Fred foram lamentáveis em suas cobranças, e o Paraguai precisou de apenas dois gols, um de Barreto e outro de Estigarribia, para vencer e ir às semifinais da Copa América de 2011.

brasil 0 (0) x 0 (2) paraguai

Julio César; Maicon, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Ramires e Paulo Henrique Ganso (Lucas); Robinho, Neymar (Fred) e Alexandre Pato (Elano).
Técnico: Mano Menezes

Justo Villar; Dário Verón, Paulo da Silva, Antolín Alcaraz e Aureliano Torres (Elvis Marecos); Enrique Vera (Edgar Barreto), Cristian Riveros, Victor Caceres e Marcelo Estigarribia; Haedo Valdez e Lucas Barrios (Hernan Perez).
Técnico: Gerardo Martino

Cartões amarelos: André Santos, Maicon (BRA); Enrique Vera, Edgar Barreto, Elvis Marecos, Marcelo Estigarribia (PAR). Cartões vermelhos: Lucas Leiva (BRA) e Antolin Alcaraz (PAR)
Árbitro: Sergio Pezzotta (ARG). Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Efraín Castro (BOL)
Estádio: Ciudad La Plata, em La Plata (Argentina)

globo

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Juntos após vexame

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Juntos após vexame

Posted on 21 janeiro 2011 by hugo

Ao ser massacrado pelo Crac por 5 a 1, quarta-feira, na Serrinha, o Goiás adicionou ao próprio currículo marcas negativas: além de ser derrotado pelo Leão do Sul em Goiânia pela primeira vez, a equipe esmeraldina sofreu também sua maior goleada na história do Campeonato Goiano.

Não bastasse o vexame, o jogo escancarou ainda mais as deficiências do elenco que o técnico Artur Neto tem em mãos e praticamente tirou Tardelly, principal atacante esmeraldino neste início de temporada, do clássico contra o Vila Nova, sábado, no Serra Dourada.

Substituído ainda no primeiro tempo, Tardelly, de 19 anos e recém-promovido ao elenco principal, foi diagnosticado com um entorse no pé esquerdo e virou dúvida. De acordo com Mauro Machado, médico do Goiás, o atacante passou por radiografia, mas não foi possível detectar a gravidade da lesão. Na tarde de ontem, o atleta foi submetido a uma tomografia computadorizada e o resultado sai hoje pela manhã.
“Ele ainda sente dor no local e não participou do treino na Serrinha, tampouco do trabalho de hidroginástica. Só com o resultado da tomografia poderemos di-zer se o jogador enfrenta o Vila”, afirmou Mauro.

Tardelly é mais um jogador do setor ofensivo alviverde a ser entregue ao Departamento Médico. Além dele, lá estão Bruno Aquino e Wendell Lira, que será submetido à cirurgia e ficará fora dos gramados por pelo menos seis meses.
À disposição, Artur Neto conta apenas com Diogo Galvão e Má-rio, também recém integrado aos profissionais. Mário até esteve no banco de reservas contra o Crac, mas Artur preferiu colocar o zagueiro Valmir Lucas no ataque na etapa final, ao invés de escalá-lo.

Clássico

A preparação para o clássico contra o arquirrival Vila Nova, sábado, às 19h30, no Serra Dourada, já começou. Ontem, Artur Neto comandou treino técnico com reservas e jogadores que não foram relacionados contra o Crac. Os titulares fizeram apenas trabalho de regeneração na piscina. Se tiver Tardelly à disposição, o treinador poderá repetir a equipe da última partida.

O preço dos ingressos já está definido. R$ 20 (arquibancada) e R$ 40 (cadeira). O efetivo policial que irá trabalhar na partida será de 250 homens.

