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Em busca do10º título da Liga Mundial, Brasil pega a Rússia

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Em busca do10º título da Liga Mundial, Brasil pega a Rússia

Posted on 10 julho 2011 by hugo

A seleção brasileira masculina de vôlei está classificada para mais uma decisão da Liga Mundial. Ontem, na cidade de Gdansk, na Polônia, a equipe fez um confronto equilibrado com a Argentina, em duelo válido pelas semifinais, e triunfou por 3 sets a 0 (25/22, 42/40 e 25/23). Com a vitória, o Brasil ampliou a sua vantagem no confronto direto com a Argentina na Liga Mundial, com 20 triunfos em 20 partidas.

É a 22ª vez que a Liga Mundial é disputada e o Brasil vai disputar sua 12ª decisão. Agora, o desafio da equipe dirigida por Bernardinho será conquistar o 10º título do torneio. A decisão será hoje, às 15 horas (de Brasília), contra a Rússia, que pouco depois da vitória brasileira ontem, bateu a Polônia por 3 sets a 1 (25/22, 25/22, 22/25 e 25/17).

O oposto brasileiro Theo foi o maior pontuador da partida de ontem, com 23 pontos, 3 a mais do que o argentino Facundo Conte. A Argentina cometeu muitos erros no início do jogo e o Brasil aproveitou para abrir 8/5. Os argentinos, porém, reagiram e viraram o placar para 11/9.

Dessa vez, quem se recuperou foi o Brasil, que conseguiu a virada no saque de Theo (13/12) e chegou a fazer 22/17. A Argentina fez quatro pontos seguidos contando com o forte saque de Conte, mas não conseguiu impedir o triunfo brasileiro por 25/22, definido com um bloqueio de Giba e Lucão.

O segundo set começou equilibrado, mas a Argentina conseguiu deslanchar após o segundo tempo técnico e fez 19/16. O Brasil, porém, reagiu e fez 21/20. Depois, o que se viu foi uma interminável troca de pontos e vários set points para as duas equipes. A seleção brasileira se deu melhor e venceu por 42/40.

Em vantagem, o Brasil começou o terceiro set melhor e foi ao primeiro tempo técnico com uma vantagem de dois pontos (8/6). Os argentinos tentaram reagir, se revezaram na liderança do placar, mas a seleção cometia poucos erros e fez 19/16. Depois disso, não perdeu mais a dianteira do placar e fechou o set em 25/23 e a partida por 3 a 0 com um bloqueio de Bruno.

RETROSPECTO POSITIVO Os brasileiros defenderão um retrospecto positivo contra os russos em jogos decisivos da Liga Mundial, tendo derrotado o rival neste tipo de confronto em 1993, 2007 e 2010, enquanto a Rússia levou a melhor em 2002.

O oposto Theo fez vários elogios ao rival de hoje. “O time da Rússia é muito alto e eles melhoraram bastante na regularidade do saque do ano passado para cá. Teremos de jogar com inteligência e precisaremos trabalhar todas as bolas da melhor maneira”, frisou, para depois falar de destaques do adversário. “O Muserskiy é um central muito alto (2,18 metros) e merece muita atenção, assim como o oposto, Mikhaylov, que sempre pontua muito e é extremamente regular.”

Já ao falar da vitória sobre os argentinos, Bernardinho destacou a paciência e a tranquilidade exibida pelo time brasileiro ontem. “Estou satisfeito porque fizemos um bom jogo contra a Argentina, que é um time difícil de enfrentar pelo volume de jogo e pela maneira como eles atuam, sempre fugindo do bloqueio. Eles não são mais uma promessa, já são uma realidade. Tivemos paciência e soubemos usar nossa experiência nos momentos finais de cada set”, observou.

globo

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Brasil supera próprios erros, derrota a Argentina e fica a um passo do deca

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Brasil supera próprios erros, derrota a Argentina e fica a um passo do deca

Posted on 09 julho 2011 by hugo

Em jogo de segundo set de 42 pontos, seleção de Bernardinho tem trabalho para vencer hermanos, mas vai à final. Serginho, com dores na virilha, é dúvida.

Os passes não encaixavam, a recepção era ruim e, do outro lado, sobrava vontade. A última vitória expressiva da Argentina sobre o Brasil foi no distante ano de 1988, na disputa do bronze nas Olimpíadas de Seul. Com um time jovem e talentoso, os hermanos tentaram repetir a dose neste sábado, desta vez na semifinal da Liga Mundial, em Gdarsk, na Polônia. Em uma atuação irregular, a seleção de Bernardinho teve trabalho, principalmente no interminável segundo set. A experiência em decisões, no entanto, sobrou nos momentos decisivos. Com uma vitória por 3 sets a 0, parciais 25/22, 42/40 e 25/23, em 1h35m, o Brasil avança à final em busca do décimo título da disputa.

O adversário será definido nesta tarde de sábado, no duelo entre Rússia e Polônia, às 15h (horário de Brasília). O Brasil encara o vencedor do duelo neste domingo, às 15h, antes, às 12h, os argentinos buscam o bronze contra o perdedor da outra semifinal.

O grande nome brasileiro no jogo foi Théo. O oposto marcou 23 pontos e foi o responsável pelas principais jogadas de ataque do Brasil. Giba e Lucão, ambos com 13 pontos, também foram personagens importantes na vitória. Pela Argentina, Facundo Conte, com 20 pontos, foi o principal destaque.

Para a final, o Brasil ganhou uma preocupação. O líbero Serginho sentiu dores na virilha e vai ser examinado pelo médico da seleção para avaliar suas condições para a final.

