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Com ótima atuação, Brasil vence Holanda por 3 sets a 0

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Com ótima atuação, Brasil vence Holanda por 3 sets a 0

Posted on 01 novembro 2010 by hugo

Nos dois primeiros jogos do Campeonato Mundial, contra Quênia e República Tcheca, a seleção brasileira venceu, mas esteve irreconhecível. Sem vibração, a equipe cometeu erros e não conseguiu desenvolver seu melhor voleibol. Cientes disso, a líbero Fabi e a capitã Fabiana, líderes do time, tomaram a iniciativa de marcar uma reunião com todas as jogadoras. A conversa, realizada ontem, surtiu efeito imediato. Na partida de hoje, contra a Holanda, o que se viu foi um outro Brasil em quadra: alegre, vibrante e soberano.

“Tivemos uma conversa ontem à noite. Aquele não era o Brasil. Nós sempre jogamos sorrindo, com alegria. E não foi assim nos dois primeiros jogos. Todas estavam sentindo isso. Mas a Fabiana e a Fabizinha tomaram a iniciativa de reunir todas nós para uma conversa. Foi ótimo. Acertamos tudo e hoje foi show de bola. Espero que o time continue assim para os próximos jogos”, comemorou a jovem ponteira Natália, de 21 anos.

Após o jogo, “alegria” foi a palavra mais falada pelas jogadoras nas entrevistas concedidas aos jornalistas. “A equipe toda está de parabéns. O time jogou solto e com alegria. Agora sim estreamos. Dessa forma, o jogo flui e os fundamentos saem. Saque, passe, ataque, bloqueio… hoje tudo funcionou”, vibrou a meio de rede Fabiana.

“O time todo jogou bem, com vibração e alegria. Fiquei muito feliz com a partida”, completou a levantadora Fabíola, que entrou como titular da equipe. “Hoje eu joguei, amanhã a Dani entra e também ajuda a equipe. O importante é saber que quem estiver em quadra vai estar pronta para ajudar o time”, comentou Fabíola.

Para o técnico Zé Roberto, o revezamento entre duas levantadoras jovens é natural. “A Fabíola terminou muito bem a partida de ontem. Entrou e cadenciou mais o jogo, o time ficou mais tranquilo. Hoje o passe ajudou, ela jogou muito bem e cometeu pouquíssimos erros. Mas o importante é poder contar com as duas (Dani Lins e Fabíola) em todos os momentos. São duas levantadoras jovens e que estão crescendo. Elas vão se alternar no time. É natural”, concluiu.

Fonte: CBV.

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Apaixonado pela seleção feminina, brasileiro cria liga de vôlei no Japão

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Apaixonado pela seleção feminina, brasileiro cria liga de vôlei no Japão

Posted on 01 novembro 2010 by hugo

De olho puxado e vestindo a camisa do Brasil, um torcedor se misturava entre as mais de 5 mil pessoas que torceram pela seleção na partida contra a Holanda, neste domingo. Mas a história de Alexandre Kendi, que levou uma caravana de 25 amigos ao ginásio, com a seleção feminina de vôlei é antiga. Começa em 1995. No passaporte, ele coleciona carimbos das Filipinas, China e outros países da Ásia onde a equipe já jogou. O paulista, que trabalha em uma fábrica em uma cidade perto de Nagoya, é apaixonado por vôlei e acompanhou campeonatos importantes, entre eles os Jogos Olímpicos de Pequim-2008, quando as meninas comandadas por José Roberto Guimarães conquistaram o ouro. Tanta dedicação ao esporte foi parar dentro da quadra, e, atualmente, ele comanda uma liga com cerca de 18 times na região de Tokai, no sul do Japão, onde fica Hamamatsu, sede da primeira fase do Mundial.

As pessoas que gostam do esporte acabam se juntando e querendo jogar. Então, criamos uma liga, que permite a realização de, pelo menos, quatro torneios por temporada, um para cada estação do ano. Na feminina, varia de sete a oito times. Na masculina, oito a nove. Qualquer um pode jogar, brasileiro ou japonês. Assim, todo mundo se diverte – disse o natural da capital paulista, que está em Tokai há 18 anos.