Reforços

Duas novas contratações são esperadas ainda nesta semana. Uma delas é o atacante Nunes, ex-Vasco e atual Santo André. A tendência é que a outra seja um lateral-esquerda, de nome ainda não divulgado pela diretoria.

dm

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Goiás perde para o Atlético-PR por 2 a 1

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Goiás perde para o Atlético-PR por 2 a 1

Posted on 17 outubro 2010 by hugo

Com um gol logo no início e um lance polêmico, o Goiás perdeu por 2 a 1 para o Atlético-PR, neste sábado (16), na Arena da Baixada, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os rubronegros, que seguem acreditando em uma vaga na Taça Libertadores, abriram o placar com apenas três minutos de jogo, com Branquinho. Na segunda etapa, a arbitragem validou gol de Ivan González, mas os esmeraldinos reclamaram que a bola não entrou. Com o resultado, o Furacão foi a 46 pontos e ocupa a sexta colocação. O Goiás segue na vice-lanterna, com 28.

Gol no início

Paulo Baier é um velho conhecido do torcedor do Goiás. Justamente por isso, os esmeraldinos devem ter ficado especialmente apreensivos quando, com apenas um minuto de bola rolando, Branquinho foi derrubado na entrada da área, dando ao especialista ótima chance de abrir o placar. Mas Baier bateu fraco, e Harlei defendeu.

Mas a festa nas arquibancadas da Arena da Baixada começou logo em seguida. Novamente pela esquerda, Branquinho recebeu passe na intermediária, avançou e mandou uma bomba, fora do alcance do goleiro goiano – 1 a 0.

Com esse início, era de se esperar uma partida repleta de lances emocionantes. Mas o Furacão deixou o ritmo cair, e o Goiás não conseguia se encontrar em campo. A primeira investida dos visitantes ao ataque só aconteceu aos 25. Douglas fez jogada individual pela direita, cortou a marcação e chutou forte, mas Neto fez a defesa. Antes do intervalo, aos 31, Paulo Baier ainda obrigou Harlei a se antecipar, em cobrança de escanteio fechada na primeira trave.

Segundo tempo

Na tentativa de deixar a equipe mais ofensiva, o técnico Jorginho fez uma alteração nos vestiários – Carlos Alberto entrou na vaga do veterano Júnior. A postura do time de fato se transformou. Os goianos partiram em busca do gol de empate, mas os atleticanos souberam ser firmes na marcação.

Aos nove, Douglas se preparava para chutar cruzado, de dentro da área, mas Branquinho apareceu na hora certa e fez o corte, na sequência, Carlos Alberto pegou o rebote e mandou uma bomba à queima-roupa, para boa defesa de Neto.

Para a evidente insatisfação de Paulo Baier, o técnico Sérgio Soares tirou o camisa 10 do jogo, aos 20 minutos, e pôs Claiton em seu lugar. Mas se Baier não gostou de sair de campo, os rubronegros tiveram que aplaudir a mexida aos 23, quando Claiton recebeu na área pela direita e fez o cruzamento para Ivan González, que subiu mais que a zaga e, de cabeça, encobriu Harlei. Ernando ainda chegou para tentar salvar em cima da linha, mas a arbitragem apontou que a bola entrou e validou o segundo gol do Furacão.

Com Jorginho muito irritado à beira do campo, o Goiás ainda conseguiu descontar, aos 37. Marcelo Costa, em cobrança de falta, levantou na área para a cabeçada certeira de Rafael Moura, no canto direito de Neto.

goiasnet

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Brasil vê o sonho escorrer pela mão, cai diante da Argentina e se despede

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Brasil vê o sonho escorrer pela mão, cai diante da Argentina e se despede

Posted on 08 setembro 2010 by hugo

Como era de se esperar, foi suado, sofrido, dramático. De todo mundo que entrou em quadra nesta terça-feira, só dois não arredaram o pé em nenhum momento: o equilíbrio e a tensão. De branco, a Argentina tentava deixar para trás as oitavas de final e avançar numa estrada que conhece tão bem. De verde, o Brasil agarrou a esperança à unha e encarou o gigante em pé de igualdade. Quando a última sirene tocou, no entanto, ficamos no quase. Mais uma vez, o final feliz foi cortado do filme. A derrota por 93 a 89 no ginásio Sinan Erdem, em Istambul, manda a seleção de Rubén Magnano de volta para casa e encerra o sonho de ficar entre os oito melhores do mundo.

