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LIGA MUNDIAL: Em Katowice, Brasil e Polônia fazem duelo de classificados

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LIGA MUNDIAL: Em Katowice, Brasil e Polônia fazem duelo de classificados

Posted on 29 junho 2011 by hugo

O primeiro de dois duelos entre os já classificados Brasil e Polônia, em Katowice, abre nesta QUARTA-FEIRA (29.06), a sexta e última rodada da primeira fase Liga Mundial de Vôlei 2011. O jogo terá início às 15h30 (de Brasília), no ginásio Spodek, e será transmitido ao vivo pelos canais Sportv e Esporte Interativo.

Brasil e Polônia chegam à última rodada da fase classificatória com suas vagas já garantidas na Fase Final da competição, que acontecerá entre os dias seis e 10 de julho na também polonesa Gdansk.

Os brasileiros são os líderes do Grupo A, com 24 pontos, seis a mais que Polônia e Estados Unidos. A pontuação do Brasil pode até ser igualada pelos rivais ao fim da primeira fase, mas ainda assim os brasileiros terão vantagem sobre os norte-americanos no set average, primeiro critério de desempate, independente dos resultados de seus jogos. A Polônia, sede da fase decisiva, ocupará o lugar do segundo colocado de pior índice técnico caso não termine a fase classificatória nas duas melhores posições da chave.

Com a vaga na Fase Final garantida, o técnico Bernardinho espera fazer os últimos ajustes para a etapa decisiva da competição nos confrontos com os poloneses.

“Estas partidas serão bons testes para nós, serão jogos que nos ajudarão a chegar em uma boa condição na Fase Final. A Polônia nos criou dificuldades nos jogos que fizemos no Brasil e já foi possível notar que a equipe evoluiu em alguns fundamentos em que não era tão boa antes. O time está cansado pela viagem e a diferença de sete horas em relação ao Estados Unidos, onde estávamos, atrapalha, mas vamos tentar fazer bons jogos”, afirma o treinador.

Para o ponteiro Giba, foco e concentração serão características fundamentais para que a equipe se apresente bem menos de 48 horas após enfrentar uma viagem que durou mais de 24 horas de Tulsa, nos Estados Unidos, a Katowice.

“Os jogos serão importantes para os dois times. Viemos de uma viagem longa e cansativa, mas a Liga Mundial é assim. A cada semana jogamos em um lugar diferente e às vezes o tempo é curto. O mais importante é que estejamos concentrados nas partidas, principalmente na primeira, quando o cansaço vai ser maior”, diz o capitão Giba.

Nos primeiros dois confrontos entre Brasil e Polônia na Liga Mundial 2011, duas vitórias brasileiras. No dia quatro de junho, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a seleção fez 3 a 0 e voltou a vencer no dia seguinte, desta vez por 3 a 1. No retrospecto geral, são 52 jogo e 38 vitórias do Brasil.

“Acredito que as duas equipes vão jogar melhor do que nas partidas no Brasil. A tendência é que todos estejam melhor fisicamente e com mais ritmo de jogo. A Polônia é um time forte, que vai exigir de nós. Temos que ter bastante atenção com o Kurek. Podemos voltar a cruzar com eles na Fase Final e é bom conquistarmos vitórias agora para ganhar moral”, acredita o ponteiro Murilo.

Wallace junta-se ao grupo em Katowice

Convocado para juntar-se ao grupo brasileiro na Polônia, o oposto Wallace já chegou a Katowice. O atacante do Sesi participou de alguns jogos no Brasil, mas não estava na lista de Bernardinho para as partidas fora do país. Ele foi chamado após a contusão de Leandro Vissotto, que sentiu um problema na coxa esquerda no primeiro jogo contra os Estados Unidos, na sexta-feira, em Tulsa.

Outros jogos

Também pelo Grupo A, a última rodada da fase classificatória terá duelos entre Estados Unidos e Porto Rico, em Long Beach. As partidas acontecerão na sexta e no sábado, às 23h. Os norte-americanos brigam por uma vaga na Fase Final, enquanto os porto riquenhos não têm mais chances de classificação.

Na chave B, a primeira vaga é da invicta Rússia, que soma 29 pontos. A Bulgária garantiu o segundo lugar do Grupo, mas, com 18 pontos, pode perder a classificação caso a Polônia não fique em primeiro ou segundo no Grupo A. Búlgaros e russos jogarão na quinta e na sexta, às 12h, em Varna. Já eliminados, Alemanha e Japão duelarão nos mesmos dias, às 13h30 e às 14h, em Stuttgart.

No Grupo C, Argentina e Sérvia são as duas melhores equipes, com 22 e 18 pontos, mas ainda não têm vaga assegurada na Fase Final. A primeira posição da chave será conhecida após os confrontos entre as equipes, na quarta, em Novi Sad, e na quinta, em Belgrado, às 15h. Os outros jogos do Grupo reunirão Finlândia e Portugal e serão realizados na quinta e na sexta, em Tampere, a partir das 12h30.

