Tag Archive | "liga mundial"

Bruninho, após 1ª vitória na Liga: ‘Hoje jogamos como um verdadeiro time’

Tags: ,

Bruninho, após 1ª vitória na Liga: ‘Hoje jogamos como um verdadeiro time’

Posted on 21 maio 2012 by hugo

Foi pelas mãos de Bruninho que o Brasil encontrou o caminho rumo à primeira vitória na Liga Mundial, após duas derrotas. Reserva nos dois primeiros jogos – contra Polônia e Canadá -, o levantador começou jogando e teve boa atuação contra a Finlândia, neste domingo. Marcou quatro pontos de saque no triunfo por 3 sets a 1 (23/25, 25/13, 25/22 e 31/29), em Toronto.

 

- Nós tivemos jogos difíceis nesta fase e estou feliz porque hoje jogamos como um verdadeiro time. Todos os jogadores se ajudaram e isso é muito importante para nós. Na próxima semana teremos jogos muito importantes para seguirmos com a meta que é chegar na fase final – disse Bruno.

 

Para Bernardinho, o entrosamento melhor neste domingo se deu porque parte do time que esteve em quadra disputou o Pan de Guadalajara, no ano passado. O Brasil jogou sem Giba, Murilo e Leandro Vissotto.

 

- Essa é uma composição nova, de jogadores que nunca jogaram juntos. O time de hoje foi mais regular porque tivemos parte do grupo que esteve nos Jogos Pan-Americanos. O Bruno tem bom entrosamento com o Sidão e o Lucão, e isso facilitou o trabalho. Os resultados não são os que gostaríamos, mas apresentamos pontos positivos nesta primeira etapa. A postura da equipe foi 100% – disse Bernardinho.

 

A seleção retorna ao Brasil e treinará durante a semana no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ). No domingo, viajará para Katowice, na Polônia, onde disputará a segunda etapa, contra as mesmas equipes.

 

globo

Comments (0)

Na volta de Ricardinho, Brasil perde da Polônia na estreia na Liga Mundial

Tags: , , ,

Na volta de Ricardinho, Brasil perde da Polônia na estreia na Liga Mundial

Posted on 19 maio 2012 by hugo

Havia quase cinco anos Ricardinho  que não entrava em quadra usando aquela camisa amarela. O retorno do jogador à seleção brasileira de vôlei foi logo como titular, mas não como se esperava. O levantador terminou a partida no banco, substituído por Bruninho, que comandou uma reação do Brasil. Mas nem assim foi o suficiente para evitar a vitória da Polônia por 3 sets a 2 (25/22, 27/25, 25/27, 22/25 e 15/12), na primeira rodada da Liga Mundial, no Ricoh Coliseum, no Canadá.

 

A última partida de Ricardinho pela seleção havia sido no dia 15 de julho de 2007, quando o Brasil derrotou a Rússia por 3 sets a 1 para conquistar o heptacampeonato da Liga Mundial, e o levantador foi escolhido o melhor jogador da competição. Depois, acabou cortado da lista para o Pan do Rio e só voltou ao time agora.

 

Neste sábado, o Brasil enfrenta o anfitrião Canadá, às 17h (de Brasília).

 

O Brasil começou bem a partida, mantendo-se na frente no início. Ricardinho concentrou o jogo no ponteiro Dante e no oposto Wallace, principais pontuadores da equipe no set. E o levantador também marcou dois pontos. Mas a vantagem brasileira, que chegou a ser de quatro pontos (20/16), sumiu na reta final da partida. A Polônia emendou uma sequência de 9/2 e, na largadinha de Bartman, fechou o primeiro set em 25/22.

 

O segundo set começou equilibrado, mas não demorou para o Brasil tomar a liderança e abrir quatro pontos após ataque de Dante para fazer 14/10. Mas, outra vez, a Polônia foi tirando a diferença aos poucos e virou o duelo para fazer 19/18. No bloqueio de Winiarski, a equipe europeia chegou a 24/22. Os comandados de Bernardinho chegaram a salvar três set points, mas em um erro brasileiro, os poloneses fizeram 27/25 para abrir 2 sets a 0.

 

A terceira parcial teve história diferente. Foi a Polônia quem largou na frente e chegou a abrir 10/6. Bernardinho, que já havia colocado Thiago Alves no jogo, decidiu então apostar em Bruninho. Deu certo, e o Brasil conseguiu se recuperar aos poucos. Ainda assim, os europeus tiveram dois match points, mas Wallace apareceu muito bem para comandar o ataque brasileiro e fazer 27/25, mantendo a seleção viva na partida.

 

Bruninho voltou como titular para o quarto set no lugar de Ricardinho, e as duas equipes fizeram um duelo muito equilibrado. Em um bloqueio de Wallace, o Brasil abriu dois pontos (20/18) e não deixou mais o adversário se recuperar. Em dois ataques para fora da Polônia, a seleção brasileira venceu por 25/22 e levou a decisão para o tie-break.

 

Apesar da reação brasileira, foram os poloneses que voltaram com tudo para o set decisivo. Winiarski aparecia muito bem, e Jarosz aproveitou bola de graça para fazer 9/3. O Brasil não desanimou e, em um bloqueio de Thiago Alves, encostou no placar (9/8). A equipe europeia mais uma vez abriu vantagem com Jarosz (13/9), mas Thiago Alves novamente manteve a seleção na partida (13/11). Mas, em um ataque que bateu no bloqueio brasileiro e foi para fora, a Polônia chegou à vitória com 15/12 no quinto set.

