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Equipe enfrenta a Rússia na decisão do quinto lugar, neste domingo, em São Paulo

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Equipe enfrenta a Rússia na decisão do quinto lugar, neste domingo, em São Paulo

Posted on 17 dezembro 2011 by hugo

A seleção brasileira feminina de handebol alcançou nesta sexta-feira (16) o seu melhor resultado na história do Mundial da modalidade, ao vencer a Croácia por 32 a 31 e se classificar para a decisão do quinto lugar.

Até aqui, o melhor resultado do Brasil numa competição de alto nível havia sido um sétimo lugar no Mundial de 2005, na Rússia.

Curiosamente, será a seleção russa, atual tricampeã mundial, a adversária na decisão do quinto lugar, que será disputada neste domingo (18), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Inicialmente o jogo está marcado para às 9h.

O resultado mostra a evolução do handebol feminino do Brasil. Em suas oito participações anteriores em Mundiais, de 1995 para cá, só em 2005 a seleção brasileira ficou entre as dez primeiras. Em 2007 foi a 14.ª colocada e, dois anos depois, ficou em 15.º lugar.

Em Olimpíadas, foram três participações, a partir de Sidney, com um oitavo, um sétimo e um nono lugares. Nos Jogos Pan-Americanos, a equipe tem supremacia total, com medalha de ouro nas últimas quatro edições.

O dado que melhor mostra a evolução do handebol feminino brasileiro, no entanto, é o confronto contra as seleções europeias, que dominam a modalidade. Em Olimpíadas, foram 13 jogos, com uma vitória (sobre a Grécia, em 2004) e um empate (com a Hungria, em 2008), além de 11 derrotas. No Mundial deste ano, o Brasil venceu Romênia e França na primeira fase, a Croácia nesta sexta, e só perdeu para a Espanha, nos segundos finais, nas quartas de final, na úlitma quarta-feira (14).

A derrota para as espanholas, por um gol de diferença, na quarta, abalou as brasileiras. Tanto que elas foram mal no primeiro tempo, permitindo que a Croácia abrisse até seis gols de folga no placar. Depois de uma bronca de Soubak, o Brasil reagiu e foi para o intervalo perdendo de um ponto.

Na volta para a segunda etapa, mais uma vez a Croácia foi superior e abriu seis gols. O Brasil fui buscar, virou, abriu dois, mas permitiu a virada. No fim, a seleção brasileira conseguiu fazer o que faltou contra a Espanha. Segurou a bola no minuto final, com o placar marcando empate em 31 a 31, e só arremessou no momento certo, com Ana Paula.

A central marcou a 15 segundos do fim e pôs o Brasil em vantagem. No seu último ataque, as croatas erraram um passe, perderam a bola e acabaram derrotadas. No domingo, decidem o sétimo lugar contra Angola, que foi batida pela Rússia.

R7

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Brasil luta, mas erra no fim e cai para a Espanha no Mundial de handebol

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Brasil luta, mas erra no fim e cai para a Espanha no Mundial de handebol

Posted on 15 dezembro 2011 by hugo

Time começa mal e, após ataque desperdiçado, fica fora da briga por medalha.

Acabou. Como dissera o técnico Morten Soubak dias antes da partida, a campanha perfeita até as quartas de finais do Mundial de handebol pouco importaria se a seleção caísse diante da Espanha, por 27 a 26, nesta quarta-feira. Em jogo duro, as brasileiras tentaram, mas esbarraram no baixo aproveitamento dos arremessos de ataque, algo incomum até aqui. Com cinco mil pessoas nas arquibancadas do ginásio do Ibirapuera, melhor público até aqui, o Brasil perdeu para as espanholas por e deu adeus às chances de medalhas na competição.

A briga agora vai ser pelo quinto lugar, que superaria a melhor campanha brasileira em Mundial – sétimo, na Rússia, em 2005. A equipe volta à quadra contra a Croácia, na sexta-feira, às 14h30m. A Espanha, por sua vez, vai encarar a forte Noruega, que derrotou a Croácia por 30 a 25. Na outra semifinal, a França pega a Dinamarca.

