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Goleiro Harlei revela: ‘Se o seu Hailé sair do Goiás, eu saio junto’

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Goleiro Harlei revela: ‘Se o seu Hailé sair do Goiás, eu saio junto’

Posted on 08 dezembro 2011 by hugo

Com 39 anos, jogador tem mais um ano de contrato com o Verde, mas diz que não permanece no Esmeraldino caso Hailé Pinheiro deixe o clube.

O Goiás vive um clima de incerteza quanto ao seu futuro. No próximo dia 20 de dezembro – data provável – o clube passará por eleições, e dependendo do resultado, o torcedor esmeraldino poderá perder um de seus maiores ídolos. Aos 39 anos – faz 40 em março -, o goleiro Harlei tem apenas mais um ano de contrato com o time alviverde. A intenção é cumpri-lo, mas com uma condição: a permanência de Hailé Pinheiro na vida do clube.

- A final da Sul-Americana era para ter sido o meu último jogo pelo Goiás, porque eu ia embora, estava tudo acertado, mas de repente o seu Hailé (Pinheiro) pediu pra eu ficar, articulou tudo para que eu ficasse, e permaneci no Goiás. Agora, se ele sair, eu saio junto com ele. Eu não tenho como ficar no Goiás, eu só fiquei porque ele pediu pra ficar. Tinham as pessoas que não queriam que eu ficasse, e o seu Hailé cuidou de tudo – revelou o goleiro.

Harlei disse que quer a garantia de que o atual presidente continue ativo na vida política do Goiás, mesmo que não seja o próximo mandatário máximo do clube. Caso isto não ocorra, o goleiro garante que deixa o time junto com Hailé, mesmo com contrato até o final de 2012, encerrando um ciclo de 12 anos no time goiano.

- O meu contrato é um contrato que não tem multa, não tem cláusula rescisória. Portanto se o último ato do seu Hailé no Goiás for assinar a rescisão do meu contrato, eu saio junto com ele – assegurou o ídolo esmeraldino.

Se depender das declarações de Hailé, esta é uma possibilidade concreta. O presidente alviverde já revelou que não pretende continuar na presidência do clube, e quer se afastar de vez das atividades do Goiás. Pessoas próximas ao comandante, como o conselheiro e sobrinho Edmo Pinheiro, também já comentaram sobre a saída do dirigente. Apesar disso, Harlei prefere deixar para se preocupar com este fato só depois de suas férias.

- Eu não conversei com ele, mas o seu Hailé é uma incógnita. Na mesma hora em que ele está de cabeça baixa, ele levanta novamente, então não dá para saber. Eu estou saindo de férias, viajo hoje (segunda-feira), só retorno no dia 23, vou ligar para o pessoal e ver como foram as eleições, e só depois a gente vai saber como vai ser – disse o camisa número 1 do Goiás.

Se o seu Hailé sair, eu saio junto com ele. Eu não tenho como ficar no Goiás, eu só fiquei porque ele pediu pra ficar”
Harlei

‘Ainda me sinto útil’

A concretização deste cenário – saídas de Hailé Pinheiro e Harlei do Goiás – não significa que a carreira do goleiro estaria encerrada. Harlei não descarta atuar por outro clube, caso apareça uma boa proposta. A possibilidade de continuar com a carreira viva de jogador de futebol vale também caso ele cumpra o contrato com o clube esmeraldino em 2012, e encontre outro destino em 2013.

- Com certeza eu vou jogar, me sinto ainda muito útil, estou totalmente ativo, assim como eu continuaria com a camisa do Goiás agora caso dê tudo certo. Também faz parte do meu pensamento continuar depois (em 2013), se eu achar que tenho condições, e surja algo interessante. A minha família vive do futebol, enquanto eu puder render, eu vou continuar – comentou o arqueiro.

Harlei tem 740 jogos pelo Goiás, e caso continue sua história no clube, pretende atingir a marca de 800 partidas pelo clube goiano, número que ele admite nunca ter imaginado alcançar. Mesmo decisivo em continuar ativo como jogador de futebol, o goleiro faz planos para quando abandonar os gramados, mas diz que ainda não é o momento de pensar nisso.

- Vou descansar. Essa é a minha meta. Vamos ver se vai aparecer novos projetos, quero tocar a minha empresa, e depois pensar no que vou fazer. Posso virar treinador, quero fazer alguma coisa dentro do futebol, estou há mais de 20 anos no futebol, isso é a minha vida. Mas não tracei planos, objetivos – revelou.

A temporada

Após 11 anos ininterruptos atuando pela Série A, Harlei viu sua equipe cair para a Segundona, e não conquistar o acesso imediatamente. A situação, segundo o goleiro, foi consequência de vários erros cometidos durante o ano de 2010, quando o time esmeraldino foi rebaixado. Apesar da falta de títulos, e da permanência na Série B, Harlei ficou satisfeito com o desempenho do Goiás na temporada, principalmente nas mãos de Enderson Moreira.