Conhecido das jogadoras da seleção, “desde os tempos de Leila, Virna e Fernanda Venturini”, ele conta, Kendi guarda boas histórias na memória. Entre elas, um dia de aventura de Carol Gattaz nas ruas do Japão, durante a disputa da Copa do Mundo de 2007, em Kumamoto.

- Ela perguntou se poderia usar meu carro para ir ao mercado porque queria experimentar dirigir na mão inglesa. Eu disse que sim, mas fiquei apreensivo. No banco de trás, entraram Paula, Natália e Fabiana. Não sei como coube, porque elas são tão altas! Ela até que se deu bem, apesar de tentar dar seta e ligar o parabrisas. Mas eu mesmo misturei momentos de risadas e medo – contou.

Mãe de 76 anos acompanha o torcedor nos jogos

A amizade com as jogadoras da seleção já chegou até a causar problemas conjugais para Kendi. Casado com uma filipina, ele revela que já teve discussões no estilo “ou elas ou eu”.

- Susan não gostava de jogar, tinha medo da bola. Mas agora me acompanha, até porque tem ciúmes. Fica dizendo que eu dou mais atenção ao vôlei do que a ela.

Neste domingo, Susan estava ao lado de Kendi na torcida pelo Brasil. Com ele, também o seu amuleto: a mãe Terezinha, de 76 anos, que também gosta de assistir aos jogos da seleção.

- Ela mora comigo, então sempre vem assistir. Convenci a família toda a se apaixonar por vôlei.

Fonte: Globo.

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CAMPEONATO MUNDIAL FEMININO: Seleção estreia contra o Quênia na cidade mais brasileira do Japão

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CAMPEONATO MUNDIAL FEMININO: Seleção estreia contra o Quênia na cidade mais brasileira do Japão

Posted on 28 outubro 2010 by hugo

A seleção brasileira feminina de vôlei iniciará a caminhada rumo ao inédito título do Campeonato Mundial nesta SEXTA-FEIRA (29.10), às 2h30 (de Brasília), contra o Quênia, em Hamamatsu. A estreia não poderia ser em local mais apropriado. A cidade, sede dos jogos do grupo B da primeira fase da competição, tem a maior comunidade brasileira do Japão. A expectativa é de ginásio lotado e domínio da torcida verde e amarela.

“Já jogamos aqui em Hamamatsu e nos sentimos em casa. Agora, vamos reencontrar os torcedores. Será importante começar uma competição tão importante e difícil como essa com a torcida a nosso favor”, disse o técnico José Roberto Guimarães, que comentou o primeiro confronto do Brasil no Mundial.

“Não temos muitas informações sobre o Quênia. É uma seleção que não costuma participar de grandes competições. Sabemos apenas que algumas jogadoras atuaram ou atuam na França. Como as outras equipes africanas, deve ter força de ataque e potência de salto, mas não deve ser eficiente tecnicamente. Deve ser o adversário mais fraco do grupo”, comentou Zé Roberto.

Para a oposto Sheilla, uma estreia é sempre perigosa e requer atenção máxima. “Nunca joguei contra o Quênia. Não conheço o time. Mas é o primeiro jogo e a estreia é sempre mais tensa. Temos de estar atentas e concentradas para não sermos surpreendidas”, alertou a campeã olímpica, que disputará o segundo Mundial com a camisa da seleção.

Feliz por iniciar a principal competição do ano na cidade mais brasileira do Japão, a ponteira Jaqueline quer a vitória na estreia. “Somos muito bem recebidas em Hamamatsu. Adoro a cidade. Parece que estamos no Brasil. No ginásio, a torcida vibra e joga junto. Esse apoio será muito importante na competição. Na estreia, o Quênia é teoricamente mais fraco, mas não podemos vacilar. O Brasil é o adversário a ser batido. Elas vão jogar sem responsabilidade, sem pressão, vão vir com tudo. Temos que fazer o nosso papel e jogar com atenção para começarmos o campeonato com vitória”, afirmou Jaqueline.

Depois de cinco dias de aclimatação em Tóquio, onde venceu um amistoso contra o Japão, a equipe brasileira chegou a Hamamatsu nesta QUARTA-FEIRA (27.10). Na manhã desta QUINTA (9h às 10h30 – horário do Japão), o time verde e amarelo fará o treino de reconhecimento do ginásio de jogo, a Hamamatsu Arena. Será o primeiro e último treinamento antes da estreia contra o Quênia. Na primeira fase do Mundial, que termina do dia 3 de novembro, o Brasil ainda enfrentará República Tcheca, Holanda, Porto Rico e Itália.