- Nos últimos três minutos de jogo, eu acredito em detalhe. E, quem erra, vai tomar. E foi assim – resumiu o técnico Morten Soubak.

Espanha dispara na frente

O começo não foi nada bom. Carmen Martin abriu o placar com menos de 40s de jogo, em tiro de 7m. Logo em seguida, Marta Mangue e Elisabeth Chávez marcaram para as espanholas na medida que o Brasil desperdiçava arremessos em sequência. Pouco depois, Carmen, mais uma vez de 7m, ampliou: 4 a 0.

Aos quatro minutos, Fabiana fez boa jogada pelo meio e marcou o primeiro da seleção brasileira. Nerea Pena, no entanto, marcou mais um para a Espanha na sequência, e Elisabeth Piñedo fez o sexto. Babi fez ótima defesa perto dos 7 minutos. No contra-ataque, Deonise foi empurrada por Elisabeth Chavez, e o Brasil teve seu primeiro tiro em sete metros. Alexandra marcou e deixou o placar em 6 a 2.
No ataque seguinte, as brasileiras fizeram boa troca de bolas, e Deonise mandou por baixo após o pulo de Silvia Navarro para marcar o terceiro da seleção. A meia-direita, então, passou a brilhar: marcou mais duas vezes seguidas, e a diferença caiu para apenas dois gols: 7 a 5.

Fernanda fez o sexto, e Deonise, em rápido contra-ataque, deixou o placar igual. O jogo ficou equilibrado, mas Alexandra, em tiro de sete metros, colocou o Brasil pela primeira vez à frente no placar: 11 a 10, aos 15 minutos. Jessica Alonso, também em tiro de sete metros, voltou a empatar.

Nely Alberto e Jessica Alonso recolocaram a Espanha na frente. As europeias mantiveram a vantagem até os 26 minutos, quando, após boa jogada de recuperação da defesa brasileira, Samira mandou para as redes, fazendo 16 a 16.

A Espanha, no entanto, voltou a se recuperar e passou à frente no placar. Carmen, em tiro de 7m, fez o 19º das espanholas, pouco depois de Jéssica diminuir. Apesar do esforço, as donas da casa foram para o intervalo em desvantagem: 19 a 17.

Brasil reage, mas erro no fim leva à derrota

Foi Silvia quem abriu a contagem no segundo tempo. Em partida equilibrada, o Brasil chegou ao empate com Alexandra, em linda jogada, encobrindo a goleira. Dani, em rápido contra-ataque, recolocou a seleção na ponta, com 21 a 20.

Com 5 mil pessoas no Ibirapuera, a torcida se empolgou com o momento da seleção e passou a vibrar ainda mais, pressionando quando as espanholas tinham a posse de bola. Mas, após empatar em lance bobo da defesa brasileira, a Espanha voltou a ficar à frente no placar com gol de Carmen, novamente em tiro de sete metros.

Alexandra, de sete metros, e Fernanda, em boa jogada pela ponta esquerda, recolocaram a seleção na ponta da disputa. O jogo seguiu equilibrado, e as duas equipes passaram a se alternar na liderança do placar. A Espanha voltou a abrir dois pontos, mas Alexandra diminuiu a sete minutos do fim e deu novo ânimo à equipe.

Em contra-ataque mortal, Deonise, melhor jogadora do time até então, fez mais um e deixou tudo igual, em 25 a 25. Nerea, no entanto, voltou a colocar as espanholas na frente. Alexandra, em linda jogada, empatou novamente e fez o Ibirapuera explodir em forma de apoio.

Com o placar empatado, o jogo seguiu tenso. Fernanda foi punida, e o Brasil ficou com uma jogadora a menos em quadra. Em um erro no ataque, com menos de 15 segundos para o fim, Piñedo avançou rapidamente e venceu o bloqueio da goleira Chana. A seleção tentou reagir, mas parou nas mãos da ótima goleira Silvia. O sonho, então, estava acabado. Como consolo, apenas os aplausos da torcida na arquibancada, em reconhecimento ao esforço das jogadoras no Mundial.

globo

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Brasil enfrenta a Espanha por vaga inédita na semifinal do Mundial Feminino de Handebol

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Brasil enfrenta a Espanha por vaga inédita na semifinal do Mundial Feminino de Handebol

Posted on 14 dezembro 2011 by hugo

Será um passo a mais no sonho de colocar o país no mapa mundial do esporte, diz técnico.