Brasil erra muito, mas vence primeiro set

O início não foi dos melhores. Não demorou muito, e a Argentina achou seu melhor caminho para surpreender o Brasil. Com saques forçados, todos em cima de Giba, os hermanos levaram dificuldades ao time de Bernardinho, em dia pouco inspirado. Com duas recepções ruins do capitão da seleção, Sole e Pereyra abriram dois pontos de vantagem e marcaram 11 a 9 no placar.

O próprio Giba foi quem diminuiu, após explorar muito bem o bloqueio argentino. Melhor jogador em quadra, Théo sacou bem e conseguiu a virada brasileira, com 13/12. Apesar dos erros, principalmente nos saques, a seleção conseguia manter a vantagem. Os rivais chegaram a pressionar no fim do set, mas o Brasil abriu a contagem com 1 a 0, com 25/22.

Em segundo set interminável, Brasil exagera nos erros, mas vence

Assim como no primeiro set, a Argentina, depois de bloqueio pelo meio, abriu o placar. Lucão, de saque, empatou, mas o Brasil seguia sem se impor. Do outro lado, os argentinos, mesmo sem brilhar, mostravam vontade e davam trabalho.

O caminho era pelo meio, mas o Brasil esbarrava em atuações instáveis de Bruninho e Sidão, aniversariante do dia. Destaque da virada sobre os EUA, que garantiram a seleção na semifinal, Giba voltou a chamar a responsabilidade para si. Apesar de um erro no contra-ataque, o capitão soltou o braço e empatou o jogo em um momento complicado: 22 a 22.

Murilo, em grande ataque pelo meio, conseguiu um ponto praticamente perdido para o Brasil. Mas De Secco, em boa deixada, empatou tudo. O Brasil chegou a ter o set point, mas a Argentina voltou a deixar tudo igual. Murilo, em saque na rede, desperdiçou outra oportunidade, e De Secco, no saque, fez 26 a 25 para os rivais.

Após erro no serviço argentino, Bernardinho mandou Rodrigão para a quadra. Mesmo assim, o ataque dos hermanos funcionou, e o placar marcava 27 a 26. Mas, depois de dois erros, a Argentina mostrou nervosismo, e o Brasil virou. Em erro de saque, Giba cedeu o empate, e o jogo se transformou em uma sequência de falhas dos dois lados.

A cada ponto brasileiro, a Argentina respondia, empatando o jogo. A cada erro argentino, os brasileiros devolviam a gentileza e não conseguiam encerrar o set interminável. Até que Théo, novamente decisivo no jogo, devolveu a tranquilidade à seleção e fechou em inacreditáveis 42/40, em exatos 40 minutos, fazendo 2 a 0.

Brasil melhora e fecha a partida

Bernardinho não poupou a voz e tentou acertar os detalhes para o set decisivo. A equipe brasileira voltou melhor e encontrou uma Argentina abatida com a perda na parcial anterior. O aproveitamento no ataque melhorou, e o Brasil logo foi construindo uma boa vantagem.

Os rivais, no entanto, voltaram a dar trabalho. Com um ponto de Conte, grande nome da equipe argentina, os hermanos ficaram pela primeira vez à frente no placar: 13 a 12. A seleção brasileira, porém, soube acalmar a empolgação rival e voltou a assumir a dianteira.

Os erros brasileiros, no entanto, voltaram, e a vantagem, que era de três pontos, foi embora, depois da entrada de Vissotto e Marlon para a inversão. Bernardinho, então, mandou Bruninho e Théo de volta à quadra. Assim, com autoridade, a seleção fechou o set e a partida em 25 a 23, em ponto de bloqueio, garantindo a ida à final e mais um passo rumo ao deca da competição.

globo

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‘Sem fazer força’, Rússia bate o Brasil e passa em 1º para as semis da Liga

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‘Sem fazer força’, Rússia bate o Brasil e passa em 1º para as semis da Liga

Posted on 08 julho 2011 by hugo

Com equipe mista, Brasil perde para o time de Vladmir Alenko por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/20 e 25/17, e agora enfrenta a Argentina.

Muitos “reservas”, muitos erros e pouca empolgação. Já classificados para as semifinais da Liga Mundial, Brasil e Rússia frustraram os torcedores que esperavam um bom jogo entre as duas equipes de melhor campanha na fase de grupos da Liga Mundial. Melhor no saque e no bloqueio, o time de Vladmir Alenko venceu o de Bernardinho – como definiu o líbero Serginho – sem fazer força. Em 3 sets a 0, parciais de 25/20, 25/20 e 25/17, a Rússia garantiu a liderança do Grupo F com 100% de aproveitamento na chave, enquanto o Brasil se manteve em segundo com cinco pontos.

Neste sábado, o Brasil enfrenta a Argentina, líder da chave E, às 15h (horário de Brasília). O confronto sul-americano vale vaga na decisão do torneio.

A Rússia começou o jogo com duas modificações em relação ao time base, com Spiridonov e Apalikov em quadra. Do lado brasileiro, apenas Sidão e Serginho tinham sido titulares na véspera: Dante, Marlon, João Paulo Bravo e Rodrigão foram escalados. No banco, a novidade foi o líbero Mário Júnior, relacionado para uma partida pela primeira vez nesta competição.

Mais um primeiro set perdido

O Brasil teve que correr atrás do placar desde o início e, após erros de Vissotto e Dante, viu a Rússia chegar à primeira parada técnica com 8/5 no placar. Na volta, Marlon foi feliz ao explorar mais as jogadas com Sidão e Rodrigão pelo meio, mas o bloqueio rival manteve a vantagem.

