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Pinheiros perde Shamell, o jogo, e Brasília se aproxima da quarta final

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Pinheiros perde Shamell, o jogo, e Brasília se aproxima da quarta final

Posted on 23 maio 2012 by hugo

Foi um início quase perfeito, como no domingo. Marquinhos, com a mão calibrada, acertou três cestas de três apenas no primeiro quarto. A vantagem, em poucos minutos, já era de 11 pontos. Só que, em um pisão, tudo desandou. Quando viu Shamell, um de seus principais jogadores, sair de quadra carregado, com tendão de Aquiles rompido, o Pinheiros ficou um tempo perdido em quadra. O Brasília aproveitou, abriu uma boa diferença no placar e segurou a pressão no fim. Como um perfeito “estraga-festas”, o time do Distrito Federal não se incomodou com a torcida no ginásio Henrique Villaboim, venceu por 76 a 74 e fez 2 a 1 na série semifinal do NBB.

 

Com o resultado, o Brasília pode fechar o duelo na próxima sexta-feira. Em casa, o time do Distrito Federal pode garantir sua quarta decisão do NBB às 18h45m, com transmissão ao vivo do SporTV. Caso tenha o quinto jogo, o Pinheiros decide a vaga para a final em seus domínios.

 

Quando tentava um ataque no fim do segundo quarto, o ala-armador Shamell caiu no chão, reclamando de dores. Ainda em quadra, o jogador foi diagnosticado com uma ruptura do tendão de Aquiles do pé direito e foi levado para o hospital. Com a lesão, o americano é desfalque certo nos próximos jogos da série e em uma possível final de competição. No fim do segundo quarto, o pivô Morro também sofreu uma fratura exposta no dedo mindinho da mão direita. O jogador, que ainda voltou à quadra, precisou ir para o vestiário para recolocar o osso no lugar e vai passar por exames nesta quarta-feira.

 

 

Guilherme Giovannoni, com 21 pontos e oito rebotes, foi o grande nome da equipe do Brasília. Após o jogo, o ala-pivô comemorou a exibição do time em São Paulo.

 

- Eles começaram com um ritmo muito intenso, mas estávamos concentrados. Temos de dar os parabéns à nossa equipe. Hoje é um tipo de dia que nos faz ficar muito orgulhoso com o que fazemos. Agora, precisamos entrar muito concentrados no próximo jogo.

 

Também com 21 pontos, Marquinhos lamentou a saída de Shamell durante a partida.

- Sentimos muito a perda dele no terceiro quarto. Tentamos nos recuperar, o Renato entrou muito bem. Mas ficamos o tempo inteiro atrás no placar. Agora, é tentar esquecer essa partida.

 

O jogo

 

O início foi movimentado. O primeiro arremesso foi de Arthur, no aro. Marquinhos fez o mesmo logo depois, mas compensou com duas cestas seguidas de três, animando a torcida da casa. Alex aproveitou o rebote de um ataque de Giovannoni para marcar os primeiros pontos do Brasília. O armador argentino Figueroa, que havia acertado quase tudo no jogo de domingo, não começou bem e errou seus dois primeiros lances livres. Logo depois, Shamell, de três, obrigou o técnico José Carlos Vidal pedir tempo: 13 a 2.

 

Deu certo. O Brasília cresceu no jogo e passou a encaixar a marcação. Arthur, de três, diminuiu a diferença. Giovannoni marcou mais dois, Alírio, mais três, e, no arremesso de Nezinho, o Brasília encostou. Giovannoni acertou mais uma bandeja, e a diferença já era de apenas um ponto. Marquinhos conseguiu nova cesta de três, mas os visitantes responderam da mesma forma com Alírio. Mas, depois de dois arremessos errados, um inclusive seu, Shamell pulou para pegar o rebote e dar fim ao primeiro quarto no zerar do cronômetro: 24 a 21.

 

Assim como no primeiro quarto, as equipes voltaram errando seus ataques. Morro deixou escapar uma bola boba, nas mãos de Alírio, que puxou o contra-ataque. Só que o Brasíilia também desperdiçou sua chance na sequência. Os visitantes chegaram ao empate em uma bola de três de Cipriano e, logo depois, assumiram a dianteira com Giovannoni: 30 a 29.

 

O Brasília conseguia manter a vantagem com dificuldades até que o Pinheiros sofreu seu maior baque. Em uma tentativa de ataque, Shamell pisou de mal jeito e caiu no chão. Ainda em quadra, o ala foi diagnosticado com uma ruptura do tendão de Aquiles do pé direito e foi levado para o hospital. Fiorotto, com bela enterrada, ainda fez com que a diferença voltasse a ser de um ponto a segundos do fim do primeiro tempo. Mas, com o cronômetro quase zerado, Bruninho acertou a mão e marcou mais três pontos: 40 a 36.

 

Com Shamell fora, o Pinheiros se perdeu. Sem acertar um arremesso sequer, viu o Brasília marcar 11 pontos no terceiro quarto, abrindo 15 pontos de vantagem. Marquinhos, em dois lances livres, e Morro, de três, fizeram a torcida voltar a se animar. Só que o Brasília seguiu soberano. Cipriano, depois de três tentativas, acertou uma bandeja, e o time do Distrito Federal foi para o último quarto com 56 a 49 no placar.

 

O Pinheiros acordou no último quarto. Acertou a defesa e, na empolgação de sua torcida, conseguiu encostar no placar: 60 a 57. O Brasília também voltou a desperdiçar ataques em sequência. E o time da casa empatou. Marquinhos, mais uma vez de três, deixou tudo igual no placar. Só que os visitantes tiveram calma. Na experiência de Guilherme Giovannoni e Alex, retomaram a dianteira, apesar da cesta de Renato, também de três, e o lance extra, a 28s do fim. Em uma série de lances livres, Cipriano, Nezinho e Alex abriram seis pontos. Mas, a 2s do fim e a dois pontos do empate, o Pinheiros teve a chance no lance livre de Olivinha. Ele arremessou no aro, na tentativa de pegar o rebote, mas não funcionou. Para a tristeza da torcida, estava confirmado: 76 a 74 para os visitantes, que fizeram a festa em quadra.

 

Confira os jogos da chave:

 

18/5 (sexta-feira)
Brasília 84 x 75 Pinheiros
20/5 (domingo)
Pinheiros 81 x 65 Brasília
22/5 (terça-feira)
21h – Pinheiros 74 x 76 Brasília
25/5 (sexta-feira)
18h45m – Brasília x Pinheiros
27/5 (domingo)
14h – Pinheiros x Brasília*
* se necessário

 

globo

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São José aproveita caldeirão, domina o Flamengo e vira a série semifinal

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São José aproveita caldeirão, domina o Flamengo e vira a série semifinal

Posted on 21 maio 2012 by hugo

Para assumir a dianteira na série, São José pediu um caldeirão. A torcida ouviu. Dentro do ginásio Lineu de Moura, lotou todos os 2.600 lugares. Fora dele, invadiu as praças da cidade para acompanhar a equipe em telões. A pressão funcionou. Com autoridade, o São José não deu chances para o Flamengo, último rival a triunfar na casa do time paulista, no dia 10 dezembro de 2011. Venceu por 100 a 91 e marcou 2 a 1 no duelo pela semifinal do.