Após os abraços efusivos no canto da quadra e a vibração intensa com os torcedores, os argentinos avançam para enfrentar nas quartas de final a Lituânia, que eliminou a China no primeiro jogo de terça-feira. Quem vencer o confronto encara Estados Unidos ou Rússia nas semis. Os outros duelos das quartas são Espanha x Sérvia e Turquia x Eslovênia.

O que todos temiam aconteceu: Luis Scola teve sua melhor atuação no Mundial e, com 37 pontos, derrubou os vizinhos sem piedade. Carlos Delfino cumpriu seu papel de escudeiro, com 20. Os torcedores argentinos, em maior número no ginásio, saíram festejando, cantando, vibrando, orgulhosos de uma seleção acostumada aos triunfos.

- O Brasil tem um timaço. Foi uma das minhas melhores partidas, e foi muito boa para os torcedores, mas não para os jogadores (risos). Sempre encaramos o jogo desta maneira. Gosto do Brasil e da equipe que eles têm. Respeito muito os jogadores, que fizeram um grande torneio e uma grande partida. Gostaria de ter jogado contra eles mais adiante, nas semifinais – afirmou em entrevista ao SporTV o ala-pivô Scola, herói da Argentina no jogo e no Mundial até agora.

Pelo lado brasileiro, Marcelinho Huertas teve uma das melhores performances de sua carreira, com 32. Deixou a quadra chorando, com uma toalha no rosto. Leandrinho ainda fez 20, mas errou bolas importantes no quarto período e não conseguiu evitar a eliminação. Tiago Splitter, que começou no banco e fez apenas 10 pontos, lamentou a eliminação e tentou ver o lado positivo:

- Hoje não tive uma boa atuação, acontece. A gente perdeu jogos muito apertados contra Estados Unidos, Eslovênia e Argentina. O que a gente pode tirar de positivo? Que o grupo está no caminho certo, falta muito pouco. A gente espera dar a volta por cima – disse Tiago Splitter, já pensando no Pré-Olímpico de 2011, na casa dos argentinos, em Mar Del Plata, valendo duas vagas para Londres-2012.

No último Mundial, o Brasil sequer se classificou para a segunda fase e terminou em 17º. Desta vez, a classificação veio, mas a derrota para a Eslovênia na primeira fase antecipou o cruzamento com a Argentina. E aí sofremos a quarta derrota para eles em cinco confrontos de Mundial.

Splitter começa no banco

Rubén Magnano não deixou de olhar para sua bandeira, não deixou de dar um abraço fraterno nos compatriotas da comissão técnica e ainda foi surpreendido ao ganhar um beijo de Román González. As gentilezas terminariam por ali. Dentro de quadra, o jogo era equilibrado, rápido, brigado. Splitter, que tanto preocupava os hermanos, começou no banco. Via, sentado no chão, o titular Guilherme Giovannoni tentando frear o ímpeto de Scola. Teve dificuldades no início. O pivô foi responsável pelos sete primeiros pontos argentinos. Do outro lado, Huertas e Leandrinho eram os motores brasileiros. Se Scola já não conseguia chegar com tanta facilidade à cesta, Prigioni encontrava um Delfino preciso na linha dos três. Com ele, a Argentina conseguiu fugir quatro pontos (19 a 15).

Atento nas antecipações, o Brasil roubava bolas e armava os contra-ataques. Leandrinho acertava os arremessos longos. A 2m51s do fim do primeiro quarto, Splitter foi para o jogo, depois que Guilherme cometeu sua segunda falta. Ajudava Varejão a fechar a porta do garrafão. Lá na frente, Cequeira saiu do banco para dificultar a vida de Huertas, mas ainda assim a seleção achava outras opções. Ao fim do primeiro quarto, tudo igual: 25 a 25.