 

globo

Comments (0)

LIGA MUNDIAL 2012: Brasil faz primeira partida contra a Polônia

Tags: , ,

LIGA MUNDIAL 2012: Brasil faz primeira partida contra a Polônia

Posted on 18 maio 2012 by hugo

A seleção brasileira masculina de vôlei fará a primeira partida oficial do ano nesta SEXTA-FEIRA (18.05), na estreia da Liga Mundial 2012. O adversário será a Polônia e o confronto às 21h (horário de Brasília), no Ricoh Coliseum, em Toronto (Canadá), sede da primeira etapa do Grupo B. A partida terá transmissão do Sportv e do Esporte Interativo. Além de Brasil e Polônia, Canadá e Finlândia estão completam o grupo.

Para o técnico Bernardinho, na teoria, a Polônia tem tudo para ser o principal adversário desta etapa. Mas outros fatores preocupam o treinador brasileiro. “Temos três desfalques. Jogadores históricos como Giba, conhecido no mundo todo, Murilo, que é uma peça importante na nossa equipe, e Leandro Vissotto, que vem sendo titular na posição de oposto”, comentou Bernardinho, que esclarece os outros detalhes.

“É o nosso primeiro jogo oficial da temporada, contra a Polônia, uma equipe fortíssima e isso é um complicador. Nosso ritmo de jogo ainda não foi adquirido e jogaremos em menos de 24h entre um jogo e outro, o que considero prejudicial. Mas vamos ter que lidar com isso. Temos que fazer o nosso melhor dentro das condições que, neste momento, são adversas”, comentou o treinador brasileiro.

E, em se tratando de Polônia, Bernardinho ressalta a força da equipe medalha de prata no classificatório para os Jogos Olímpicos, realizado entre novembro e dezembro do ano passado, no Japão, onde a Rússia ficou com o ouro e o Brasil com o bronze – resultados que garantiram os três em Londres.

“A Polônia está com a equipe completa, a mesma que foi vice-campeã na Copa do Mundo do ano passado, e é uma das fortes candidatas na briga por medalhas em Londres. Estrear contra eles é uma dificuldade enorme que temos, mas que serve como parâmetro para o nosso trabalho. Essa estreia funciona muito como um laboratório para que possamos avaliar o trabalho desenvolvido até agora”, explicou Bernardinho.

Do experiente ao novato

Para o ponteiro Dante, um dos mais experientes do grupo aos 31 anos, todos os adversários do grupo exigem cuidados.

“Temos que prestar bastante atenção aos três times. Temos falado muito sobre a Polônia que, claro, é uma das favoritas, mas os outros também exigem atenção. A Finlândia já ganhou do Brasil, tem um volume de defesa muito alto e joga muito bem taticamente. E o Canadá tem um jogo taticamente muito bom e que sabe minar muito bem o adversário”, destacou Dante.

Estreante em Liga Mundial, seu companheiro de posição, Lucarelli, de 20 anos, está ansioso, porém determinado para a primeira partida.

“A expectativa é a melhor possível. Temos um grupo muito bom, muito forte e que está preparado para enfrentar um bom adversário, que vem em uma grande fase. De qualquer maneira, também estamos bem e queremos a vitória”, disse Lucarelli, que está no Canadá pela primeira vez. “Estou achando a cidade muito bacana, mas está muito frio”, brincou o ponteiro.

Ainda em Toronto, o Brasil enfrentará o Canadá no SÁBADO (19.05), às 17h, e a Finlândia no DOMINGO (20.05), no mesmo horário – ambos de Brasília.

Depois do Canadá, as quatro seleções se enfrentarão em Katowice, na Polônia, nos dias 1, 2 e 3 de junho. A terceira etapa será em São Bernardo do Campo (SP), no Brasil, nos dias 8, 9 e 10 de junho. E na quarta etapa as quatro equipes jogarão em Tampere, na Finlândia, nos dias 15, 16 e 17 de junho. A Fase Final acontecerá de 4 a 8 de julho, em Sofia, na Bulgária.

cbv

Comments (0)

Em busca do10º título da Liga Mundial, Brasil pega a Rússia

Tags: ,

Em busca do10º título da Liga Mundial, Brasil pega a Rússia

Posted on 10 julho 2011 by hugo

A seleção brasileira masculina de vôlei está classificada para mais uma decisão da Liga Mundial. Ontem, na cidade de Gdansk, na Polônia, a equipe fez um confronto equilibrado com a Argentina, em duelo válido pelas semifinais, e triunfou por 3 sets a 0 (25/22, 42/40 e 25/23). Com a vitória, o Brasil ampliou a sua vantagem no confronto direto com a Argentina na Liga Mundial, com 20 triunfos em 20 partidas.

É a 22ª vez que a Liga Mundial é disputada e o Brasil vai disputar sua 12ª decisão. Agora, o desafio da equipe dirigida por Bernardinho será conquistar o 10º título do torneio. A decisão será hoje, às 15 horas (de Brasília), contra a Rússia, que pouco depois da vitória brasileira ontem, bateu a Polônia por 3 sets a 1 (25/22, 25/22, 22/25 e 25/17).