 

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima sexta-feira, no ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro, às 21h. Ao Flamengo, só interessa a vitória para se manter com chances de ir à final. O SporTV transmite a partida ao vivo.

 

Marcelinho foi o cestinha da partida, com 27 pontos. Murilo, que jogou no sacrifício, por conta de uma tendinite no joelho direito, foi o maior pontuador do São José, com 24 pontos. No fim, ele comemorou a vitória.

 

- O Flamengo vai para o tudo ou nada, se eles perderem estão fora. Assim como nós viemos para esses dois jogos em casa. A vitória foi boa para dar ainda mais moral para a nossa equipe – disse Murilo, em entrevista ao SporTV.

 

O jogo

 

Quando entrou em quadra, Dedé viu um cartaz em sua homenagem nas arquibancadas do ginásio Lineu de Moura. E se empolgou. Com um início alucinante, o ala marcou sete pontos nos primeiros minutos, e o São José abriu 9 a 4 contra os rubro-negros. Mas a equipe da casa errou bolas fáceis e permitiu a reação. Hélio falhou no primeiro arremesso, mas teve uma nova chance e levou o Flamengo à liderança pela primeira vez com uma cesta de três: 13 a 11. Laws respondeu com a mesma medida na sequência e fez 14 a 13 para o São José.

 

O Flamengo tinha problemas na defesa. Com uma lesão no pé, Caio Torres jogava no sacrifício, mas não conseguia dar conta da marcação. E, assim, o São José voltou a disparar. Abriu seis pontos de vantagem, e o técnico Gonzalo Garcia resolveu mexer. Mandou Wagner para a quadra no lugar de Caio, e o Rubro-Negro diminuiu. Ainda assim, os donos da casa foram para o intervalo com 26 a 23.

 

Na volta para a quadra, Murilo cometeu duas faltas em menos de trinta segundos e foi substituído por Chico. E foi o pivô que ampliou a vantagem ao acertar belo arremesso de três (31 a 26). Marcelinho também acertou a mão e respondeu na sequência, diminuindo a diferença. Álvaro, também de três, incendiou a torcida.

 

O Flamengo conseguiu se recuperar e fez a diferença cair para apenas dois pontos. Mas aí o São José decolou. No embalo de sua torcida, o time da casa disparou no placar e fechou o primeiro tempo com boa vantagem: 55 a 42.

 

O São José cresceu ainda mais no terceiro quarto. Chegou a ter 20 pontos de vantagem, mas uma falta boba de Fúlvio quase complicou a vida do time da casa. Com cinco faltas coletivas, os paulistas viram o americano David Jackson crescer no jogo. Só que a reação rubro-negra foi curta. Uma bola sensacional de Ricardo Fischer, do meio da quadra, fez com que o São José fosse para o último quarto com 82 a 65.

 

O Flamengo tentou apertar a marcação no último quarto. Quis tentar ameaçar o domínio do São José de alguma forma. Não conseguiu. A passos largos, o São José se encaminhava para a vitória com tranquilidade. O Rubro-Negro chegou a ameaçar uma reação, e o jogo ficou nervoso no fim. Mas os donos da casa seguraram e garantiram a vitória por 100 a 91.

 

Confira os confrontos pela semifinal do NBB:

 

15/05 (Terça-feira)
Flamengo 84 x 68 São José
18/05 (Sexta-feira)
São José 107 x 99 Flamengo
20/05 (Domingo)
São José 100 x 91 Flamengo
25/05 (Sexta-feira)
21h – Flamengo x São José
27/05 (Domingo)
18h – São José x Flamengo *

* se necessário

 

globo

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Pinheiros resolve o jogo no 1º tempo, cozinha o Brasília e empata a série

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Pinheiros resolve o jogo no 1º tempo, cozinha o Brasília e empata a série

Posted on 21 maio 2012 by hugo

O Pinheiros precisava de uma resposta urgente. Depois de perder a partida de abertura da série semifinal do NBB, não queria deixar o Brasília escapar. Por isso, lotou seu ginásio, ganhou força na defesa e, depois de um primeiro tempo fulminante, venceu o segundo jogo do duelo por 81 a 65, no ginásio Henrique Villaboim, em São Paulo. Com isso, o duelo em busca de um lugar na final está empatado: uma vitória para cada lado.

 

A equipe paulista vai ter a chance de virar o duelo na próxima terça-feira. Novamente em casa, o Pinheiros encara o Brasília às 21h. O SporTV transmite a partida ao vivo.

 

O armador argentino Figueroa foi o destaque do Pinheiros, com quatro cestas de três e 20 pontos no total. Do lado do Brasília, Guilherme Giovannoni foi o principal pontuador, com 20.

- Fizemos um bom início e conseguimos manter o mesmo ritmo o jogo todo. Agora, é descansar para o próximo jogo e tentar conseguir mais uma vitória – disse Olivinha, outro destaque do Pinheiros, com 18 pontos, em entrevista ao SporTV.

 

Um dos principais jogadores do Brasília, Alex reclamou da postura defensiva de sua equipe. Para o ala, o time do Distrito Federal vai precisar melhorar sua defesa se quiser chegar à quarta decisão seguida no NBB.

 

- Se quisermos chegar novamente a uma final, precisamos marcar melhor. Nossa equipe é feita de uma defesa forte. E não fizemos isso hoje o jogo inteiro. Fica difícil. Quando estamos com uma postura defensiva boa, conseguimos pontuar mais facilmente. Nosso erro foi na defesa – disse Alex.

 

Técnico da seleção brasileira, o argentino Rubén Magnano acompanhou a partida no ginásio. Após a vitória do time da casa, o treinador elogiou a postura defensiva do Pinheiros.

- Hoje gostei muito de praticamente 30 minutos do jogo, e o ponto forte foi a defesa do Pinheiros. Acho que o Pinheiros amarrou um pouco o Brasilia. Acho que hoje foi uma exceção e não vai ser o mesmo jogo o próximo. O Pinheiros precisa se preparar muito, pois não existe essa diferença entre as equipes – disse.