- Tivemos muitas dificuldades para encaixar o nosso conjunto, e quando encaixamos o campeonato, já estava praticamente definido. Embora a gente não tenha conquistado nada de expressivo, fiquei muito satisfeito com o retorno que eu pude dar. O Enderson foi o grande responsável por resgatar a confiança, o auto astral, o otimismo desse grupo, o Enderson realmente é um treinador que se mostrou com uma qualidade invejável, tem tudo pra se tornar um dos grandes treinadores do futebol brasileiro – avaliou.

globo

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Harlei iniciou a disputa de clássicos em Goiás pelo Vila

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Harlei iniciou a disputa de clássicos em Goiás pelo Vila

Posted on 05 agosto 2011 by hugo

Depois de 47 clássicos entre Goiás e Vila Nova, o sentimento do goleiro Harlei não é de repetição às vésperas de mais um confronto dos dois arquirrivais goianos. “Algum tipo de aprendizado vai acontecer”, comenta o jogador, sobre a partida de amanhã, às 16h20, no Serra Dourada. Hoje, aos 39 anos, 11 deles no Goiás, o jogador espera passar despercebido no jogo decisivo. “Vou procurar passar tranquilidade e fazer o mais simples possível. O melhor é fazer como o bom árbitro, passar despercebido”, afirma.

Fora do último Goiás x Vila por lesão muscular, Harlei não viveu as barbaridades da briga generalizada entre jogadores. E espera o episódio fique no passado. “Aquilo manchou o que nós pregamos a todo tempo da não violência. Espero que tenha sido um caso isolado”, diz o goleiro esmeraldino.

Apesar da sequência de quatro vitórias seguidas, Harlei não se empolga com o momento na Série B. “Pela pontuação da turma de cima, Goiás e Vila têm de trabalhar muito ainda na competição.” Ele lembra que o alviverde ainda tem um longo caminho baseado nas contas de Márcio Goiano. O técnico quer pelo menos 30 pontos até o fim do 1º turno e o clube, atualmente com 21, tem cinco jogos para chegar até lá.

Pelo Goiás, Harlei tem média de menos de um gol por partida no principal clássico goiano: em 45 jogos, sofreu 40 gols (0,89 por partida). Mas, curiosamente, ele iniciou sua história no confronto pelo Vila Nova e em uma vitória épica do clube colorado: o 5 a 3, de virada, pelo Goianão de 1999, que o alviverde começou ganhando por 3 a 0. O goleiro ainda atuou pelo Vila na derrota colorada por 3 a 1 e, depois, na Série B daquele ano, já era do Goiás.

Foi na Série B de 1999 que Harlei disputou o clássico que até hoje considera inesquecível. Na partida em que garantiu o acesso, o Goiás venceu por 1 a 0, com gol de Dill “e uma boa colaborada do bumbum do Araújo”, como diz o goleiro, aos risos. Naquele jogo, Harlei teve atuação impecável. “Era uma noite chuvosa e o Vila tinha um grande time. Nós tínhamos uma equipe sensacional, a melhor dos anos que estou aqui.”

Nesta Série B, Harlei já foi vaiado. No início da temporada, perto de completar 700 jogos pelo Goiás, também mostrou-se chateado por críticas recebidas. Ontem, ao falar sobre a experiência que tem, disse: “Tem pessoas que acham que experiência não vale nada, que nós não passamos de jogadores velhos para o futebol. Mas a gente consegue saber fazer a leitura do jogo e pegar o atalho”.

Ontem, no treino coletivo realizado no CT Edmo Pinheiro, Márcio Goiano confirmou que pretende promovor o retorno dos três jogadores que cumpriram suspensão na vitória sobre o Duque de Caxias, na última rodada. Guto, Marcão e Douglas treinaram entre os titulares. A equipe reserva foi formada com três zagueiros, em uma tentativa de simular uma das possibilidades de formação do Vila Nova.

Com o intuito de fazer do clássico contra o Vila o “jogo da paz”, a diretoria esmeraldina distribuirá planfletos para quem for com camisa do Goiás ou branca. Além de orientações sobre o comportamento no estádio, o torcedor preencherá o cupom para concorrer a camisas do clube.

Os sócios do Goiás devem retirar na secretaria do clube, na Serrinha, hoje (das 8 horas às 18 horas) e amanhã (até as 11 horas), os convites para o clássico contra o Vila Nova.

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Elenco tenta explicar derrotas fora de casa

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Elenco tenta explicar derrotas fora de casa

Posted on 09 junho 2011 by hugo

Os jogadores do Goiás ainda buscam explicações para a disparidade no desempenho do time dentro e fora de casa. Na Série B do Brasileiro, o time esmeraldino obteve duas vitórias no Serra Dourada. Já nos domínios do adversário, foram duas derrotas – para Náutico e, terça-feira, para o ABC. O discurso adotado pelos atletas evidencia a tentativa de transformar a diferença num trauma.