A retomada do comando do marcador no segundo período viria com um chute de três de Leandrinho. A resposta era na mesma moeda, com Prigioni. O jogo se mantinha equilibrado até mesmo na linha lateral. Sergio Hernández repetia a posição de Magnano: agachado, observando cada movimentação. Tentava encontrar um marcador para frear Marcelinho Machado no perímetro. E comemorava ao ver que Leo Gutiérrez também mostrava a mão calibrada do mesmo lugar.

A torcida dos hermanos acreditava que ali, restando 1min17s para o intervalo e com 46 a 40, seria a arrancada. Mas não houve mais o que comemorar antes do intervalo. A equipe parou, e do outro lado Marcelinho puxou a reação. Huertas, mesmo desequilibrado, encontrou um arremesso incrível de três e ainda sofreu falta. Levantou o ginásio, que viu Marcelinho roubar uma bola de Scola, Huertas ir para a linha de lance livre logo e encerrar assim o primeiro tempo com vantagem do Brasil: 48 a 46.

A testa franzida de Scola dizia muito na saída para o vestiário. Os argentinos voltaram rápido para a quadra. Tinham pressa de mudar aquele placar. Ouviam um grupo de torcedores, vestindo suas cores, cantar “We are the champions”, do Queen, no desafio do karaokê. Era uma brincadeira, mas soava como um lembrete, um recado.

Alheios a isso, Anderson Varejão e Alex faziam 53 a 46 para o Brasil. Mas Delfino jogava um balde de água fria no rival ao anotar cinco pontos seguidos e cortando para 55 a 53. Alex mostrava raça, mas o time precisava contar de novo com as mãos de Huertas, que fez 18 no primeiro tempo e estava zerado até então. Com dois lances livres, ele retomou a contagem. E Splitter evitou que Delfino fizesse o mesmo com um lindo toco. Só que Scola – sempre ele – reapareceu para empatar (63 a 63). Encarava a marcação dupla de Varejão e Splitter e passava pelo meio dos dois, na marra. Resultado: 66 a 66 na virada para os últimos dez minutos.

Abraçados durante a orientação de Hernández, os hermanos tentavam unir forças. Mas tudo seguia igual. Duas bolas de três para Leandrinho e duas para Jasen. Lances livres para Huertas e para Scola. Quarta falta de Varejão e um chute forçado de Leandrinho, no entanto, foram suficientes para Magnano pedir tempo. E foi o rival que voltou melhor. Desperdiçava menos os ataques e tirava Guilherme do jogo, com a quinta falta, abrindo quatro pontos.

Os rostos tensos na arquibancada eram o reflexo do confronto. Restando 1m28s para o fim, a Argentina lamentou a eliminação de Jasen após falta em Marcelinho. O Brasil se aproximou, cortou para um ponto, mas não passou. Enquanto Scola fazia a sua parte, Leandrinho perdia a oportunidade da virada com erros no ataque. Coube justamente ao craque argentino matar a última cesta e o sonho do adversário.

Com um ouro olímpico e um vice-mundial no currículo recente, a Argentina gastou experiência e controlou o jogo até o fim. Segurou a vitória com unhas e dentes e fez o roteiro se repetir: eles avançam, nós voltamos para casa.

Adversário.

Com um ouro olímpico e um vice-mundial no currículo recente, a Argentina gastou experiência e controlou o jogo até o fim. Segurou a vitória com unhas e dentes e fez o roteiro se repetir: eles avançam, nós voltamos para casa.

globo

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Goiás perde mais uma no Brasileirão

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Goiás perde mais uma no Brasileirão

Posted on 26 julho 2010 by hugo

O Goiás perdeu mais uma no Campeonato Brasileiro. O time foi derrotado neste domingo (25), em pleno Serra Dourada, pelo Atlético (PR) por 2 a 0, gols do zagueiro Manoel e do atacante Maikon Leite.

Com o resultado, a equipe alviverde encerra a rodada na 16ª colocação, com 12 pontos. O time está a uma posição da zona de rebaixamento. Foi a quinta derrota do Goiás sob o comado do técnico Emerson Leão.

Na próxima rodada, o time esmeraldino vai enfrentar o Avaí, na Ressacada, domingo, às 16h.