 

Pinheiros começa em alta velocidade

 

O Pinheiros dominou os primeiros minutos e abriu 7 a 0 depois de Bruno Fiorotto converter dois lances livres. Coube a Alex marcar os primeiros dois pontos da equipe de Brasília, apenas aos 2m45 de jogo. Mas, em dois contra-ataques seguidos, um com Figueroa e outro com Olivinha, o time da casa ampliou para 11 pontos a vantagem. E ela chegou a 15 depois que Olivinha marcou dois pontos e recebeu uma falta: 23 a 8, a 1m36s do fim.

 

Bruninho entrou em quadra e, logo na primeira bola, acertou da linha de três, dando fôlego ao Brasília. Mas foi só. O time terminou o primeiro quarto 13 pontos atrás (26 a 13).

 

O Pinheiros manteve o ritmo. Giovannoni, do outro lado, tentava organizar o Brasília, mas os paulistas dominavam o jogo. A seis minutos do fim do segundo quarto, a equipe da casa chegou à vantagem de 21 pontos depois de uma cesta de três: 36 a 21. Os visitantes tentaram responder com duas cestas em sequência, de Ronald e Giovannoni, de três.

 

Quando Arthur tomou a bola de Shamell e marcou mais dois pontos, Mortari pediu o tempo e tranquilidade à equipe. Mas foi Giovannoni quem teve calma. Fintou a marcação rival e marcou mais três pontos para o Brasília, reduzindo a diferença para 12 pontos. Renato respondeu da mesma forma do outro lado, mas o Pinheiros precisou suar para manter uma boa vantagem antes de ir para o intervalo: 41 a 30.


Brasília tenta encostar, mas Pinheiros segura

 

O Brasília diminuiu no retorno à quadra, mas Olivinha respondeu com uma cesta de três. Para segurar a força de Giovannoni, que tentava diminuir a diferença no placar, o Pinheiros usava muita vontade na marcação. A tática deu certo, e os paulistas foram para o último quarto com uma vantagem considerável: 61 a 48.

 

Nezinho, que saiu de quadra no fim com uma fisgada na coxa direita, Alex e Giovannoni se esforçavam. Mas as mãos calibradas de Figueroa impediam qualquer reação da equipe do Distrito Federal. Com dois arremessos certeiros de três do armador argentino, o Pinheiros só fez a vantagem crescer. Usou calma e inteligência até o fim para se manter à frente no placar e garantir a vitória por 81 a 65.

 

Confira os jogos da série:

 

18/5 (sexta-feira)
Brasília 84 x 75 Pinheiros
20/5 (domingo)
Pinheiros 81 x 65 Brasília
22/5 (terça-feira)
21h – Pinheiros x Brasília
25/5 (sexta-feira)
18h45m – Brasília x Pinheiros
27/5 (domingo)
14h – Pinheiros x Brasília*
* se necessário
globo

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Brasília vence o Pinheiros em casa e larga na frente na série semifinal

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Brasília vence o Pinheiros em casa e larga na frente na série semifinal

Posted on 19 maio 2012 by hugo

Diante da sua torcida, o Brasília fez o dever de casa e levou a melhor sobre o Pinheiros, no ginásio Nilson Nelson, nesta sexta-feira. Com Nezinho, cestinha da partida com 22 pontos, Alex (18) e Guilherme Giovannoni (17) inspirados, a equipe do Distrito Federal venceu por 90 a 77 pela abertura da série semifinal do NBB. Olivinha, com 21 pontos, foi o destaque dos paulistas. Os Jogos 2 e 3 do confronto serão disputados no domingo (dia 20) e terça-feira (22), em São Paulo.

 

O jogo começou com muitos erros de ataque das duas equipes, o que fez com que os primeiros pontos saíssem todos em jogadas de contra-ataque. Figueroa e Marquinhos abriram 4 a 0 para o Pinheiros, e Arthur diminuiu para os donos da casa.

 

Na metade do quarto, os times estavam mais calmos e passaram a jogar melhor. Com uma defesa forte e abusando do jogo de garrafão, o Pinheiros abriuseis pontos de vantagem, com destaque para o ala-pivô Olivinha.

Mas o Brasília voltou para o jogo com duas bola de 3 pontos e boas assistências do armador Nezinho. Depois de dois lances livres cobrados por Marquinhos, o Pinheiros terminou o primeiro quarto vencendo os donos da casa por 18 a 16.

 

O segundo quarto continou bem parecido com o primeiro. O time paulista insistindo nas jogadas de garrafão, com Olivinha, e o Brasília respondendo nas bolas de três, desta vez, com Arthur. Aos poucos, os treinadores começaram a colocar alguns reservas em quadra, o que favoreceu o Brasília, que contou com boas jogadas do ala Rossi e do ala-pivô Cipriano.

 

Mas, apesar de ir bem no ataque, o time candango não conseguia parar Olivinha. Com um vasto repertório de jogadas (bandejas, arremessos de media distância e bola de três), o ala-pivô impediu os donos da casa de abrir uma vantagem maior e o primeiro tempo terminou em 41 a 38 para o Brasília.

 

Equilíbrio até o fim

 

Na volta do intervalo, foi a vez de o americano Shamell e do ala Marquinhos fazerem a diferença para o time do Pinheiros, que rapidamente voltou à frente do placar (44 a 43). Mas o Brasília não deixou por menos e respondeu com um bonito arremesso de meia distância do pivô Lucas Tisher.

 

O jogo então se transformou em uma espécie de briga de “gato e rato”: o Brasília abria dois pontos de vantagem, e, na sequência, o Pinheiros empatava.

 

Até que, faltando dois minutos para o fim do quarto, Shamell acertou uma cesta de três pontos e o time paulista finalmente passou à frente. As duas equipes começaram então a se alternar na liderança até os últimos segundos, quando no estouro do cronômetro o armador Nezinho acertou um arremesso do meio da quadra incendiando a torcida e colocando os donos da casa em vantagem (58 a 57).

 

- Foi a bola que mudou o jogo. Se eles ficassem atrás no terceiro período, talvez a história fosse diferente – lamentou o ala Shamell, se referindo à cesta incrível de Nezinho.

 

Embalado com a vantagem no placar e o apoio dos oito mil torcedores que compareceram ao ginásio, o Brasília começou o último quarto com tudo. Desconcentrado, o time do Pinheiros cometeu seguidas faltas e passou a reclamar bastante com a arbitragem. Depois de serem penalizados com duas faltas técnicas, os paulistas viram a vantagem do Brasília chegar a nove pontos (73 a 64).

 

O Pinheiros ainda esboçou uma reação e cortou a vantagem para apenas cinco pontos (78 a 73), obrigando o técnico José Carlos Vidal a parar o jogo. Depois do tempo técnico, o Brasília voltou melhor e o Pinheiros cometeu os mesmos erros de antes: faltas antidesportivas e técnicas. Rapidamente a vantagem do Brasília chegou a 15 pontos e os donos da casa puderam fechar com tranquilidade o jogo em 90 a 77.