O experiente goleiro Harlei destaca que o Goiás tem atletas qualificados para vencer dentro ou fora de casa. No entanto, ele admite que o mando de campo é muito importante. Além disso, o camisa 1 não acredita que o fator casa seja mais decisivo na Série B do que na Série A. “Jogar dentro dos seus domínios é uma vantagem em qualquer competição”, justifica.

Para o meia Diniz, o problema não é exclusividade do Goiás. Perder fora de casa é uma dificuldade que tem afetado a maior parte dos times da Segundona. “O conhecimento do campo e o apoio da torcida pesam a favor do time mandante”, analisa. Na terça-feira, às 19h30, o time esmeraldino espera fazer valer o mando de campo. Para a partida contra o Paraná, pela 5ª rodada, o Goiás não poderá contar com o lateral-direito Oziel e o zagueiro Marcão, suspensos. Valdir Lima e Valmir Lucas entram.

O diretor de futebol do Goiás, Kléber Guerra, está buscando reforços no Paraná. Ele tenta trazer o volante Alan Bahia, que não estão sendo utilizado pelo Atlético (PR).

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Goiás luta por liderança em Natal

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Goiás luta por liderança em Natal

Posted on 07 junho 2011 by hugo

Reforçado pela volta do goleiro Harlei e atacante Hugo, time tenta primeira vitória fora de casa na Série B contra o ABC.

Reforçado pelo retorno do goleiro Harlei e o atacante Hugo, o Goiás joga hoje à 21 horas contra o ABC, no Estádio Frasqueirão, em Natal, pela quarta rodada da Série B. O time esmeraldino tenta somar seus primeiros três pontos fora de casa para se manter no G-4 da competição. Se vencer ou empatar, o time assume a liderança provisória da competição. Já o ABC busca vencer a primeira em casa e entrar na faixa de classificação à Série A.

Após golear o ASA de Arapiraca, o alviverde goiano terá uma missão um pouco mais complicada, pois encara o campeão potiguar dessa temporada. O time está invicto no campeonato com uma vitória e dois empates.
No Brasileiro da Série B, o Goiás ainda não venceu fora de casa. Na única partida realizada até agora o time foi derrotado pelo Náutico, em Recife por 1 a 0. Na oportunidade, o time esmeraldino foi criticado pela postura defensiva e falta de poder ofensivo.

O técnico Artur Neto tem boas notícias e contará com os retornos de Harlei parado desde a segunda partida da fase oitavas-de-final da Copa do Brasil, no dia 27 de abril se recuperando de lesão muscular – volta no lugar de Pedro Henrique -, e do atacante Hugo que está fora desde o dia 20 de abril quando se machucou no jogo de ida contra o São Paulo. Outro que deve ficar na opção entre os reservas é o volante Zé Antônio, que cumpriu suspensão automática na última terça-feira.

Porém, o time titular deve ser praticamente o mesmo que goleou o ASA no Serra Dourada, a única exceção vai ser o goleiro Harlei que volta para a equipe titular. O atacante Hugo deve ficar no banco de reservas já que está sem ritmo de jogo e viu Guto marcar três gols na última rodada.

O meia Diniz, ex-Morrinhos, que marcou gol contra o ASA, segue no meio-campo e prestigido por Artur Neto. O time vai jogar com dois meias armadores. Marcelo Costa continua entre os titulares e, além de armar, terá poder de marcação ao lado de Amaral.

ADVERSÁRIO

O ABC que está de volta à Série B após ser campeão da Série C teve um bom início de temporada com o título estadual e ainda não perdeu na Série B. O alvinegro empatou as duas primeiras partidas, com Bragantino e Salgueiro, mas vem embalado por uma vitória sobre a Portuguesa, fora de casa.

O técnico Leandro Campos não vai poder contar com o atacante Leandrão que foi punido pelo STJD em quatro jogos e cumpre o último contra a equipe goiana.

O atacante Elionar Bombinha, que já teve passagem pelo Mineiros, marcou três gols e é um dos vice-artilheiros, ao lado de Guto (Goiás) e Ribinha (Icasa-CE). Ricardo Jesus (Ponte Preta) é o goleador, com 4 gols em três partidas.

dm

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Retorno é questão de tempo

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Retorno é questão de tempo

Posted on 26 maio 2011 by hugo

O retorno de Harlei aos gramados já é tratado como questão de tempo no Goiás. Recuperado da contusão muscular que sofreu no mês passado, na partida contra o São Paulo, apenas a parte física impede o goleiro de reassumir a camisa número um. A previsão que isso aconteça está marcada para a quarta rodada, no confronto diante do ABC, em Natal. Enquanto a volta não ocorre, o atual titular, Pedro Henrique, se agarra na regularidade que apresentou para continuar na equipe principal.