Na chave D, a primeira classificada é a Itália, com 25 pontos. Cuba, com 20, é a segunda melhor equipe, mas também corre o risco de perder a vaga para a Polônia. Italianos e cubanos jogarão na quarta, às 15h30, em Parma, e na sexta, às 14h, em Modena. Também em duas sedes, França e Coreia do Sul se despedirão da Liga Mundial 2011. O primeiro confronto será na quarta, às 16h, em Pau, e o segundo na sexta, no mesmo horário, em Boulazac.

cbv

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Em jogo nervoso, EUA vencem em casa e adiam classificação do Brasil

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Em jogo nervoso, EUA vencem em casa e adiam classificação do Brasil

Posted on 26 junho 2011 by hugo

A rivalidade com os americanos mais uma vez entrou em quadra. Em um jogo muito nervoso, com direito a erros da arbitragem para o time da casa, os Estados Unidos deram o troco da derrota de sexta-feira e venceram o Brasil por 3 sets a 1, com parciais de 25/20, 25/23, 22/25 e 25/23, em 1h57m, na partida disputada em Tulsa, no estado de Oklahoma. A classificação para a fase final, entretanto, continua bem encaminhada: com 24 pontos no Grupo A, o time precisa vencer dois sets em um dos dois jogos contra a Polônia, na próxima semana.

Ao contrário de sexta-feira, os americanos entraram muito bem em quadra. O destaque do jogo foi o central David Lee, que venceu o duelo contra o brasileiro Rodrigão. Além de bons ataques, o rival se sobressaiu no bloqueio. O maior pontuador do jogo foi o capitão William Priddy, com 17 pontos. Pelo Brasil, que chegou a apresentar uma reclamação formal contra o árbitro ao delegado do jogo no fim do segundo set, Murilo terminou com 15.

- O time não entrou com o mesmo foco, não teve a mesma postura de ontem. Defendemos muito menos do que ontem. Mas, mesmo jogando abaixo, tivemos as oportunidades de chegar no jogo. Mas não conseguimos e vale a pena a reflexão sobre isso – disse Bernardinho.

O Brasil começou o segundo jogo contra os Estados Unidos muito bem. Com Giba bem no saque, o time chegou a abrir uma boa vantagem bem no início, mas os rivais empataram o jogo em 5/5. A partida continuou equilibrada até a metade do set, quando Stanley encaixou uma boa sequência no saque e abriu 15/12 para os americanos, que ampliaram a vantagem até o fim do set e fecharam a primeira parcial em 25/20, após alguns erros da seleção de Bernardinho, em 25 minutos.

No segundo set, os brasileiros voltaram mais atentos, mas o bloqueio americano deixava o jogo bem equilibrado. Destaque do jogo de sexta-feira, o oposto Theo era um dos mais marcados. Ele só fez seu primeiro ponto no jogo quando o Brasil abriu 4/3. As duas seleções trocaram vantagem até o meio do período, quando Giba cometeu dois erros seguidos de ataque e deixou que os EUA abrissem 14/12. O time de Bernardinho se recuperou após o tempo técnico e empatou em 18/18.

Com o Brasil nervoso, algumas marcações da arbitragem em favor dos EUA começaram a irritar os jogadores. Os americanos abriram 21/19 com uma polêmica invasão por baixo de Murilo, não mostrada pelos replays. A seleção até tentou se recuperar com boas jogadas do levantador Bruninho, mas acabou perdendo a segunda parcial por 25/23, em 35 minutos.

Apesar disso, o nervosismo ficou longe da quadra no início do terceiro set. Os brasileiros começaram sacando muito bem e abriram uma vantagem de quatro pontos: 9/5. Apesar da boa atuação do meio de rede David Lee, o time de Bernardinho deslanchou e abriu 18/13. Entretanto, o desequilíbrio voltou a atacar na seleção e após alguns erros de Giba encostou no placar: 18/17. O técnico colocou Dante em quadra no lugar do camisa 7 e o Brasil recuperou a vantagem de dois pontos. Com um bom saque de Bruninho, o time fechou o terceiro set em 25/23, em 30 minutos.

Após o susto, os americanos voltaram mais ligados para o quarto set. Com bons ataques, eles abriram 8/4 antes do primeiro tempo técnico da parcial. O Brasil chegou a se aproximar, mas esbarrou mais uma vez nos erros de bloqueio e de defesa. Além disso, os saques forçados funcionaram pouco contra os EUA. Eles ainda cometeram erros no fim do set, mas Priddy atacou bem, fechou o set em 25/23, em 31 minutos e o jogo em 3 sets a 1.

globo

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Brasil derrota EUA e encaminha a classificação para fase final da Liga

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Brasil derrota EUA e encaminha a classificação para fase final da Liga

Posted on 25 junho 2011 by hugo

O Brasil deu um passo importante em direção à fase final da Liga Mundial. Apesar da desatenção no terceiro set, a seleção brasileira foi superior durante boa parte do jogo e venceu os Estados Unidos por 3 sets a 1, parciais de 25/21, 25/20, 21/25 e 25/19. Com o resultado da noite desta sexta-feira, em Tulsa, a equipe de Bernardinho chega a 24 pontos no Grupo A e está a um ponto de uma vaga na etapa que será disputada em Katowice, na Polônia.