Enquanto o saque russo entrava com qualidade, os brasileiros cediam pontos em erros: foram 10 contra quatro dos adversários em toda a parcial, dois deles em invasões de Dante. Bernardinho deu instruções, gesticulou e gritou bastante, mas desvantagem era grande. Rodrigão parou no bloqueio simples de Muserskiy e a seleção seguiu sem vencer um set inicial na fase final: 25/20.

Brasil melhora, mas para no bloqueio rival

No segundo set, o Brasil voltou com ânimo renovado, e Leandro Vissotto ajudou a seleção a abrir 6/2. A vantagem, porém, foi dizimada. Primeiro, com Muserskiy pelo meio e no bloqueio. Depois, no serviço de Apalikov Nikolay, a Rússia conseguiu reverter o placar para 14/11.

Serginho tentou sacudir o time no intervalo: “Eles não estão nem fazendo força para ganhar da gente”, disse o líbero. Mas o fato é que o bloqueio adversário seguiu implacável. Um a um os atacantes brasileiros pararam na barreira e viram o marcador apontar 21/13. O Brasil ainda ganhou fôlego com Théo e Bruninho na inversão, mas o capitão Khtei tratou de impedir a reação: 25/20.

Apatia em quadra e clima quente no banco

A equipe verde e amarela voltou para a terceira etapa com Mário Júnior na vaga de Serginho. Mas a nova linha de passe não conseguiu segurar o saque russo e, com a desvantagem de 3/0, o treinador brasileiro pediu tempo. A seleção reagiu após a bronca, mas logo cometeu erros bobos e voltou a mostrar apatia.

Nos pontos finais, o clima ficou quente. Vissotto encarou um atleta russo, o técnico adversário não gostou e discutiu brevemente com Bernardinho. A partir daí, os rivais vibraram em dobro a cada ponto e – principalmente – após um bloqueio sobre o oposto brasileiro. Em novo erro na recepção, o set terminou com 25/17 no placar para os rivais, classificados para as semifinais na primeira posição do Grupo F.

globo

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Giba comanda virada sobre os EUA, e Brasil vai às semis da Liga Mundial

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Giba comanda virada sobre os EUA, e Brasil vai às semis da Liga Mundial

Posted on 07 julho 2011 by hugo

Após primeiro set para esquecer, seleção soma três pontos e disputa liderança da chave com a Rússia, nesta sexta-feira, às 8h30m (de Brasília).

O início pífio deu a impressão de que o Brasil sofreria como na véspera. Mas Giba chamou a responsabilidade, mostrou a mesma qualidade de quando foi eleito melhor jogador do mundo e comandou a virada brasileira sobre os Estados Unidos, nesta quinta-feira, na Ergo Arena. Com 3 sets a 1 no placar, parciais de 15/25, 25/22, 25/22 e 25/15, a seleção conquistou três pontos, se classificou para as semifinais da Liga Mundial 2011 e mandou os algozes das Olimpíadas de Pequim de volta para casa.

Nesta sexta-feira, a seleção volta à quadra contra a Rússia, já classificada para as semifinais da competição, em confronto direto pela liderança do Grupo F. A partida acontece às 8h30m (horário de Brasília).

Um set para esquecer

O Brasil entrou em quadra com a mesma formação que conseguiu a virada sobre Cuba na véspera: Serginho como líbero, Murilo e Giba nas pontas, Théo de oposto, Bruninho na armação e Lucão e Sidão na rede.

A partida começou disputada ponto a ponto, com Lee sendo o mais acionado e eficiente do lado americano. Bruninho, por outro lado, tentava variar as jogadas entre Théo, Lucão e Giba. Os adversários conseguiram se distanciar no placar após dois lances duvidosos, que geraram reclamação do time verde e amarelo. Por duas vezes, a arbitragem não marcou toque do bloqueio após ataque de Murilo, e os Estados Unidos abriram quatro pontos em 13/9.

Bernardinho antecipou a inversão, mas Marlon e Vissotto pouco contribuíram e logo voltaram para o banco. A seleção se desconcentrou e viu os rivais, no serviço de Anderson, alcançarem nove pontos de vantagem em 21/12. Nem com a formação inicial restabelecida a equipe conseguiu reverter o placar: erros em sequência, uma invasão de Sidão pelo alto e um ataque de Priddy na diagonal deram números finais ao set: 25/15.

Mesmo com pressão, o Brasil reage

No segundo set, o Brasil se encontrou. Bruninho passou a explorar mais as jogadas com Giba e Murilo. Quando as pontas foram marcadas, Lucão fez a diferença. O central marcou três pontos seguidos, dois de bloqueio e um de ataque, deixando a seleção com 6/1 no placar.

De volta da parada técnica, os americanos encaixaram uma grande série e, com Stanley e Anderson no saque, dizimaram a vantagem brasileira e empataram em 12/12. Giba, que virou duas vezes para manter a seleção à frente, teve que segurar os ânimos dos colegas em novo erro da arbitragem – depois o juiz de rede assumiu a falha na marcação. O placar seguiu apertado mas, se o saque americano complicava a vida brasileira, o camisa 7 voltava a colocar a bola no chão. No final, com a inversão feita, Vissotto marcou seu primeiro ponto no jogo e fechou a parcial em 25/22.

Giba neles!

No início da terceira parcial, Sidão se destacou. O central fez três pontos de ataque e também se manteve bem no bloqueio. Enquanto os americanos abusavam dos erros e se preocupavam mais em reclamar com a arbitragem, o Brasil abriu vantagem de três pontos. Mas, após a parada técnica, os rivais encaixaram o bloqueio e assumiram a dianteira em um ataque para fora de Théo:13/12.