 

- Se eles ficaram nervosos, eu não sei. Só sei que nosso time esteve tranquilo, manteve o foco no planejado e conseguimos uma vitória importante – disse o ala-pivô do Brasília, Guilherme Giovannoni.

 

Ao Pinheiros, restou lamentar os erros e esperar uma partida mais tranquila em São Paulo.

- Perdemos um pouco a cabeça. Levamos faltas técnicas e depois ficou muito difícil de recuperar. Mas agora é levantar a cabeça e se concentrar para as dupas partidas em São Paulo – concluiu Olivinha.

 

Confira os confrontos da série semifinal entre Brasília e Pinheiros:

 

18/5 (sexta-feira)
Brasília 84 x 75 Pinheiros
20/5 (domingo)
19h15m – Pinheiros x Brasília
22/5 (terça-feira)
21h – Pinheiros x Brasília
25/5 (sexta-feira)
18h45m – Brasília x Pinheiros*
27/5 (domingo)
14h – Pinheiros x Brasília*

* se necessário

 

globo

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Em jogo empolgante, São José bate  Fla na prorrogação e empata a semi

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Em jogo empolgante, São José bate Fla na prorrogação e empata a semi

Posted on 19 maio 2012 by hugo

A derrota no primeiro duelo da semifinal do NBB e a queda da invencibilidade de 15 jogos mexeram com os brios dos atletas do São José. Isso porque a equipe do interior paulista teve nervos de aço para arrancar o empate a 7s do fim em cesta de três de Dedé (88 a 88) e bater o Flamengo na prorrogação por 107 a 99, empatando o confronto em 1 a 1, para delírio da sua torcida no ginásio Lineu de Moura.

 

O armador Fúlvio foi o cestinha da partida, com 29 pontos, seguido pelo ala Andre Laws, que anotou 25. Outro jogador que também se destacou foi o pivô Murilo, que marcou um duplo-duplo de 20 pontos e 13 rebotes. Pelo lado do Flamengo, os alas Marcelinho e David Jackson foram os principais pontuadores, com 25 pontos cada um.

 

- A vitória foi sensacional. Temos a vantagem de jogar em casa mais uma vez e temos que aproveitar toda essa atmosfera. Sabemos que será muito difícil, mas esse resultado nos dá moral para brigarmos por essa vaga na final – comemorou o ala Dedé, do São José.

 

A terceira partida será no domingo, às 21h, também na cidade paulista. O quarto jogo acontece no dia 25 de maio, no Tijuca, e o quinto, dia 27, em São José dos Campos. No outro confronto das semifinais, o Brasília recebeu o Pinheiros e venceu por 90 a 77 na abertura da série.

 

Depois de o Flamengo desperdiçar o primeiro arremesso do jogo, o pivô Murilo fez na bandeja e ainda anotou mais um ponto de bonificação após a falta para fazer 3 a 0 para o São José. Com a mão certeira de Jefferson da linha de três e atuando em velocidade, os donos da casa abriram 14 a 4, inflamando a  torcida e deixando o técnico rubro-negro Gonzalo García bem preocupado.

A bronca do comandante no tempo técnico fez com que os atletas do Flamengo voltassem à quadra mais ligados. Após cestas de Marcelinho, Caio Torres e Kammerichs, a equipe diminuiu a vantagem para 19 a 15, a três minutos para o fim do período. Foi a vez de o técnico Régis Marrelli chamar a atenção dos seus jogadores e cobrar tranquilidade nos arremessos. Não deu certo, pois o Rubro-Negro cresceu ainda mais na partida. Marcelinho fez a bandeja e acertou três lances livres, após falta de Audrei nos segundos finais, para deixar tudo igual: 24 a 24.

 

O equilíbrio continuou no segundo quarto, com as duas equipes marcando forte e tentando sair em velocidade. O Flamengo chegou a abrir 33 a 29 após o arremesso de três de David Jackson, mas o São José respondeu à altura com três cestas seguidas, a última delas na bonita bandeja de Laws (35 a 33). Bem no rebote defensivo, o Rubro-Negro voltou a tomar a dianteira no erro dos paulistas no ataque para fazer 42 a 38 na cesta de Jackson, entrando livre no garrafão.

 

No fim do período, o melhor momento da equipe da casa foi o toco de Chico em Wágner. Mesmo assim, o time visitante foi para o intervalo na frente após dois pontos de Hayes, que ainda trocou empurrões com Dedé ao final do apito do árbitro por conta de uma disputa de bola. A discussão foi abafada rapidamente e os atletas foram para os vestiários. Flamengo em vantagem: 44 a 38.

 

Fortes emoções no segundo tempo

 

Antes de a bola subir para o terceiro quarto, Hayes e Dedé foram punidos com faltas técnicas após a pequena confusão. Mais concentrado em quadra, o Flamengo abriu 51 a 45, mas viu o São José ganhar ânimo após a enterrada de Laws, que levantou a torcida. No lance seguinte, o americano voltou a brilhar, anotando mais dois pontos na bandeja (51 a 49). A resposta do time da Gávea para fugir do sufoco veio das mãos de Marcelinho e Hélio da linha de três (57 a 49).

Após a falta técnica de Hélio sobre Fúlvio, o São José encostou novamente com a cobrança de três lances livres (57 a 53 para o Flamengo). A partir daí, o jogo pegou fogo. Nos minutos finais do período, a equipe do técnico Gonzalo García tentava segurar a pressão do rival e administrar a vantagem no placar. A tática surtiu efeito, pois o Rubro-Negro fechou o período com 68 a 60.

 

O último quarto prometia ser de fortes emoções. Atrás no placar, o São José se lançou ao ataque e contou com o talento do americano Laws para empatar o jogo em 68 a 68 após o arremesso preciso de três pontos. O Flamengo fez dois pontos com Caio Torres com quase cinco minutos. Na busca incessante pela dianteira, as duas equipes se alternaram à frente do placar na parte final do jogo. Aos 4m43s, Marcelinho acertou o chute de três e ainda anotou no ponto de bonificação. Jackson, em outro arremesso de três, ampliou para os visitantes: 79 a 74.

 

A 2m40s do fim, Jefferson marcou na bandeja, sofreu a falta e marcou o ponto de bonificação para diminuir a vantagem rubro-negra para apenas um ponto. Caio Torres sofreu falta, mas só converteu um lance livre (81 a 79). Assim, o São José estava no jogo novamente. Na jogada posterior, Fúlvio repetiu o seu rival e acertou apenas um lance livre (81 a 80). Nervosos, os times desperdiçaram ataques de forma infantil e passaram apelar para as faltas.