O oposto brasileiro Theo foi o maior pontuador da partida de ontem, com 23 pontos, 3 a mais do que o argentino Facundo Conte. A Argentina cometeu muitos erros no início do jogo e o Brasil aproveitou para abrir 8/5. Os argentinos, porém, reagiram e viraram o placar para 11/9.

Dessa vez, quem se recuperou foi o Brasil, que conseguiu a virada no saque de Theo (13/12) e chegou a fazer 22/17. A Argentina fez quatro pontos seguidos contando com o forte saque de Conte, mas não conseguiu impedir o triunfo brasileiro por 25/22, definido com um bloqueio de Giba e Lucão.

O segundo set começou equilibrado, mas a Argentina conseguiu deslanchar após o segundo tempo técnico e fez 19/16. O Brasil, porém, reagiu e fez 21/20. Depois, o que se viu foi uma interminável troca de pontos e vários set points para as duas equipes. A seleção brasileira se deu melhor e venceu por 42/40.

Em vantagem, o Brasil começou o terceiro set melhor e foi ao primeiro tempo técnico com uma vantagem de dois pontos (8/6). Os argentinos tentaram reagir, se revezaram na liderança do placar, mas a seleção cometia poucos erros e fez 19/16. Depois disso, não perdeu mais a dianteira do placar e fechou o set em 25/23 e a partida por 3 a 0 com um bloqueio de Bruno.

RETROSPECTO POSITIVO Os brasileiros defenderão um retrospecto positivo contra os russos em jogos decisivos da Liga Mundial, tendo derrotado o rival neste tipo de confronto em 1993, 2007 e 2010, enquanto a Rússia levou a melhor em 2002.

O oposto Theo fez vários elogios ao rival de hoje. “O time da Rússia é muito alto e eles melhoraram bastante na regularidade do saque do ano passado para cá. Teremos de jogar com inteligência e precisaremos trabalhar todas as bolas da melhor maneira”, frisou, para depois falar de destaques do adversário. “O Muserskiy é um central muito alto (2,18 metros) e merece muita atenção, assim como o oposto, Mikhaylov, que sempre pontua muito e é extremamente regular.”

Já ao falar da vitória sobre os argentinos, Bernardinho destacou a paciência e a tranquilidade exibida pelo time brasileiro ontem. “Estou satisfeito porque fizemos um bom jogo contra a Argentina, que é um time difícil de enfrentar pelo volume de jogo e pela maneira como eles atuam, sempre fugindo do bloqueio. Eles não são mais uma promessa, já são uma realidade. Tivemos paciência e soubemos usar nossa experiência nos momentos finais de cada set”, observou.

globo

Comments (0)

Brasil supera próprios erros, derrota a Argentina e fica a um passo do deca

Tags: , , ,

Brasil supera próprios erros, derrota a Argentina e fica a um passo do deca

Posted on 09 julho 2011 by hugo

Em jogo de segundo set de 42 pontos, seleção de Bernardinho tem trabalho para vencer hermanos, mas vai à final. Serginho, com dores na virilha, é dúvida.

Os passes não encaixavam, a recepção era ruim e, do outro lado, sobrava vontade. A última vitória expressiva da Argentina sobre o Brasil foi no distante ano de 1988, na disputa do bronze nas Olimpíadas de Seul. Com um time jovem e talentoso, os hermanos tentaram repetir a dose neste sábado, desta vez na semifinal da Liga Mundial, em Gdarsk, na Polônia. Em uma atuação irregular, a seleção de Bernardinho teve trabalho, principalmente no interminável segundo set. A experiência em decisões, no entanto, sobrou nos momentos decisivos. Com uma vitória por 3 sets a 0, parciais 25/22, 42/40 e 25/23, em 1h35m, o Brasil avança à final em busca do décimo título da disputa.

O adversário será definido nesta tarde de sábado, no duelo entre Rússia e Polônia, às 15h (horário de Brasília). O Brasil encara o vencedor do duelo neste domingo, às 15h, antes, às 12h, os argentinos buscam o bronze contra o perdedor da outra semifinal.

O grande nome brasileiro no jogo foi Théo. O oposto marcou 23 pontos e foi o responsável pelas principais jogadas de ataque do Brasil. Giba e Lucão, ambos com 13 pontos, também foram personagens importantes na vitória. Pela Argentina, Facundo Conte, com 20 pontos, foi o principal destaque.

Para a final, o Brasil ganhou uma preocupação. O líbero Serginho sentiu dores na virilha e vai ser examinado pelo médico da seleção para avaliar suas condições para a final.

Brasil erra muito, mas vence primeiro set

O início não foi dos melhores. Não demorou muito, e a Argentina achou seu melhor caminho para surpreender o Brasil. Com saques forçados, todos em cima de Giba, os hermanos levaram dificuldades ao time de Bernardinho, em dia pouco inspirado. Com duas recepções ruins do capitão da seleção, Sole e Pereyra abriram dois pontos de vantagem e marcaram 11 a 9 no placar.