Mourten Soubak diz que, por enquanto, a vaga na semifinal é apenas um sonho para a seleção brasileira feminina de handebol.

Paulo, as brasileiras terão alcançado parte de um sonho, segundo o técnico Morten Soubak, o dinamarquês-brasileiro que conduz a seleção. A partida, eliminatória, pelas quartas de final, será às 20h, no ginásio do Ibirapuera.

Técnicos empurram favoritismo

Será o fecho da rodada que começa às 11h45 com Rússia e França (que fizeram a final do último Mundial, na China 2005, com ouro das russas pela terceira vez seguida), e ainda tem, às 14h30, Angola e Dinamarca, e às 17h15, Croácia e Noruega – de onde sairia a adversária do Brasil na semifinal.

Mas o técnico Morten não pensa adiante. É realista e se diz até irritado, pela ansiedade de conseguir que o handebol ganhe mais força no país.

- O Brasil não é favorito. O Brasil não tem nada ainda de handebol: nem tevê, nem uma escola, mais jogadoras, nada. O que temos é um sonho. E vencendo a Espanha teremos dado um passo a mais para entrar no mapa mundial do handebol.

A resposta foi ao técnico espanhol Jorge Dueñas de Galarza, que colocou o Brasil como favorito primeiro pelo nível técnico alto em que está jogando e segundo pelo “ambiente a seu favor”. Chegar às quartas era seu primeiro objetivo, falou – agora, é buscar algo maior.

A defesa das duas seleções vem sendo destacada neste Mundial e Galarza disse não aspirar a nada sem isso. Também não vê o Brasil como surpresa nas quartas de final – mesmo porque ganhou todas as suas partidas até então e mostrou sua força.

- A Espanha tem jogo diferente de muitos países, tem velocidade. Mas acho que o espírito de nossas jogadoras é que supera algumas carências do time, como a menor média de altura.

Morten não leva em conta o amistoso ganho sobre as espanholas por 28 a 24, na preparação para este Mundial, porque as rivais haviam acabado de chegar e “era um amistoso”.
- As oito seleções que seguem neste Mundial são muito fortes e não vejo favoritos nem do lado A nem do B.

Sobre duas “intrusas” – as seleções de Brasil e Angola – entre as europeias, nas quartas de final, Morten observou que é importante essa chegada.
- Mas temos de destacar que foi por mérito.

Para ele, é importante Brasil e Angola entre as oito do mundo, para o handebol crescer fora da Europa.

- Só que falta investimento. Falta muita coisa, ainda.

R7

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Atrás da 3ª estrela, Santos enfrenta o Kashiwa Reysol na estreia do Mundial

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Atrás da 3ª estrela, Santos enfrenta o Kashiwa Reysol na estreia do Mundial

Posted on 14 dezembro 2011 by hugo

Foram 175 dias de espera desde a conquista da Taça Libertadores. Neymar é a grande esperança santista. Brasileiros são armas da equipe japonesa.

No dia 22 de junho, após vencer o Peñarol, por 2 a 1, no Pacaembu, e conquistar a Taça Libertadores, o sonho da terceira estrela começou a ficar um pouco mais real para os santistas. Foram 175 dias de espera, ansiedade, preparação. Enfim, é chegada a hora. Nesta quarta-feira, às 8h30m (horário de Brasília), no estádio de Toyota, no Japão, o Peixe estreia no Mundial de Clubes. Disputará a semifinal com o Kashiwa Reysol, atual campeão japonês, comandado pelo brasileiro Nelsinho Batista. O time da casa acabou com o favoritismo do Monterrey, do México, nas quartas de final, no último domingo – venceu nos pênaltis por 4 a 3 (no tempo normal e prorrogação, 1 a 1), e ganhou o direito de enfrentar o Santos, de Neymar.
saiba mais

Neymar. É nele que se concentram as maiores esperanças de sucesso neste mundial para os santistas. O craque moicano, dos dribles imprevisíveis e com faro de gol sempre apurado, terá a missão de liderar o Santos em sua primeira tentativa de subir ao topo do planeta após 48 anos, quando a geração de Pelé, sem o Rei em campo, derrotou o Milan, no Maracanã, e se sagrou bicampeã mundial.