Mesmo com todo o prestígio de Harlei, o arqueiro mais jovem demonstra otimismo em relação ao futuro e afirmou que escolha será de Artur Neto. “Isso será definido pelo Artur, que é o nosso técnico e que está à frente da equipe. O Harlei fez a sua história no clube ao longo desses anos no Goiás e isso dispensa comentários. Eu estou apenas começando”, disse.

Diferente de Rodrigo Calaça, desafeto declarado de Harlei, Pedro Henrique tem outro comportamento. Apesar da disputa pela posição, demonstrou respeito e falou sobre a amizade existente entre os dois. “É um espelho para mim. Um cara que me ajuda muito, conversa comigo e me passa dicas. Isso é muito bom. Eu vejo ele e tenho muita admiração; Agora sobre o retorno, isso é único e exclusivo do Artur.

Pelo menos uma certeza Pedro Henrique tem. Independente de quem vestir a camisa número no decorrer da temporada, o Goiás estará bem representado. “O mais importante nessa disputa é que o Goiás tem ótimos goleiros e um se realiza com as boas atuações feitas pelo outro. Eu sou assim e fico feliz com o bom desempenho dos meus companheiros”, finalizou.

WALDIR

O atacante Waldir é o terceiro reforço esmeraldino para a Série B. Na tarde de ontem, o atleta fez os exames médicos, mas ainda não foi apresentado pela diretoria. A ideia é que isso ocorra somente no início da próxima semana. Contratado junto ao Olaria, o Goiás será o segundo clube na carreira do jogador que marcou quatro gols nas 17 partidas que disputou pelo Campeonato Carioca.

FERNANDÃO

Além da presença de Waldir, o ex-esmeraldino Fernandão também esteve na Serrinha, mas para uma outra atividade. Desde que se desligou do São Paulo no início do mês, o atacante se recupera de uma lesão no púbis em Goiânia e aproveitou a oportunidade para visitar os amigos que possui no Goiás.
De forma rápida, Fernandão declarou que não negocia com nenhum clube enquanto estiver lesionado. Sobre um possível retorno ao esmeraldino, o atacante não quis prestar nenhuma declaração.

dm

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Médicos adotam novo tratamento para Harlei com lesão muscular na coxa

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Médicos adotam novo tratamento para Harlei com lesão muscular na coxa

Posted on 29 abril 2011 by hugo

O Goiás não terá Harlei para as fases decisivas do Campeonato Goiano, mas a promessa é de que o terá de volta mais rápido do que imaginava. A má notícia é que a lesão muscular sofrida pelo goleiro na partida de quarta-feira, contra o São Paulo, é considerável, de grau 2, de tamanho estimado em quatro centímetros, num músculo da parte posterior da coxa esquerda. A boa informação é que em vez de ficar até 40 dias afastado, o camisa 1 do alviverde voltará aos treinos no clube em mais ou menos 30 dias.

Pela primeira vez, os médicos do alviverde utilizarão um procedimento que utiliza o sangue do jogador para acelerar a cicatrização – o PRP, sigla que significa Plasma Rico em Plaquetas.

Com o PRP, o Goiás promete acelerar em 20% a 30% a recuperação de Harlei. No tratamento, o sangue do jogador é centrifugado e há a separação do plasma, que é introduzido uma única vez no local exato da lesão muscular. O procedimento também é utilizado em tendinites.

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Classificação antecipada

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Classificação antecipada

Posted on 03 abril 2011 by hugo

Após um começo de temporada turbulento, o Goiás tem a chance hoje de coroar a classificação antecipada às semifinais do Campeonato Goiano. O Verdão, em 3º lugar na tabela, com 29 pontos, recebe o Santa Helena, às 16 horas, na Serrinha. O Fantasma do sudoeste vem de duas vitórias seguidas e ocupa a 8ª colocação, com 14 pontos. Para se garantir entre os quatro melhores do torneio, o Goiás precisa vencer e torcer para que o Crac não derrote o Trindade, em Catalão.

Mesmo se a classificação antecipada não vier, todos no clube esmeraldino estão cientes de que é preciso fazer a lição de casa. Aproveitar as oportunidades de gol é fundamental, já que o saldo separa a equipe esmeraldina do Vila Nova (que ocupa a vice-liderança com três gols a mais de saldo). O técnico Artur Neto ganhou uma dúvida interessante para a partida. Autor de dois gols diante da Ponte Preta no meio da semana, o jovem Guto espera ser titular novamente.

“Estou muito feliz pela última atuação. Embarcamos para Campinas para vencer a Ponte Preta e o resultado foi acima do esperado”, afirma o atacante. Mas a tendência é que Hugo, que estava suspenso na Copa do Brasil, retorne à equipe e forme dupla com Felipe Amorim na frente. A mudança certa no time esmeraldino está na zaga. Expulso diante do Morrinhos, Rafael Toloi dá lugar a Valmir Lucas.