Faltando três rodadas para o término da fase de classificação, a seleção brasileira consegue a vaga matematicamente com mais um ponto. Para isso, pode até perder seus últimos três compromissos, desde que um deles seja por 3 sets a 2. A primeira chance de selar a classificação será neste sábado, às 21h (de Brasília), outra vez contra os Estados Unidos, em Tulsa. O SporTV transmite ao vivo.

Quando o primeiro set estava empatado em 6/6, Leandro Vissotto sentiu uma fisgada na virilha e deixou a quadra. Para sorte do Brasil, Theo entrou inspirado. O oposto foi o maior pontuador do set (seis pontos) e ajudou a seleção a comandar ditar o ritmo da partida.

Porém, apesar da superioridade, o time de Bernardinho não conseguia se distanciar. Em uma sequência de saques de Stanley, os americanos conseguiram complicar ainda mais e empataram o duelo em 20/20. Mas o Brasil cresceu na hora certa. Sacando bem e aproveitando os contra-ataques, a seleção marcou quatro pontos seguidos e fechou o set em 25/21.

O Brasil manteve o bom ritmo no início do segundo set e, sem grandes problemas, abriu 4/0. Mas, depois de um pedido de tempo, os Estados Unidos se recuperaram, empatando a parcial. Mas Murilo resolveu aparecer e, com quatro pontos seguidos do ponteiro, além de um bloqueio de Rodrigão e um ataque de Théo, a seleção conseguiu abrir cinco pontos: 11/6. Os americanos até tentaram endurecer no fim do set, mas já era tarde: 25/20 para os brasileiros.

A equipe brasileira começou mais uma vez melhor no terceiro set, abrindo 5/2. Mas os Estados Unidos se recuperaram rapidamente e, depois de equilibrar o duelo, conseguiram abrir boa vantagem, se aproveitando dos erros da seleção: 18/13. Com a entrada de Marlon e a estreia de Dante na Liga Mundial, a equipe de Bernardinho até ensaiou uma reação, diminuiu a distância para dois pontos, mas não evitou o sucesso do adversário: 25/21.

Os brasileiros não se abateram e começaram o quarto set com agressividade. Mas, depois de abrir três pontos, o time deixou os donos da casa empatarem. O equilíbrio durou até a metade do set. Depois que abriu 14/10, o Brasil não deixou mais o rival se aproximar. Contando com grandes atuações de Theo (maior pontuador do jogo com 24 pontos), Murilo e Giba (17 pontos cada), a seleção fechou a parcial por 25/19 e garantiu a vitória por 3 sets a 1.

globo

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Em busca da classificação antecipada, seleção masculina chega aos EUA

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Em busca da classificação antecipada, seleção masculina chega aos EUA

Posted on 22 junho 2011 by hugo

Equipe do técnico Bernardinho enfrenta os americanos na sexta-feira e no sábado, em Tulsa, pela segunda fase da Liga Mundial.

A seleção brasileira de vôlei desembarcou na tarde desta terça-feira em Tulsa, em Oklahoma, nos Estados Unidos, onde enfrenta a seleção norte-americana na sexta-feira e no sábado, às 21h (de Brasília), pela segunda fase da Liga Mundial de Vôlei. Com 21 pontos no Grupo A, o Brasil garante vaga antecipada na fase final do torneio se vencer os dois confrontos, mas a tarefa não será tão simples, já que o adversário foi o único que conseguiu derrotar o time de Bernardinho neste ano, no segundo jogo em Belo Horizonte.

Além dos americanos, que somam 15 pontos na chave, restam ainda dois jogos da seleção brasileira com a Polônia, que mesmo com 12 pontos já está garantida na última fase por ser a sede da competição. Para o técnico Bernardinho, as quatro partidas serão as mais difíceis do ano até o momento.

- Estes jogos fora do país serão decisivos e as viagens, desgastantes. Serão as quatro partidas mais difíceis da primeira fase. Com uma vitória nos Estados Unidos e outra na Polônia, acredito que ficaremos em uma boa situação para avançar à Fase Final. Mas é claro que se pudermos, vamos tentar garantir a vaga antes. Seria importante até no sentido de poder dar ritmo a todos os jogadores.

Quem pode fazer sua estreia no torneio é o ponteiro Dante, que está recuperado de uma inflamação no joelho direito.

- A ideia é que o Dante já tenha algum espaço nestas partidas. Vamos ver como ele se comporta nos treinos. Dificilmente ele vai iniciar os jogos em quadra, pois vem há algum tempo sem jogar, mas quero aproveitá-lo, pois a primeira fase está acabando. Ele foi um jogador muito importante para a equipe nos últimos anos e precisamos dele bem – explica o treinador.

Como a seleção polonesa já está garantida na final, Brasil e Estados Unidos disputam a vaga destinada ao primeiro colocado do Grupo A. Quem ficar atrás terá de disputar com os segundos colocados das outras a classificação para a última fase. Os três maiores pontuadores avançam. A decisão a Liga Mundial acontece entre os dias seis e dez de julho.