Com a inversão feita, o Brasil voltou à frente em um ace de Giba. Mas, como os Estados Unidos mais uma vez recuperaram a ponta, Bernardinho restabeleceu a formação inicial. Anderson sentiu dores no ombro direito e foi sacado por Alan Knipe. Na seqüência, os americanos comemoraram um ponto antes da hora, e Murilo pôs o Brasil em vantagem. Giba virou duas seguidas em resposta aos pontos rivais, e Lucão, pelo meio e no bloqueio, fechou a parcial em 25/22.

Estados Unidos se rendem, e Brasil vai às semis

O Brasil voltou à disputa no quarto set disposto a encerrar a jogo. Até Lucão, que não vinha bem no saque, deixou o a seleção com 4/1 após um ace. Os americanos não conseguiam responder à altura e, desconcertados, somaram erros bobos, cedendo 13/6 no placar. Anderson, após receber atendimento, retornou à quadra, mas pouco pôde fazer.

O bloqueio verde e amarelo se transformou em arma eficiente e acabou com o moral do rival: Murilo, Sidão e Théo se destacaram no fundamento e deixaram a seleção com 18/10. Com os rivais rendidos, a vantagem foi administrada até Sidão cravar no chão, devolvendo o placar do primeiro set e selando a classificação às semis da Liga Mundial: 25/15.

globo

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Em jogo emocionante, Brasil acorda e vira sobre Cuba pela Liga Mundial

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Em jogo emocionante, Brasil acorda e vira sobre Cuba pela Liga Mundial

Posted on 06 julho 2011 by hugo

Em jogo dramático, seleção vence no tie-break, parciais de 18/25, 21/25, 25/16, 30/28 e 15/12, e ocupa segunda colocação no Grupo F.

A reação foi espetacular. Após dois sets apáticos, o Brasil pôs os reservas em quadra e acordou para, no tie-break, bater Cuba com parciais de 18/25, 21/25, 25/16, 30/28 e 15/12. Com destaque para Lucão, que se redimiu de uma falha feia para se tornar o homem de segurança na reta final, a seleção somou dois pontos e ocupa a segunda colocação do Grupo F da Liga Mundial, atrás apenas da Rússia, com três.

Nesta quinta-feira, às 8h30m, o Brasil volta à quadra contra os Estados Unidos. Os americanos, precisam da vitória para seguirem vivos na competição já que, nesta quarta, perderam de virada para a Rússia por 3 sets a 1, parciais de 29/31, 25/16, 25/21 e 25/22.

Brasil para no bloqueio cubano

Nesta quarta-feira, a escalação brasileira teve duas novidades. A primeira, prevista, foi o retorno de Leandro Vissotto à equipe, recuperado de um edema na coxa sofrido no primeiro jogo em Tulsa, contra os Estados Unidos. Marlon, que entrou bem contra a Polônia nos últimos confrontos da fase de grupos, foi a surpresa.

Em quadra, Cuba começou a partida na frente, quebrando o passe brasileiro ao forçar o saque em Dante. Com Bell, melhor atacante da fase classificatória de acordo com as estatísticas da FIVB, e Leon se alternando nas pontas, os adversários abriram quatro pontos de vantagem (14/10), e Bernardinho pediu tempo.

Logo em seguida, o treinador promoveu a inversão, chamando Bruninho e Théo para reforçar o bloqueio. Mas quem se destacou no fundamento foi Cuba, primeiro com Camejo e depois com Mesa. Os erros da seleção se multiplicaram, e nem com a restituição do time que começou a partida o placar ficou favorável. Em uma disputa pelo alto entre Vissotto e Leon, o cubano garantiu o primeiro set com folga: 25/18.

Irregular, seleção cede mais um set

A bronca no intervalo pareceu acordar o Brasil, que logo abriu 3/1. A pequena margem, porém, logo desapareceu, e uma boa série de Murilo foi apagada por ataques frustrados de Vissotto e Lucão. Após três pontos seguidos, os rivais assumiram a ponta (13/12), e Bernardinho colocou Bruninho em quadra.

A seleção conseguiu empatar em 18/18 mas, irregular, permitiu que Cuba permanecesse na frente, com vantagem oscilando entre um e três pontos. Quando o Brasil atacava bem pelo meio, errava a mão no saque e desperdiçava a chance de encostar. Dois bloqueios seguidos sobre Leandro Vissotto deram o set para os cubanos e deixaram a seleção em situação complicada na partida: 25/21.

Reservas entram e cena deixam a seleção viva no jogo

No terceiro set, o Brasil voltou com uma formação completamente nova, com Sidão, Giba, Théo e Bruninho nas vagas de Rodrigão, Dante, Vissotto e Marlon. Os reservas deram novo ânimo à equipe, que contou ainda com uma série de erros cubanos. Lucão finalmente se encontrou em quadra, e Murilo deixou o Brasil na frente pela primeira vez em uma parada técnica: 8/3.

O bloqueio da seleção passou a funcionar e deteve os ataques de Hernandez. Giba e Murilo também se apresentaram com qualidade, e ampliaram a vantagem para oito pontos: 16/8. Os jovens Cepeda e Leon até ensaiaram uma reação, mas a superioridade no placar já estava construída. Murilo, em ataque na diagonal, manteve o Brasil vivo na partida: 25/16.

Em set dramático, Lucão leva o Brasil ao tie-break

A quarta parcial foi a mais disputada desde o princípio. Com os cubanos novamente ligados e os brasileiros precisando vencer, cada ponto era comemorado com muita vibração. Cuba chegou ao primeiro tempo técnico na frente e, quando abriu 13/9, fez Bernardinho pedir tempo.