Zaga paranaense mostra habilidade

O time de Emerson Leão parecia ter os nervos no lugar depois de toda a confusão no jogo contra o Vitória, no qual o técnico e o atacante Rafael Moura se desentenderam com repórteres no Barradão. Consciente, o meio de campo tentava manter a posse de bola e criou mais chances do que o rival.

No entanto, logo aos 10 minutos, um lance polêmico mudou a cara do jogo. Bruno Mineiro fez um golaço de fora da área, acertando uma bomba sem deixar a bola cair. O camisa 11 saiu para comemorar e, quando o Goiás já se preparava para dar a saída de bola, o auxiliar chamou o árbitro Ricardo Marques Ribeiro para uma conversa. Ele havia flagrado um toque de mão de Alex Mineiro, que deu o passe para Bruno. Dessa forma, o lance foi anulado.

Mesmo assim, o momento serviu para acordar o Atlético-PR, que apenas assistia ao toque de bola do rival. O Furacão resolveu buscar mais o jogo e aproveitar os contra-ataques, já que a defesa goiana deixou muitos espaços. Na defesa, o trio começava a se destacar anulando Rafael Moura e Éverton Santos.

Aos 27, os defensores se aventuraram no ataque e obtiveram êxito. Quem disse que zagueiro não sabe driblar? Bruno Costa provou o contrário. Ele partiu pela esquerda, entortou a marcação e deixou Rafael Toloi no chão. De pé direito, ele cruzou na cabeça de Manoel, que testou para o gol com firmeza, sem chances para Calaça. 1 a 0 Furacão, graças aos zagueiros.

Do outro lado, o Goiás começou a perder gols em sequência. Logo depois do tento atleticano, Bernardo cobrou falta e acertou o travessão do goleiro Neto. Aos 35, foi a vez de Rafael Moura chutar e atingir o poste esquerdo do Atlético-PR. A sorte estava com os paranaenses.

Uniforme diferente, futebol também

O Goiás voltou com roupa diferente para a segunda etapa: a tradicional camiseta verde no lugar da branca, utilizada nos primeiros 45 minutos. Leão conversou muito com o grupo no retorno ao gramado, e ele parece ter pedido pressão total para cima dos visitantes. Isso porque o Esmeraldino começou em alta velocidade, criando muitas chances – e perdendo mais gols.

Aos 9, Wellington Saci avançou pela esquerda e exigiu grande defesa de Neto. Depois, foi a vez de Bernardo arrematar de fora da área e dar mais trabalho ao goleiro. Percebendo a pressão, Carpegiani fez duas alterações que melhoraram ainda mais os dois pontos fortes do Atlético. Para reforçar a boa defesa, o zagueiro Alex Fraga substituiu Wagner Diniz. E para dar velocidade ao contragolpe, Maikon Leite no lugar de Alex Mineiro.

No Goiás, Leão lançou Otacílio Neto no ataque e o jogo ficou ainda mais aberto. Enquanto os goianos se cansavam de desperdiçar bons lances, o Furacão foi preciso. Em sua melhor jogada, Maikon Leite avançou em velocidade, saiu costurando a defesa e chutou de chapa, tirando de Rodrigo Calaça. 2 a 0 e jogo definido para os paranaenses.

No fim, Amaral acertou a terceira bola do Goiás na trave. Para provar mais uma vez que a tarde era mesmo do Atlético-PR, que deixou o campo comemorando muito a fuga da zona da degola.

Ficha Técnica

Goiás 0 x 2 Atlético-PR

Rodrigo Calaça, Carlos Alberto, Rafael Tolói, Ernando e Wellington Saci (Douglas); Jonílson, Amaral, Wellington Monteiro (Romerito) e Bernardo (Otacílio Neto); Éverton Santos e Rafael Moura.

Neto, Manoel, Leandro e Bruno Costa; Wagner Diniz (Alex Fraga), Vítor, Chico, Paulo Baier (Branquinho) e Paulinho; Alex Mineiro (Maikon Leite) e Bruno Mineiro.