Confira a relação dos jogadores brasileiros para as próximas partidas:

Levantadores: Bruno e Marlon
Opostos: Leandro Vissotto e Theo
Ponteiros: Giba, Murilo, Dante, João Paulo Bravo e Thiago Alves
Centrais: Lucas, Rodrigão e Sidão
Líberos: Serginho e Mario Junior

globo

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Sem relaxar, Brasil vence segundo duelo com Porto Rico em São Paulo

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Sem relaxar, Brasil vence segundo duelo com Porto Rico em São Paulo

Posted on 20 junho 2011 by hugo

Desta vez, não houve refresco. Depois da bronca na véspera pelo relaxamento no terceiro set no jogo de sábado, a seleção brasileira de vôlei jogou firme do começou ao fim e voltou a derrotar Porto Rico em São Paulo, pela Liga Mundial. Com Sidão de titular pela primeira vez na vaga de Rodrigão, o time de Bernardinho até encontrou mais resistência do que no dia anterior, mas voltou a mostrar superiodade e venceu em sets diretos: 25/10, 25/20 e 25/20.

O Brasil segue líder do Grupo A da competição, com 21 pontos. os Estados Unidos estão em segundo, com 15, seguidos pela Polônia, que tem 12. Porto Rico, que só venceu dois sets em oito jogos disputados, ainda não somou pontos. Nos dias 24 e 25, o Brasil volta a atuar pela Liga Mundial. Desta vez, o time de Bernardinho encara os Estados Unidos em solo americano.

Com o jogo mais cadenciado do que na véspera, o Brasil trabalhou bem a bola no início do primeiro set e colheu os frutos. Com Vissotto muito bem no saque, Giba marcou três pontos seguidos para o Brasil, um deles de bloqueio: 8/3. Diferentemente da véspera, em que só o capitão teve bons serviços, o fundamento foi bem executado por todo o grupo: Lucão, por exemplo, conseguiu dois aces. Com 14 pontos de desvantagem no placar, Cardona colocou Sanchez na vaga de Figueroa. O atacante de 21 anos até pontuou, mas não fez milagre. Com Sidão pelo meio e Giba e Murilo nas pontas, a equipe voltou a aplicar o placar mais elástico da Liga até o momento: 25/10.

Porto Rico voltou melhor na segunda etapa, mas continuou dando pontos de graça para o Brasil. Com Murilo muito bem na defesa, a seleção teve muitas oportunidades de contra-ataque, e Vissotto teve bom aproveitamento quando acionado, fosse soltando o braço ou com largadinha. O saque, nesta parcial, foi o calcanhar de Aquiles das duas equipes. O ataque porto-riquenho melhorou com Rivera e Muñiz, que conseguiu o empate em 15/15. Marlon variou bem as jogadas e, aos poucos, a seleção recuperou a vantagem. Pelo meio de rede, Sidão marcou 25/20 no placar.

No terceiro set, João Paulo Bravo voltou na vaga de Giba. Com a inversão desde o início, Théo reforçou o bloqueio e também apareceu bem no ataque. Mas, comandados pelo vibrante Figueroa, foram os porto-riquenhos que assumiram a ponta no placar, chegando a ter dois pontos de vantagem. A primeira pausa técnica esfriou um pouco os visitantes, e Marlon usou Bravo e Sidão para recuperar a dianteira. Com Thiago Alves no lugar de Murilo, a seleção administrou uma pequena margem até o 20º ponto. No período, Sidão foi um dos destaques, e até Marlon se arriscou no ataque, saltando do fundo de quadra. Inversão desfeita, a vantagem voltou a ser ampliada. Bruninho entrou, sacou e fechou o set e a partida: 25/20.

globo

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Brasil passa fácil por Porto Rico em SP e abre returno da Liga com vitória

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Brasil passa fácil por Porto Rico em SP e abre returno da Liga com vitória

Posted on 19 junho 2011 by hugo

Porto Rico bem que tentou fazer frente ao Brasil, mas acabou se tornando um espectador de luxo do passeio dos anfitriões. Após um primeiro set marcado por muitos erros de saque, a equipe de Carlos Cardona ficou desnorteada pelos ataques de Murilo e Lucão e pouco ameaçou no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Em três sets, com parciais de 25/20, 25/10 e 25/23, o time de Bernardinho somou mais três pontos e, com a ajuda da Polônia, que derrotou os Estados Unidos, voltou a disparar na liderança do Grupo A da Liga Mundial, com 18 pontos.

- Somamos mais três pontos importantes e estamos caminhando para a classificação para a fase final. Precisamos de outra boa vitória amanhã – disse Murilo, maior pontuador da partida, ao lado do central Lucas, com 12 pontos.

Neste domingo, as duas equipes voltam a se enfrentar na capital paulista, às 10h. A Rede Globo transmite a partida, dentro do Esporte Espetacular, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real.
Porto Rico começou a partida sem dar refresco ao Brasil e abriu 2/0 com um bloqueio de Figueroa. E, mesmo quando ultrapassada pelo time de Bernardinho, a equipe estrangeira seguiu na cola, se aproveitando principalmente dos erros de saque dos anfitriões.

Com Soto bem marcado, Figueroa chamou a responsabilidade e voltou a colocar os visitantes na frente: 16/15. Igualdade recuperada na sequência, Bernardinho promoveu a inversão para reforçar a rede, com Marlon e Théo. O levantador explorou as jogadas rápidas pelo meio e, quando o bloqueio rival se postou ali, usou bem os ponteiros Murilo e Giba. Com uma pancada de Lucão no saque, a seleção fechou a parcial em 25/20.

