Se a Rússia, que venceu seus três jogos pelo Grupo D do Mundial Feminino de Basquete, na República Tcheca, ainda tem jogadoras dizendo que precisam “encontrar sua química” como grupo, o Brasil, adversário das russas nesta segunda-feira (27) – já pelas oitavas de final, na cidade de Brno -, precisa jogar.Rússia está invicta
As seleções carregam os resultados de seus três jogos da primeira fase e ainda enfrentam mais três times. O Brasil depois de perder da Coreia do Sul, de suar para vencer Mali e perder novamente, então da Espanha, enfrenta a Rússia e depois Japão na terça-feira (28) e República Tcheca, em casa, na quarta (29).
A pivô Érika de Souza admitiu que vem faltando confiança às jogadoras brasileiras, como disse ao site da CBB (Confederação Brasileira de Basquete). Para ela, é preciso “aproveitar a confiança que os treinadores depositam na gente para confiarmos em nós mesmas”.
- Nessa segunda fase queremos procurar jogar mais em grupo para mostrarmos tudo que temos treinado – e vencer. O próximo jogo será contra a Rússia, que é um time forte e atlético. Vamos procurar jogar sem medo e colocar tudo que aprendemos em prática.
Foi o que disse o técnico espanhol Carlos Colinas, que dirige o Brasil. Suas jogadoras, observou, também ao site da CBB, precisam entrar em quadra “com confiança e sem medo”. Ele ressaltou a disposição do time no primeiro e quarto quartos contra a Espanha.
Depois desse jogo, Iziane se mostrou irritada com as perdas de bola – a diferença na primeira etapa de jogo, segundo comentou ao site da Fiba (Federação Internacional de Basquete).
- Foi muito difícil retomar o jogo. Jogamos melhor no fim, mas não foi o suficiente. Se não continuarmos jogando assim, melhor, não vamos a lugar nenhum. Precisamos refletir como podemos melhorar nosso basquete para esta próxima fase.
A ex-jogadora Janeth Arcain, auxiliar-técnica de Colinas, disse que a ansiedade da seleção foi responsável pelos erros, mas o time mostrou poder de recuperação.
- Vamos aproveitar a folga para conversar com as atletas e dar a volta por cima. Eu e o Colinas acreditamos muito nesse grupo. Estamos classificadas para a próxima fase e a partir de agora é focar nos resultados que precisamos conquistar.
Próxima adverária das brasileiras, a Rússia é dirigida pelo técnico Boris Sokolovskiy e passou por Japão, República Tcheca e Argentina.
O Brasil, do técnico espanhol Carlos Colinas, se mostrou um time nervoso e perdido na maior parte do tempo, nas derrotas para Coreia do Sul e da Espanha – o time ainda teve de suar para ganhar de Mali.
Pelas russas, Irina Osipova, que estava no banco, vem se destacando em assistências, arremessos, rebotes e tocos.
Mas foi Svetlana Abrosimova que falou à Fiba (Federação Internacional de Basquete) sobre o primeiro lugar alcançcado no Grupo B. Disse que a equipe está “exatamente onde queria, de acordo com a meta traçada”, mas ainda se ressente de erros.
- Tivemos muitas falhas, perdemos muitos arremessos… Ainda estamos tentando encontrar nossa química.
O domingo (26) de descanso seria usado pelas russas para recuperação física e para se concentrarem para a próxima rodada.
r7
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O Brasil teve uma estreia sem sustos na 17ª edição do Campeonato Sul-Americano Infanto-Juvenil Feminino de Vôlei. Lutando por seu 14º título na competição e por uma das duas vagas em jogo no Mundial da categoria, que acontecerá na Turquia, em 2011, a equipe comandada pelo técnico Antônio Rizola derrotou a Bolívia por 3 sets a 0 (25/21, 25/10 e 25/6), em 1h12, nesta TERÇA-FEIRA (24.08), em partida realizada na cidade de Tarapoto, no Peru.