A seleção conseguiu a igualdade em 15/15 no serviço de Giba, mas sofreu com Leon e Bell na sequência. Quando Cuba fez 23/20, a partida ganhou contornos dramáticos. O Brasil voltou a empatar em 24/24, mas perdeu a chance de passar a frente quando Lucão perdeu o tempo da bola. Após dois matchpoints salvos, Bruninho deu ao central a se redimir e, pelo meio, fechar a parcial em 30/28.

Sem chance de errar no tie-break, a seleção abriu 2/0 em um bloqueio de Théo.Cuba tentou encostar, mas não conseguiu parar Lucão. Pelo meio, o central se tornou homem de segurança nas bolas decisivas. Quando era marcado pelo bloqueio, Bruninho acionava Murilo e Théo. Em um ataque de Hernandez para fora, a seleção conseguiu o que parecia impossível: 15/12 na parcial e vitória de virada.

globo

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Brasil encara Estados Unidos, Rússia e Cuba na fase final da Liga Mundial

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Brasil encara Estados Unidos, Rússia e Cuba na fase final da Liga Mundial

Posted on 04 julho 2011 by hugo

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) divulgou neste domingo a composição dos grupos da fase final da Liga Mundial 2011, que será disputada de quarta-feira a domingo, em Gdansk, na Polônia. Na chave F, o Brasil enfrentará novamente Estados Unidos, além de Rússia e Cuba.

O Brasil faz seus três jogos na fase final às 8h30m (de Brasília). As demais partidas do grupo serão disputadas às 6h (de Brasília). Para a chave E, formada por Polônia, Argentina, Itália e Bulgária, os horários reservados são 12h15m e 15h (de Brasília).

Na abertura da fase, na quarta-feira, a equipe de Bernardinho enfrenta Cuba. No dia seguinte, a seleção brasileira duela contra os Estados Unidos pela quinta vez na competição. Na sexta-feira, o jogo contra a Rússia encerra a etapa para o time verde e amarelo.

As duas melhores equipes de cada grupo avançam às semifinais, que serão realizadas no sábado. A final e a disputa pelo terceiro lugar serão no domingo, dia 10, na Ergo Arena.

Carrasco na final das Olimpíadas de Pequim-2008, os Estados Unidos se classificaram às finais da Liga em segundo no grupo A, atrás do Brasil. Das quatro partidas entre os times na primeira fase, a seleção de Bernardinho venceu duas: uma em casa e uma fora.

A Rússia foi a primeira colocada do Grupo B. Cuba estava no D e levou uma das três vagas entre os segundos colocados – a Polônia, terceira do grupo do Brasil, tinha vaga por ser a sede.

globo

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Brasil bate Polônia fora de casa e vai como líder às finais da Liga Mundial

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Brasil bate Polônia fora de casa e vai como líder às finais da Liga Mundial

Posted on 30 junho 2011 by hugo

Em dia pouco inspirado, Murilo marca apenas cinco pontos. Théo, substituto de Vissotto, é o melhor da partida. Times voltam a jogar nesta quinta-feira.

Bastava vencer dois sets. Depois faturar um, perder outro e levar alguns puxões de orelha de Bernardinho, a missão estava cumprida. Classificada desde sábado às finais da Liga Mundial, a seleção brasileira de vôlei assegurou a liderança do Grupo A nesta quarta-feira, contra a Polônia. Com Dante como titular pela primeira vez, Giba e Rodrigão no banco e Murilo em dia pouco inspirado – marcou o primeiro ponto apenas na terceira parcial -, segurou os donos da casa e fechou por 3 a 1: 25/23, 18/25, 25/16 e 26/24. As equipes voltam a se enfrentar nesta quinta, às 15h30m (de Brasília), em jogo que encerra a fase classificatória. Veja, no vídeo ao lado, os melhores lances da vitória.

O duelo desta quarta foi um aperitivo para a fase final, de 6 a 10 de julho. A Polônia, classificada por ser a sede, lotou o ginásio Spodek. Caso sejam ultrapassados pelos Estados Unidos, os donos da casa eliminam o segundo colocado de pior desempenho entre os quatro grupos. Na sexta e no sábado, os americanos recebem os porto-riquenhos, já eliminados. O Brasil tem 27 pontos, contra 18 de Polônia e EUA.

Quando chegou ao Spodek nesta quarta, o time de Bernardinho foi recebido com música brasileira. Aquele palco, para o treinador, remetia a boas lembranças. Ali, em 2001, ele conquistou seu primeiro título no comando da seleção, justamente o da Liga Mundial. Agora, tenta levar a equipe ao decacampeonato.

Sem poder contar com Leandro Vissotto, com uma lesão na coxa esquerda, Bernardinho chamou Wallace para viajar com o time para a Polônia. Mas a vaga de titular, como previsto, foi de Théo, destaque nas partidas contra os EUA. Nesta quarta, ele foi o maior pontuador – 20 pontos – e ganhou o troféu de melhor do jogo.

Foi dele o primeiro ponto de ataque da seleção, quando perdia por 2 a 5. Empurrada pela torcida e comandada por Bartman e Kurek, a Polônia saiu na frente. Lucão, em ataque pela esquerda, encostou em 6 a 7 e, depois de um saque forçado, conseguiu empatar. Théo levou a seleção ao tempo-técnico com vantagem de um ponto.