Brasil vence set pela maior diferença na Liga: 25 a 10
Embalado, o Brasil disparou na frente no início no segundo set, fazendo 8/3 em um erro do ataque porto-riquenho. A vantagem foi ampliada para sete pontos quando Giba foi para o saque. Por duas vezes, Lucão aproveitou a defesa mal feita para cravar junto à rede. Desnorteados, os estrangeiros cederam pontos bobos, como em uma boba passada de graça por Bruninho, que ninguém defendeu.

Murilo, antes mais focado no passe, passou a ser mais acionado no ataque, e correspondeu plenamente. Lucão, pelo meio, virou quase tudo que tentou. Em novo serviço do capitão brasileiro, o caçula da família Endres fez 25/10 e encerrou um set para os jogadores de Porto Rico apagarem da memória. A diferença foi a maior na competição até o momento.

Após levar uma chamada do técnico Carlos Cardona, o time de Porto Rico voltou mais ligado para o terceiro set, mas seguiu dando pontos ao Brasil. No time da casa, Bruninho passou a soltar mais a bola para Vissotto que, bem marcado, não teve um grande aproveitamento. Murilo e Lucão, entretanto, tratavam de manter o país na frente no placar.

Relaxado pelo resultado elástico na parcial anterior, a seleção abusou dos erros e viu a vantagem aberta no início se dissipar aos poucos pelas mãos de Soto e Rivera. Bernardinho foi à loucura e pediu tempo para acordar seus comandados. A bronca surtiu efeito, e o Brasil voltou a pontuar em série. O bloqueio de Porto Rico até tentou adiar a festa da torcida, mas Giba deu números finais ao confronto: 25/23.

globo

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Algozes do Brasil, EUA param rivais e dão troco no segundo duelo pela Liga

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Algozes do Brasil, EUA param rivais e dão troco no segundo duelo pela Liga

Posted on 13 junho 2011 by hugo

Em partida emocionte, atuais campeões olímpicos marcam principais jogadas brasileiras e batem a seleção de Bernardinho por 3 sets a 1, em Belo Horizonte.

Após a vitória de sábado, Bernardinho disse que não gostava de jogar contra os Estados Unidos sem valer. Mestres em estudar os adversários, os americanos fizeram exatamente o que o treinador brasileiro temia. Marcaram as principais jogadas brasileiras e, com menos erros do que na véspera, se tornaram os primeiros nesta Liga Mundial a bater o Brasil. Com a derrota por 3 sets a 1 (mesmo placar do dia anterior), parciais de 25/21, 25/22 e 16/25 e 26/24, a equipe brasileira perdeu a invencibilidade na fase de grupos, mas manteve a liderança da chave A. Com 15 pontos, o time de Bernardinho é líder, seguido justamente pelos algozes deste fim de semana, com 12.

Na primeira rodada do returno da fase de grupos, o Brasil recebe Porto Rico, em São Paulo, nos dias 18 e 19 de junho, sábado e domingo. Os americanos também jogarão em casa, nos dias 17 e 18, contra a Polônia.

Na equipe brasileira, Bernardinho optou por deixar o ponteiro João Paulo Tavares fora da partida e relacionou, pela primeira vez na competição, três opostos: Vissotto, Théo e Wallace. Do lado americano, Alan Knipe não surpreendeu e manteve a escalação da véspera, com Thornton na armação das jogadas.

O Brasil iniciou a partida na frente, explorando jogadas rápidas com Rodrigão e Lucão pelo meio. Com o bloqueio montado, os americanos pararam um a um os atacantes brasileiros e seguiram na cola no placar. Até que, em uma bola na rede de Vissotto, assumiram a dianteira: 5/4. Quando a vantagem rival chegou a quatro pontos, Bernardinho, que chegou a reclamar que as bolas estavam murchas, pediu tempo e promoveu cedo a inversão, com Wallace e Marlon em quadra.

A seleção seguiu com muitos erros não forçados, mas melhorou no bloqueio. Mesmo assim, os anfitriões chegaram à segunda parada técnica atrás no marcador: 16/11. Bem no saque, Wallace soltou o braço também no ataque e fez a diferença cair para três pontos. Mas os americanos voltaram a se distanciar. Com João Paulo Bravo preso seguidas vezes no bloqueio, Murilo e Rodrigão chamaram a responsabilidade no ataque do Brasil. Além deles, Vissotto tirou da manga uma largadinha. Mas, infelizmente, era tarde demais para uma reação, e Priddy, saltando do fundo, encerrou o set com 25/21.

No princípio da segunda parcial, a seleção tomou uma ducha de água fria. Apesar de algumas boas jogadas pelo meio, o ataque brasileiro parou seguidamente no paredão rival. A vantagem de quatro pontos já no princípio fez Bernardinho chamar Wallace e Marlon antes mesmo da primeira parada técnica.

