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Pinheiros é bicampeão paulista de handebol masculino

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Pinheiros é bicampeão paulista de handebol masculino

Posted on 25 agosto 2010 by hugo

Em uma final emocionante e extremamente disputada, o EC Pinheiros/ASICS arrancou um empate com a equipe da Metodista/São Bernardo no terceiro jogo da final do Campeonato Paulista de Handebol masculino e garantiu o título e o bicampeonato ao time da capital.

A torcida lotou o ginásio do Pinheiros, na capital paulista. Um num grande jogo, com placar final de 25 a 25, o Pinheiros levou o titulo por ter a melhor campanha ao longo da competição. O ponta Vanini, do Pinheiros, espera que o resultado acabe incentivando o time em busca do campeonato nacional.

- Transformamos esta final num grande espetáculo. Vamos seguir embalados para buscar o título da Liga Nacional.

O Campeonato Paulista de Handebol categoria principal masculina é um dos Campeonatos Esportivos mais antigos do país e é disputado regularmente desde 1931. A equipe do Esporte Clube Pinheiros é recordista de títulos totalizando 28.

O Esporte Clube Pinheiros encerrou a competição com uma campanha de 14 vitórias, 02 empates e apenas uma derrota, além do melhor saldo de gols, 195.

O artilheiro geral do Paulistão 2010 foi o jogador Fábio Chiuffa, da Metodista, totalizando 79 gols. Os troféus das equipes campeã e vice-campeã foram entregues pelo presidente da Federação Paulista de Handebol, Fábio Lazzari.

r7

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Santos domina a seleção e comanda a festa de encerramento do Paulistão

Posted on 04 maio 2010 by hugo

paulistaNão poderia ser diferente. O time que vem encantando a todos no futebol brasileiro dominou a seleção do Campeonato Paulista. Em festa realizada na noite desta segunda-feira, em uma casa noturna localizada na Zona Sul de São Paulo, seis jogadores do Santos, campeão paulista de 2010, subiram ao palco para receber prêmios. Wesley (melhor lateral), Edu Dracena (melhor zagueiro), Arouca (melhor volante), Paulo Henrique Ganso (melhor meia), além de Neymar e Robinho, eleitos como melhores atacantes.


Festa é com eles. Na mesma mesa, Robinho e Neymar atormentaram os companheiros de equipe com brincadeiras. Deram petelecos, contaram piadas e mostraram a sintonia que todos já conhecem dentro de campo. Mas os atletas mal tiveram tempo para jantar, tamanho o assédio dos fãs. O atacante André, esbanjando bom humor, disse que o time tem de mais é de aproveitar o momento.


- Somos campeões, e isso ninguém tira da gente. É ótimo chegar aqui e ver que todos estão felizes com o que o Santos conseguiu. Tomara que possamos continuar brigando pelo título da Copa do Brasil. Agora que conquistamos o primeiro, não queremos parar mais – afirmou o camisa 9 do Peixe.


A seleção do campeonato ainda teve a presença do goleiro Julio César (Santo André), do zagueiro Miranda (São Paulo), do lateral-esquerdo Roberto Carlos (Corinthians), do volante Marcos Assunção (que estava no Grêmio Prudente e hoje defende o Palmeiras), além do atacante Rodriguinho (Santo André).


O São Paulo, como de costume, não mandou nenhum representante para a festa e não fez a menor questão de esconder que está rompido com a Federação Paulista de Futebol. Pelo Corinthians, esteve presente o presidente Andres Sanches. Pelo Palmeiras, o vice-presidente Gilberto Cipullo e o diretor de futebol, Seraphim del Grande, representaram o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo.

globo

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Peixe dá novo show, atropela o Tricolor na Vila Belmiro e vai à final do Paulista

Posted on 19 abril 2010 by hugo

santos1Deu a lógica na Vila Belmiro, e o time que encanta a todos no futebol brasileiro é o primeiro finalista do Campeonato Paulista. Com grande atuação da dupla Robinho e Neymar, o Santos atropelou o São Paulo por 3 a 0 e agora encara o Santo André, que eliminou o Grêmio Prudente, na batalha final pelo 18º título estadual de sua história.

Já o Tricolor terá apenas três dias para se recuperar do duro golpe já que, na próxima quarta-feira, voltará a campo para enfrentar o Once Caldas (COL), em jogo válido pela Taça Libertadores da América. E precisa vencer para garantir o primeiro lugar do seu grupo.

Mesmo com mudança, Peixe domina primeiro tempo

Santos e São Paulo entraram em campo com a mesma maneira de atuar: quatro defensores, quatro homens no meio-campo e dois velocistas no ataque. No Santos, Dorival Júnior surpreendeu ao sacar o atacante André e colocar o curinga Pará, que foi escalado na lateral-direita. Com isso, Wesley foi para o meio-campo para auxiliar Arouca na marcação, com Neymar e Robinho na frente. No São Paulo, as mudanças já esperadas: Cicinho e Richarlyson nas laterais, Cléber Santana no meio, e Fernandinho no ataque, ao lado de Dagoberto.  

E quando a bola rolou, ficou claro que o momento vivido pelo Santos na temporada é especial. Mudaram as peças, mas não a alegria e o futebol ofensivo. O Santos tomou a iniciativa da partida e não precisou de mais do que cinco minutos para criar sua primeira chance. Neymar deu passe açucarado para Robinho que, cara a cara com Rogério Ceni, chutou em cima do goleiro são-paulino.


