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Liga Goiana de Handebol realiza reunião anual

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Liga Goiana de Handebol realiza reunião anual

Posted on 22 janeiro 2012 by hugo

Fundada à 11 anos a Liga Goiana de Handebol, vem fortalecendo e difundindo o Handebol em Goiás, hoje conta com mais de 400 atletas inscritos em mais de 4 categorias; atletas que disputam diversas competições estaduais e nacionais.

A Liga Goiana de Handebol irá realizar a sua reunião ordinária de 2012, hoje a partir das 09:00h no Ginásio da FGFS (Ginásio de Campinas) em Goiânia.

Irão participar representantes de todo o Estado e do Distrito Federal, Caçu, Mara Rosa, Rianápolis, Ceres, Nova Crixas, Santo Antônio, Itaguaru, Inhumas, Mineiros, Catalão, Uruana, Itapaci, Alto Horizonte, entre outras.

Segundo o presidente da Liga o senhor Weber Ramos, a reunião irá tratar todos os assuntos referentes programação da Liga para o ano corrente, e convida também todas as equipes de handebol do estado para participar da reunião.

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Melhor do mundo, Chana adia adeus à seleção por medalha em Londres

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Melhor do mundo, Chana adia adeus à seleção por medalha em Londres

Posted on 21 dezembro 2011 by hugo

Enquanto planeja retorno para o Brasil após os Jogos, goleira celebra boa campanha da equipe no Mundial e garante: ‘O handebol vai daqui para melhor’.

A ideia no início do ano era fazer de 2011 sua despedida da seleção brasileira. Vai ficar para depois. Eleita melhor do mundo depois da disputa do Mundial de handebol, em São Paulo, a goleira Chana Masson resolveu ficar mais um pouco. Na última competição do ano, foi uma das principais jogadoras do Brasil na conquista do inédito quinto lugar, a melhor posição do país na história. Agora, quer ir além.

- Não tem como parar agora. Foi um ano maravilhoso. Quando você está mal, é mais fácil parar. Quando está bem, fica mais difícil. Ainda dá para jogar mais um pouquinho na seleção. E, para parar de vez, espero que dê um “tantão” – brincou a goleira.

O plano, agora, é se despedir da seleção nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem. Impulsionada pelo bom Mundial e também pelo ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, Chana acredita que o Brasil pode ir longe também nas Olimpíadas.

- Fizemos um Pan maravilhoso, provamos mais uma vez que somos imbatíveis dentro da América, jogamos concentradas e focadas. E, para fechar com chave de ouro, um Mundial quase perfeito. Foram oito vitórias em nove jogos, uma derrota por apenas um gol de diferença. O handebol vai daqui para melhor. Só falta a medalha. É só ver o que fizemos, não vamos regredir. No último jogo vencemos a Rússia, tricampeã mundial, por 16 gols de diferença – disse a goleira.

Chana acredita que o bom Mundial feito pela seleção ajudou a mostrar melhor o handebol para a torcida. A goleira, que teve seu nome gritado em todas as partidas da competição, afirma que o público foi vendo, aos poucos, o alto nível apresentado pela equipe brasileira.

- Quem não conhecia o handebol direito se apaixonou. Ninguém acreditava que a seleção estava jogando em um nível tão alto. Acho que foram percebendo o nosso espírito e se apegaram ao time.

A empolgação com o bom momento vivido pelo país é tanta que Chana, primeira brasileira a jogar no exterior, quer fazer o caminho de volta. A goleira, que atua no Randers, da Dinamarca, acredita que pode ajudar a formar um bom campeonato nacional e fortalecer o esporte no Brasil.

- Eu tomei a decisão de voltar ainda no Mundial. Conversei com o pessoal do São Bernardo e ficou tudo praticamente certo, 90%. É o momento de fazer isso. Eu fui a primeira a ir jogar na Europa, e agora devo ser a primeira a voltar. As jogadoras não se sentem muito seguras de fazer isso, se perguntam se vai dar mesmo certo, mas eu acho que não tem momento melhor. Estou arriscando, mas acho que posso ajudar.

globo

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Brasil bate Rússia, faz história e fecha Mundial de handebol em quinto lugar

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Brasil bate Rússia, faz história e fecha Mundial de handebol em quinto lugar

Posted on 19 dezembro 2011 by hugo

Seleção mostra força ao superar tricampeãs mundiais no Ibirapuera: 36 a 20.