Dante marcou o 12º ponto do time, seu primeiro na partida. Théo, de bloqueio, abriu dois pontos pela primeira vez. Mas a Polônia seguiu na cola e, na segunda parada-técnica, estava na frente. Foi a vez de o Brasil farejar o empate. Conseguiu no 18º, no 19º, no 20º, este depois de um péssimo saque de Bakiewicz. Sidão deu o troco, com um ace. Após um longo rali, o melhor do jogo até então, Théo marcou o 22º ponto e foi comemorar com Bernardinho. Depois, explorou o bloqueio, e Dante conseguiu o primeiro set point. O ponteiro desperdiçou o saque, mas após passe de Marlon, atacou pelo meio e fechou em 25/23.

Melhor do mundo no ano passado, Murilo, assim como no primeiro set, tinha dificuldade de atacar. E a Polônia continuava pressionando. Bartman explorou o bloqueio, e o time foi para a parada-técnica em vantagem. O Brasil tentava impedir que os donos da casa abrissem dois pontos. Théo empatou em 12 a 12 e, no lance seguinte, o árbitro não deu um desvio de Lucão no ataque de Kurek. No empate em 14, Murilo por pouco não marcou pela primeira vez, em uma pancada, mas a Polônia defendeu. Coube a Bruninho, de segunda, garantir o ponto. No 16º ponto polonês, Bernardinho se desesperou quando o árbitro voltou atrás e marcou um desvio do bloqueio brasileiro.

Na volta do tempo-técnico, a Polônia abriu 17 a 15, e Bernardinho parou o jogo. A bronca não adiantou. Numa bola para fora de Théo, os donos da casa abriram 19 a 16. Em um erro de Lucão, 21 a 17, a maior diferença do jogo até aquele momento. E Bernardinho parou de novo. Na volta, foi Murilo quem atacou para fora. Dante foi bloqueado, e a Polônia abriu 24 a 17. O Brasil salvou um set point, mas Bartman, de novo ele, fechou em 25 a 18.

Murilo marca o primeiro ponto apenas no terceiro set

No terceiro set, a história parecia se repetir. Em dois minutos de desconcentração do lado brasileiro, a Polônia abriu 3 a 1. Mas foi só um susto. Sidão, com dois pontos seguidos de saque, virou. Murilo, que seguia sem nenhum ponto, levantou para Théo ampliar. Dante e Lucão aumentaram para 7 a 3, e os poloneses só voltaram a marcar em um bloqueio de Kurek. No tempo-técnico, o Brasil tinha 8 a 4.

Se Murilo não conseguia atacar, investia em outros fundamentos. Foi com um bloqueio que ele marcou pela primeira vez, abrindo 14 a 7. No tempo-técnico, a vantagem era de seis pontos. Quando o Brasil abriu 18 a 11, o italiano Anastasi, técnico da Polônia, parou a partida e trocou quatro jogadores. Nada adiantou. Murilo fez seu primeiro ponto de ataque em 20 a 13 e se empolgou. Marcou mais um e levou o Brasil a 23 a 14. A Polônia evitou dois set points, até Grzegorz errar um saque. Bruninho, de ace, fechou em 25 a 16.

Murilo acerta a mão no ataque e fecha o jogo com um bloqueio

A Polônia voltou a assustar no quarto set e, na primeira parada, a vantagem era de três pontos. Lucão, em um bloqueio simples, encostou em 7 a 8. Murilo marcou seu quarto ponto, em um ataque. Uma bola para fora de Bartman pôs o Brasil na frente pela primeira vez no set. Sidão bloqueou Kuerk e abriu 13 a 11.

Os poloneses tentavam, aos trancos e barrancos, se manter vivos: Kurek assustava no ataque, e o bloqueio funcionava bem. Quando empataram em 19, Bernardinho parou. E de novo deu um puxão de orelha. A liderança já estava garantida. Faltavam cinco pontos para a vitória. A Polônia ultrapassou em 22 a 21, mas Théo empatou – seu 20º e último ponto no jogo. Um ataque para fora dos donos da casa fez Anastasi parar o jogo. Wallace, que pouco ficou em quadra, marcou de bloqueio. A Polônia salvou dois match points, um deles em uma condução de Marlon: 24 a 24. Lucão recuperou a vantagem. E coube a Murilo fechar, com seu quinto ponto.

globo

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LIGA MUNDIAL: Em Katowice, Brasil e Polônia fazem duelo de classificados

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LIGA MUNDIAL: Em Katowice, Brasil e Polônia fazem duelo de classificados

Posted on 29 junho 2011 by hugo

O primeiro de dois duelos entre os já classificados Brasil e Polônia, em Katowice, abre nesta QUARTA-FEIRA (29.06), a sexta e última rodada da primeira fase Liga Mundial de Vôlei 2011. O jogo terá início às 15h30 (de Brasília), no ginásio Spodek, e será transmitido ao vivo pelos canais Sportv e Esporte Interativo.

Brasil e Polônia chegam à última rodada da fase classificatória com suas vagas já garantidas na Fase Final da competição, que acontecerá entre os dias seis e 10 de julho na também polonesa Gdansk.

Os brasileiros são os líderes do Grupo A, com 24 pontos, seis a mais que Polônia e Estados Unidos. A pontuação do Brasil pode até ser igualada pelos rivais ao fim da primeira fase, mas ainda assim os brasileiros terão vantagem sobre os norte-americanos no set average, primeiro critério de desempate, independente dos resultados de seus jogos. A Polônia, sede da fase decisiva, ocupará o lugar do segundo colocado de pior índice técnico caso não termine a fase classificatória nas duas melhores posições da chave.

Com a vaga na Fase Final garantida, o técnico Bernardinho espera fazer os últimos ajustes para a etapa decisiva da competição nos confrontos com os poloneses.