O próprio Giba foi quem diminuiu, após explorar muito bem o bloqueio argentino. Melhor jogador em quadra, Théo sacou bem e conseguiu a virada brasileira, com 13/12. Apesar dos erros, principalmente nos saques, a seleção conseguia manter a vantagem. Os rivais chegaram a pressionar no fim do set, mas o Brasil abriu a contagem com 1 a 0, com 25/22.

Em segundo set interminável, Brasil exagera nos erros, mas vence

Assim como no primeiro set, a Argentina, depois de bloqueio pelo meio, abriu o placar. Lucão, de saque, empatou, mas o Brasil seguia sem se impor. Do outro lado, os argentinos, mesmo sem brilhar, mostravam vontade e davam trabalho.

O caminho era pelo meio, mas o Brasil esbarrava em atuações instáveis de Bruninho e Sidão, aniversariante do dia. Destaque da virada sobre os EUA, que garantiram a seleção na semifinal, Giba voltou a chamar a responsabilidade para si. Apesar de um erro no contra-ataque, o capitão soltou o braço e empatou o jogo em um momento complicado: 22 a 22.

Murilo, em grande ataque pelo meio, conseguiu um ponto praticamente perdido para o Brasil. Mas De Secco, em boa deixada, empatou tudo. O Brasil chegou a ter o set point, mas a Argentina voltou a deixar tudo igual. Murilo, em saque na rede, desperdiçou outra oportunidade, e De Secco, no saque, fez 26 a 25 para os rivais.

Após erro no serviço argentino, Bernardinho mandou Rodrigão para a quadra. Mesmo assim, o ataque dos hermanos funcionou, e o placar marcava 27 a 26. Mas, depois de dois erros, a Argentina mostrou nervosismo, e o Brasil virou. Em erro de saque, Giba cedeu o empate, e o jogo se transformou em uma sequência de falhas dos dois lados.

A cada ponto brasileiro, a Argentina respondia, empatando o jogo. A cada erro argentino, os brasileiros devolviam a gentileza e não conseguiam encerrar o set interminável. Até que Théo, novamente decisivo no jogo, devolveu a tranquilidade à seleção e fechou em inacreditáveis 42/40, em exatos 40 minutos, fazendo 2 a 0.

Brasil melhora e fecha a partida

Bernardinho não poupou a voz e tentou acertar os detalhes para o set decisivo. A equipe brasileira voltou melhor e encontrou uma Argentina abatida com a perda na parcial anterior. O aproveitamento no ataque melhorou, e o Brasil logo foi construindo uma boa vantagem.

Os rivais, no entanto, voltaram a dar trabalho. Com um ponto de Conte, grande nome da equipe argentina, os hermanos ficaram pela primeira vez à frente no placar: 13 a 12. A seleção brasileira, porém, soube acalmar a empolgação rival e voltou a assumir a dianteira.

Os erros brasileiros, no entanto, voltaram, e a vantagem, que era de três pontos, foi embora, depois da entrada de Vissotto e Marlon para a inversão. Bernardinho, então, mandou Bruninho e Théo de volta à quadra. Assim, com autoridade, a seleção fechou o set e a partida em 25 a 23, em ponto de bloqueio, garantindo a ida à final e mais um passo rumo ao deca da competição.

globo

Comments (0)

‘Sem fazer força’, Rússia bate o Brasil e passa em 1º para as semis da Liga

Tags: , , ,

‘Sem fazer força’, Rússia bate o Brasil e passa em 1º para as semis da Liga

Posted on 08 julho 2011 by hugo

Com equipe mista, Brasil perde para o time de Vladmir Alenko por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/20 e 25/17, e agora enfrenta a Argentina.

Muitos “reservas”, muitos erros e pouca empolgação. Já classificados para as semifinais da Liga Mundial, Brasil e Rússia frustraram os torcedores que esperavam um bom jogo entre as duas equipes de melhor campanha na fase de grupos da Liga Mundial. Melhor no saque e no bloqueio, o time de Vladmir Alenko venceu o de Bernardinho – como definiu o líbero Serginho – sem fazer força. Em 3 sets a 0, parciais de 25/20, 25/20 e 25/17, a Rússia garantiu a liderança do Grupo F com 100% de aproveitamento na chave, enquanto o Brasil se manteve em segundo com cinco pontos.

Neste sábado, o Brasil enfrenta a Argentina, líder da chave E, às 15h (horário de Brasília). O confronto sul-americano vale vaga na decisão do torneio.

A Rússia começou o jogo com duas modificações em relação ao time base, com Spiridonov e Apalikov em quadra. Do lado brasileiro, apenas Sidão e Serginho tinham sido titulares na véspera: Dante, Marlon, João Paulo Bravo e Rodrigão foram escalados. No banco, a novidade foi o líbero Mário Júnior, relacionado para uma partida pela primeira vez nesta competição.

Mais um primeiro set perdido

O Brasil teve que correr atrás do placar desde o início e, após erros de Vissotto e Dante, viu a Rússia chegar à primeira parada técnica com 8/5 no placar. Na volta, Marlon foi feliz ao explorar mais as jogadas com Sidão e Rodrigão pelo meio, mas o bloqueio rival manteve a vantagem.