A mudança melhorou o bloqueio brasileiro e as variações no ataque. Com Lucão, em jogada rápida pelo meio, o Brasil empatou em 14/14. Mas, para azar da equipe nacional, era um dia inspirado para Anderson. O número 1 americano, dono de um saque potente, também atacou bem e bloqueou com qualidade. No fim, Bernardinho atendeu aos gritos da torcida e chamou Sidão. O central, destaque na véspera, até marcou dois pontos, mas não conseguiu evitar a nova vitória parcial americana, desta vez, por 25/22.

Brasil reage, mas perde a chance de virar

Com a necessidade de vencer para seguir vivo no jogo, o Brasil voltou a mil no terceiro set. A seleção já iniciou a parcial com Marlon, Wallace e Sidão em quadra e levantou a torcida. Rodrigão, constante e seguro no meio durante toda a partida, seguiu como referência na rede. O oposto, ao lado de Murilo, se destacou tanto no bloqueio quanto no ataque, e a seleção conseguiu sua maior vantagem em todo o jogo até então: 14/9.

Alan Knipe até tentou esfriar os anfitriões, mas Sidão não deixou. No ataque e no bloqueio, o central mostrou eficiência e vibrou a cada ponto. Marlon, também fez sua graça e, em duas oportunidades, virou de segunda. Desconcertados, os americanos erraram em série: bola na antena, para fora e na rede. Murilo também ajudou, voltou a exibir sua melhor forma, e ampliou a vantagem para oito pontos. Com mais um bloqueio preciso do namorado de Dani Lins, o Brasil venceu seu primeiro set na partida: 25/16.

Animado pela torcida e pela significativa melhora de rendimento, a seleção iniciou o quarto set na frente, mas sem moleza. Murilo, na ponta, virava tudo, fosse explorando o bloqueio ou cravando no chão. Anderson e Lee respondiam na bola e também se queixando ao árbitro, reclamando muito das marcações.

Quem também reclamou, mas com o próprio time, foi Bernardinho. O técnico foi à loucura quando, por falta de comunicação, ninguém foi na bola defendida por Serginho. E o ponto perdido de bobeira faria falta mais à frente. Anderson e Millar, bem no ataque, recuperaram também a força do bloqueio dos Estados Unidos, que assumiram a ponta no marcador. Quando os americanos fizeram 18/15, Bruninho e Théo entraram em cena. Ao lado de Rodrigão, o oposto mostrou que os brasileiros também sabem bloquear e empatou a parcial.

O set ganhou contornos dramáticos. Murilo pontuou, mas sacou na rede. João Paulo Bravo marcou, mas atrapalhou Sidão em uma defesa relativamente fácil. Ignorando os gritos da torcida, os americanos mostraram frieza e se recuperaram. Após dois erros de Wallace, Anderson deu o golpe de misericórdia e fechou o jogo: 26/24.

globo

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De virada, Brasil se impõe e derruba os campeões olímpicos em Minas

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De virada, Brasil se impõe e derruba os campeões olímpicos em Minas

Posted on 12 junho 2011 by hugo

Seleção de Bernardinho perde o primeiro set, mas reage e vence os Estados Unidos pela Liga Mundial; equipes voltam a se enfrentar na manhã de domingo.

No início, o susto. Com banca de campeã olímpica, a seleção dos Estados Unidos acertou o primeiro golpe no Mineirinho lotado, pulou na frente e ameaçou repetir o resultado da final dos Jogos de Pequim. Mas a festa em Belo Horizonte ainda estava para começar. Apoiado por 14.800 torcedores em Belo Horizonte, o Brasil encontrou forças para reagir e venceu por 3 sets a 1 (parciais de 19/25, 25/21, 25/19 e 25/21). A vitória isola ainda mais a equipe de Bernardinho na liderança do grupo A da Liga Mundial, agora com 15 pontos, contra nove dos rivais deste fim de semana.

O confronto dos finalistas de Pequim-2008 tem novo capítulo marcado para este domingo, a partir das 9h50m, novamente no Mineirinho. A Rede Globo transmite a partida ao vivo.

- Nós nos adaptamos ao jogo. Os Estados Unidos são um time muito disciplinado taticamente, defende muito bem. Começamos um pouco tensos também. Jogar em casa é sempre motivo de ansiedade, mas soubemos administrar isso depois, tivemos paciência, com a entrada de grandes jogadores, como o Sidão. O importante é que estamos evoluindo a cada jogo – analisou o levantador Bruninho.

Dante foi poupado pela comissão técnica. Com uma inflamação no joelho, o ponteiro até tinha condições clínicas de atuar, mas a dor limitaria sua performance. Assim, João Paulo Bravo formou a linha de passe ao lado de Murilo e Serginho. Na posição de oposto, Bernardinho optou por Théo em vez de Wallace para compor o banco. Do lado americano, o técnico Alan Knipe escalou Thornton na armação das jogadas. No treino da véspera, o comandante havia testado também o albanês naturalizado Suxho na como levantador no time titular.

O pequeno rali já no ponto inicial, convertido para o Brasil por Murilo, deu a impressão de que o primeiro set teria uma batalha a cada disputa. Mas os americanos seguiram na cola brasileira e, em um ataque para fora de Vissotto, conseguiram assumir a dianteira no placar. Com saques muito forçados, bloqueio a postos e ainda contando com erros não forçados da equipe da casa, os rivais chegaram à parada técnica com 8/4 no placar.