Em busca do primeiro ouro no campeonato, a seleção brasileira feminina chegou perto da conquista em duas ocasiões. Em 1994, em São Paulo, a equipe perdeu a decisão para Cuba por 3 sets a 0. Na final de 2006, em Osaka, o Brasil foi derrotado pela Rússia por 3 sets a 2 e novamente ficou com a medalha de prata.

Feijão, arroz e carne em restaurante brasileiro

A noite desta quarta foi de comida brasileira para as jogadoras da seleção. Patrocinador oficial do voleibol brasileiro, o Banco do Brasil ofereceu um jantar para a delegação numa churrascaria de Hamamatsu. No restaurante, arroz, feijão, farofa e carne servidos por brasileiros.

“É um prazer estar aqui hoje e jogar em Hamamatsu. Agradeço ao Banco do Brasil por todo o investimento no voleibol. Sem eles, nada disso seria possível”, disse a capitã Fabiana antes do início do jantar.

cbv

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RBR domina sexta-feira, e Vettel bate Webber nos treinos livres em Suzuka

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RBR domina sexta-feira, e Vettel bate Webber nos treinos livres em Suzuka

Posted on 09 outubro 2010 by hugo

O primeiro dia de treinos para o GP do Japão, em Suzuka, terminou sem surpresas, com o amplo domínio da RBR nas duas sessões. O alemão Sebastian Vettel, quarto no Mundial de Pilotos, foi o melhor em ambas, com o tempo de 1m31s465, 395 milésimos à frente do companheiro australiano Mark Webber, segundo colocado do dia e líder do campeonato. A equipe austríaca teve mais de sete décimos de vantagem sobre o terceiro, o polonês Robert Kubica, da Renault.

Sebastian Vettel foi o melhor do dia, que teve um amplo domínio da RBR em Suzuka. Vice-líder do Mundial de Pilotos, 11 pontos atrás de Webber, Fernando Alonso foi o quarto colocado, quase nove décimos mais lento que Vettel nesta sexta-feira. Em busca do tricampeonato da Fórmula 1, o  espanhol ficou uma posição à frente do companheiro Felipe Massa, quinto colocado no acumulado das duas sessões. O brasileiro ficou mais de um segundo atrás do líder do dia.

McLaren é retirada após batida (Foto: Getty Images)Quem não conseguiu um bom desempenho foi a McLaren, que teve uma sexta-feira cheia de problemas. O inglês Jenson Button ficou apenas em sexto, atrás das duplas de RBR e Ferrari. O atual campeão do mundo não conseguiu andar no mesmo ritmo dos rivais em nenhuma das duas sessões. Já Lewis Hamilton teve o dia comprometido por um erro no treino da manhã, quando acertou a zebra da curva Degner, errou a freada, saiu da pista e acertou a barreira de pneus. A equipe conseguiu consertar o carro a dez minutos do fim, mas ele ficou só em 13º.

Após uma boa sexta posição de Rubens Barrichello no treino da manhã, a Williams não conseguiu manter o bom ritmo à tarde, quando os tempos melhoraram muito. O veterano brasileiro ficou apenas com a 14ª posição, mais de dois segundos atrás de Vettel. O alemão Nico Hulkenberg, seu companheiro, ficou quatro postos à frente, em décimo lugar nesta sexta-feira.

Após não andar pela manhã, quando cedeu seu lugar ao belga Jerome D’Ambrosio, Lucas di Grassi teve um bom desempenho à tarde. O brasileiro da VRT ficou na 21ª posição do dia, dois décimos mais rápido que o experiente companheiro Timo Glock. Bruno Senna, outro piloto do país na categoria, ficou na 23ª e penúltima posição, à frente apenas do japonês Sakon Yamamoto, seu colega na Hispania. Ambos ficaram muito atrás dos rivais nesta sexta-feira em Suzuka.