Antes, porém, há o Kashiwa. E depois, provavelmente, o Barcelona, favorito na outra semifinal contra o Al Sadd, do Qatar, quinta-feira, às 8h30m (Brasília), em Yokohama. O Barça todo mundo conhece. Já o Kashiwa também tem os seus perigos. Conta com a experiência de Jorge Wagner na bola parada e o talento de Leandro Domingues na armação de jogadas. Os brasileiros são as referências da equipe.

as escalações 2

Kashiwa – a maior preocupação de Nelsinho Batista é com o estado físico dos jogadores. A equipe japonesa ganhou o título nacional três dias antes da estreia no Mundial e já atuou em duas partidas do torneio (contra o Auckland City, da Nova Zelândia, e Monterrey, do México). Ainda assim, Nelsinho deverá manter a escalação utilizada nos dois jogos: Sugeno, Sakai, Kondo, Masushima e Hashimoto; Otani, Kurisawa, Tanaka, Jorge Wagner e Leandro Domingues; Kundo.

Santos – sem problemas para escalar a equipe principal, o técnico Muricy Ramalho vai mandar a campo uma equipe sem surpresas. Apenas o atacante Diogo, que ficaria no banco, não está à disposição. Ele tem uma lesão no músculo adutor da coxa direita. É dúvida até para domingo. Os titulares descansam desde o dia 27 de novembro, quando enfrentaram o Bahia, pela penúltima rodada do Brasileirão, e estão prontos: Rafael, Danilo, Bruno Rodrigo, Edu Dracena e Durval; Henrique, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges.

quem esta fora

Kashiwa – ninguém.

Santos – Diogo, com uma lesão na coxa direita.

fique de olho 2

Kashiwa – Os brasileiros Jorge Wagner e Leandro Domingues são os principais jogadores da equipe japonesa. Leandro na articulação das jogadas; Jorge, nas bolas paradas.

Santos – Neymar é centro das atenções do Peixe, seja onde for. Jornalistas, torcedores, todos disputam a atenção do craque. No jogo, serão os zagueiros do Kashiwa que precisarão estar atentos a ele.

o que eles disseram

Leandro Domingues, meia do Kashiwa: “É claro que sabemos dos limites do nosso time e da força do Santos. Mas já iremos para o nosso terceiro jogo na competição, e eles farão a estreia. Podemos aproveitar isso e, quem sabe, tentar surpreendê-los. Tudo será definido em apenas um jogo. Agora é tudo ou nada”.

Rafael, goleiro do Santos : “É uma equipe bem entrosada. Tem uma bola parada muito boa com o Jorge Wagner e Leandro Domingues. Além disso, também é muito bem treinada pelo Nelsinho (Baptista) e que corre muito. Sabemos que será um jogo difícil. Estou preparado para tudo”.

números e curiosidades

* Esse será apenas o segundo confronto entre Santos e Kashiwa na história. O primeiro foi disputado no dia 2 de março de 1994. As duas equipes ficaram no 0 a 0, em amistoso disputado em Fukuoka, no Japão.

* O Santos era dirigido por Pepe, que escalou os seguintes jogadores: Edinho; Índio, Júnior, Marcelo Fernandes e Silva; Gallo, Cerezo, Ranielli (Marcos Paulo) e Marcelo Passos (Zé Renato); Guga e Luciano (Neizinho).