O Santos tomou conta da partida principalmente porque seu meio-campo marcava muito e a saída para o ataque, com dois meias, era muito rápida e qualificada. No São Paulo, nada que o técnico Ricardo Gomes planejou deu certo. Cicinho, preso por causa dos avanços de Léo, não foi uma vez à frente. Na esquerda, Richarlyson, apesar da vontade costumeira, não criava algo de útil e errava muitos passes. No meio, a entrada de Cléber Santana, perdido, mexeu com o posicionamento de Hernanes que, mais avançado do que nas últimas três partidas, foi presa fácil para a marcação de Arouca que, mais uma vez, roubou a cena.


A partir dos 30 minutos, o domínio santista ficou ainda mais nítido. Os meio-campistas, com tranqüilidade, trocavam passes na entrada da área, e os  tricolores só olhavam o adversário jogar. Com exceção de Hernanes, que ainda tentava algo com a bola no chão, os demais jogadores davam lançamentos para o alto esperando que Dagoberto ou Fernandinho levassem vantagem sobre os defensores, o que não aconteceu.

 

Etapa complementar

 

Os dois times voltaram para o segundo tempo sem alterações. E os primeiros dez minutos foram uma extensão da etapa complementar. O Santos, com Robinho endiabrado e Neymar querendo jogo, seguia atacando, enquanto o São Paulo só assistia. Aos nove, Robinho fez belíssima jogada individual. Após dar um elástico em Richarlyson, o camisa 7 passou por mais dois, invadiu a área e, na hora do chute, foi travado por Alex Silva, que salvou o Tricolor.

Aos 10, Ricardo Gomes resolveu mudar o esquema tático de sua equipe. Como eram necessários dois gols de vantagem, ele sacou o apagadíssimo Cléber Santana e colocou Washington. A substituição tardia foi castigada com o justíssimo gol do Peixe, que, no entanto, foi irregular. Aos 15, após longa troca de passes, Marquinhos foi lançado nas costas de Richarlyson e cruzou para Neymar, que ao ser empurrado por Alex Silva, usou o braço para empurrar a bola para o canto direito de Rogério Ceni.

 

Se com o placar em branco, o Santos já dominava, com 1 a 0, a molecada se soltou de vez em campo. E o São Paulo, perdido em campo, começou a apelar para a violência. Richarlyson, que deu um coice em Marquinhos, merecia ser expulso, mas ganhou só o amarelo. Aos 19, na única jogada lúcida do Tricolor, Washington recebeu na área, limpou a marcação de Durval e fuzilou de pé direito. Felipe fez brilhante defesa.

 

Mas foi apenas um lampejo. O Santos, com muito espaço para jogar, tinha todo o contra-ataque à disposição. Aos 26, em um deles, Neymar foi empurrado dentro da área por Alex Silva, que, como já tinha cartão amarelo, deveria receber o vermelho. Inexplicavelmente, o juiz José Henrique de Carvalho mandou o jogo seguir.

Mas aos 37, o árbitro apontou uma penalidade máxima em um lance polêmico. Robinho lançou Neymar, e o atacante caiu após se aproximar de Miranda, que aparentemente não tocou no atacante. Com  paradinha, o jovem atacante colocou a bola no canto direito, longe do alcance de Rogério Ceni.

 

Após marcar pela segunda vez e com a classificação para a final assegurada, Neymar deixou o campo para a entrada de Madson. E foi intensamente aplaudido pela torcida. E o Peixe ainda teve tempo para ampliar. Aos 40, Madson driblou Cicinho pela direita e cruzou para Paulo Henrique desviar para o canto esquerdo de Rogério Ceni e fechar o marcador. Festa na Vila Belmiro de um time que vive estado de graça e agora está na final do Paulistão-2010.

globo

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Tricolor, Timão, Prudente e Portuguesa brigam pelas últimas vagas no Paulista

Posted on 05 abril 2010 by hugo

paulistaO gol da virada do Grêmio Prudente contra o Bragantino embolou outra vez a zona de classificação do Campeonato Paulista e voltou a tirar o Corinthians do G-4. Os resultados da 18ª rodada do Estadual mantiveram a dúvida para as últimas vagas – não só para as semifinais, mas também para o rebaixamento.

O Santos, que venceu o São Caetano por 3 a 1 neste domingo, já tem a primeira posição garantida, e sabe que vai enfrentar o quarto colocado nas semifinais. Já o Santo André, que empatou com o Rio Claro no sábado, é o vice-líder e deve encarar o terceiro colocado na classificação. Na rodada final, o Peixe encara o rebaixado Sertãozinho na Vila apenas para cumprir tabela, enquanto o Ramalhão recebe o São Paulo em uma das partidas decisivas da próxima quarta-feira. O jogo está marcado para estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba. A única chance do time do ABC perder a segunda colocação é ser derrotado pelo Tricolor e o Grêmio Prudente vencer o São Caetano descontando uma diferença de 15 gols no saldo.


Para as duas últimas vagas ainda há quatro clubes no páreo: Grêmio Prudente, o terceiro colocado (34 pontos), o São Paulo, em quarto (33), o Corinthians, em quinto (32), e a Portuguesa, em sexto (31). 

O time de Presidente Prudente é uma das maiores surpresas do campeonato. Sob o comando de Toninho Cecílio, há cinco rodadas à frente da equipe, o grupo ainda não deixou de vencer uma só partida, e desbancou os grandes clubes nesta reta final. O próximo desafio será contra o São Caetano, já fora da briga, em casa. Pode ser a chance do ex-Barueri se consagrar com seu novo escudo. A vitória já garante o time nas semifinais. Em caso de empate ou derrota, precisa torcer por tropeço dos rivais diretos.