Veja os melhores tempos da sexta-feira de treinos livres para o GP do Japão:

1 – Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) – 1m31s465 (54 voltas)

2 – Mark Webber (AUS/RBR-Renault) – 1m31s860 (52)

3 – Robert Kubica (POL/Renault) – 1m32s200 (55)

4 – Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – 1m32s362 (57)

5 – Felipe Massa (BRA/Ferrari) – 1m32s519 (60)

6 – Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) – 1m32s533 (47)

7 – Vitaly Petrov (RUS/Renault) – 1m32s703 (57)

8 – Michael Schumacher (ALE/Mercedes) – 1m32s831 (47)

9 – Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) – 1m32s842 (39)

10 – Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) – 1m32s851 (50)

11 – Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – 1m32s880 (35)

12 – Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – 1m33s471 (50)

13 – Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) – 1m33s481 (17)

14 – Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) – 1m33s564 (37)

15 – Nick Heidfeld (ALE/Sauber-Ferrari) – 1m33s697 (56)

16 – Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) – 1m34s005 (58)

17 – Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) – 1m34s055 (59)

18 – Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) – 1m34s310 (54)

19 – Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) – 1m36s095 (62)

20 – Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) – 1m36s333 (56)

21 – Lucas di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) – 1m36s630 (28)

22 – Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) – 1m36s834 (45)

23 – Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) – 1m37s352 (61)

24 – Jerome D’Ambrosio (BEL/VRT-Cosworth) – 1m37s778 (23)

25 – Sakon Yamamoto (JAP/Hispania-Cosworth) – 1m37s831 (60)

Fonte: Globo.

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Brasil vence o Japão e é o nono no Mundial feminino de basquete

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Brasil vence o Japão e é o nono no Mundial feminino de basquete

Posted on 02 outubro 2010 by hugo

A campanha foi a pior desde a conquista do Mundial da Austrália em 1994, mas pelo menos acabou bem. Após um início ruim de partida, a seleção brasileira feminina de basquete voltou a derrotar o Japão (adversário na primeira fase), desta vez com menos dramaticidade, por 84 a 79, neste sábado, em Karlovy Vary, e ficou com o nono lugar do Campeonato Mundial disputado na República Tcheca.

No fim do jogo, Helen e Alessandra, que se despedem da seleção, receberam uma homenagem das companheiras em quadra. Alessandra, aliás, foi ao lado da japonesa Yuko Oga a cestinha da partida, com 21 pontos.

A partida

Em jogo muito veloz, as japonesas começaram melhor e terminaram o primeiro quarto com 31 a 25 a seu favor. O Japão voltou mais concentrado para o segundo quarto e aumentou a diferença no marcador. Mas as brasileiras conseguiram equilibrar as ações e diminuíram a vantagem das adversárias. E o primeiro tempo terminou com o placar de 45 a 42 para as japonesas.

A equipe brasileira voltou cometendo uma sucessão de erros na segunda etapa, principalmente em bandejas, mas por sorte o time do Japão também não estava inspirado e por isso não avançou no placar. A qualidade do jogo caiu muito, mas mesmo assim as brasileiras finalmente conseguiram empatar o jogo em 52 a 52 e depois virar. As bolas de três começaram a cair, e o Brasil abriu sete pontos de vantagem (60 a 53), a maior até então na partida a seu favor. Porém, o terceiro quarto terminou com 62 a 56 para as brasileiras.

Muito irregular, o Brasil voltou péssimo para o último quarto e permitiu o empate japonês, em 62 a 62. Com uma cesta de Alessandra, a primeira brasileira do período, pôs o time do técnico espanhol Carlos Colinas à frente novamente, e a equipe deslanchou retomando rapidamente a vantagem anterior, com menos de três minutos de bola em jogo: 68 a 62. A equipe brasileira subiu de produção e foi ampliando a sua diferença no placar, chegando a 11 (75 a 64).

O time japonês apertou a marcação e conseguiu reduzir sua desvantagem para sete pontos (77 a 70), quando Colinas pediu tempo, quando faltavam menos de três minutos para o fim. O Brasil fez dois pontos na volta, mas as velozes e raçudas japonesas entraram de novo no jogo com uma cesta de três pontos, a menos de dois minutos para o fim: 75 a 79. Colinas pediu outro tempo, mas não adiantou, outra cesta e o Brasil ficou só um ponto à frente: 79 a 77.