Técnico: Émerson Leão Técnico: Paulo César Carpegiani

Gols: Manoel, aos 27min do primeiro tempo, e Maikon Leite, aos 35 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Otacílio Neto (GOI)
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia. Data: 25/7/2010. Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG). Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago e Jair Albano Félix (ambos de MG).

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Fesurv se despede sofrendo goleada

Posted on 06 março 2010 by hugo

fesurv3No confronto que marcou a abertura da terceira e última rodada da fase de classificação da 5ª Superliga de Futsal, a Esmac/Ananindeua (PA) bateu a Fesurv/Rio Verde/Rinco (GO), por 7 a 0, na tarde desta sexta-feira (5/3), no ginásio Divino Braga, em Betim (MG).

O triunfo marcou a despedida dos paraenses da competição. Com os três pontos o time termina na terceira posição do grupo B, enquanto os goianos, que também foram eliminados precocemente, ficaram na quarta colocação da chave, sem nenhum ponto conquistado. Às 19 horas, V&M Minas (MG) e Zaeli/Gazin/Penalty (PR) se enfrentam para definir a primeira posição do grupo – os dois estão classificados para a semifinal.

Apesar das duas equipes já entrarem em quadra sem chances de classificação, o confronto foi movimentado. O início foi equilibrado, com os dois goleiros trabalhando bem. Porém, os paraenses conseguiram abrir vantagem na etapa inicial. Biolay e Ageu marcaram, respectivamente, aos 10min26 e aos 11min28.

No segundo tempo, logo nos primeiros minutos os campeões da Liga Norte 2009 decidiram o jogo. Célio, aos 21min31, e Rato, aos 24min31, marcaram. A partir daí, o ritmo diminuiu, mesmo assim, a Esmac seguiu aproveitando bem as chances de gol. Ageu fez seu segundo tento no confronto, aos 32min46, enquanto Formiga fez aos 39min11, e Rato fechou a contagem em 7 a 0, aos 39min58.

“Fica o sentimento de dever cumprido. Jogamos bem durante toda Superliga, mas infelizmente as vitórias não vieram e isto inviabilizou nossa classificação. Fica a impressão de que temos um futuro promissor pela frente nas competições que estão por vir”, falou o pivô Rato, que fez dois gols na goleada.

Fonte cbfs

 

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Vila perde para o Bahia e volta do Nordeste com duas derrotas

Posted on 11 novembro 2009 by hugo

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Colorado não suporta a pressão do tricolor no primeiro tempo, mas joga melhor na etapa final. Falta de pontaria impede o empate.

 

O saldo dos dois jogos no Nordeste não foi bom para o Vila Nova. Depois de perder para o América (RN) por 2 a 0, no sábado, em Natal, o colorado foi derrotado ontem pelo Bahia por 1 a 0, no Estádio Pituaçu, em Salvador. O jogo valeu pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O time baiano marcou com Jael e o goleiro Marcelo fechou o gol no segundo tempo, garantindo a vitória do tricolor.

 

Com o resultado, o time goiano continua com 45 pontos e está agora na 12ª colocação. Já a equipe baiana chegou aos 42 pontos e está na 15ª colocação, tendo saído da zona do rebaixamento para a Terceirona do nacional.

 

O jogo foi bastante movimentado. Desesperado para sair da zona do descenso, o Bahia começou pressionando o Vila Nova no seu campo de defesa. Aos 10 minutos, o lateral-direito Marcos passou fácil pelo lateral-esquerdo Zé Rodolpho e pelo volante Alisson, concluindo a jogada com um chute colocado por cima do gol de Max. A pressão continuou. No minuto seguinte, Jael chutou forte da entrada da área e Max desviou para escanteio.

 

Aos 15 minutos, o volante Claudinho avançou e, na dividida, a bola sobrou, na entrada da área, para Willian, que chutou fraco para defesa de Marcelo. Em seguida, Ricardinho perdeu gol feito chutando para fora.