 

O Flamengo abriu 84 a 82, com Fred. Depois, São José errou o arremesso e viu o Rubro-Negro ficar com a posse de bola para ampliar na cesta de Wágner (86 a 82). Na sequência, Murilo anotou dois pontos para São José, sofreu a falta e converteu seu lance livre para diminuir a o domínio do rival para um ponto (86 a 85).

 

Irritado, Gonzalo García pediu o tempo a 15s9 para o fim do jogo. Com a passe de bola, Jackson sofreu a falta logo que recebeu no garrafão e acertou seus lances livres (88 a 85). O São José, porém, não estava morto. A 7s do fim, Dedé arriscou o arremesso de três na última bola do jogo, fez 88 a 88 e levou a decisão para a prorrogação. A torcida paulista, boquiaberta, foi ao delírio.

 

Emoção de sobra

 

No tempo extra, o São José ganhou fôlego com o empate inesperado e abriu 93 a 88 aos três minutos, em bandeja de Murilo. Abatido, o Flamengo ficou perdido em quadra e viu a equipe da casa deslanchar, fazendo 97 a 88, com facilidade. Marcelinho marcou dois pontos nos lances livres (97 a 90) e sofreu a falta no arremesso da linha de três.

 

O árbitro marcou falta técnica do banco de reservas do São José, que reclamou do lance, e Marcelinho ganhou mais dois lances livres, num total de cinco. Acertou todos eles. Mas, só não contava com erro do Flamengo na jogada seguinte. Melhor para o São José, que fez 100 a 95, após bandeja de Fúlvio e o ponto de bonificação. A equipe paulista ainda ampliou a vantagem no fim para garantir a vitória por 107 a 99 e empatar a série.

 

Após a partida, o técnico Gonzalo García, do Flamengo, falou sobre o lance decisivo do jogo, em que Dedé acertou uma cesta de três a 1s do fim e levou o jogo para a prorrogação.

 

- Foi um erro tático. O time fez um jogo maravilhoso, mas, na última bola do tempo regular eu tomei uma decisão equivocada. Poderíamos ter cortado a bola do Dedé com falta, mas acabamos cedendo o empate na bola de três do São José – lamentou o treinador.

 

Confira os confrontos pela semifinal do NBB:

 

15/05 (Terça-feira)
Flamengo 84 x 68 São José
18/05 (Sexta-feira)
19h – São José 107 x 99 Flamengo
20/05 (Domingo)
21h15 – São José x Flamengo
25/05 (Sexta-feira)
21h – Flamengo x São José *
27/05 (Domingo)
18h – São José x Flamengo *

 

globo

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Com defesa forte, Flamengo vence São José e abre 1 a 0 na semifinal

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Com defesa forte, Flamengo vence São José e abre 1 a 0 na semifinal

Posted on 16 maio 2012 by hugo

O São José encontrou a porta fechada. O caminho da cesta tinha além de Caio Torres e Kammerichs, os dois xerifes habituais, mais três empenhados defensores. Sem falar em David Jakcson, que se agigantava nos rebotes e ainda estava com a mão calibrada. Foi assim que o Flamengo construiu a sua vitória no primeiro jogo da melhor de cinco semifinal contra o rival paulista, que teve a melhor campanha na fase de classificaçao. Nesta terça-feira, outra vez num Tijuca lotado, o Rubro-Negro passou três minutos de sufoco no segundo quarto, e só: 84 a 68 (41 a 33). Em noite inspirada de David Jackson, cestinha da partida (17 pontos), e de seus pivôs, o Rubro-Negro sai na frente na briga pela vaga na decisão do campeonato. Dedé, também com 17 pontos, foi o principal pontuador do São José.

 

- Esse primeiro jogo era em casa e tínhamos que mostrar intensidade e começar bem forte para poder construir essa vantagem de 1 a 0. A nossa defesa esteve num bom dia e conseguimos marcar muito bem o São José – disse David Jackson, que também pegou nove rebotes no jogo.

O americano lembrou das dificuldades enfrentadas pelo Rubro-Negro nas quartas de final com o Uberlândia e mostrou otimismo para os próximos jogos com o São José.

 

- O fato de ter ido para o quinto jogo com o Uberlândia não foi bom. Ainda assim, serviu para o time crescer. Algumas vezes jogamos bem, outras vezes não. Mas estamos confiantes. Eu, particularmente, gosto muito dessa fase do campeonato, quando quatro times estão na briga para chegar à decisão. Estou muito motivado – completou Jackson.

 

O São José tem a chance de empatar a série na próxima sexta-feira (18), em casa, às 19h.

O jogo

 

Desde o primeiro minuto o Flamengo mostrou que o adversário não teria vida fácil. O garrafão estava bem guardado pelo quinteto rubro-negro. Na lateral da quadra, o técnico Gonzalo García gritava, orientava os pupilos para não deixarem o rimo cair. Eles obedeciam. E o São José sofria. Sem conseguir passar pelo paredão, procurava a linha de três. De lá, tinha algum sucesso e evitava que o time anfitrião fugisse no placar (18 a 16). Mas a pressão era demais. Dentro da quadra e fora dela.

A resistência terminou assim que o ala-pivô foi para o banco. Régis Marrelli trocava as peças, tentava imprimir velocidade, mas nada funcionava. A equipe paulista errava passes, desperdiçava as boas oportunidades criadas e via o adversário manter a agressividade. Caio Torres corria, queria jogo, tinha fome de bola e Marcelinho Machado fazia a sua vontade. A essa altura, o Flamengo já tinha 25 a 16. Kammerichs aumentou a frente e, na última bola, Murilo diminuiu com um tapinha: 27 a 18.

O São José continuava perdido. A marcação não conseguia conter o ímpeto rubro-negro, que anotou sete pontos seguidos contra nenhum do rival. Com Caio, Kammerichs e David Jackson atentos nos rebotes, os anfitirões ligavam contra-ataques e abriam 14 pontos de frente (36 a 22). Murilo e seus companheiros não se abateram. Apostaram nos chutes longos e, de três em três, foram se aproximando. Restando três minutos para o fim do segundo quarto, um choque entre Chico e Kammerichs levou o pivô do Flamengo para o banco. Com parte dos reservas em quadra, o time não defendia como antes e passou sufoco ao ver os visitantes cortarem a diferença para apenas 36 a 33. No finalzinho, uma cesta de Hayes e uma bola de três de Marcelinho fizeram a torcida respirar: 41 a 33.

 

Com os titulares de volta, o volume de jogo subiu no terceiro período. O Flamengo tomou as rédeas da partida, fez 50 a 39 e levou a arquibancada à loucura. São José tinha em Fulvio sua melhor opção, já que Murilo carregava três faltas na conta. O armador tentava resolver o problema sozinho e pedia empenho dos companheiros. Com iniciativas individuais, a equipe paulista arrancava para a cesta tentando pegar o garrafão menos protegido. Mas a vantagem continuava a girar na casa dos 12 pontos. Marcelinho já encontrava mais espaços e arriscava mais. David Jackson seguia dando trabalho aos adversários.