Adrianinha no ataque seguinte converteu um arremesso de três e o Brasil ficou com 82 a 77. As japonesas responderam com mais dois pontos (82 a 79), quando faltavam 30 segundos para o fim. O técnico japonês pediu tempo, mas dois lances livres foram convertidos por Adrianinha e o Brasil garantiu a sua vitória e o nono lugar.

globo

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Instável, Brasil perde para o Japão na estreia da fase final do Grand Prix

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Instável, Brasil perde para o Japão na estreia da fase final do Grand Prix

Posted on 25 agosto 2010 by hugo

Foi um desempenho cheio de altos e baixos e a seleção brasileira feminina de vôlei pagou caro por isso, estreando com derrota na fase final do Grand Prix. Nesta quarta-feira (25), o time nacional foi surpreendido pelo Japão por 3 sets a 2, parciais de 13/25, 25/23, 18/25, 25/22 e 15/13. A partida foi realizada em Ningbo (China).

Depois de um primeiro set quase perfeito, o Brasil apresentou uma queda de rendimento em todos os fundamentos na segunda etapa. No começo da terceira parcial, a equipe precisou do brilho da central Thaísa para não se complicar e conseguiu vencer após as entradas de Natália e Paula Pequeno em quadra.

No quarto set, porém, o Brasil voltou a ser dominado pelas nipônicas, que apresentaram excelente defesa e levaram a partida para o tie-break, onde fecharam o jogo se aproveitando de novas falhas da equipe comandada por José Roberto Guimarães. Graças a isto, as brasileiras levaram apenas um ponto neste jogo, contra dois do Japão.

Principais atacantes do Brasil, Mari e Sheilla tiveram um dia apagado, marcando respectivamente nove e seis pontos. As duas começaram o confronto como titulares, ao lado de Fabíola, Thaísa, Fabiana, Jaqueline e a líbero Fabi. Com o mau momento de Paula, Mari voltou a jogar no quarto set, mas teve participação discreta.

Com 27 acertos, Jaqueline foi a principal pontuadora do time e do jogo, mas pecou bastante na recepção. Por outro lado, a levantadora Takeshita foi o destaque japonês, servindo muito bem Ebata (26 pontos) e Kimura (23).

Na busca pela recuperação, a seleção feminina volta à quadra às 4h30 (horário de Brasília) desta quinta-feira (26), contra a Polônia, que tomou uma virada espetacular dos EUA na estreia da fase final. As japonesas, por sua vez, fazem um duelo asiático contra a China, às 8h30.

r7

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Seleção corrige os erros, não dá chances ao Japão e vence mais uma

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Seleção corrige os erros, não dá chances ao Japão e vence mais uma

Posted on 08 agosto 2010 by hugo

Depois da fácil vitória contra Taiwan, José Roberto Guimarães pediu que as jogadoras brasileiras tivessem atenção e diminuíssem os erros diante do Japão. A seleção, no entanto, fez mais. Superior durante todo o jogo, não deu chances às asiáticas e chegou à segunda vitória no Grand Prix, em São Carlos (SP). Tranquila, a equipe derrotou as rivais por 3 sets a 0, parciais 25/20, 25/19 e 25/20.

O Brasil tenta manter a invencibilidade no último confronto da primeira fase do Grand Prix, neste domingo de Dia dos Pais. As rivais da vez serão as italianas, às 9h30m. A expectativa é de ginásio lotado, com todos os ingressos vendidos desde quarta-feira.

- A gente entrou em quadra muito preocupada porque o time do Japão vinha jogando muito bem, e o nosso não – disse Mari.

O primeiro ponto do jogo comprovou o que o técnico Zé Roberto havia dito. Com uma defesa forte e velocidade na saída, as japonesas foram as primeiras a mandarem a bola para o chão. O Brasil, no entanto, começou atento e com vontade. Com inteligência na hora de atacar, a seleção abriu 8/3, diante de uma torcida empolgada.

Após o tempo técnico, o Brasil deu uma cochilada na defesa: 10/10. Do outro lado, o Japão mostrava precisão nos passes da levantadora Takeshita. Um ace de Thaísa, no entanto, abriu de novo vantagem, com 15/12.