 
O Corinthians tem pela frente o Rio Claro em casa, e poderá ter dificuldades contra o rival, que ainda briga contra o rebaixamento. Diferentemente do São Paulo e do Prudente, o Timão não depende apenas de si mesmo para conseguir classificar. A equipe comandada por Mano Menezes precisa não só da vitória como torce para que pelo menos um dos rivais, Prudente ou Tricolor, tropece.

A Portuguesa também decidirá sua vaga em casa, contra o Ituano, que tenta escapar da degola. A Lusa, assim como o Alvinegro, precisa torcer por dois tropeços dos adversários e assegurar os três pontos para chegar às semifinais. O time da capital precisa da derrota do Grêmio e empate de Corinthians ou São Paulo. Ou derrotas dos dois grandes. 

Na outra ponta da tabela, três equipes lamentam seu futuro em 2011: Monte Azul, Sertãozinho e Rio Branco já estão rebaixados, sem chances matemáticas de se manter na primeira divisão. Para escapar da degola, também há quatro times na briga. Paulista (17 pontos), que encara o eliminado Palmeiras em casa, Mirassol (19), que recebe o Bragantino, Ituano (19), que visita a Lusa, (19) e Rio Claro (19), que tentará parar o Timão.

globo

 

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Corinthians já começa a mirar clássico com São Paulo e deve perder Chicão

Posted on 24 março 2010 by hugo

chicaoO clássico diante do São Paulo já faz parte da rotina do Corinthians. O próximo adversário alvinegro é o Paulista às 21h50 desta quarta-feira, em Barueri, mas o duelo diante do arquirrival e as estratégias para levar a melhor no próximo domingo integram o planejamento alvinegro desde agora. O time se prepara para jogar novamente sem Chicão, mas conta com os prováveis reforços de William, Dentinho e Danilo para embalar no Estadual e na Libertadores.

O Corinthians traçou como meta fazer a lição de casa diante do Paulista na Arena Barueri e escalar boa parte do time titular contra o São Paulo. A comissão técnica só não esperava que o problema de Chicão fosse tão complicado.

O caso dele é um pouco mais grave do que prevíamos e provavelmente vamos perdê-lo para o próximo jogo também”, confirmou Mano Menezes nesta terça-feira, referindo-se à lesão na sola do pé direito do zagueiro. O treinador pretendia contar com o camisa 3 no último domingo, mas as dores o impediram de atuar na derrota por 2 a 0 para o Grêmio Prudente.

Se dificilmente terá Chicão, Mano projeta uma escalação do Corinthians próxima do ideal para o clássico. Ausentes diante do Paulista, William (fortalecimento na coxa), Dentinho (dores musculares) e Danilo (aprimoramento físico) são aguardados para o duelo que terá ares de decisão para os alvinegros.

Além de precisar do bom resultado no domingo para buscar sua classificação às semifinais do Paulista, o Corinthians também quer chegar embalado para seu quarto compromisso na Libertadores, na próxima quinta, diante do Cerro Porteño, no Pacaembu.

Mas toda a sequência começa nesta quarta, na Arena Barueri. “Temos que chegar com moral no clássico. Para o Mano, três vitórias nos classificam no Paulista, então seria bom conquistar a vaga com uma rodada de antecedência para pouparmos jogadores e mantermos o foco na Libertadores”, opinou Paulo André, substituto de Chicão.

Estando bem no Paulista teremos mais moral na Libertadores e poderemos entrar mais tranquilos”, emendou o zagueiro.

No torneio continental, prioridade do ano, a situação do Corinthians é melhor. A equipe lidera o grupo 1 com três pontos de vantagem para o segundo colocado. Já no Paulista, aparece em quarto lugar e é seguido de perto por três times que possuem um ponto a menos, restando quatro rodadas para o fim da fase classificatória.

uol

 

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Palmeiras dança melhor na Vila e acaba com invencibilidade do Peixe

Posted on 15 março 2010 by hugo

palmeiras1A Vila Belmiro virou um salão de baile neste domingo. Santos e Palmeiras fizeram um grande clássico, cheio de gols e muitas coreografias. O Verdão dançou melhor. Venceu por 4 a 3, com Robert sendo o principal pé de valsa da partida: marcou três gols. Com o resultado, o Peixe perde uma invencibilidade que já durava 12 partidas, entre Paulistão e Copa do Brasil. A equipe alvinegra não era batida desde a terceira rodada do Paulistão, dia 24 de janeiro, quando perdeu para o Mogi Mirim, por 2 a 1. (assista aos gols do jogo no vídeo ao lado).

 

O Alvinegro Praiano segue na liderança, com 34 pontos, dois a mais que o Santo André. O Palmeiras está em sétimo, com 22, a quatro pontos do Corinthians, quarto colocado. O Santos volta a jogar na próxima quinta-feira, às 21h (horário de Brasília), contra o Remo-PA, pela Copa do Brasil. Já o Verdão entrará em campo quarta-feira, às 21h50m (Brasília), também pela Copa do Brasil, contra o Paysandu-PA. Os dois jogos serão em Belém (PA).