Do outro lado da quadra estava o atual tricampeão mundial. Nem por isto a seleção feminina de handebol se encolheu. Com uma vitória incontestável por 36 a 20, superou o time europeu com sobras neste domingo e agarrou a quinta colocação geral no Mundial, no ginásio do Ibirapuera. A campanha em São Paulo foi a melhor da história do país na competição.

conquista também celebrou uma outra marca importante. Neste domingo, a goleira Chana, eleita melhor jogadora do jogo e uma das melhores do Brasil no Mundial, completou 33 anos. Depois da partida, a veterana comemorou.
- Se todas as competições fossem disputadas no Brasil, ganharíamos uma logo (risos). O mais importante é que colocamos a torcida do nosso lado. Tenho certeza de que ela vai nos acompanhar onde estivermos. O Mundial foi superpositivo. Jogamos mal apenas um jogo e isso não pode apagar o que fizemos nos outros sete, que foram muito bons – disse a aniversariante, referindo-se à derrota para a Espanha nas quartas de final.

A goleira comemorou o seu desempenho no Mundial e disse não pensar em encerrar a carreira. Chana também confirmou que vai voltar a jogar no Brasil depois dos Jogos Olímpicos de Londres.

- Está cada vez mais difícil parar de jogar, porque eu me sinto cada vez melhor. Voltar ao Brasil é tudo o que eu quero. Fico na Europa até maio. Depois das Olimpíadas, estou 90% fechada com o São Bernardo – afirmou.

Campanha histórica

No Mundial, o Brasil fez uma campanha perfeita na primeira fase, com cinco vitórias em cinco jogos. Nas oitavas, superou a Costa do Marfim sem dificuldades, mas caiu na sequência para a Espanha, nas quartas de final, por apenas um gol: 27 a 26.

Apesar da derrota, as brasileiras não se abalaram e fizeram da briga pela melhor campanha da história o incentivo para manter a cabeça erguida. O primeiro passo foi a vitória sobre a Croácia, na última sexta-feira, grantindo ao menos a sexta colocação e superando a campanha no Mundial de 2005, na Rússia, quando o Brasil foi sétimo, em um formato de disputa diferente.
A seleção da ponta Alexandra e do técnico Morten Soubak, porém, queria mais. Diante da poderosa Rússia, atual tricampeã, mostrou empenho e força e garantiu a quinta posição com uma bela vitória.

Noruega campeã

O título do Mundial ficou com as norueguesas, que bateram com folga a França na final: 32 a 24. Doze anos depois de sua primeira conquista em uma competção deste porte, a Noruega se tornou a segunda equipe a deter, ao mesmo tempo, os títulos Mundial, Europeu e Olímpico.

O resultado significou a classificação da Suécia para as Olimpíadas de Londres/2012. Medalha de prata no Campeonato Europeu, a Suécia herdou a vaga graças à conquista da Noruega.

O bronze em São Paulo ficou com a Espanha, que faturou sua primeira medalha em Mundiais ao derrotar a Dinamarca por 24 a 18.

globo

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Equipe enfrenta a Rússia na decisão do quinto lugar, neste domingo, em São Paulo

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Equipe enfrenta a Rússia na decisão do quinto lugar, neste domingo, em São Paulo

Posted on 17 dezembro 2011 by hugo

A seleção brasileira feminina de handebol alcançou nesta sexta-feira (16) o seu melhor resultado na história do Mundial da modalidade, ao vencer a Croácia por 32 a 31 e se classificar para a decisão do quinto lugar.

Até aqui, o melhor resultado do Brasil numa competição de alto nível havia sido um sétimo lugar no Mundial de 2005, na Rússia.

Curiosamente, será a seleção russa, atual tricampeã mundial, a adversária na decisão do quinto lugar, que será disputada neste domingo (18), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Inicialmente o jogo está marcado para às 9h.

O resultado mostra a evolução do handebol feminino do Brasil. Em suas oito participações anteriores em Mundiais, de 1995 para cá, só em 2005 a seleção brasileira ficou entre as dez primeiras. Em 2007 foi a 14.ª colocada e, dois anos depois, ficou em 15.º lugar.

Em Olimpíadas, foram três participações, a partir de Sidney, com um oitavo, um sétimo e um nono lugares. Nos Jogos Pan-Americanos, a equipe tem supremacia total, com medalha de ouro nas últimas quatro edições.

O dado que melhor mostra a evolução do handebol feminino brasileiro, no entanto, é o confronto contra as seleções europeias, que dominam a modalidade. Em Olimpíadas, foram 13 jogos, com uma vitória (sobre a Grécia, em 2004) e um empate (com a Hungria, em 2008), além de 11 derrotas. No Mundial deste ano, o Brasil venceu Romênia e França na primeira fase, a Croácia nesta sexta, e só perdeu para a Espanha, nos segundos finais, nas quartas de final, na úlitma quarta-feira (14).