A desvantagem fez o treinador antecipar a inversão para aumentar a rede, com Théo e Marlon em quadra. O oposto apareceu bem, convertendo dois pontos e ajudando na defesa: em um dos lances, buscou a bola no banco de reservas, mas Serginho errou ao passar na rede. Quando o marcador apontou 13/7, o técnico restabeleceu a formação inicial. Com reclamações dos dois lados sobre as marcações da arbitragem, a vantagem americana chegou a sete pontos na segunda parada técnica.

Murilo, João Paulo Bravo e Vissotto, em diferentes momentos, ficaram no paredão americano. A seleção também pecou no saque: vários pararam na rede ou foram para fora, enlouquecendo Bernardinho.

Com Rodrigão, em um ataque rápido pelo meio e um bloqueio na sequência, o Brasil até ensaiou uma reação. Na vaga de João Paulo Bravo, Thiago Alves entrou para estrear na Liga Mundial. As alterações, porém, não fizeram milagre. Os Estados Unidos administraram a margem construída no princípio da parcial e, com Millar, fecharam em 25/19.

Na segunda etapa, o Brasil voltou mais ligado e largou na frente. Com uma série de erros do ataque americano e uma ajudinha da sorte em um saque de Murilo, os anfitriões abriram 6/2. Mas a alegria da torcida logo se transformou em preocupação quando Priddy, inspirado na ponta, dizimou a vantagem e empatou o jogo em 8/8.

Se Vissotto e Bravo viravam de um lado, Lee e Millar também apareciam do outro, e a igualdade se mantinha. Em um ace de Anderson, os EUA tomaram a ponta pela primeira vez na parcial. No bloqueio simples, Stanley parou Murilo e deixou seu país à frente na parada técnica: 16/14.

Após uma série de erros de saques das duas equipes, Bernardinho colocou Sidão em quadra e ficou momentaneamente sem levantador. Com Rodrigão no saque, o central do Sesi subiu bem no bloqueio e deixou tudo igual mais uma vez: 19/19. Após novo ponto americano, foi a vez de Marlon sair do banco e fazer a diferença. O levantador conseguiu dois aces e deixou o Brasil a dois pontos de fechar o set. Théo, em uma disputa de bola pelo alto, e Murilo, contando com um erro de Lee, fecharam a parcial em 25/21 e igualaram a partida.

O bloqueio americano voltou a aparecer com eficiência no início do terceiro set e Priddy, saltando do fundo de quadra, fez 4/2 para os estrangeiros. A igualdade brasileira em 6/6 foi alcançada em uma jogada rara: Murilo mostrou habilidade e levantou, de costas, para o ataque preciso de Bravo.Após dois bloqueios triplos e uma bola disputada no alto, em que o árbitro pediu ajuda ao auxiliar na marcação, a seleção abriu 9/6. Com a responsabilidade dividida, cada hora um atleta diferente pontuava para o Brasil: Vissotto, Sidão, Rodrigão e até Bruninho, de segunda, deixaram sua marca. Em um bloqueio simples sobre Stanley, João Paulo Bravo marcou 16/12.

Com um aproveitamento excelente em seu serviço, Patak ameaçou uma reação adversária. A inversão de Bernardinho, porém, conteve o ímpeto americano. Sidão, bloqueando Stanley e em jogada rápida com Marlon pelo meio, se destacou. Com Théo explorando o bloqueio e uma bola fora do ataque rival, o Brasil fez 25/19.

No quarto set, com Bruninho no saque, os brasileiros conseguiram abrir 4/0. Russell Holmes, ex-jogador do Minas, foi o primeiro a pontuar para o lado americano. Aparentemente desorientados, os estrangeiros assistiram a Vissotto cravar uma bola espirrada e Murilo saltar do fundo de quadra, duas vezes, para fazer 8/3.

O baile brasileiro na etapa permaneceu o mesmo, contando ainda com muitos erros dos Estados Unidos. Algumas falhas bobas, inclusive, como a indefinição de que atleta iria em bolas relativamente fáceis. Nem a troca de levantadores, com Suxho em quadra, surtiu efeito. Do lado verde e amarelo, João Paulo Bravo se apresentou na ponta com segurança. Na vaga de Vissotto, Théo também fez sua parte. A poucos pontos do fim, Bernardinho desfez a inversão, mas o passeio continuou. Apoiado pelos gritos da torcida mineira, Murilo saltou do fundo de quadra para selar a vitória: 25/21.

globo

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De paraquedas na seleção, Éder começa do zero: ‘Foi um susto’

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De paraquedas na seleção, Éder começa do zero: ‘Foi um susto’

Posted on 10 junho 2011 by hugo

Central que substitui Gustavo na Liga Mundial não trabalhava com bola desde a eliminação do Florianópolis na Superliga 2010/2011, em abril.

O horário já passava das 23h de terça-feira quando Éder recebeu o telefonema de Mariana D’Aragona, chefe da delegação brasileira, avisando sobre sua convocação para a Liga Mundial. O central, que mantinha a forma física no Florianópolis, mas não treinava com bola desde que o clube foi eliminado na última edição da Superliga, ficou surpreso ao saber que seria o substituto de Gustavo.