 

É o Tchan x Macarena


O Santos começou bem a seu estilo. Com seus três atacantes adiantados, dificultando as saídas de bola do Palmeiras. Tinha alguma dificuldade para entrar na zaga verde, mas dominava a posse de bola, virando o jogo de um lado para o outro e conseguindo uma ou outra penetração. O Verdão, todo atrás, acuado, não conseguia chegar perto do gol santista. Com isso, o Peixe não demorou a abrir o placar. Aos 10, Pará recebeu na esquerda, viu André entrando do outro lado e cruzou. A batida, porém, saiu muito fechada e ele acabou acertando o ângulo.
- Vi os meus companheiros na área e chutei. Pra falar a verdade, tentei cruzar - admitiu Pará no intervalo.

Jogando bem e com a vantagem no placar, o Peixe encurralou ainda mais o Verdão. Acabou virando um treino de ataque contra defesa. A equipe da casa apertava e os visitantes se livravam da bola com chutões. De tanto martelar, o Alvinegro Praiano ampliou aos 30. Paulo Henrique Ganso acertou boa enfiada de bola para Neymar. O garoto deu sorte na finalização. Ele errou a batida de direita, mas a bola resvalou em seu pé esquerdo e encobriu Marcos. Na comemoração, os santistas tiraram onda ressuscitando a dança da Macarena, que fez sucesso nos anos 90.

Os palmeirenses se descontrolaram após o gol. Sem conseguir dominar a bola e vendo seu time totalmente descoordenado, Diego Souza passou a discutir com o juiz, com adversários e acabou levando uma sonora bronca de Marcos e do técnico Antônio Carlos. O cenário estava todo construído para uma goleada santista.

No entanto, o Verdão conseguiu se acalmar. A bronca de Marcos acordou Diego Souza, que começou a jogar bem. Em dois lances seguidos, o time se aproveitou de cochilos dos santistas e empatou a partida. Aos 41, Cleiton Xavier cobrou falta da direita e Robert subiu sozinho, antecipando-se ao goleiro Felipe, para escorar. Na saída, o Peixe perdeu a bola e foi surpreendido num contra-ataque rápido. Diego Souza acertou lindo passe de calcanhar para Armero, que desceu pela esquerda e cruzou à meia altura. Robert, de novo, apareceu livre pelo meio e finalizou de primeira, empatando a partida.

Na comemoração, Armero puxou a coreografia de outro sucesso dos anos 90: “É o Tchan”, mas de um jeito meio descontrolado, como se estivesse possuído. Jogo empatando em gols e nas dancinhas.

 

 

No intervalo, Marcos garantiu que a coreografia verde não tinha nada de provocação. Ele disse, aliás, que não se incomodou com as dancinhas santistas.

 

- Se a gente não quiser que eles dancem, é só não deixá-los fazer gols.

 

Jogaço e bomba santa de Robert

 

O Palmeiras voltou para o segundo tempo marcando melhor. Trancou o salão de danças para o Peixe e passou a atacar. Como Marcos pediu. O volante Márcio Araújo entrou no lugar do lateral-direito Eduardo, e o Verdão bloqueou as descidas de Neymar pela esquerda. Os jogadores do Peixe já não tinham mais tantos espaços para bailar.

 

Robinho, apagado desde o primeiro tempo, não pegava na bola. Ganso, que fez um bom primeiro tempo, até ameaçou quando arriscou um chute da intermediária, logo aos três minutos, e obrigou Marcos a fazer grande defesa. No mais, o Verdão era bem mais perigoso. Diego Souza, agora mais calmo, incomodava a defesa santista em chutes de fora. Mas foi de cabeça, aos 11, que ele virou o jogo para o Verdão. Em cobrança de falta da direita, a bola foi desviada no meio do caminho e bateu na trave. Na sobra, Diego Souza completou de cabeça.

 

E tome dancinha. Diego Souza comandou a coreografia, jogando as mãos para o alto e pedindo para seus companheiros acompanhá-lo. Já tinha virado provocação.

 

Vendo que a invencibilidade do seu time estava caindo por terra, o técnico Dorival Júnior resolveu mexer no Peixe. Tirou Marquinhos, André e Wesley. Foram substituídos, respectivamente, por Maranhão, Zé Eduardo e Madson.

 

O jogo se tornou lá e cá, totalmente aberto. O Santos atacava, deixava muitos espaços e o Palmeiras devolvia em contra-ataques bem encaixados. Zé Eduardo teve duas boas chances, ambas defendidas por Marcos. O Verdão respondeu com Robert recebendo livre e mandando para fora.

 

Como o time alvinegro atuava mais adiantado, com mais jogadores no ataque, acabou sendo inevitável o empate. Aos 35, Ganso achou Madson entrando livre pela esquerda. O baixinho chutou rasteiro, cruzado, de esquerda, e tirou a bola do alcance de Marcos. Estava empatada a partida. E, adivinhem: mais coreografia. Primeiro, ele saiu imitando um porco, depois, levantou-se e deu mais uns passos de dança.

 

Os santistas saíram como loucos atrás da virada. Neymar, exagerou na empolgação e acertou uma entrada violenta em Pierre, tentando impedir a saída de bola do time adversário. Acabou expulso.

 

Com um a mais, o Palmeiras achou ainda mais espaços para atacar e acabou dançando por último. Após erro na saída de bola santista, Robert, decisivo, mortal, o melhor dançarino da noite, recebeu pela meia direita, avançou e mandou uma bomba de fora da área. Acertou o ângulo esquerdo de Felipe, que se esticou todo só para sair na foto. Na comemoração, Robert se jogou no chão e se balançou como se tivesse tento um ataque. Uma coreografia mais ousada.