Enquanto o saque russo entrava com qualidade, os brasileiros cediam pontos em erros: foram 10 contra quatro dos adversários em toda a parcial, dois deles em invasões de Dante. Bernardinho deu instruções, gesticulou e gritou bastante, mas desvantagem era grande. Rodrigão parou no bloqueio simples de Muserskiy e a seleção seguiu sem vencer um set inicial na fase final: 25/20.

Brasil melhora, mas para no bloqueio rival

No segundo set, o Brasil voltou com ânimo renovado, e Leandro Vissotto ajudou a seleção a abrir 6/2. A vantagem, porém, foi dizimada. Primeiro, com Muserskiy pelo meio e no bloqueio. Depois, no serviço de Apalikov Nikolay, a Rússia conseguiu reverter o placar para 14/11.

Serginho tentou sacudir o time no intervalo: “Eles não estão nem fazendo força para ganhar da gente”, disse o líbero. Mas o fato é que o bloqueio adversário seguiu implacável. Um a um os atacantes brasileiros pararam na barreira e viram o marcador apontar 21/13. O Brasil ainda ganhou fôlego com Théo e Bruninho na inversão, mas o capitão Khtei tratou de impedir a reação: 25/20.

Apatia em quadra e clima quente no banco

A equipe verde e amarela voltou para a terceira etapa com Mário Júnior na vaga de Serginho. Mas a nova linha de passe não conseguiu segurar o saque russo e, com a desvantagem de 3/0, o treinador brasileiro pediu tempo. A seleção reagiu após a bronca, mas logo cometeu erros bobos e voltou a mostrar apatia.

Nos pontos finais, o clima ficou quente. Vissotto encarou um atleta russo, o técnico adversário não gostou e discutiu brevemente com Bernardinho. A partir daí, os rivais vibraram em dobro a cada ponto e – principalmente – após um bloqueio sobre o oposto brasileiro. Em novo erro na recepção, o set terminou com 25/17 no placar para os rivais, classificados para as semifinais na primeira posição do Grupo F.

globo

Comments (0)

Giba comanda virada sobre os EUA, e Brasil vai às semis da Liga Mundial

Tags: , , , , ,

Giba comanda virada sobre os EUA, e Brasil vai às semis da Liga Mundial

Posted on 07 julho 2011 by hugo

Após primeiro set para esquecer, seleção soma três pontos e disputa liderança da chave com a Rússia, nesta sexta-feira, às 8h30m (de Brasília).

O início pífio deu a impressão de que o Brasil sofreria como na véspera. Mas Giba chamou a responsabilidade, mostrou a mesma qualidade de quando foi eleito melhor jogador do mundo e comandou a virada brasileira sobre os Estados Unidos, nesta quinta-feira, na Ergo Arena. Com 3 sets a 1 no placar, parciais de 15/25, 25/22, 25/22 e 25/15, a seleção conquistou três pontos, se classificou para as semifinais da Liga Mundial 2011 e mandou os algozes das Olimpíadas de Pequim de volta para casa.

Nesta sexta-feira, a seleção volta à quadra contra a Rússia, já classificada para as semifinais da competição, em confronto direto pela liderança do Grupo F. A partida acontece às 8h30m (horário de Brasília).

Um set para esquecer

O Brasil entrou em quadra com a mesma formação que conseguiu a virada sobre Cuba na véspera: Serginho como líbero, Murilo e Giba nas pontas, Théo de oposto, Bruninho na armação e Lucão e Sidão na rede.

A partida começou disputada ponto a ponto, com Lee sendo o mais acionado e eficiente do lado americano. Bruninho, por outro lado, tentava variar as jogadas entre Théo, Lucão e Giba. Os adversários conseguiram se distanciar no placar após dois lances duvidosos, que geraram reclamação do time verde e amarelo. Por duas vezes, a arbitragem não marcou toque do bloqueio após ataque de Murilo, e os Estados Unidos abriram quatro pontos em 13/9.

Bernardinho antecipou a inversão, mas Marlon e Vissotto pouco contribuíram e logo voltaram para o banco. A seleção se desconcentrou e viu os rivais, no serviço de Anderson, alcançarem nove pontos de vantagem em 21/12. Nem com a formação inicial restabelecida a equipe conseguiu reverter o placar: erros em sequência, uma invasão de Sidão pelo alto e um ataque de Priddy na diagonal deram números finais ao set: 25/15.

Mesmo com pressão, o Brasil reage

No segundo set, o Brasil se encontrou. Bruninho passou a explorar mais as jogadas com Giba e Murilo. Quando as pontas foram marcadas, Lucão fez a diferença. O central marcou três pontos seguidos, dois de bloqueio e um de ataque, deixando a seleção com 6/1 no placar.

De volta da parada técnica, os americanos encaixaram uma grande série e, com Stanley e Anderson no saque, dizimaram a vantagem brasileira e empataram em 12/12. Giba, que virou duas vezes para manter a seleção à frente, teve que segurar os ânimos dos colegas em novo erro da arbitragem – depois o juiz de rede assumiu a falha na marcação. O placar seguiu apertado mas, se o saque americano complicava a vida brasileira, o camisa 7 voltava a colocar a bola no chão. No final, com a inversão feita, Vissotto marcou seu primeiro ponto no jogo e fechou a parcial em 25/22.

Giba neles!