A seleção voltou a dominar a partida, na empolgação da minibateria montada na arquibancada. Pressionadas, as asiáticas não conseguiam encaixar a defesa, e a vantagem já era de quatro pontos (19/15). O Japão chegou a encostar mais uma vez, em erros bobos da defesa brasileira, mas após um bom ataque de Jaqueline, o Brasil fechou em 25/20.

O segundo set começou equilibrado, mas as brasileiras eram precisas no ataque. No Japão, Takeshita brilhava com os passes rápidos. Mas foi a levantadora do Brasil, Dani Lins, que empolgou após bela largadinha, ampliando a vantagem. A seleção, no entanto, teve três erros seguidos de ataque e deixou que as rivais virassem o placar: 10 a 8.

O Brasil voltou a liderar o set após ace de Mari, fazendo 14/13. Depois do segundo tempo técnico, começou a brilhar o fundamento que fez a diferença na estreia contra Taiwan: o bloqueio. Dois pontos seguidos de Fabiana levaram a seleção a 19/15.

Com Fabíola e Natália em quadra, as meninas da seleção assumiram de vez o controle do set. Mari, que estava mal no início da partida, também entrou no jogo. Após belo ataque de Natália, o Brasil fechou a parcial em 25/18.

No terceiro set, Zé Roberto pôs Paula Pequeno em quadra, para a alegria da torcida no ginásio Milton Olaio Filho. Mas era Fabiana quem continuava brilhando no bloqueio contra as japonesas. Apesar da velocidade das orientais, o Brasil dominava com certa facilidade.

Depois de um pedido de tempo do técnico Masayoshi Manabe, no entanto, as japonesas saíram de 17/11 no placar para 18/17. A seleção, porém, conseguiu segurar bem o resultado, impulsionada pela torcida, e fechou a partida em 25/20, em uma bola para fora das adversárias.  Agora, é a vez das italianas.

Fonte: Globo.

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AMISTOSOS DA SELEÇÃO FEMININA: Equipe vence quarto jogo contra o Japão e mantém invencibilidade

Posted on 23 junho 2010 by hugo

brasilvolei1A seleção brasileira feminina de vôlei chegou ao final da primeira série de amistosos de 2010 com 100% de aproveitamento. Nesta TERÇA-FEIRA (22.06), a equipe venceu o quarto e último jogo contra o Japão: 3 sets a 0 (25/22, 25/23 e 25/20), em 1h32, no ginásio do Sesi, em Maceió. Agora, o próximo compromisso do Brasil será em julho, em amistosos contra a Alemanha, em Minas Gerais.

 

“Esses jogos contra o Japão foram nosso primeiro teste. Percebemos que teremos trabalho com a recepção e a defesa. O melhor jogo foi o de ontem, quando erramos pouco e não demos chances ao Japão. Agora vamos começar a pensar nos próximos desafios, contra a Alemanha”, comentou o técnico José Roberto Guimarães.

 

Os amistosos fazem parte da preparação da equipe para as duas competições oficiais que disputará no ano: o Grand Prix, que será realizado de 6 a 29 de agosto e terá a China como sede da fase final; e o Campeonato Mundial, de 29 de outubro a 14 de novembro, no Japão.

 

“Estamos em início de temporada e ainda há o que melhorar. A evolução vem jogo a jogo. O objetivo é chegar muito bem ao Mundial e lutar por nosso primeiro título nesta competição. É este o nosso principal objetivo no ano”, disse a ponteira Mari.

 

Japão testa novos talentos

 

À frente do processo de renovação da seleção japonesa, o técnico Masayoshi Manabe aproveitou os amistosos para testar novas jogadoras, sobretudo levantadoras.

 

“Estamos fazendo testes. Não trouxe algumas de nossas principais jogadoras para que pudesse testar as mais novas. Viemos com três levantadores que estão na seleção adulta pela primeira vez. A temporada é longa e precisamos dar experiência a outras atletas. Estamos renovando a equipe para o Grand Prix e para o Campeonato Mundial”, disse Manabe.

 

O treinador comentou a importância de enfrentar a pressão da torcida adversária. “Os jogos foram uma experiência muito boa para as meninas mais novas. Jogar no campo adversário com tanta torcida pressionando é realmente um grande aprendizado. Só tenho a agradecer pela oportunidade de vir aqui e fazer amistosos contra uma equipe campeã olímpica. É um prazer para todos nós”, afirmou.