 

Ao fim, o Santos, que mais tem bailado no Paulistão, acabou dançando conforme a música alviverde.

Fonte globo.com

 

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Sem chuva e no sufoco, Palmeiras vence o Sertãozinho de virada na Arena Barueri

Posted on 09 março 2010 by hugo

palmeirasDesta vez, não choveu. O campo estava seco, e o gramado da Arena Barueri, bem cuidado. O que não mudou, no entanto, foi o futebol do Palmeiras. Diante de 3.224 torcedores que se dispuseram a pagar por um ingresso na noite desta segunda-feira, o Verdão teve enormes dificuldades para vencer por 3 a 2, de virada, o lanterna Sertãozinho.  E o herói da partida foi o meia Cleiton Xavier, que marcou o gol salvador aos 49 minutos do segundo tempo – e ele já havia feito o segundo do Alviverde, nove minutos antes, empatando o confronto.

 

O Verdão fez as pazes com a vitória após duas derrotas consecutivas, mantendo-se na briga por uma das vagas no G-4 do Paulistão. Com o resultado, subiu para a oitava colocação, com 19 pontos, a quatro do arquirrival Corinthians, o último entre os quatro mais bem colocados do Estadual. Já o Sertãozinho, com apenas oito pontos conquistados, segue segurando a lanterna da competição.


O time comandado por Antônio Carlos Zago agora terá uma semana para trabalhar. O próximo compromisso do Palmeiras será no próximo domingo, contra o líder Santos, em clássico que será realizado na Vila Belmiro, às 17h (de Brasília). No mesmo dia, o Sertãozinho enfrenta o Monte Azul, às 11h (de Brasília), no estádio AMA.

 

Muita transpiração, pouca inspiração no primeiro tempo

O Palmeiras começou a partida empolgado. Sem poder contar com Diego Souza, suspenso pela expulsão na derrota para o Santo André, o técnico Antônio Carlos Zago apostou em Deyvid Sacconi para auxiliar Cleiton Xavier na armação. Mas é necessário mais do que vontade para criar jogadas de perigo. E faltou inspiração ao time da capital. A primeira conclusão aconteceu apenas aos 15 minutos, quando Sacconi, de fora da área, mandou à direita de Gilberto.

Já o Sertãozinho entrou em campo apenas para se defender. Colocou um marcador em cima de Cleiton Xavier, outro na cola de Deyvid Sacconi e bloqueou os avanços dos laterais Wendel e Eduardo. Com isso, os volantes Pierre e Márcio Araújo acabaram assumindo a missão da transição da defesa para o ataque. E foi exatamente assim que saiu o primeiro gol palmeirense.

Aos 23, Márcio Araújo tocou para Pierre, que pelo lado esquerdo fez lançamento primoroso para Lenny. O atacante, nas costas de Ricardo Lopes, avançou livre, cortou a marcação de Pablo e, de pé direito, bateu sem chances de defesa para Gilberto: 1 a 0 Verdão.

Se o gol deveria trazer tranquilidade ao time, na verdade causou efeito contrário. O time diminuiu sensivelmente o ritmo e viu o limitado Sertãozinho sair para o jogo e equilibrar a partida. Aos 27, Mendes, em chute de fora da área, exigiu boa defesa de Marcos, que espalmou a escanteio. Na cobrança, Ricardo Lopes cabeceou, e o camisa 12 fez nova defesa para evitar o empate.

Apesar dos gritos de Zago no banco de reservas, o Alviberde seguia cozinhando a partida. E acabou castigado aos 41. Após erro de Márcio Araújo na saída para o jogo, Rubens Cardoso recuperou a bola e fez belo passe para Mendes. Este, no lado direito da área, mandou no ângulo de Marcos e deixou tudo igual no marcador. Acabava aí a etapa inicial.

 

Superação, virada heroica… E protesto dos torcedores

O desespero palmeirense aumentou logo no início do primeiro tempo, com o Sertãozinho passando à frente no placar. E novamente o gol adversário surgiu de uma falha alviverde. Desta vez, foi Wendel quem perdeu a bola. Rodriguinho aproveitou a sobra e lançou Thiago Silvy pela esquerda. O atacante invadiu a área e chutou de pé direito. Marcos rebateu, e na sequência o próprio atacante, ao tentar driblar o goleiro, se jogou na área. O árbitro Raphael Claus caiu na encenação e marcou pênalti. Na cobrança, Ricardo Lopes bateu com categoria para fazer 2 a 1.

 

E o Palmeiras, em desvantagem, literalmente entrou em pane. Armou o abafa contra o rival, mas sem a menor organização. Com exceção de uma bicicleta dada por Robert, aos 20, o time se mostrava confuso e burocrático. Antônio Carlos fez o que podia àquela altura e realizou as três alterações. Ele sacou Lenny, Wendel e Deyvid Sacconi e colocou Daniel Santos, Ivo e William, respectivamente. A torcida, por sua vez, se irritou definitivamente e começou a protestar. Eram 34 minutos de partida.

 

- Vergonha! Vergonha! Time sem vergonha!

Herói da virada do Palmeiras sobre o Sertãozinho, Cleiton Xavier comemora o gol da suada vitória alviverde

Mas a resposta veio em campo. Na base do desespero e sem organização, mas com raça. E foi assim que o Verdão correu atrás da vitória. Aos 40, após cruzamento de Léo, Cleiton Xavier, de cabeça, empatou a partida. Com 2 a 2, a torcida, que estava xingando, passou a empurrar o time.