 

E o time paulista balançava a cabeça. Se irritava com a arbitragem, com as falhas e com o toco de Hayes em Jefferson. Com 60 a 45, o Rubro-Negro não se acomodava. Tinha fresca na memória a reação esboçada pelo São José no segundo quarto. A equipe trabalhava a bola e marcava firme. Encontrava Hayes desmarcado para mais três pontos. A cantoria não parava na arquibancada e marcava o ritmo do Flamengo, que fechou o período em 67 a 51.

 

Apesar do esforço, São José via mais do mesmo. O placar continuava comandado pelos donos da casa. O apetite seguia igual: 77 a 56. Mesmo com Caio Torres vendo tudo do banco, o Flamengo manteve a pegada. Os arremessos dos visitantes paravam no aro. Com 82 a 61, administrava a frente. Hayes aproveitava para levantar a torcida, fazendo uma enterrada. Dali em diante, e faltando dois minutos para o fim, a arquibancada já acompanhava a tudo de pé. A fria noite no Rio foi aquecida pela vitória dos comandados de Gonzalo García.

 

- O Flamengo fez o papel dele, que era ganhar o primeiro jogo em casa. Não fizemos uma boa partida, mas nada muda nada na série. Ainda temos nossas três confrontos em São José e, agora com uma pressão maior, temos que fazer a nossa parte – disse o armador Fulvio, que anotou 15 pontos no jogo.

 

Confira as datas do confronto entre São José e Flamengo:

 

15/05 (Terça-feira)
Flamengo 84 x 68 São José
18/05 (Sexta-feira)
19h – São José x Flamengo
20/05 (Domingo)
21h15 – São José x Flamengo
25/05 (Sexta-feira)
21h – Flamengo x São José *
27/05 (Domingo)
18h – São José x Flamengo *

* se necessário

 

globo

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Torcida joga junto, Flamengo derrota o Uberlândia e está na semi do NBB

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Torcida joga junto, Flamengo derrota o Uberlândia e está na semi do NBB

Posted on 12 maio 2012 by hugo

No ginásio do Tijuca, Rubro-Negro domina o segundo quarto, vence por 77 a 62, fecha a série por 3 a 2 e agora vai medir forças com o São José.

 

Semifinalista nas três primeiras edições do NBB, o Flamengo havia desperdiçado duas chances de fechar as quartas de final da edição 2011/2012 da competição nacional. Mas o quinto e decisivo jogo da série contra o Uberlândia era no Rio de Janeiro. E, ao lado de sua torcida no Ginásio do Tijuca, o Rubro-Negro fez um grande segundo quarto para vencer por 77 a 62 e avançar para a próxima fase do campeonato. O adversário da semifinal será o São José, dono da melhor campanha da primeira fase e que está invicto há 15 partidas consecutivas. Caio Torres, com 22 pontos, foi o cestinha do jogo. Pelos mineiros, Robert Day foi o destaque, com 17.

 

 

- Acho que hoje à noite tem que dar uma descansada, penar nos erros que cometemos, e a partir de amanhã já pensar no São José. Contra a melhor equipe do NBB vai ser difícil, mas temos que manter a defesa forte – disse o cestinha Caio Torres, do Flamengo.

 

 

A outra semifinal do NBB vai reunir Brasília e Pinheiros, que venceu o Joinville por 73 a 63, virou a série melhor de cinco e garantiu a sua classificação, também nesta sexta-feira, em São Paulo.

 

 

A torcida carioca tentava pressionar, mas o Uberlândia começou o jogo melhor e abriu 6 a 1 depois que Leonardo deu bela enterrada de costas e saiu comemorando. Mas o Flamengo tinha Marcelinho, que marcou os oito primeiros do time para equilibrar o confronto. A equipe visitante conseguia se manter em vantagem, mas David Jackson apareceu bem para deixar o quarto empatado em 19 a 19.

 

 

Caio Torres abriu o segundo período com uma cravada para colocar o Flamengo pela primeira vez na frente e levantar a torcida. Com a forte marcação rubro-negra, o Uberlândia passou a cometer muitos erros e demorou mais de 4m30s para marcar os primeiros pontos no quarto. Os anfitriões aproveitaram bem e, após cesta de Marcelinho, abriram 12 pontos de vantagem (31 a 19). Com o cronômetro quase zerando, Caio Torres anotou a última cesta do primeiro tempo para fazer 39 a 28. Antes de ir para o vestiário, virou para a torcida e pediu os gritos.

 

 

Cestinha do primeiro tempo, com 12 pontos, Caio Torres manteve a pontaria na volta do intervalo e anotou os dois primeiros pontos do segundo tempo. O Uberlândia tentou reagir, com seis pontos seguidos, mas o Flamengo respondeu logo, e David Jackson acertou bola de três para fazer 49 a 36. Cada cesta do time da casa era acompanhada pelos gritos da torcida e, com Caio Torres e David Jackson, o Rubro-Negro foi abrindo distância, que chegou a 20 pontos (59 a 39). Os mineiros ainda tentaram se aproximar, mas Hélio marcou no último segundo, e os anfitriões entraram no último quarto vencendo por 68 a 49.

 

 

O último quarto começou com as duas equipes desperdiçando seus ataques. Com uma bola de três de Robby Collum e uma cesta de dois de Robert Day, o Uberlândia diminuiu para 73 a 59, e o técnico Gonzalo García pediu tempo. A bola dos donos da casa insistia em não cair, mas para a sorte rubro-negra, a pontaria mineira também não estava boa. Com o jogo já definido, Caio Torres deixou a quadra para receber os aplausos da torcida que, de pé, começou a cantar o hino do clube. O Flamengo estava classificado.

 

 

- Jogo de playoff você tem que estar concentrado os 40 minutos. Acho que nossa defesa foi bem, e hoje a gente teve uma vitória muito boa. A gente realmente mostrou a força do Flamengo -afirmou Marcelinho, que fez 17 pontos e pegou sete rebotes.