 

O Bahia abriu o placar aos 24 minutos. Depois de cruzamento da esquerda, Jael subiu mais e marcou de cabeça. O Vila respondeu com Otacílio, que tentou de fora da área e acertou a trave do Bahia.

 

O Bahia seguiu melhor no final do primeiro tempo. O lateral-esquerdo Maranhão cobrou falta e Max defendeu a bola, que tinha o ângulo como endereço certo.

 

No segundo tempo, o Vila Nova voltou pressionando o Bahia. Aos 4 minutos, o meia Ricardinho saiu na cara do gol, mas chutou em cima do goleiro Marcelo. Aos 12 minutos, Marcelo defendeu dois chutes perigosos de Claudinho Baiano e Ricardinho. Três minutos depois, Willian saiu na cara do gol, mas, pressionado, chutou fraco em cima do goleiro.

 

Aos 31 minutos, o volante Hernani fez falta em Edinaldo e recebeu o segundo cartão amarelo, sendo expulso do jogo. Com um jogador a mais, o Vila Nova aumentou a pressão, enquanto o Bahia se fechou de vez na defesa. Apesar da maior posse de bola, a equipe colorada não conseguiu traduzir a superioridade numérica em gols.

 

O Vila Nova pressionou até o final, mas esbarrou na falta de pontaria de seus atletas. Ao final da partida, os jogadores baianos comemoram a vitória como se fosse um título, assim como a torcida tricolor.

 

Fonte o popular

 

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Goiás é atropelado pelo Cruzeiro e termina rodada fora do G4

Posted on 09 outubro 2009 by hugo

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Com desempenho ruim no ataque e na defesa, time perde por 3 a 0. Alviverde tem outro expulso no Brasileiro.

O Goiás não esperava, nos dois últimos jogos, sofrer tantos gols (seis) e perder pontos e posições na classificação do Brasileiro. Ontem, no Mineirão, em Belo Horizonte, o alviverde teve mais um revés. Em dez minutos de partida, a equipe sofreu três gols e perdeu por 3 a 0 para o Cruzeiro. O time goiano sai do G4 – grupo dos quatro primeiros que se classificam à Libertadores – e permanece com 45 pontos, em 5º lugar. Como levou seis gols nas duas últimas rodadas, tem a terceira pior defesa da Série A, com 46 gols sofridos.

 

O Goiás errou muitos passes no meio-de-campo e na ligação ao ataque. O time mineiro fez boa marcação e os três volantes – Elicarlos, Marquinhos Paraná e Henrique – se movimentaram bem.

 

A melhor chance do Cruzeiro começou na saída do zagueiro e capitão Leonardo Silva. Ele teve habilidade para deixar os marcadores e cruzou. Marquinhos Paraná ajeitou e Gilberto, livre, chutou forte. Harlei fez grande defesa.

 

As outras boas oportunidades do Cruzeiro foram em dois chutes de Jonathan, também defendidos por Harlei. Na outra jogada, Leandro Lima limpou e chutou. Harlei salvou.

 

Para o Goiás, que esperava o vacilo do sistema defensivo do adversário, a melhor chance foi na bola parada. Na cavadinha de Léo Lima, Fernandão cabeceou por cima.

 

O início do segundo tempo significou o tormento para o Goiás. Em dez minutos, o alviverde sofreu três gols e teve a expulsão do zagueiro Leandro Euzébio após entrada dura sobre Thiago Ribeiro.

 

O castigo começou logo aos 2 minutos. Diego Renan fez jogada na linha de fundo, driblou e cruzou para o cabeceio de Wellington Paulista, completamente livre. A bola tocou na trave e sobrou limpa para Leandro Lima, em posição duvidosa. O meia cabeceou e fez Cruzeiro 1 a 0.

 

A torcida e os jogadores do Cruzeiro comemoravam o gol e fizeram festa na sequência. Wellington Paulista ajeitou a bola na entrada da área e acertou chute colocado: Cruzeiro 2 a 0, aos 3. Depois, a expulsão de Leandro Euzébio comprometeu ainda mais o alviverde. Estava fácil e o terceiro gol saiu na falha de Amaral, ao rebater cruzamento no peito de Wellington Paulista, que fez: Cruzeiro 3 a 1, aos 9.