EVOLUÇÃO

Para o volante Zé Antônio, o time esmeraldino já é visto de outra maneira pelos adversários. “Às vezes falta um pouco de respeito. Não começamos bem a temporada, mas o Goiás é uma equipe de tradição, acostumada a grandes jogos. Melhoramos e, por isso, nossos rivais já nos enxergam de uma maneira diferente”, afirma. Mas apesar da evolução, o clube ainda busca uma regularidade maior no Campeonato Goiano.

A derrota para o Morrinhos na última rodada fez com que a equipe caísse para a 3ª colocação. O objetivo nas três rodadas finais é ultrapassar o rival Vila Nova para ter vantagem nas semifinais. “Alcançar o Atlético (líder, com 36 pontos) é quase impossível. Então, temos que buscar a vice-liderança. Tudo pode acontecer, mas é provável que Goiás e Vila se enfrentem nas semifinais. Seria importante ter a vantagem”, diz o zagueiro Ernando.

No Santa Helena, o clima é de otimismo. O técnico Odair José saiu vitorioso nos dois jogos em que comandou a equipe. As principais dúvidas na escalação do Fantasma estão no ataque. O artilheiro do time, Andé Leonel, ainda não está totalmente recuperado de uma lesão muscular e é dúvida. Se não puder jogar, o titular será o Bahia. A outra dúvida está entre Amarilla e Marco Aurélio.

dm

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Ídolo e fã, Harlei chega ao jogo 700

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Ídolo e fã, Harlei chega ao jogo 700

Posted on 06 março 2011 by hugo

É possível ser, ao mesmo tempo, ídolo e fã de um clube. Harlei é a prova disso. No Goiás, o goleiro faz parte de um recorte de quase 12 anos na história de conquistas e fracassos do clube – está lá desde 1999 – e sente pelo alviverde uma gratidão incomum nos tempos de vida cigana no futebol. O período vivido como esmeraldino faz com que ele alcance, quarta-feira, quando entrar em campo contra a Anapolina, na Serrinha, pelo Goianão, a marca de 700 jogos com a camisa do Goiás. “É a minha primeira pele, e não segunda. Em 80% do tempo, se você olhar para a minha roupa, pelo menos uma peça que tem o emblema do Goiás”, resume Harlei, que fará 39 anos no dia 30.

Harlei é um símbolo alviverde, no mínimo, controverso. Uma mistura de ídolo e anti-herói. Em 699 jogos, conquistou nove títulos e ajudou o clube a alcançar feitos internacionais importantes, como a vaga (em 2005) e a disputa (em 2006) na Libertadores e o vice-campeonato da Copa do Sul-Americana (2010). E também já cumpriu suspensão por doping, foi taxado de paneleiro, se indispôs com colega de equipe e com treinador, e já jogou no arquirrival (e foi polêmico lá também). “Sorri, chorei, conquistei, perdi”, diz, quase entoando uma canção.

No front das críticas num momento em que o Goiás luta para retomar a hegemonia do Goianão e se prepara para disputar a duríssima Série B, Harlei demorou um pouco para aceitar conversar com a reportagem do POPULAR sobre o jogo 700. Não estava animado com a marca, se sentia alvo de desrespeito e parecia impaciente para falar sobre o número histórico. Mas baixou a guarda. E deu entrevista de duas horas, na área externa de sua casa, num condomínio fechado de Goiânia, bem em frente ao banner que a mulher, Ana Carolina, mandou fazer para a comemoração dorecorde.

Carol, como Harlei chama a mulher com quem se casou há quase 15 anos, organizou uma festa reservada, “para não passar em branco”, há uma semana, logo após a vitória no clássico sobre o Vila Nova, por 2 a 1, no Serra Dourada. Foi um tiro no escuro. “Arrisquei. Não tem como dizer que não há abatimento se houver derrota num clássico, né? Mas marquei a festa mesmo assim”, comentou ela, que tem dois filhos com o goleiro: Leandro, de 11 anos, e Ana Clara, de 5. Do Goiás, só o goleiro reserva Pedro Henrique e o zagueiro Marcão foram à festa.

Com data certa para se aposentar, o que ocorrerá no final de 2012, Harlei diz que quer passar a camisa 1 para Pedro Henrique. “Ele é batalhador, técnico, tem equilíbrio psicológico, é referência, inteligente, faz faculdade. Espero que ele faça o dobro de jogos que eu fiz com a camisa do Goiás”, esbalda-se Harlei em elogios. Logo em seguida, conta sobre o relacionamento conturbado com Rodrigo Calaça, por muito tempo seu reserva e hoje emprestado ao Sport.