* O Kashiwa Reysol contava com vários jogadores brasileiros na ocasião: o lateral esquerdo Nelsinho (ex-São Paulo, Flamengo e Seleção Brasileira); Aílton (ex-meia do Olaria, Flamengo, Fluminense e Grêmio) e Vágner Lopes (atacante brasileiro, que disputou a Copa do Mundo de 1998 pelo Japão).

globo

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Goleira marca no fim, e Brasil avança invicto no Mundial de handebol

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Goleira marca no fim, e Brasil avança invicto no Mundial de handebol

Posted on 10 dezembro 2011 by hugo

Atrás do placar durante toda a partida, a seleção venceu a Tunísia com gol de Babi no último segundo da partida e vai com moral às oitavas da competição.

O resultado já não interessava tanto. Classificado em primeiro lugar do grupo C no Mundial de handebol, o Brasil foi à quadra do ginásio do Ibirapuera para a última partida da primeira fase apenas para marcar presença. Recheada de reservas, a seleção, no entanto, encontrou uma rival eliminada, mas cheia de vontade. Sem chances de avançar às oitavas, a Tunísia liderou boa parte da partida e ficou muito perto impôr às donas da casa sua primeira derrota. Um gol no último segundo da goleira Babi, em lance espetacular, porém, garantiu a vitória brasileira e a invencibilidade até aqui: 34 a 33.

Francine, com oito gols, terminou a partida como a maior goleadora da equipe. Do outro lado, Rafika Marzouk, com dez, foi o principal destaque. O Brasil volta à quadra na próxima segunda-feira, pelas oitavas de final da competição. A seleção vai encarar a Costa do Marfim, quarta classificada no grupo D do Mundial, às 20h, no ginásio do Ibirapuera.

Tunísia começa melhor

Já classificado em primeiro lugar no Grupo C do Mundial e repleto de reservas em quadra, o Brasil saiu atrás no placar, mas a liderança da Tunísia durou apenas nove segundos. Com 39s de jogo, Moniky empatou o jogo. O ataque demorou a engrenar, mas boas defesas de Babi mantiveram o empate até que Francine marcou duas vezes e colocou o time da casa à frente por 3 a 1.

A vantagem não durou muito. Moniky, ansiosa na marcação, levou duas suspensões. Na segunda delas, a Tunísia virou o jogo. Elghaoui marcou e fez 6 a 5 para as visitantes com 1m40s de partida. O Brasil voltou a empatar o jogo com Jéssica, mas, em seguida, as africanas deslancharam no placar. Com quatro gols seguidos, se aproveitaram das falhas defensivas da seleção e abriram 11 a 7, com Haifa Abdelhak.

Apesar do incentivo da torcida, o Brasil não conseguia furar o bloqueio das africanas e se manteve atrás no placar até o fim do primeiro tempo. A poucos segundos do fim, Silvia diminuiu a diferença para 20 a 16 a favor das tunisianas.

Em jogada espetacular, Babi dá vitória ao Brasil

No segundo tempo, Chana entrou no lugar de Babi e passou a parar os ataques tunisianos. A seleção voltou melhor e, com dois gols de Samira e outros dois de Silvia, chegou ao empate: 20 a 20. As africanas, porém, voltaram a equilibrar a partida e assumir a dianteira, com dois gols de Rafika Marzouk.

O Brasil conseguiu tirar a diferença e empatou com gol de Jéssica, marcando 24 a 24 no placar. Assim como no primeiro tempo, porém, as brasileiras voltaram a vacilar na defesa, e as tunisianas tomaram mais uma vez a vantagem de quatro gols: 28 a 24. No pedido de tempo, o técnico Morten Soubak tentou arrumar a casa, mas pouco conseguiu.

À base da raça, a seleção voltou a empatar o jogo com gol de Francine: 31 a 31. Faltando três minutos para o fim da partida, o duelo ganhou em emoção. As tunisianas voltaram a ficar à frente, mas Francine marcou novamente e deixou tudo igual: 33 a 33.