 

 

Quartas de final – (4º) Flamengo 2 x 2 Uberlândia (5º)

 

 

28/4 – Uberlândia 108 x 110 Flamengo

01/5 – Flamengo 70 x 63 Uberlândia

04/5 – Flamengo 60 x 77 Uberlândia

08/5 – Uberlândia 87 x 78 Flamengo

11/05 – Flamengo 77 x 62 Uberlândia

 

globo

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Pinheiros vence o Joinville, arranca  a virada na série e vai às semifinais

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Pinheiros vence o Joinville, arranca a virada na série e vai às semifinais

Posted on 12 maio 2012 by hugo

O Pinheiros entrou no ginásio Henrique Vilaboim, em São Paulo, sonhando com a virada no quinto e decisivo jogo pelas quartas de final do NBB. Mas, para realizar tal feito e carimbar seu passaporte às semifinais, teria que superar a equipe do Joinville. E a façanha, inédita nesta fase da competição, aconteceu nesta sexta-feira. Sob a batuta de Shamell, cestinha da partida com 17 pontos, o time paulista venceu por 73 a 63, fechou o confronto em 3 a 2 e avançou para enfrentar o Brasília, atual bicampeão, que eliminou o Bauru. Pelo Joinville, Shilton foi o principal pontuador no duelo, com 16.

- Nunca uma equipe tinha conseguido esse feito (superar a desvantagem de 2 a 0 nas quartas), tivemos força, vimos onde estávamos errando e tivemos cabeça no lugar para assegurar a vaga nas semifinais do NBB. Contra o Brasília, nós teremos outra série difícil, pois eles têm grandes jogadores – disse o ala Marquinhos.

O jogo começou equilibrado, com as duas equipes marcando forte e tendo aproveitamento baixo nos arremessos. Na metade do período, o Pinheiros fez 5 a 2 após cesta de Olivinha. A 3m12s do fim do quarto, Shamell recebeu livre no garrafão e mandou a enterrada, ampliando a vantagem dos donos da casa para 7 a 4 e levantando a torcida. O Joinville demorou a acordar no jogo, mas deixou tudo igual após arremesso de Luiz Felipe (12 a 12). No último minuto, o time paulista marcou duas cestas seguidas e ainda fez mais uma no lance livre de bonificação, com Marquinhos (17 a 12).

No segundo quarto, o Joinville voltou disposto a reagir na partida, mas esbarrou na boa atuação do Pinheiros, que abriu 24 a 16 após a bandeja de Shamell. O pedido de tempo do técnico José Alves Neto, logo em seguida, não fez tanto efeito assim. Mesmo com o americano Kojo bem nos rebotes, os catarinenses foram para o intervalo em desvantagem. Marquinhos, na bandeja em rápido contra-ataque, anotou 32 a 25 para os paulistas no placar.

Com a torcida a favor, o Pinheiros não diminuiu o ritmo no terceiro período. Marquinhos recebeu o passe açucarado de Shamell e acertou a bola de três para fazer 38 a 29. O Joinville se lançou ao ataque para arriscar tudo, mas esqueceu da defesa. Em cesta com apenas uma das mãos, Olivinha fez 45 a 34 para os donos da casa. No último minuto do quarto, Audrei fez quatro pontos seguidos e diminui a diferença para apenas oito pontos (52 a 44 para o Pinheiros).

O último quarto prometia ser agitado. O Pinheiros tentava administrar a vantagem e o Joinville corria atrás para evitar a eliminação nas quartas de final. Em cesta de três, Paulinho ampliou para os donos da casa (59 a 47) e colocou ainda mais pressão no rival. Concentrada, a equipe paulista não deixou os visitantes encostarem no placar e passou os cinco minutos restantes mantendo a posse de bola e esperando o tempo passar.

O argentino Figueroa ainda abriu 16 pontos de vantagem para o Pinheiros em arremesso de três, que levantou o público (67 a 51). A partir daí, o Joinville virou presa fácil. Melhor para o Pinheiros, que controlou as ações e fechou a partida em 73 a 63, após enterrada de Shamell, garantindo a virada no confronto e a vaga nas semifinais.

Confira o retrospecto dos confrontos dos playoffs:

Quartas de Final – (2º) Pinheiros 3 x 2 Joinville (8º)

27/04 – Joinville 96 x 80 Pinheiros
01/5 – Pinheiros 68 x 74 Joinville
03/5 – Pinheiros 80 x 69 Joinville
08/5 – Joinville 71 x 77 Pinheiros
11/05 – Pinheiros 73 x 63 Joinville

 

globo

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PINHEIROS E UBERLÂNDIA BUSCAM VIRADA HISTÓRICA

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PINHEIROS E UBERLÂNDIA BUSCAM VIRADA HISTÓRICA

Posted on 11 maio 2012 by hugo

Pinheiros/SKY e Unitri/Universo tem, nesta sexta-feira, a chance de fazer história no NBB. Depois de estarem perdendo suas séries das quartas de final por 2 a 0, paulistas e mineiros buscaram o empate contra Cia. do Terno/Romaço/Joinville e Flamengo, respectivamente, e podem ser as primeiras equipes na história a conseguir reverter tal desvantagem nos playoffs.

 

 

No quinto e decisivo jogo das séries, o Pinheiros recebe o Joinville, no Ginásio Henrique Vilaboim, às 18h45. Já o Uberlândia visita o Flamengo, no Ginásio do Tijuca, às 20h45. Ambas as partidas tem transmissão ao vivo do SporTV.

 

 

Embalado por duas vitórias consecutivas e mesmo com a vantagem de decidir a classificação ao lado de sua torcida, o pinheirenses preferem não ser apontados como favoritos e ressaltam o equilíbrio entre as duas equipes.

 

 

“O favorito, até anteontem, era Joinville. Então, em uma série como essa, não tem isso de favoritismo. O fator casa é importante, mas também não foi decisivo”, comentou o técnico pinheirense Cláudio Mortari. “A série continua sem um prognóstico antecipado, e o que está em jogo não é a virada e sim uma vaga na semifinal”, completou.

 

 

Enquanto isso a equipe catarinense aposta em sua defesa para levar vantagem sobre o rival e repetir o feito do jogo 2, quando superou os paulistas fora de casa.

 

 

“Não deixar a equipe do Pinheiros pontuar é difícil, pelo poderio ofensivo que eles tem. Mas minimizando isso, aumentam as nossas chances de vitória”, ressaltou Neto.

 

 

Já o Uberlândia terá de superar o Flamengo longe de casa. Por duas vezes os mineiros evitaram a eliminação e vão novamente para o “tudo ou nada” contra os cariocas.

 

 

“A postura será a mesma dos últimos dois jogos, quando conseguimos a vitória. Precisamos ter inteligência e jogar forte, só assim vamos sair com a vaga”, disse o técnico Rodrigo Silva.

 

 

Os rubro-negros desperdiçaram duas oportunidades para fechar a série, mas agora, diante de sua torcida, não querem deixar escapar a vaga para a semifinal. Desde a primeira temporada do NBB, os cariocas sempre figuraram entre os quatro primeiros da competição.

 

 

“As partidas estão sendo decididas nos detalhes, por isso precisamos ter mais concentração, já que a equipe de Uberlândia está muito bem. Temos que melhorar um pouco mais nesse aspecto para vencer”, comentou o armador Hélio.