Harlei ainda não sabe se, contra a Anapolina, vestirá a camisa 700 ou se receberá uma placa como as relativas às outras centenas de jogos que guarda num miniescritório.
Gratidão
Questionado se, três meses depois, se arrependeu de ter renovado contrato com o Goiás por mais dois anos, Harlei nega. E diz a palavra que resume seu sentimento pelo clube: gratidão. Em dezembro, após a derrota na final da Sul-Americana, para o Independiente (ARG), que diz ter sido o mais duro revés da carreira, o goleiro tinha proposta dos Estados Unidos e já havia agendado exame médico. Mas recusou.

Quando foi sondado pelo alviverde, em 1999, o goleiro estava em Belo Horizonte, decidido a não voltar para Goiânia. Ele havia tido um ano turbulento no Vila Nova, depois de um período também desgastante no Comercial, de Ribeirão Preto (SP). “Eu estava humilhado como homem e como atleta. Precisava resgatar minha moral. Agora, fiquei para retribuir o que o Goiás fez por mim”, comenta Harlei. O goleiro afirma ter ficado seis meses sem receber no Vila Nova, no qual chegou acima do peso em 1998.

Para se transferir para o Goiás, pediu 170 mil de luvas para reconstruir a vida. O primeiro salário era de R$ 8 mil. Hoje, ele não diz quanto recebe, mas o valor é maior cerca de dez vezes. Para renovar, em dezembro de 2010, Harlei diz ter mantido o salário.

DINHEIRO

“Jogadores muito menos expressivos do que eu ganharam muito mais dinheiro no Goiás. Nunca fiquei no Goiás por dinheiro.”

EMPRÉSTIMO

“Em 2006, o Raimundo (Queiroz) precisava pagar a folha salarial dos funcionários. Era coisa de R$ 100 mil. Emprestei meu nome. Ele fez um empréstimo no meu nome. Em 2007, tudo foi quitado.”
CRÍTICAS

“Hoje, todo mundo quer um goleiro mais alto. Eu tenho 1,79m, 39 anos, e tenho que conviver com isso. Dizem que meus reflexos não são mais os mesmos. Mas ainda são capazes de levar o Goiás à final de Sul-Americana.”

VILA NOVA

“Tive discussões feias com o Ricardo Namen (presidente do Vila em 1999) por causa de atraso no salário. Ele me acusou de ter vendido um clássico para o Goiás e queria que eu assinasse contrato de prioridade. Entrei na justiça.”

RODRIGO CALAÇA

“A convivência com Rodrigo Calaça era horrível. No começo, foi maravilhoso. Mas de 2003 para cá, tivemos problemas familiares. Não dá nem para externar isso. Mas tenho uma ressalva. Ele é um bom profissional, um atleta que pode fazer muito sucesso. Perdeu um pouco o tempo, mas é capacitado”

Do timaço ao doping: melhor e pior fases

Sem a empolgação de quando atingiu outras marcas centenárias no Goiás, Harlei agora se volta para o passado. Do melhor ao pior momento vivido no alviverde até agora, foram quatro anos. E as situações serviram para reforçar o vínculo com um treinador e azedar de vez as coisas com outro técnico.

A melhor fase foi o começo, época do timaço que o clube montou nos anos de 1999 e 2000, com Danilo, Araújo, Fernandão, Josué, Marabá, Dill, Sílvio Criciúma, entre outros. O Goiás foi campeão da Série B em 1999 e fez boa campanha na 1ª fase da Copa João Havelange (2000). “Não é possível repetir um time como aquele. Era de dar inveja e éramos muito bem treinados.”

Harlei chegou em 1999, na Série B, e não era o cara de confiança do técnico Hélio dos Anjos “por causa do temperamento e tamanho”. “Eu era polêmico. Sempre fui explosivo, brigão. O casamento ajudou, mas foram os meus filhos que me mudaram. Fiquei um cara mais calmo, de melhor convivência”, reconhece o camisa 1.

Foi após a insatisfação de Hélio dos Anjos com Márcio Angonese que Harlei fez sua estreia, no dia 17 de outubro de 1999, na vitória por 3 a 0 sobre o Santa Cruz. “Começamos uma relação de amizade. Passei a ser o homem de confiança dele”, diz Harlei sobre Hélio, hoje no Sport.

Em 2003, veio a pior fase: a punição por doping que o afastou por quatro meses. A substância furosemida foi encontrada na urina de Harlei, algo que ele afirma não ter explicação até hoje, numa época em que ele vivia bom momento e chegou a atuar com a mão fraturada. “Quando soube, achei que pudesse ser por conta da medicação forte que tomava. Mas o Raimundo (Queiroz) avisou que não era isso. Era furosemida”, lembra.