- Foi um susto. Primeiro, pensei “O que eu faço agora?”, porque estava treinando só a parte física e nada de bola. Pensei que ia ter que começar do zero, em um ritmo totalmente diferente do resto do grupo, que já está no ritmo de competição. Vou ter que me esforçar muito para conseguir chegar perto deles agora. Nesta quinta eu já tive um pouco de contato com a bola, mas ainda sem saltar. Vamos aumentando a carga aos poucos para ver se, na semana que vem, consigo estar 100%.

O meio de rede, que atuará ao lado de Gustavo na equipe catarinense na próxima temporada, lamentou muito o fato de substituir o colega em circunstâncias tão delicadas. O jogador afirmou que foi muito bem recebido pelo grupo e que se esforçará para representar o campeão olímpico à altura.

- É uma situação complicada, bem chata. Há pouco tempo, na apresentação do nosso time, até comentei com o Gustavo que ele sempre foi um cara em quem me espelhei desde que comecei a jogar, porque ele já era da seleção, sempre foi um ídolo para mim. Era um prazer estar ali ao lado dele. A ausência aqui é um fato bem ruim. Infelizmente eu estou no lugar dele nessas circunstâncias, mas é a única solução possível. Vou aproveitar a chance e dar o máximo para ajudar o grupo.

O Gustavo sempre foi um cara em quem me espelhei desde que comecei a jogar”
Éder

Neste fim de semana, porém, são remotas as chances de Éder ser relacionado. Como ainda está em fase inicial de treinamento e precisa ganhar ritmo, a tendência é que Éder fique à disposição apenas para os jogos de volta contra Porto Rico, na próxima semana, em São Paulo.

- Vai ser feito um trabalho gradativo, e aos poucos vou aumentando o ritmo para não me machucar também. Para mim vai ser até bom não atuar este fim de semana. Quero poder ter uma atuação minimamente razoável, e não dar prejuízo ao grupo.

Com Éder no banco ou na torcida, o Brasil encara os Estados Unidos às 10h de sábado e às 9h50m de domingo, no Maracanãzinho. O duelo vale a liderança do Grupo A da Liga Mundial, e a Rede Globo transmite ao vivo, direto do Maracanãzinho.

globo

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Fratura no pé tira Gustavo de ‘revanche’ contra os EUA e da Liga Mundial

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Fratura no pé tira Gustavo de ‘revanche’ contra os EUA e da Liga Mundial

Posted on 09 junho 2011 by hugo

Gustavo ficou quase três anos sem vestir a camisa da seleção brasileira masculina de vôlei. Em seu retorno, o central participou de duas das quatro partidas realizadas até aqui pela Liga Mundial. Mas uma fratura no pé esquerdo o tirou da ‘revanche’ contra os Estados Unidos, justamente o último adversário do meio de rede antes da volta. E mais. O veterano está fora de todo o resto da competição.

Gustavo sofreu uma fratura no quinto metatarso do pé esquerdo. Como o prazo de recuperação é de cerca de quatro semanas, ele não jogará mais a Liga Mundial. Éder foi chamado para seu lugar. “Estou fora mesmo. É muito triste, uma decepção enorme. Mas estou conformado, não tem o que fazer. O negócio é ósseo e tem que imobilizar mesmo. Não é perto do dedinho, é bem no meio do pé. Por pouco não tive que operar. Por este lado, tive até sorte”,

A seleção brasileira está em Belo Horizonte em preparação para os dois jogos contra os Estados Unidos, no sábado e domingo. E Gustavo não terá a oportunidade de reencontrar o algoz do time verde-amarelo na última Olimpíada. Na final em Pequim-2008, o Brasil perdeu por 3 a 1 e ficou com a prata. Na época, o central anunciou sua aposentadoria da equipe nacional, aos 33 anos.

“Estou bem triste, porque estava em evolução. Estava melhorando o entrosamento com os dois levantadores e com os jogadores no dia a dia. Estava bem fisicamente. E tinha uma grande expectativa para estes jogos contra os Estados Unidos. Contra eles é sempre uma revanche”, disse. O lance da fratura ocorreu no treino de terça-feira.

De volta à seleção após quase três anos, Gustavo participou de dois dos quatro jogos na Liga Mundial. Foi titular nos segundos jogos contra Porto Rico e Polônia. Marcou 16 pontos na somatória dos confrontos, sendo sete de bloqueio.

Gustavo ainda está em Belo Horizonte, mas deve retornar para São Paulo ainda esta noite. No Twitter recebeu várias mensagens de apoio, fez questão de agradecer e não perdeu o bom humor: “O jeito é ir pra casa ser cuidado pela minha Garotchinha @RackyEndres Mas do fundo meu coração: OBRIGADO!!!!”, postou.

O central já está com pé esquerdo imobilizado e usando uma bota. Mesmo sem condições de jogo, prometeu estar na torcida no ginásio do Ibirapuera, em São paulo, nas partidas contra Porto Rico nos dias 18 e 19 de junho. “Tenho que ficar imobilizado e com o pé para cima, mas dá para caminhar. Vou torcer sim. Já serão dez da fratura”, contou.

uol

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