 

E deu resultado. No último lance da partida, o Palmeiras conseguiu a virada. Após lançamento de Eduardo para o ataque, a zaga do Sertãozinho marcou bobeira, e a bola sobrou para ele, Cleiton Xavier, que num chute cruzado colocou no canto direito de Gilberto e decretou a vitória palmeirense. Os três pontos estavam garantidos, mas nada que impedisse os alviverdes de retornarem ao estado original de revolta. E o atacante Robert e o técnico Zago foram os principais alvos dos xingamentos impublicáveis da torcida.

Fonte globo.com

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Washington faz dois, e São Paulo vence a Ponte no retorno de R. Gomes

Posted on 08 março 2010 by hugo

sao-pauloDe volta ao banco de reservas do São Paulo neste domingo, o técnico Ricardo Gomes viu o atacante Washington brilhar em Campinas. Diante do clube pelo qual se destacou no passado, o centroavante marcou dois gols e garantiu a vitória da equipe da Capital sobre a Ponte Preta por 2 a 0, em jogo disputado no estádio Moisés Lucarelli, pela 13ª rodada do Campeonato Paulista.

Ricardo Gomes não esteve presente nos três jogos anteriores do São Paulo, dois pelo Paulistão e um pela Libertadores. O treinador passou mal após a derrota no clássico para o Palmeiras, no dia 21 de fevereiro, e acabou hospitalizado por causa de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) leve.

Em seu retorno, o técnico decidiu não poupar seus jogadores titulares por causa da Libertadores e mandou força máxima a Campinas. O São Paulo, porém, apresentou problemas defensivos, viu a Ponte Preta desperdiçar boas chances, mas foi mais competente que a adversária nas oportunidades que teve para sair com a vitória.

O resultado deixou o São Paulo na terceira colocação do Campeonato Paulista, com 24 pontos. A Ponte Preta caiu para a 10ª posição, com 18, e ficou mais distante da briga por uma vaga nas semifinais.

A Ponte Preta iniciou melhor o primeiro tempo e, aproveitando as falhas da defesa adversária, levou perigo ao gol do São Paulo. Aos 5 minutos, Cicinho recuou errado para Rogério Ceni e deixou Otacílio Neto na cara do gol. O atacante driblou o goleiro, mas perdeu ângulo e finalizou mal. Finazzi ficou com a bola, chutou cruzado e Jean salvou em cima da linha.

Quando os donos da casa eram melhores em campo, o São Paulo aproveitou um contra-ataque para abrir o placar. Dagoberto deixou Washington na cara do gol aos 15 minutos e o atacante chutou forte na saída do goleiro para colocar o time da Capital em vantagem.

Apesar do gol adversário, a Ponte seguiu bem na partida e teve grande chance de empatar aos 28 minutos. O zagueiro Xandão cometeu pênalti em Otacílio Neto, mas Rogério Ceni defendeu a cobrança de Fabiano Gadelha.

No último lance de perigo do primeiro tempo, porém, o São Paulo ampliou sua vantagem. Hernanes fez bom cruzamento para Washington, que chutou duas vezes para vencer Eduardo Martini e fazer o segundo gol dos visitantes.

A Ponte Preta voltou para o segundo tempo disposta a sufocar o São Paulo. Aos 9 minutos, Finazzi recebeu cruzamento da esquerda e, sozinho na pequena área, finalizou por cima do gol. Treze minutos depois, Fabiano Gadelha passou por dois marcadores e chutou de fora da área. A bola desviou na defesa adversária e saiu pela linha de fundo, passando perto da trave direita.

O São Paulo recuou para seu campo de defesa e passou a tentar definir a partida no contra-ataque. Aos 22 minutos, em uma rápida troca de passes, Marlos chutou de primeira após cruzamento de Hernanes e quase marcou o terceiro dos visitantes.

Nos minutos finais, a Ponte Preta ficou com maior posse de bola, mas levou pouco perigo ao gol de Rogério Ceni. Irritados com a campanha da equipe, os torcedores do time de Campinas protestaram das arquibancadas.

PONTE PRETA 0 x 2 SÃO PAULO

Ponte Preta


Eduardo Martini; Marcos Rocha, Diego (André Rocha), Léo Oliveira e Vicente; Guilherme, Galiardo, Tinga e Fabiano Gadelha (Daniel Costa); Otacílio Neto (Reis) e Finazzi.
Técnico: Sérgio Guedes

São Paulo
Rogério Ceni; Cicinho, Alex Silva, Xandão e Júnior César; Jean, Richarlyson, Hernanes (Rodrigo Souto) e Marcelinho Paraíba (Léo Lima); Dagoberto (Marlos) e Washington.
Técnico: Ricardo Gomes

Data: 07/03/2010 (domingo)
Local: estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Árbitro: Edson Reis Pavani Junior
Auxiliares: Maria Eliza Correia Barbosa e Daniel Paulo Ziolli
Cartões amarelos: Otacílio Neto (P); Jean, Alex Silva e Xandão (S)
Gols: Washington, aos 15 min e aos 41 min do primeiro tempo.