Harlei conta que esperava um pouco mais de confiança de Cuca, então técnico do Goiás. “Eu ainda ia ser julgado. Mas ele contratou o Gilmar. Quando precisei, ele não me bancou”, comenta o goleiro, queaproveitou a suspensão para passar por cirurgia na mão esquerda. “Nunca mais vou trabalhar com ele na minha vida. Mas é um bom profissional.”(PP)

Mulher é apoio. Harlei realiza sonhos de consumo

Capitão do Goiás há pelo menos três anos, Harlei não é quem comanda as coisas em casa. Lá, a chefia tem nome de mulher: Ana Carolina Menezes, de 36 anos. É ela quem toma conta dos filhos, da casa e dos negócios. O goleiro conheceu a mulher em 1995, na casa de uma prima. Três dias depois, ficaram noivos. Dez meses depois, se casaram.

Leandro, o primogênito, hoje com 11 anos, nasceu uma semana antes da estreia de Harlei pelo Goiás e, hoje, é mais fanático pelo alviverde do que o pai. Tem o nome por conta do cantor da dupla com Leonardo – Harlei gosta de música sertaneja – e joga na escolinha do Goiás desde os 4 anos. Ana Clara, de 5 anos, adora bichos e é a responsável por Harlei protagonizar momentos triviais, como fazer carinho na tartaruga Doli e chamar Lilica, a cachorrinha da filha, de “meu amor”.

Ao mesmo tempo, Harlei esclarece que sua vida profissional sempre foi prioridade. Ele nunca foi a reuniões nas escolas dos filhos e raramente vai às comemorações, como festa junina e Dia dos Pais. Quando está em casa, prepara o café da manhã de Leandro antes de o filho sair para o colégio. Harlei é viciado em café – toma quase uma garrafa em duas horas de conversa com a reportagem – e tem uma memória invejável.

O dinheiro que ganhou, Harlei investe em imóveis em Goiânia, onde continuará após parar de jogar. “Somos goianos de coração”, afirma o mineiro de Belo Horizonte. Ele gosta de viver bem e se define como “gastador”. Realizou todos os sonhos de consumo. “Tudo o que sonhei, eu comprei. Sonhei com Mercedes e BMW. E tive. Sonhei em ter relógio Rolex e joias. Experimentei não ter nada e, depois, ter tudo. Experimentei morar mal e morar bem.” Dois xodós, atualmente, são carros antigos: dois Fuscas 1969 e uma Mercedes, importada, da década de 70. Todos foram restaurados.

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Harlei projeta Goiás diferente

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Harlei projeta Goiás diferente

Posted on 10 janeiro 2011 by hugo

Muitas dúvidas pairam na cabeça do torcedor esmeraldino neste início de temporada. A principal delas é sobre qual defesa entrará em campo nesse Goianão: a mais vazada do Brasil – com 116 gols sofridos em 74 partidas –, ou se é a retaguarda que conseguiu levar o time a final da Copa Sul-Americana?

Para o goleiro Harlei, a partida contra o Trindade, na próxima semana, será a estreia de um novo time. O arqueiro lamenta os erros de 2010 e projeta um campeonato diferente. “Não temos que pensar mais no ano passado. Aquilo tudo já passou e não é bom nem lembrar. Erramos demais e pagamos pelos erros adminitrativos e técnicos com o rebaixamento para a Série B. O momento é de trabalho para que possamos dar a volta por cima”, garante.

A esperança do arqueiro está em cima de Artur Neto, técnico pelo qual ele não poupa elogio. Além de depositar toda a confiança, o goleiro admite que a chegada do técnico foi fundamental para a recuperação do time no final do ano. “O Artur é um cara sensacional. Em pouco tempo, ele conseguiu reequilibrar o nosso time, sempre de forma bem tranquila. O grande trunfo dele é fazer o simples, diferente de outros que gostavam de inventar. Nosso time não tinha padrão e em todas as partidas tinha jogador atuando improvisado. Isso acabou com o Artur”, setencia.

No primeiro trabalho coletivo, o Goiás abandonou o 3-6-1 de 2010 e deu vez ao 4-4-2, posicionamento da preferência de Artur. A ideia era contar com Douglas entre os titulares, porém, o lateral sentiu uma contusão muscular na coxa e não estará em campo contra o Trindade.

A mudança de esquema não preocupa Harlei. Apesar do clube ter atuado com três zagueiros nos últimos anos, a formação pouco importa para o goleiro. “Não existe esquema tático ruim, desde que tenha trabalho. O Artur gosta do 4-4-2 e vai trabalhar muito em cima disso para que esta formação dê resultado. Eu, particularmente, estou muito tranquilo com essa situação. Ele é um técnico de gosta de equilíbrio e passa muita confiança para nós jogadores”, finalizou.