No início da terceira parcial, Sidão se destacou. O central fez três pontos de ataque e também se manteve bem no bloqueio. Enquanto os americanos abusavam dos erros e se preocupavam mais em reclamar com a arbitragem, o Brasil abriu vantagem de três pontos. Mas, após a parada técnica, os rivais encaixaram o bloqueio e assumiram a dianteira em um ataque para fora de Théo:13/12.

Com a inversão feita, o Brasil voltou à frente em um ace de Giba. Mas, como os Estados Unidos mais uma vez recuperaram a ponta, Bernardinho restabeleceu a formação inicial. Anderson sentiu dores no ombro direito e foi sacado por Alan Knipe. Na seqüência, os americanos comemoraram um ponto antes da hora, e Murilo pôs o Brasil em vantagem. Giba virou duas seguidas em resposta aos pontos rivais, e Lucão, pelo meio e no bloqueio, fechou a parcial em 25/22.

Estados Unidos se rendem, e Brasil vai às semis

O Brasil voltou à disputa no quarto set disposto a encerrar a jogo. Até Lucão, que não vinha bem no saque, deixou o a seleção com 4/1 após um ace. Os americanos não conseguiam responder à altura e, desconcertados, somaram erros bobos, cedendo 13/6 no placar. Anderson, após receber atendimento, retornou à quadra, mas pouco pôde fazer.

O bloqueio verde e amarelo se transformou em arma eficiente e acabou com o moral do rival: Murilo, Sidão e Théo se destacaram no fundamento e deixaram a seleção com 18/10. Com os rivais rendidos, a vantagem foi administrada até Sidão cravar no chão, devolvendo o placar do primeiro set e selando a classificação às semis da Liga Mundial: 25/15.

globo

Comments (0)

Em jogo emocionante, Brasil acorda e vira sobre Cuba pela Liga Mundial

Tags: , , ,

Em jogo emocionante, Brasil acorda e vira sobre Cuba pela Liga Mundial

Posted on 06 julho 2011 by hugo

Em jogo dramático, seleção vence no tie-break, parciais de 18/25, 21/25, 25/16, 30/28 e 15/12, e ocupa segunda colocação no Grupo F.

A reação foi espetacular. Após dois sets apáticos, o Brasil pôs os reservas em quadra e acordou para, no tie-break, bater Cuba com parciais de 18/25, 21/25, 25/16, 30/28 e 15/12. Com destaque para Lucão, que se redimiu de uma falha feia para se tornar o homem de segurança na reta final, a seleção somou dois pontos e ocupa a segunda colocação do Grupo F da Liga Mundial, atrás apenas da Rússia, com três.

Nesta quinta-feira, às 8h30m, o Brasil volta à quadra contra os Estados Unidos. Os americanos, precisam da vitória para seguirem vivos na competição já que, nesta quarta, perderam de virada para a Rússia por 3 sets a 1, parciais de 29/31, 25/16, 25/21 e 25/22.

Brasil para no bloqueio cubano

Nesta quarta-feira, a escalação brasileira teve duas novidades. A primeira, prevista, foi o retorno de Leandro Vissotto à equipe, recuperado de um edema na coxa sofrido no primeiro jogo em Tulsa, contra os Estados Unidos. Marlon, que entrou bem contra a Polônia nos últimos confrontos da fase de grupos, foi a surpresa.

Em quadra, Cuba começou a partida na frente, quebrando o passe brasileiro ao forçar o saque em Dante. Com Bell, melhor atacante da fase classificatória de acordo com as estatísticas da FIVB, e Leon se alternando nas pontas, os adversários abriram quatro pontos de vantagem (14/10), e Bernardinho pediu tempo.

Logo em seguida, o treinador promoveu a inversão, chamando Bruninho e Théo para reforçar o bloqueio. Mas quem se destacou no fundamento foi Cuba, primeiro com Camejo e depois com Mesa. Os erros da seleção se multiplicaram, e nem com a restituição do time que começou a partida o placar ficou favorável. Em uma disputa pelo alto entre Vissotto e Leon, o cubano garantiu o primeiro set com folga: 25/18.

Irregular, seleção cede mais um set

A bronca no intervalo pareceu acordar o Brasil, que logo abriu 3/1. A pequena margem, porém, logo desapareceu, e uma boa série de Murilo foi apagada por ataques frustrados de Vissotto e Lucão. Após três pontos seguidos, os rivais assumiram a ponta (13/12), e Bernardinho colocou Bruninho em quadra.

A seleção conseguiu empatar em 18/18 mas, irregular, permitiu que Cuba permanecesse na frente, com vantagem oscilando entre um e três pontos. Quando o Brasil atacava bem pelo meio, errava a mão no saque e desperdiçava a chance de encostar. Dois bloqueios seguidos sobre Leandro Vissotto deram o set para os cubanos e deixaram a seleção em situação complicada na partida: 25/21.

Reservas entram e cena deixam a seleção viva no jogo

No terceiro set, o Brasil voltou com uma formação completamente nova, com Sidão, Giba, Théo e Bruninho nas vagas de Rodrigão, Dante, Vissotto e Marlon. Os reservas deram novo ânimo à equipe, que contou ainda com uma série de erros cubanos. Lucão finalmente se encontrou em quadra, e Murilo deixou o Brasil na frente pela primeira vez em uma parada técnica: 8/3.