No último minuto, com a bola nas mãos, a Tunísia foi toda à frente, buscando a vitória. Mas, após bola para fora, Babi arriscou e mandou direto para gol adversário na saída, marcando 34 a 33 e garantindo a invencibilidade brasileira na primeira fase do Mundial.

globo

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Brasil bate Romênia e segue invicto no Mundial Feminino de Handebol

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Brasil bate Romênia e segue invicto no Mundial Feminino de Handebol

Posted on 09 dezembro 2011 by hugo

Seleção Brasileira vence por 33 a 28 e lidera o grupo C, com quatro vitórias.

As meninas da seleção brasileira seguem fazendo bonito no Mundial de Handebol, que está sendo realizado em São Paulo. Diante de bom público no Ginásio do Ibirapuera, o Brasil bateu a Romênia por 33 a 28 e garantiu a liderança do grupo C da competição, com quatro vitórias em quatro jogos. A ponta Alexandra foi a artilheira do confronto: oito gols.

- Apanhei bastante e sofri muitas faltas, mas deu tudo certo e consegui ajudar a equipe. É muito bom quando a maioria das bolas entra – comentou a goleadora.

Empurrado pela torcida, o Brasil abriu 4 a 1 com facilidade. A Romênia reagiu, chegou a empatar a partida, mas não resistiu ao desempenho da equipe brasileira, que fez 9 a 5 com um gol da ponta Alexandra. No fim da etapa, as brasileira seguraram a dianteira e terminaram na frente: 14 a 11.

No segundo tempo, a Romênia apertou a marcação, seguiu na cola do Brasil, mas não arrancou a virada. A equipe verde-amarela admistrou o resultado e confirmou a sua invencibilidade: 33 a 28.

O Brasil volta a jogar nesta sexta-feira, às 19h45m, contra a Tunísia, para confirmar a liderança da chave na primeira fase. As romenas, no entanto, enfrentam a forte seleção francesa, às 17h15m.

globo

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Finalistas do Torneio Mundial serão conhecidos nesta sexta

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Finalistas do Torneio Mundial serão conhecidos nesta sexta

Posted on 09 dezembro 2011 by hugo

Os finalistas do 2º Torneio Mundial Feminino de Futsal serão definidos nesta sexta-feira (9/12), a partir das 17 horas (horário local), no ginásio Paulo Sarasate, em Fortaleza (CE). Portugal e Espanha fazem a primeira semifinal, enquanto Brasil e Rússia duelarão na sequência, às 19 horas.

Os cruzamentos das semifinais são exatamente os mesmos da edição passada, realizada na Espanha e vencida pelas brasileiras. Na ocasião, as sul-americanas passaram pelas russas pelo placar de 4 a 0, enquanto as portuguesas venceram as anfitriãs por 4 a 3. Na final, o time verde-amarelo bateu as lusitanas por 5 a 1.

A preparação do Brasil vem contemplando todas as possibilidades. “Estamos procurando preparar a equipe para evitar quaisquer surpresas. Nosso trabalho é de ver vídeos, analisar os adversários e passar todas as informações necessárias para as atletas. Lógico que a qualidade individual, a técnica de uma jogadora pode decidir e isso faz parte do jogo, mas temos que monitorar tudo”, disse o técnico Vander Iacovino.

“Temos o vídeo do ano passado, que não foge do que elas aplicam taticamente hoje. Elas têm algumas jogadoras novas, mas o trabalho que vem sendo realizado segue na mesma linha. A Rússia é uma equipe que joga fechada e procura os contragolpes”, destacou o comandante brasileiro.

Desfalque

A ala Jessiquinha está fora do restante do Torneio Mundial Feminino. A jogadora que saiu de quadra no segundo tempo do duelo desta quarta-feira (7/12), diante de Angola, passou por uma ressonância magnética que detectou o rompimento do ligamento cruzado do joelho esquerdo.

A lesão obrigará a jogadora a ser submetida a um procedimento cirúrgico, que deverá ser realizado na próxima semana em São Paulo (SP). Jessiquinha deve ficar seis meses afastada das quadras, em recuperação.

cbfs

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Brasil consegue virada histórica sobre a França no Mundial de Handebol

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Brasil consegue virada histórica sobre a França no Mundial de Handebol

Posted on 07 dezembro 2011 by hugo

Goleira Chana foi a melhor do jogo, em que o técnico Morten deu um nó tático rival francês.