COPINHA

Pela Copa São Paulo de Futebol Júnior, o sub-18 do Goiás foi derrotado pelo Corinthians-AL por 2 a 0, ontem, no Estádio Julien Fouque, em Porto Feliz. Com o resultado, o Verdinho caiu para a segunda colocação e precisa vencer o Desportivo Brasil na próxima quarta-feira por quatro gols de diferença para assumir a liderança e avançar as oitavas de final, sem depender de outros resultados

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Harlei renova. Goiás agora tenta Moura

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Harlei renova. Goiás agora tenta Moura

Posted on 11 dezembro 2010 by hugo

A temporada de 2011 começou ontem para o Goiás. O primeiro passo da diretoria após a perda do título da Copa Sul-Americana para o Independiente foi a renovação por dois anos com o goleiro Harlei, que ficará no clube até o fim de 2012, quando encerrará a carreira como jogador. Agora, o principal desejo do alviverde é ter o atacante Rafael Moura, que tem a reforma do vínculo mais complicada e realmente não deve ficar. Outra prioridade é o zagueiro Marcão, que tem boas chances de permanecer.

Otacílio Neto, apesar de não ter se firmado na temporada, é um jogador interessante para o técnico Artur Neto, que pode querer observá-lo melhor, já que o atacante foi bem nos jogos com o treinador. Os demais 13 jogadores que terão seus contratos encerrados no fim do mês não devem permanecer no clube, que inicia sua pré-temporada no dia 3 e pretende que a maior parte das contratações se apresente nesta data.

A renovação de Harlei foi rápida, ainda pela manhã. Aos 38 anos, o jogador tem 691 jogos pelo clube e mais de 11 anos vividos no alviverde – a estreia foi no dia 17 de outubro de 1999, na vitória por 3 a 0 sobre o Santa Cruz, pela Série B do Brasileiro. A Segundona é a competição que ele volta a disputar pelo clube. “Agora o sonho é devolver o Goiás para a Série A. Não vou nem falar num título de grande expressão, porque isso fugiu das nossas mãos dois dias atrás”, disse o jogador, que recusou uma proposta de um time do futebol dos Estados Unidos.

Harlei disse que, na viagem de volta da Argentina, recebeu um pedido do presidente Hailé Pinheiro para que ficasse no clube. “Ele pediu que eu renovasse, pela minha importância, pela minha seriedade. Disse que contava muito comigo”, revelou Harlei, que acredita que tal reconhecimento “vale mais do que qualquer dinheiro”.

O goleiro afirmou que o contrato tem a mesma base salarial do anterior, de 2006 a 2010. “Se tivesse sido um ano de sucesso, mereceríamos reajuste. Como não tivemos, renovei pelo mesmo que eu ganho.” Se o Goiás voltar à Série A no ano que vem, clube e jogador podem conversar para negociar um possível aumento de salário.

Rafael Moura


Com direitos federativos e econômicos vinculados à MSI, o artilheiro da Copa Sul-Americana (8 gols), Rafael Moura, tem a permanência no Goiás quase impossível. Ontem, o Cruzeiro manifestou interesse em ter o jogador, que deve ter propostas de outros clubes brasileiros e de times do exterior. “Aqui ele foi o cara. Ele joga bem onde ele possa ser a referência”, disse o conselheiro Edmo Mendonça Pinheiro, que conduzirá as negociações. “Eu não desisti. Ele tem interesse de ficar, mas não depende só da vontade dele. Tem um grupo que o comprou, que é dono do passe dele. Se nós tivéssemos conseguido a vaga na Libertadores, diria que teríamos mais de 90% de ficar com ele”, respondeu o técnico Artur Neto.


Garotos sobem para profissional

O zagueiro Matheus e o meia-atacante Felipe Amorim, de 19 anos, e o atacante Assuério, de 17 anos, estarão com o grupo profissional do Goiás no dia 3 de janeiro, quando começa a pré-temporada para 2011. Os três tiveram chances nos dois últimos jogos do alviverde no Brasileirão, quando o time já estava rebaixado, e ganharam um lugar para compor a equipe principal.

A presença dos garotos entre os profissionais e outros detalhes foram discutidos ontem, na Serrinha, numa reunião que durou mais de quatro horas.

Os dirigentes Edmo Mendonça Pinheiro, Marcos Figueiredo e Orisley Santos passaram o tempo conversando com a comissão técnica: o técnico Artur Neto, o auxiliar Capitão e o preparador físico Fabrício Mendes.

A principal referência para a montagem do time para 2011 é a limintação dos gastos – fala-se em diminuir a folha salarial do futebol em quase 50%. “Dentro da realidade financeira do Goiás, precisamos montar um time competitivo para voltar à 1ª Divisão e já tentar conquistar novamente o Goiano”, afirmou Edmo Mendonça Pinheiro. “O Artur tem de garimpar. Podemos conseguir alguém que não está sendo aproveitado e fazer uma parceria. Foi assim com o Rafael Moura, que veio com salários pagos pelo Goiás pela empresa MSI.

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