“Estas partidas serão bons testes para nós, serão jogos que nos ajudarão a chegar em uma boa condição na Fase Final. A Polônia nos criou dificuldades nos jogos que fizemos no Brasil e já foi possível notar que a equipe evoluiu em alguns fundamentos em que não era tão boa antes. O time está cansado pela viagem e a diferença de sete horas em relação ao Estados Unidos, onde estávamos, atrapalha, mas vamos tentar fazer bons jogos”, afirma o treinador.

Para o ponteiro Giba, foco e concentração serão características fundamentais para que a equipe se apresente bem menos de 48 horas após enfrentar uma viagem que durou mais de 24 horas de Tulsa, nos Estados Unidos, a Katowice.

“Os jogos serão importantes para os dois times. Viemos de uma viagem longa e cansativa, mas a Liga Mundial é assim. A cada semana jogamos em um lugar diferente e às vezes o tempo é curto. O mais importante é que estejamos concentrados nas partidas, principalmente na primeira, quando o cansaço vai ser maior”, diz o capitão Giba.

Nos primeiros dois confrontos entre Brasil e Polônia na Liga Mundial 2011, duas vitórias brasileiras. No dia quatro de junho, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a seleção fez 3 a 0 e voltou a vencer no dia seguinte, desta vez por 3 a 1. No retrospecto geral, são 52 jogo e 38 vitórias do Brasil.

“Acredito que as duas equipes vão jogar melhor do que nas partidas no Brasil. A tendência é que todos estejam melhor fisicamente e com mais ritmo de jogo. A Polônia é um time forte, que vai exigir de nós. Temos que ter bastante atenção com o Kurek. Podemos voltar a cruzar com eles na Fase Final e é bom conquistarmos vitórias agora para ganhar moral”, acredita o ponteiro Murilo.

Wallace junta-se ao grupo em Katowice

Convocado para juntar-se ao grupo brasileiro na Polônia, o oposto Wallace já chegou a Katowice. O atacante do Sesi participou de alguns jogos no Brasil, mas não estava na lista de Bernardinho para as partidas fora do país. Ele foi chamado após a contusão de Leandro Vissotto, que sentiu um problema na coxa esquerda no primeiro jogo contra os Estados Unidos, na sexta-feira, em Tulsa.

Outros jogos

Também pelo Grupo A, a última rodada da fase classificatória terá duelos entre Estados Unidos e Porto Rico, em Long Beach. As partidas acontecerão na sexta e no sábado, às 23h. Os norte-americanos brigam por uma vaga na Fase Final, enquanto os porto riquenhos não têm mais chances de classificação.

Na chave B, a primeira vaga é da invicta Rússia, que soma 29 pontos. A Bulgária garantiu o segundo lugar do Grupo, mas, com 18 pontos, pode perder a classificação caso a Polônia não fique em primeiro ou segundo no Grupo A. Búlgaros e russos jogarão na quinta e na sexta, às 12h, em Varna. Já eliminados, Alemanha e Japão duelarão nos mesmos dias, às 13h30 e às 14h, em Stuttgart.

No Grupo C, Argentina e Sérvia são as duas melhores equipes, com 22 e 18 pontos, mas ainda não têm vaga assegurada na Fase Final. A primeira posição da chave será conhecida após os confrontos entre as equipes, na quarta, em Novi Sad, e na quinta, em Belgrado, às 15h. Os outros jogos do Grupo reunirão Finlândia e Portugal e serão realizados na quinta e na sexta, em Tampere, a partir das 12h30.

Na chave D, a primeira classificada é a Itália, com 25 pontos. Cuba, com 20, é a segunda melhor equipe, mas também corre o risco de perder a vaga para a Polônia. Italianos e cubanos jogarão na quarta, às 15h30, em Parma, e na sexta, às 14h, em Modena. Também em duas sedes, França e Coreia do Sul se despedirão da Liga Mundial 2011. O primeiro confronto será na quarta, às 16h, em Pau, e o segundo na sexta, no mesmo horário, em Boulazac.

cbv

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Em jogo nervoso, EUA vencem em casa e adiam classificação do Brasil

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Em jogo nervoso, EUA vencem em casa e adiam classificação do Brasil

Posted on 26 junho 2011 by hugo

A rivalidade com os americanos mais uma vez entrou em quadra. Em um jogo muito nervoso, com direito a erros da arbitragem para o time da casa, os Estados Unidos deram o troco da derrota de sexta-feira e venceram o Brasil por 3 sets a 1, com parciais de 25/20, 25/23, 22/25 e 25/23, em 1h57m, na partida disputada em Tulsa, no estado de Oklahoma. A classificação para a fase final, entretanto, continua bem encaminhada: com 24 pontos no Grupo A, o time precisa vencer dois sets em um dos dois jogos contra a Polônia, na próxima semana.

Ao contrário de sexta-feira, os americanos entraram muito bem em quadra. O destaque do jogo foi o central David Lee, que venceu o duelo contra o brasileiro Rodrigão. Além de bons ataques, o rival se sobressaiu no bloqueio. O maior pontuador do jogo foi o capitão William Priddy, com 17 pontos. Pelo Brasil, que chegou a apresentar uma reclamação formal contra o árbitro ao delegado do jogo no fim do segundo set, Murilo terminou com 15.

- O time não entrou com o mesmo foco, não teve a mesma postura de ontem. Defendemos muito menos do que ontem. Mas, mesmo jogando abaixo, tivemos as oportunidades de chegar no jogo. Mas não conseguimos e vale a pena a reflexão sobre isso – disse Bernardinho.