“Podemos esperar cem anos para acontecer de novo”, disse Morten Soubak, o técnico do Brasil, sobre a vitória contra a França na noite desta terça-feira (6), no ginásio do Ibirapuera, pelo Grupo C do Mundial Feminino de Handebol que está sendo disputado em São Paulo.

Não apenas a vitória sobre as vice-campeãs mundiais foi rara, como a torcida presenciou uma virada histórica, com sete gols sobre as rivais no segundo tempo, ganhando por 26 a 22 depois do primeiro tempo atrás em 10 a 17.

A defesa foi mais agressiva e a goleira Chana ainda brilhou no segundo tempo, conseguindo um “bloqueio” – de vôlei – e ainda uma defesa de tiro de sete metros – como um pênalti de futebol. Com a vitória, a seleção brasileira está classificada para as oitavas de final e só dependerá dela quando à colocação – pode sair como primeira colocada, caso vença também a Romênia na quinta-feira (8) e a Tunísia.

A França fechou a primeira etapa até com certa tranquilidade, com as brasileiras contribuindo com muitos erros de ataque. No segundo tempo, o técnico Morten, dinamarquês-brasileiro, mudou taticamente a defesa de 6-0 para 5-1, com um “bico” como ele explicou, encravado no ataque das rivais, e também colocando as jogadoras mais adiantadas, para tentar anular a força física delas. O que deu certo.

Oliver Krumbholz, o técnico francês, cumprimentou o Brasil e se limitou a dizer que no segundo tempo sua seleção jogou muito mal – “no primeiro, o Brasil jogou mal; no segundo, jogamos mal – é a vida”. Não respondeu a uma pergunta sobre o que teria aprendido da partida, observando que “começos de Mundiais são assim e que campeonatos como este sempre serão muito difíceis”.

Mas, considerado um dos grandes estrategistas do handebol mundial, com certeza sentiu o baque de não se desvencilhar da mudança brasileira que colocou sua equipe sob pressão para cometer muito mais erros no ataque.

- Ele sabe bem o que aconteceu, tenho certeza. E não conseguiu sair. Hoje, pelo menos, ele não soube sair.

Morten também considerou a partida como a mais importante em sua carreira como técnico do Brasil – que não é tão extensa como a da goleira Chana, de 32 anos, que chorava em quadra mesmo antes da partida terminar, ouvindo seu nome gritado pela torcida.

- É o jeito dela. Chamou a torcida. No primeiro tempo, o Ibirapuera estava torcendo; no segundo, participando. E para mim faz muita diferença. Acho mesmo que, quanto maior o apoio da torcida, mais longe nós vamos.

Melhor jogo em Mundial

A goleira Chana, além de ter afirmado que a virada histórica sobre a França na noite desta terça-feira (6) foi seu melhor jogo pelo Brasil, em Mundiais, destacou a defesa da seleção e a mudança tática, dizendo que “buscar sete gols, e ainda contra a França… é porque é brasileiro, mesmo, porque é preciso muita raça para conseguir”.

A jogadora lembrou, no entanto, que é preciso pé no chão, porque a partida foi “apenas um passo” no Mundial e há erros a serem corrigidos – um deles, “não deixar abrir a contagem desse jeito”.

Duda, literalmente “gigante” na defesa com 1,86 m comentou que na segunda etapa a seleção partiu, sim, para uma postura mais agressiva em relação às faltas, além de acertar a parte tática.

- Agora temos de pensar que a Romênia, como a França. é uma equipe de força e com jogadoras que treinam praticamente o ano todo juntas, em casa. E tem muita tradição.

R7

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Brasil se desgasta fisicamente, mas garante vitória sobre Japão

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Brasil se desgasta fisicamente, mas garante vitória sobre Japão

Posted on 06 dezembro 2011 by hugo

Seleção passou com 32 a 24 pelo segundo jogo do Mundial Feminino de Handebol.