 

Somente aos 37 minutos o Goiás deu o primeiro chute ao gol do Cruzeiro. Felipe, que estava na reserva, entrou e cobrou falta com força. Fábio espalmou e Romerito chutou travado por Gil.

Fonte o popular

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Goiás perde em Barueri e sai do G4

Posted on 14 setembro 2009 by hugo

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Alviverde deixa grupo dos quatro melhores do Campeonato Brasileiro com mais uma derrota fora de casa.

 

O Goiás perdeu para o Barueri, por 3 a 1, ontem à noite, na Arena Barueri, e saiu do G4 (grupo dos quatro primeiros colocados e que garante vaga na Copa Libertadores) do Campeonato Brasileiro. Parado nos 39 pontos, o clube alviverde foi ultrapassado pelo Atlético (MG) e aparece agora em 5º lugar. Já o Barueri soma 36 pontos e está em 8º.

 

Como era de se esperar, Barueri e Goiás fizeram uma partida equilibrada no primeiro tempo. Apesar de serem dois times com bons recursos técnicos, a marcação foi forte de ambos os lados, neutralizando principalmente as jogadas ofensivas. Tanto que poucas oportunidades de gol foram criadas. Mas, quando elas ocorreram, a bola foi parar no fundo das redes.

 

Mesmo com o gol de Márcio Careca, aos 11 minutos, numa saída errada de Amaral, o Barueri não tinha o domínio da partida. O Goiás se defendia bem e procurava contra-atacar, usando sempre os alas Vitor e Júlio César. E foi justamente um deles que fez o gol de empate. Aos 14 minutos, Vitor entrou pelo meio, recebeu a bola e, depois de driblar o marcador, acertou um belo chute no canto direito do goleiro Renê. “Foi um bonito gol, parecido com o que marquei contra o Santos no Serra Dourada”, lembrou Vitor.

 

Depois disso, a marcação prevaleceu e nenhuma das duas equipes conseguiu mais criar oportunidade clara de gol. Na melhor delas, Thiago Humberto, um dos destaques da partida, girou e chutou no canto esquerdo, rasteiro. Harlei teve de se esforçar para evitar o gol. Escanteio.

 

Também como era de se esperar, desgastados fisicamente, Barueri e Goiás afrouxaram um pouco mais a marcação na etapa final. E, naturalmente, as chances de gol foram aparecendo para os dois lados. O Goiás poderia ter passado à frente no marcador, por exemplo, aos17 minutos, quando Vitor perdeu gol.

 

Aos 26, foi a vez de Everton perder ótima oportunidade após grande jogada de Léo Lima, que havia entrado em lugar de Fernandão. Este, mostrando que ainda está sem o ritmo de jogo ideal, deixou a desejar mais uma vez. O armador de que o time precisava nem chegou ao ataque com a força necessária.

 

Erros repetidos

Além de desperdiçar gols, o Goiás repetiu algumas falhas dos jogos anteriores. Principalmente no meio-de-campo e na defesa, que erraram muitos passes, saíram jogando mal algumas vezes e se posicionaram de forma equivocada em lances capitais.

 

O Goiás acabou pagando caro por isso. Aos 34 minutos, Thiago Humberto recebeu a bola na área e fez 2 a 1. Aos 43 minutos, foi a vez do atacante Basílio aproveitar tiro de meta mal cobrado por Harlei e, depois de entrar livre na área, escolher o canto para fechar o placar: 3 a 1.

 

Na próxima rodada, o Goiás pega o Corinthians em São Paulo. O volante Amaral e o atacante Felipe são desfalques certos. Estão suspensos por terem recebido o terceiro cartão amarelo.

 

Com a derrota de ontem, o Goiás comprovou a queda de rendimento no 2º turno. Em cinco jogos, foram três derrotas, um empate e apenas uma vitória. Fez somente cinco gols e sofreu 12. Agora, vai tentar a reabilitação fora.

 

Fonte o popular

 

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