O Brasil começou o segundo jogo contra os Estados Unidos muito bem. Com Giba bem no saque, o time chegou a abrir uma boa vantagem bem no início, mas os rivais empataram o jogo em 5/5. A partida continuou equilibrada até a metade do set, quando Stanley encaixou uma boa sequência no saque e abriu 15/12 para os americanos, que ampliaram a vantagem até o fim do set e fecharam a primeira parcial em 25/20, após alguns erros da seleção de Bernardinho, em 25 minutos.

No segundo set, os brasileiros voltaram mais atentos, mas o bloqueio americano deixava o jogo bem equilibrado. Destaque do jogo de sexta-feira, o oposto Theo era um dos mais marcados. Ele só fez seu primeiro ponto no jogo quando o Brasil abriu 4/3. As duas seleções trocaram vantagem até o meio do período, quando Giba cometeu dois erros seguidos de ataque e deixou que os EUA abrissem 14/12. O time de Bernardinho se recuperou após o tempo técnico e empatou em 18/18.

Com o Brasil nervoso, algumas marcações da arbitragem em favor dos EUA começaram a irritar os jogadores. Os americanos abriram 21/19 com uma polêmica invasão por baixo de Murilo, não mostrada pelos replays. A seleção até tentou se recuperar com boas jogadas do levantador Bruninho, mas acabou perdendo a segunda parcial por 25/23, em 35 minutos.

Apesar disso, o nervosismo ficou longe da quadra no início do terceiro set. Os brasileiros começaram sacando muito bem e abriram uma vantagem de quatro pontos: 9/5. Apesar da boa atuação do meio de rede David Lee, o time de Bernardinho deslanchou e abriu 18/13. Entretanto, o desequilíbrio voltou a atacar na seleção e após alguns erros de Giba encostou no placar: 18/17. O técnico colocou Dante em quadra no lugar do camisa 7 e o Brasil recuperou a vantagem de dois pontos. Com um bom saque de Bruninho, o time fechou o terceiro set em 25/23, em 30 minutos.

Após o susto, os americanos voltaram mais ligados para o quarto set. Com bons ataques, eles abriram 8/4 antes do primeiro tempo técnico da parcial. O Brasil chegou a se aproximar, mas esbarrou mais uma vez nos erros de bloqueio e de defesa. Além disso, os saques forçados funcionaram pouco contra os EUA. Eles ainda cometeram erros no fim do set, mas Priddy atacou bem, fechou o set em 25/23, em 31 minutos e o jogo em 3 sets a 1.

globo

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Brasil derrota EUA e encaminha a classificação para fase final da Liga

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Brasil derrota EUA e encaminha a classificação para fase final da Liga

Posted on 25 junho 2011 by hugo

O Brasil deu um passo importante em direção à fase final da Liga Mundial. Apesar da desatenção no terceiro set, a seleção brasileira foi superior durante boa parte do jogo e venceu os Estados Unidos por 3 sets a 1, parciais de 25/21, 25/20, 21/25 e 25/19. Com o resultado da noite desta sexta-feira, em Tulsa, a equipe de Bernardinho chega a 24 pontos no Grupo A e está a um ponto de uma vaga na etapa que será disputada em Katowice, na Polônia.

Faltando três rodadas para o término da fase de classificação, a seleção brasileira consegue a vaga matematicamente com mais um ponto. Para isso, pode até perder seus últimos três compromissos, desde que um deles seja por 3 sets a 2. A primeira chance de selar a classificação será neste sábado, às 21h (de Brasília), outra vez contra os Estados Unidos, em Tulsa. O SporTV transmite ao vivo.

Quando o primeiro set estava empatado em 6/6, Leandro Vissotto sentiu uma fisgada na virilha e deixou a quadra. Para sorte do Brasil, Theo entrou inspirado. O oposto foi o maior pontuador do set (seis pontos) e ajudou a seleção a comandar ditar o ritmo da partida.

Porém, apesar da superioridade, o time de Bernardinho não conseguia se distanciar. Em uma sequência de saques de Stanley, os americanos conseguiram complicar ainda mais e empataram o duelo em 20/20. Mas o Brasil cresceu na hora certa. Sacando bem e aproveitando os contra-ataques, a seleção marcou quatro pontos seguidos e fechou o set em 25/21.

O Brasil manteve o bom ritmo no início do segundo set e, sem grandes problemas, abriu 4/0. Mas, depois de um pedido de tempo, os Estados Unidos se recuperaram, empatando a parcial. Mas Murilo resolveu aparecer e, com quatro pontos seguidos do ponteiro, além de um bloqueio de Rodrigão e um ataque de Théo, a seleção conseguiu abrir cinco pontos: 11/6. Os americanos até tentaram endurecer no fim do set, mas já era tarde: 25/20 para os brasileiros.

A equipe brasileira começou mais uma vez melhor no terceiro set, abrindo 5/2. Mas os Estados Unidos se recuperaram rapidamente e, depois de equilibrar o duelo, conseguiram abrir boa vantagem, se aproveitando dos erros da seleção: 18/13. Com a entrada de Marlon e a estreia de Dante na Liga Mundial, a equipe de Bernardinho até ensaiou uma reação, diminuiu a distância para dois pontos, mas não evitou o sucesso do adversário: 25/21.

Os brasileiros não se abateram e começaram o quarto set com agressividade. Mas, depois de abrir três pontos, o time deixou os donos da casa empatarem. O equilíbrio durou até a metade do set. Depois que abriu 14/10, o Brasil não deixou mais o rival se aproximar. Contando com grandes atuações de Theo (maior pontuador do jogo com 24 pontos), Murilo e Giba (17 pontos cada), a seleção fechou a parcial por 25/19 e garantiu a vitória por 3 sets a 1.

globo

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