Para as jogadoras brasileiras, em sua maioria defendendo clubes da Europa, enfrentar equipes de velocidade da escola asiática é raro – um jogo a cada dois anos, como comentou o técnico Morten Soubak. Assim, mesmo tendo estudado muito as adversárias do Japão para o jogo desta segunda-feira (5) à noite, no ginásio do Ibirapuera, não foi fácil fechar os 32 a 24 no segundo jogo do Brasil no Grupo C do Mundial Feminino de Handebol de São Paulo.

A meia-direita Deonise destacou a dificuldade de enfrentar o Japão mas destacou a defesa brasileira na vitória.

- Jogamos sempre com equipes das Américas [como foi no Pan de Guadalajara, em outubro, quando as brasileiras foram campeãs], ou da Europa, com estilo mais parecido com o da gente. Por isso destaco a importância da nossa defesa contra as japonesas, como peça fundamental para ganharmos. Precisamos de muita ajuda entre nós.

De toda forma, as brasileiras têm experiência em Mundiais e Olimpíadas, acrescentou a jogadora, para se adaptar ao jogo mais rápido.

Nesta terça-feira (6), o Brasil enfrenta a França, às 19h45, também no ginásio do Ibirapuera.

O Mundial de são Paulo tem 24 seleções, divididas em quatro grupos – as outras sedes são Barueri, São Bernardo e Santos – com final marcada para o dia 18. A seleção campeã garante vaga para a Olimpíada de Londres 2012.

R7

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Campanha brasileira começa com goleada sobre Venezuela

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Campanha brasileira começa com goleada sobre Venezuela

Posted on 06 dezembro 2011 by hugo

A busca do Brasil pelo bicampeonato do Torneio Mundial Feminino começou com uma goleada sobre a Venezuela. Na noite desta segunda-feira (5/12) a Seleção Brasileira bateu as venezuelanas por 14 a 0, em confronto realizado no ginásio Paulo Sarasate, em Fortaleza (CE).

Com a vitória as anfitriãs chegaram aos três pontos se igualando à Espanha, que venceu Angola, por 7 a 1, no jogo que marcou a abertura da competição, realizado no inicio desta tarde. Brasileiras e espanholas se enfrentam nesta terça-feira (6/12), às 20 horas (horário local). Já a Venezuela jogará diante das angolanas, mais cedo, às 16 horas.

Com um jogo consistente, as brasileiras não deram chance para as adversárias. Vanessa abriu o placar para o Brasil. Após o rebote da goleira Mayuri, a ala concluiu para as redes, aos 2min41. O segundo tento verde-amarelo também foi após uma bola rebatida pela arqueira rival, desta vez Neguinha teve o trabalho de chutar para o fundo do gol, aos 4min08.

Ju Delgado fez o terceiro tento, ao aproveitar-se do bom posicionamento dentro da área, aos 8min15. Jéssika fez uma bela jogada individual e sofreu o pênalti, aos 9min41. Ela mesma cobrou e ampliou para as brasileiras. Logo na sequência, Luciléia marcou o quinto para o Brasil, aos 10min40. Jéssika fez mais dois aos 15min35 e aos19min27, enquanto Ju Delgado fechou a contagem no primeiro tempo, aos 19min57.

Logo nos primeiros movimentos da etapa final, Marcela anotou o seu, aos 20min40. O décimo gol da partida foi marcado aos 22min31, dos pés da ala Vanessa, que já havia marcado no primeiro tempo. Marcela também fez mais um, aos 24min15. De pênalti, aos 31min03, Ariane fez o décimo segundo tento verde-amarelo.

Luciléia, aos 34min44, e Marcela, aos 35min29, que também chegou ao seu terceiro gol na partida fecharam a goleada brasileira: 14 a 0. “Impomos um jogo bem forte e dificultamos muito a marcação adversária. Consegui marcar três gols e ajudei o grupo e isto que é importante”, disse a ala Jéssika, uma das artilheiras da partida.

Já a goleira venezuelana Maria encarou a goleada sofrida com bom humor. “Vou ter pesadelo com o Brasil esta noite. Elas formam uma equipe muito forte e aos poucos estamos aprendendo, e jogando contra as melhores”, finalizou.

cbfs

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