 

O jogo

 

A seleção japonesa começou melhor no primeiro set. Eficiente na defesa e no ataque, as orientais deram trabalho ao time brasileiro e abriram 8/5. Sem conseguir acertar o passe, o Brasil viu o Japão ampliar a vantagem (11/7). Depois de chegarem ao empate em ataque da meio de rede Thaísa (14/14), as brasileiras voltaram a ficar atrás no placar: 16/14.

 

A reação brasileira começou depois do tempo técnico solicitado por José Roberto Guimarães, quando o placar apontava 18/15 para o Japão. Melhor no ataque, a equipe cresceu no jogo e chegou à virada (20/19). As substituições feitas pelo treinador Manabe não surtiram efeito e o Brasil fechou a primeira parcial: 25/22 em dois ataques seguidos da oposto Natália, que entrou no lugar de Sheilla.

 

O início do segundo set teve panorama parecido. O Japão aproveitou-se dos erros de saque e recepção do Brasil e fez 8/3. Mais uma vez, o time verde-amarelo teve que buscar o jogo e, contando com a eficiência de seu bloqueio, encostou: 8/10. O empate e a virada das brasileiras vieram em três erros seguidos da equipe japonesa: 11/10.

 

A partir daí, partida equilibrada, com ligeira vantagem para o Japão. Incansáveis na defesa, as orientais chegaram à segunda parada técnica obrigatória na frente: 16/14. O Brasil novamente buscou a virada, que veio num ataque no 22º ponto (22/21). A seleção brasileira fechou a parcial em 25/23 depois do ataque da ponteira Mari.

 

No terceiro set, o Brasil começou melhor. Eficiente no bloqueio, a equipe fez 5/2. A reação japonesa, no entanto, não demorou. Em quatro pontos seguidos, o Japão chegou à virada: 8/6. As brasileiras tiveram de buscar o jogo mais uma vez e abriram 12/10 em ace de Thaísa.

 

A equipe verde-amarela chegou ao segundo tempo técnico obrigatório em dois pontos seguidos de ataque, um da oposto Natália e outro da central Adenízia: 16/14. O Brasil passou a ditar o ritmo do jogo e definiu a parcial em 25/20 em erro da recepção japonesa.

 

EQUIPES:

 

BRASIL – Dani Lins, Sheilla, Mari, Jaqueline, Adenízia e Thaísa. Líbero – Fabi

 

Entraram: Natália, Camila Brait, Fabíola, Paula Pequeno, Sassá e Joycinha

 

Técnico – José Roberto Guimarães

 

JAPÃO – Yokoyama, Inoue, Yamaguchi, Shoji, Ishida e Ebata. Líbero – Ino

 

Entraram: Hamaguchi, Sakoda, Matsuura e Tominaga

 

Técnico – Masayoshi Manabe

 

cbv

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Seleção feminina de vôlei chega a Natal nesta segunda-feira, para amistosos com japonesas

Posted on 13 junho 2010 by hugo

selfemA seleção brasileira feminina de vôlei chega a Natal nesta segunda-feira (14). O time campeão olímpico fará uma série de amistosos contra o Japão no Nordeste, em preparação para o Grand Prix da Ásia.

A primeira partida entre brasileiras e japonesas será na quinta-feira (17), às 19h, no ginásio Nélio Dias. No dia seguinte, às 21h, as seleções voltarão a se enfrentar, no mesmo local.

De Natal, as duas equipes seguem para Maceió, onde jogarão outras duas vezes, no ginásio do Sesi. O primeiro amistoso será no dia 21, às 18h, e o segundo, no dia 22, às 20h30.

O técnico José Roberto Guimarães diz que os amistosos serão para colocar em prática tudo o que foi treinado em pouco mais de um mês no CT de Saquarema, no Rio de Janeiro.

- O Japão é um time rápido e muito técnico. Teremos que ter qualidade para reagir à eficiência das japonesas. O mais importante nestes primeiros jogos será o retorno que teremos da equipe.

A seleção do Japão, que está na Suíça para a disputa da Montreux Volley Masters, desembarca em Natal na terça-feira (15).

 

Fonte: R7.

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