O bloqueio da seleção passou a funcionar e deteve os ataques de Hernandez. Giba e Murilo também se apresentaram com qualidade, e ampliaram a vantagem para oito pontos: 16/8. Os jovens Cepeda e Leon até ensaiaram uma reação, mas a superioridade no placar já estava construída. Murilo, em ataque na diagonal, manteve o Brasil vivo na partida: 25/16.

Em set dramático, Lucão leva o Brasil ao tie-break

A quarta parcial foi a mais disputada desde o princípio. Com os cubanos novamente ligados e os brasileiros precisando vencer, cada ponto era comemorado com muita vibração. Cuba chegou ao primeiro tempo técnico na frente e, quando abriu 13/9, fez Bernardinho pedir tempo.

A seleção conseguiu a igualdade em 15/15 no serviço de Giba, mas sofreu com Leon e Bell na sequência. Quando Cuba fez 23/20, a partida ganhou contornos dramáticos. O Brasil voltou a empatar em 24/24, mas perdeu a chance de passar a frente quando Lucão perdeu o tempo da bola. Após dois matchpoints salvos, Bruninho deu ao central a se redimir e, pelo meio, fechar a parcial em 30/28.

Sem chance de errar no tie-break, a seleção abriu 2/0 em um bloqueio de Théo.Cuba tentou encostar, mas não conseguiu parar Lucão. Pelo meio, o central se tornou homem de segurança nas bolas decisivas. Quando era marcado pelo bloqueio, Bruninho acionava Murilo e Théo. Em um ataque de Hernandez para fora, a seleção conseguiu o que parecia impossível: 15/12 na parcial e vitória de virada.

globo

Comments (0)

Brasil encara Estados Unidos, Rússia e Cuba na fase final da Liga Mundial

Tags: , , , , ,

Brasil encara Estados Unidos, Rússia e Cuba na fase final da Liga Mundial

Posted on 04 julho 2011 by hugo

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) divulgou neste domingo a composição dos grupos da fase final da Liga Mundial 2011, que será disputada de quarta-feira a domingo, em Gdansk, na Polônia. Na chave F, o Brasil enfrentará novamente Estados Unidos, além de Rússia e Cuba.

O Brasil faz seus três jogos na fase final às 8h30m (de Brasília). As demais partidas do grupo serão disputadas às 6h (de Brasília). Para a chave E, formada por Polônia, Argentina, Itália e Bulgária, os horários reservados são 12h15m e 15h (de Brasília).

Na abertura da fase, na quarta-feira, a equipe de Bernardinho enfrenta Cuba. No dia seguinte, a seleção brasileira duela contra os Estados Unidos pela quinta vez na competição. Na sexta-feira, o jogo contra a Rússia encerra a etapa para o time verde e amarelo.

As duas melhores equipes de cada grupo avançam às semifinais, que serão realizadas no sábado. A final e a disputa pelo terceiro lugar serão no domingo, dia 10, na Ergo Arena.

Carrasco na final das Olimpíadas de Pequim-2008, os Estados Unidos se classificaram às finais da Liga em segundo no grupo A, atrás do Brasil. Das quatro partidas entre os times na primeira fase, a seleção de Bernardinho venceu duas: uma em casa e uma fora.

A Rússia foi a primeira colocada do Grupo B. Cuba estava no D e levou uma das três vagas entre os segundos colocados – a Polônia, terceira do grupo do Brasil, tinha vaga por ser a sede.

globo

Comments (0)

Brasil bate Polônia fora de casa e vai como líder às finais da Liga Mundial

Tags: , , , ,

Brasil bate Polônia fora de casa e vai como líder às finais da Liga Mundial

Posted on 30 junho 2011 by hugo

Em dia pouco inspirado, Murilo marca apenas cinco pontos. Théo, substituto de Vissotto, é o melhor da partida. Times voltam a jogar nesta quinta-feira.

Bastava vencer dois sets. Depois faturar um, perder outro e levar alguns puxões de orelha de Bernardinho, a missão estava cumprida. Classificada desde sábado às finais da Liga Mundial, a seleção brasileira de vôlei assegurou a liderança do Grupo A nesta quarta-feira, contra a Polônia. Com Dante como titular pela primeira vez, Giba e Rodrigão no banco e Murilo em dia pouco inspirado – marcou o primeiro ponto apenas na terceira parcial -, segurou os donos da casa e fechou por 3 a 1: 25/23, 18/25, 25/16 e 26/24. As equipes voltam a se enfrentar nesta quinta, às 15h30m (de Brasília), em jogo que encerra a fase classificatória. Veja, no vídeo ao lado, os melhores lances da vitória.

O duelo desta quarta foi um aperitivo para a fase final, de 6 a 10 de julho. A Polônia, classificada por ser a sede, lotou o ginásio Spodek. Caso sejam ultrapassados pelos Estados Unidos, os donos da casa eliminam o segundo colocado de pior desempenho entre os quatro grupos. Na sexta e no sábado, os americanos recebem os porto-riquenhos, já eliminados. O Brasil tem 27 pontos, contra 18 de Polônia e EUA.

Quando chegou ao Spodek nesta quarta, o time de Bernardinho foi recebido com música brasileira. Aquele palco, para o treinador, remetia a boas lembranças. Ali, em 2001, ele conquistou seu primeiro título no comando da seleção, justamente o da Liga Mundial. Agora, tenta levar a equipe ao decacampeonato.