Fonte uol.com

 

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Timão joga mal mais uma vez e fica apenas no empate com o Botafogo-SP

Posted on 05 março 2010 by hugo

corinthians1A cada jogo, o Corinthians mostra que está longe de encontrar o entrosamento necessário para repetir o bom primeiro semestre de 2009. Nesta quinta-feira, no estádio do Pacaembu, pela 12ª rodada do Campeonato Paulista, o Timão continuou sem criatividade e apenas empatou por 1 a 1 com o Botafogo-SP (veja o vídeo com os gols).Mano grita, mas Timão não entende

No campo, Ronaldo, isolado no ataque, por várias vezes bateu as mãos nas pernas em sinal de insatisfação. Afinal, a bola não chegava. No banco, o técnico Mano Menezes gritava à exaustão e parecia não ser ouvido. Na arquibancada, o apoio era intercalado com reclamações e até vaias, que se consolidaram ao final da partida.

Com a igualdade, o Timão já amarga três partidas sem vitória no Estadual. Antes, tinha empatado por 0 a 0 com o Rio Branco e perdido de 2 a 1 para o Santos. Agora com 20 pontos, o clube do Parque São Jorge está em sexto lugar. O Botafogo-SP, por sua vez, foi a 22 e conseguiu manter-se no G-4, em terceiro lugar.

Corinthians e Botafogo-SP voltam a campo pelo Campeonato Paulista no próximo domingo. Às 17h (de Brasília), a equipe do Parque São Jorge encara o São Caetano, na Arena Barueri, na Grande São Paulo. Mais tarde, às 19h30m, o time de Ribeirão Preto joga contra o Santo André, no ABC paulista.

 

 

Nem mesmo os constantes gritos do técnico Mano Menezes no banco de reservas fizeram o Corinthians se encontrar no primeiro tempo. O comandante alvinegro cansou de chamar a atenção do time, mas as jogadas de perigo não saíram como ele queria. Até porque sua principal arma, Ronaldo, ficou isolada na grande área.

- A bola tem de chegar nele. E não está chegando – reclamou o meia Tcheco, na saída para o intervalo, referindo-se ao Fenômeno. 

Bem vigiado e isolado no ataque, Ronaldo recebeu poucas bolas, principalmente no primeiro tempo

Com o Botafogo-SP todo recuado, o primeiro lance de perigo do Timão saiu aos oito minutos. Alessandro recebeu de Jucilei e tabelou com Dentinho. Só que a tentativa de cruzar para Ronaldo foi travada pelo zagueiro Leandro Amaro. Aos 12, sem conseguir penetrar na área adversária, Elias arriscou chute de longe, por cima do gol.Timão melhor, mas vacila

Apesar da postura defensiva, o time de Ribeirão Preto encontrou espaço para assustar os donos da casa aos 15. Xuxa recebeu bom passe na esquerda, livrou-se do goleiro Felipe e tocou para William. Mas o atacante se atrapalhou com a bola, escorregou, e permitiu a interceptação do zagueiro Chicão.

O próprio camisa 3 do Timão deu a resposta aos 18, em cobrança de falta que passou tirando tinta da trave esquerda de Wéverton. A partir daí, apenas jogadas sem grande impacto. Uma cabeçada de Tcheco para fora, aos 20, um chute fraco de Dentinho, aos 30, e uma tentativa de Tcheco servir Ronaldo, aos 43, que parou na zaga.

Por fim, a melhor oportunidade saiu dos pés do lateral-esquerdo Dodô, aos 45 minutos. O garoto, de 18 anos, arriscou de fora da área com força e obrigou o goleiro Wéverton a fazer boa defesa. O lance arrancou aplausos da Fiel.

 

Mano Menezes e José Galli Neto voltaram com as mesmas formações para o segundo tempo. Do lado do Corinthians, um pouco mais de ânimo no começo. Aos dois minutos, Jorge Henrique ajeitou de cabeça para Ronaldo, que, em posição legal, tentou a conclusão. Mas foi parado pela zaga do Botafogo-SP.

Tcheco tinha pedido no intervalo para que todos tentassem procurar mais Ronaldo. E assim foi. Como de costume, o Fenômeno era a referência. Mas estava complicado conseguir encaixar uma jogada com ele. Aos seis e aos oito, o camisa 9 tentou dois passes de primeira, porém a zaga do time de Ribeirão Preto levou a melhor.

Aos 11, enfim, a primeira finalização de Ronaldo. Ele recebeu passe na meia lua, ajeitou e chutou por cima do gol de Wéverton. Foi do atacante também a boa finalização aos 21 minutos. Ele pegou a bola na intermediária, avançou e mandou com força, por cima do gol do Botafogo, animando a torcida presente ao Pacaembu.

O gol do Corinthians estava esquentando. E não demorou a sair. Aos 25, Dentinho acalmou a Fiel. O jovem atacante tabelou com Alessandro na direita e chutou cruzado. Wéverton tentou defender, mas não conseguiu. Enquanto a bola caminhava devagar para a rede, Ronaldo apenas observou e partiu para comemorar com o companheiro.

Mas o Botafogo-SP não estava morto. Aos 33, William soube aproveitar uma oportunidade e empatou a partida, ao chutar cruzado da esquerda. Aos 36, um susto para os corintianos. Washington teve chance na grande área e acertou a trave esquerda de Felipe. Aos poucos, o Timão voltou a pressionar. Mas sem sucesso.