 

 

 

Quartas de Final – (2º) Pinheiros 2 x 2 Joinville (8º)

 

 

27/04

Cia. do Terno/Romaço/Joinville 96 x 80 Pinheiros/SKY

01/5

Pinheiros/SKY 68 x 74 Cia. do Terno/Romaço/Joinville

03/5

Pinheiros/SKY 80 x 69 Cia. do Terno/Romaço/Joinville

08/5

Cia. do Terno/Romaço/Joinville 77 x 71 Pinheiros/SKY

11/05 (Sexta-feira)

18h45 – Pinheiros/SKY x Cia. do Terno/Romaço/Joinville

 

 

Quartas de final – (4º) Flamengo 2 x 2 Unitri/Universo (5º)

 

 

28/4

Unitri/Universo 108 x 110 Flamengo

01/5

Flamengo 70 x 63 Unitri/Universo

04/5

Flamengo 60 x 77 Unitri/Universo

08/5

Unitri/Universo 87 x 78 Flamengo

 

 

11/05 (Sexta-feira)

 

20h45 – Flamengo x Unitri/Universo

 

cbb

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Brasília supera o Bauru, fecha a  série e se garante nas semifinais

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Brasília supera o Bauru, fecha a série e se garante nas semifinais

Posted on 09 maio 2012 by hugo

O Bauru entrou no ginásio Nilson Nelson com a corda no pescoço. Precisava da vitória para fazer o seu primeiro ponto na série e permanecer na briga para avançar às semifinais do NBB. A equipe do interior paulista se esforçou, lutou bastante, mas não conseguiu bater o Brasília. Em jogo nervoso, com empurrões e faltas técnicas, sobretudo do americano Jeff Agba, do Bauru, a equipe da capital federal venceu por 99 a 91, fez 3 a 0 na série melhor de cinco e se classificou para as semifinais. O ala/armador Fischer, do Bauru, foi o cestinha, com 23 pontos. O ala Alex foi o principal pontuador do time da casa (19), que agora aguarda o término das outras séries para a definição do adversário.

 

- Ele (Jeff Agba) entrou para machucar o Arthur no final do jogo e veio aqui para brigar. Ele está de brincadeira. Em casa, nós fizemos o dever e agora vamos esperar quem será o adversário – disse Alex, revoltado com o americano, que o atingiu com uma cotovela e agrediu seu companheiro no minuto final da partida.

 

A partida começou bastante equilibrada, com as duas equipes buscando o ataque. O Brasília abriu vantagem de 5 a 4 nos primeiros minutos, mas relaxou na marcação e viu o Bauru fazer 17 a 7 na cesta de Jeff Agba. A equipe da casa acordou nos quatro minutos finais do quarto e fez seis pontos seguidos, dois deles na bonita bandeja de Guilherme Giovannoni (17 a 13). Arthur anotou mais dois pontos em outra cesta, mas o time do interior paulista somou mais quatro, com Pilar, e terminou o período inicial em vantagem (21 a 16).

 

No segundo quarto, o panorama não mudou. Ao menos no início. Cometendo erros atrás de erros na defesa, o Brasília virou presa fácil para as investidas do Bauru, que não encontrou dificuldades em abrir 28 a 16. Mas, quando parecia que a equipe visitante iria deslanchar, o Brasília engrenou e anotou 12 pontos seguidos, o último deles em rápido contra-ataque puxado por Alex, e empatou o jogo em 28 a 28. Na sequência, Nezinho acertou a bola de três e os donos da casa assumiram a ponta da partida, para delírio da torcida (31 a 28). Nos cinco minutos finais, o time da capital federal ampliou a vantagem e, com Nezinho e Giovannoni inspirados, foi para o intervalo na frente: 49 a 38.

 

Atrás no placar, o Bauru voltou para o terceiro quarto com uma postura mais ofensiva para tentar diminuiur a vantagem para o rival. Mas esqueceu de cuidar da defesa. Quem aproveitou isso foi o Brasília, que abriu 60 a 43 após a cesta espetacular de Nezinho do meio da quadra. Na sequência, quem deu o show para a torcida foi Alex, que avançou livre no contra-ataque e mandou a enterrada. Preocupado com os erros infantis da sua equipe, o técnico Guerrinha pediu o tempo para dar uma injeção de ânimo nos seus comandandos. E a bronca surtiu efeito. O Bauru anotou 19 pontos e a vantagem caiu para apenas seis pontos (70 a 62), após três faltas técnicas cometidas pela equipe da casa. Em outra jogada, Jeff Agba tentou acertar uma cotovelada em Alex e acabou punido com falta técnica. O ala, que acertou seus três lances livres, e Cipiriano, usando a tabela, subiram a vantagem da equipe mandante para 76 a 62. Bauru fez quatro pontos, mas o visitante anotou dois e foi para o último período na frente: 76 a 66.

 

O quarto decisivo prometia em emoção. E isso ficou comprovado dentro de quadra. Com o Bauru se lançando ao ataque para evitar a eliminação, restou ao Brasília manter a calma, se garantir na defesa e tentar administar o resultado. A equipe da casa abriu 84 a 72 faltando seis minutos para o fim do jogo, mas o time paulista não estava morto e respondeu com duas cestas seguidas dentro do garrafão. A 3m37s, Jeff Agba foi atingido de forma intencional por Alex, que desferiu um tapa no rosto do americano. Nos lances livres, ele acertou apenas um (86 a 79). O Brasília respondeu logo depois, na bandeja de Giovannoni, com ponto de bonificação (91 a 81). A vibração do público ficou ainda maior após o toco certeiro de Alex em cima de Larry Taylor.

 

A 1m31s para o término do jogo, uma cena curiosa: Jeff rasgou a camisa de Giovannoni ao fazer a marcação mais dura e obrigou o atleta a trocar o uniforme. Taylor anotou a cesta de três (95 a 84), mas de nada adiantou. Ainda nervoso, Jeff deu um empurrão em Arthur fora da jogada e deixou os atletas do Brasília revoltados. Com a vitória por 99 a 89 assegurada, os jogadores do time da capital federal nem deram bola para a falta de esportividade do atleta americano e comemoram a vitória e a classificação para as semifinais do NBB. E sobraram explicações para Jeff após o duelo.

 

- Jogo de playoff tem que ser duro mesmo. Não queríamos acabar a temporada, queríamos jogar. Tentávamos levar mais uma partida para Bauru, mas eles foram melhores hoje. Tentamos, mas não conseguimos. Não teve agressão. Playoff tem que ser forte. Seja aqui no NBB, na NBA ou na Espanha. Foi um jogo emocionante – declarou Jeff Agba, do Bauru.

 

globo

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