Sem poder contar com Leandro Vissotto, com uma lesão na coxa esquerda, Bernardinho chamou Wallace para viajar com o time para a Polônia. Mas a vaga de titular, como previsto, foi de Théo, destaque nas partidas contra os EUA. Nesta quarta, ele foi o maior pontuador – 20 pontos – e ganhou o troféu de melhor do jogo.

Foi dele o primeiro ponto de ataque da seleção, quando perdia por 2 a 5. Empurrada pela torcida e comandada por Bartman e Kurek, a Polônia saiu na frente. Lucão, em ataque pela esquerda, encostou em 6 a 7 e, depois de um saque forçado, conseguiu empatar. Théo levou a seleção ao tempo-técnico com vantagem de um ponto.

Dante marcou o 12º ponto do time, seu primeiro na partida. Théo, de bloqueio, abriu dois pontos pela primeira vez. Mas a Polônia seguiu na cola e, na segunda parada-técnica, estava na frente. Foi a vez de o Brasil farejar o empate. Conseguiu no 18º, no 19º, no 20º, este depois de um péssimo saque de Bakiewicz. Sidão deu o troco, com um ace. Após um longo rali, o melhor do jogo até então, Théo marcou o 22º ponto e foi comemorar com Bernardinho. Depois, explorou o bloqueio, e Dante conseguiu o primeiro set point. O ponteiro desperdiçou o saque, mas após passe de Marlon, atacou pelo meio e fechou em 25/23.

Melhor do mundo no ano passado, Murilo, assim como no primeiro set, tinha dificuldade de atacar. E a Polônia continuava pressionando. Bartman explorou o bloqueio, e o time foi para a parada-técnica em vantagem. O Brasil tentava impedir que os donos da casa abrissem dois pontos. Théo empatou em 12 a 12 e, no lance seguinte, o árbitro não deu um desvio de Lucão no ataque de Kurek. No empate em 14, Murilo por pouco não marcou pela primeira vez, em uma pancada, mas a Polônia defendeu. Coube a Bruninho, de segunda, garantir o ponto. No 16º ponto polonês, Bernardinho se desesperou quando o árbitro voltou atrás e marcou um desvio do bloqueio brasileiro.

Na volta do tempo-técnico, a Polônia abriu 17 a 15, e Bernardinho parou o jogo. A bronca não adiantou. Numa bola para fora de Théo, os donos da casa abriram 19 a 16. Em um erro de Lucão, 21 a 17, a maior diferença do jogo até aquele momento. E Bernardinho parou de novo. Na volta, foi Murilo quem atacou para fora. Dante foi bloqueado, e a Polônia abriu 24 a 17. O Brasil salvou um set point, mas Bartman, de novo ele, fechou em 25 a 18.

Murilo marca o primeiro ponto apenas no terceiro set

No terceiro set, a história parecia se repetir. Em dois minutos de desconcentração do lado brasileiro, a Polônia abriu 3 a 1. Mas foi só um susto. Sidão, com dois pontos seguidos de saque, virou. Murilo, que seguia sem nenhum ponto, levantou para Théo ampliar. Dante e Lucão aumentaram para 7 a 3, e os poloneses só voltaram a marcar em um bloqueio de Kurek. No tempo-técnico, o Brasil tinha 8 a 4.

Se Murilo não conseguia atacar, investia em outros fundamentos. Foi com um bloqueio que ele marcou pela primeira vez, abrindo 14 a 7. No tempo-técnico, a vantagem era de seis pontos. Quando o Brasil abriu 18 a 11, o italiano Anastasi, técnico da Polônia, parou a partida e trocou quatro jogadores. Nada adiantou. Murilo fez seu primeiro ponto de ataque em 20 a 13 e se empolgou. Marcou mais um e levou o Brasil a 23 a 14. A Polônia evitou dois set points, até Grzegorz errar um saque. Bruninho, de ace, fechou em 25 a 16.

Murilo acerta a mão no ataque e fecha o jogo com um bloqueio

A Polônia voltou a assustar no quarto set e, na primeira parada, a vantagem era de três pontos. Lucão, em um bloqueio simples, encostou em 7 a 8. Murilo marcou seu quarto ponto, em um ataque. Uma bola para fora de Bartman pôs o Brasil na frente pela primeira vez no set. Sidão bloqueou Kuerk e abriu 13 a 11.

Os poloneses tentavam, aos trancos e barrancos, se manter vivos: Kurek assustava no ataque, e o bloqueio funcionava bem. Quando empataram em 19, Bernardinho parou. E de novo deu um puxão de orelha. A liderança já estava garantida. Faltavam cinco pontos para a vitória. A Polônia ultrapassou em 22 a 21, mas Théo empatou – seu 20º e último ponto no jogo. Um ataque para fora dos donos da casa fez Anastasi parar o jogo. Wallace, que pouco ficou em quadra, marcou de bloqueio. A Polônia salvou dois match points, um deles em uma condução de Marlon: 24 a 24. Lucão recuperou a vantagem. E coube a Murilo fechar, com seu quinto ponto.

globo

Comments (0)

Advertise Here
banner-forum-pde
Advertise Here

INFORMAÇÕES