Fonte globo.com

 

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Robinho entra, faz um golaço e decreta a virada do Santos sobre o Paulista: 3 a 2

Posted on 05 março 2010 by hugo

santosRobinho precisou de 31 minutos para ser decisivo e mostrar que está voltando à velha forma às vésperas da Copa do Mundo. Depois de brilhar na vitória da seleção brasileira sobre a Irlanda e enfrentar uma cansativa viagem da Inglaterra ao Brasil, o atacante entrou no segundo tempo e, com um belo gol, deu ao líder Santos o triunfo por 3 a 2, de virada, sobre o Paulista, nesta quinta-feira, no estádio Jaime Cintra, em Jundiaí, pelo Campeonato Paulista. O resultado faz o Peixe disparar ainda mais na classificação, ficando muito próximo da vaga nas semifinais.

Agora, a equipe dirigida pelo técnico Dorival Júnior soma 31 pontos, quatro a mais que o Santo André, segundo colocado. A diferença para o São Caetano, quinto neste momento, é de 11 pontos, o que deixa o time praiano em uma condição bastante confortável para as últimas sete rodadas do Estadual.

O resultado, aliás, faz o Santos chegar à décima vitória consecutiva na temporada (nove pelo Paulistão e uma pela Copa do Brasil). O último tropeço aconteceu no dia 24 de janeiro, na derrota por 2 a 1 para o Mogi Mirim, fora de casa. O recorde é da equipe encabeçada por Pelé, em 1968, com 12 triunfos seguidos. Na próxima rodada, o Peixe pega a Portuguesa, domingo, às 17h, no Canindé.

Já o Paulista se complica ainda mais com outra derrota. O clube está na 18ª colocação, com apenas oito pontos, e não consegue deixar a zona do rebaixamento. Também no domingo, enfrenta o Ituano, às 19h30m, em Itu. 

Instável, Santos leva pressão no primeiro tempo

Quem imaginava um show da garotada do Santos sobre um sério candidato ao rebaixamento se enganou logo no início do jogo. No primeiro minuto, os visitantes reclamaram de um pênalti depois que William Rocha puxou André na área, fora do lance. Depois disso, o Paulista tomou conta do jogo diante da lentidão alvinegra.

Com espaço na intermediária de seu campo de ataque, a equipe de Jundiaí chegou ao gol no minuto seguinte. O veterano Baiano, revelado no Peixe, arrancou pela direita, girou sobre a marcação e tocou para a área. Emerson fez o corta-luz, enganou Roberto Brum, e a bola sobrou livre para Barboza chutar rasteiro no canto esquerdo de Felipe: 1 a 0.

Aproveitando o desencontro na defesa santista, o Paulista continuou melhor e poderia ter aumentado aos quatro. Julinho cruzou da esquerda, a zaga parou, mas Barboza, na pequena área, furou a cabeçada. Aos seis, foi a vez de Baiano. Ele avançou novamente pelo meio e soltou a bomba. Felipe espalmou.

Mesmo sem jogar bem, o Santos, aos poucos, passou a aproveitar o recuo do Paulista para reagir. Neymar, que sentiu dores na coxa direita durante o aquecimento, praticamente não apareceu na etapa inicial. Ganso também pouco fez. Já André, aos 22, perdeu ótima oportunidade de empatar ao cabecear para fora um cruzamento de Léo, a principal opção de criação.

Com as estrelas em baixa, o Peixe precisou de um Menino da Vila menos badalado para chegar à igualdade, aos 26 minutos. Wesley recebeu passe em profundidade pela direita, driblou um marcador e chutou cruzado, rente à trave, sem chance de defesa para o goleiro Vinícius: 1 a 1.

O Santos continuou com mais posse de bola, mas não chegou a pressionar. Enquanto isso, o Paulista tentava explorar os contra-ataques. Aos 44, quase deu certo. Emerson avançou em velocidade pelo meio e deu belo passe para o zagueiro Eli Sabiá, ex-Peixe, bater para fora, com perigo. 

Robinho entra e garante mais uma vitória

O time alvinegro reapareceu para o segundo tempo com mais velocidade no setor ofensivo e virou o jogo logo aos sete minutos. No terceiro escanteio consecutivo cobrado por Marquinhos, Paulo Henrique Ganso aproveitou uma falha de marcação para subir livre na pequena área e cabecear, marcando o quinto gol dele na competição.


A alegria, contudo, durou pouco. Aos 11, o Paulista chegou ao empate. Baiano cobrou falta, e Felipe espalmou para fora da área. No rebote, dois jogadores do Galo desviaram de cabeça, e a bola sobrou para Julinho. Em posição legal, ele bateu rasteiro no canto direito e igualou o marcador novamente.

Com a nova queda da equipe, o técnico Dorival Júnior sacou Neymar e lançou Robinho, aos 17 minutos. Antes mesmo de tocar na bola, o atacante quase viu o Paulista fazer o terceiro. Bruno Formigoni pegou rebote na intermediária e disparou uma bomba à esquerda de Felipe. Um susto.

Mas Robinho não demorou a mostrar está novamente em boa fase. Aos 23, depois de trombar com o companheiro André na entrada da área, deu dois cortes secos no marcador e chutou. A bola bateu no travessão e quicou lá dentro. Quarto gol do Rei das Pedaladas no Campeonato Paulista.

 

O mesmo travessão evitou o segundo de Robinho aos 32. Após cobrança de escanteio, Ganso desviou e o camisa 7 acertou o poste. Dois minutos mais tarde, em outra bobeira da defesa, Durval tentou duas vezes e, em ambas, o lateral-direito Lucas salvou sobre a linha. Robinho, aos 45, quase fez outro em chute da entrada da área, bem defendido por Vinícius. No fim, uma vitória sofrida, que mantém o Peixe firme e forte no topo da tabela do Paulistão.

Fonte globo.com

 

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