A derrota para as espanholas, por um gol de diferença, na quarta, abalou as brasileiras. Tanto que elas foram mal no primeiro tempo, permitindo que a Croácia abrisse até seis gols de folga no placar. Depois de uma bronca de Soubak, o Brasil reagiu e foi para o intervalo perdendo de um ponto.

Na volta para a segunda etapa, mais uma vez a Croácia foi superior e abriu seis gols. O Brasil fui buscar, virou, abriu dois, mas permitiu a virada. No fim, a seleção brasileira conseguiu fazer o que faltou contra a Espanha. Segurou a bola no minuto final, com o placar marcando empate em 31 a 31, e só arremessou no momento certo, com Ana Paula.

A central marcou a 15 segundos do fim e pôs o Brasil em vantagem. No seu último ataque, as croatas erraram um passe, perderam a bola e acabaram derrotadas. No domingo, decidem o sétimo lugar contra Angola, que foi batida pela Rússia.

R7

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Brasil luta, mas erra no fim e cai para a Espanha no Mundial de handebol

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Brasil luta, mas erra no fim e cai para a Espanha no Mundial de handebol

Posted on 15 dezembro 2011 by hugo

Time começa mal e, após ataque desperdiçado, fica fora da briga por medalha.

Acabou. Como dissera o técnico Morten Soubak dias antes da partida, a campanha perfeita até as quartas de finais do Mundial de handebol pouco importaria se a seleção caísse diante da Espanha, por 27 a 26, nesta quarta-feira. Em jogo duro, as brasileiras tentaram, mas esbarraram no baixo aproveitamento dos arremessos de ataque, algo incomum até aqui. Com cinco mil pessoas nas arquibancadas do ginásio do Ibirapuera, melhor público até aqui, o Brasil perdeu para as espanholas por e deu adeus às chances de medalhas na competição.

A briga agora vai ser pelo quinto lugar, que superaria a melhor campanha brasileira em Mundial – sétimo, na Rússia, em 2005. A equipe volta à quadra contra a Croácia, na sexta-feira, às 14h30m. A Espanha, por sua vez, vai encarar a forte Noruega, que derrotou a Croácia por 30 a 25. Na outra semifinal, a França pega a Dinamarca.

- Nos últimos três minutos de jogo, eu acredito em detalhe. E, quem erra, vai tomar. E foi assim – resumiu o técnico Morten Soubak.

Espanha dispara na frente

O começo não foi nada bom. Carmen Martin abriu o placar com menos de 40s de jogo, em tiro de 7m. Logo em seguida, Marta Mangue e Elisabeth Chávez marcaram para as espanholas na medida que o Brasil desperdiçava arremessos em sequência. Pouco depois, Carmen, mais uma vez de 7m, ampliou: 4 a 0.

Aos quatro minutos, Fabiana fez boa jogada pelo meio e marcou o primeiro da seleção brasileira. Nerea Pena, no entanto, marcou mais um para a Espanha na sequência, e Elisabeth Piñedo fez o sexto. Babi fez ótima defesa perto dos 7 minutos. No contra-ataque, Deonise foi empurrada por Elisabeth Chavez, e o Brasil teve seu primeiro tiro em sete metros. Alexandra marcou e deixou o placar em 6 a 2.
No ataque seguinte, as brasileiras fizeram boa troca de bolas, e Deonise mandou por baixo após o pulo de Silvia Navarro para marcar o terceiro da seleção. A meia-direita, então, passou a brilhar: marcou mais duas vezes seguidas, e a diferença caiu para apenas dois gols: 7 a 5.

Fernanda fez o sexto, e Deonise, em rápido contra-ataque, deixou o placar igual. O jogo ficou equilibrado, mas Alexandra, em tiro de sete metros, colocou o Brasil pela primeira vez à frente no placar: 11 a 10, aos 15 minutos. Jessica Alonso, também em tiro de sete metros, voltou a empatar.

Nely Alberto e Jessica Alonso recolocaram a Espanha na frente. As europeias mantiveram a vantagem até os 26 minutos, quando, após boa jogada de recuperação da defesa brasileira, Samira mandou para as redes, fazendo 16 a 16.

A Espanha, no entanto, voltou a se recuperar e passou à frente no placar. Carmen, em tiro de 7m, fez o 19º das espanholas, pouco depois de Jéssica diminuir. Apesar do esforço, as donas da casa foram para o intervalo em desvantagem: 19 a 17.

Brasil reage, mas erro no fim leva à derrota

Foi Silvia quem abriu a contagem no segundo tempo. Em partida equilibrada, o Brasil chegou ao empate com Alexandra, em linda jogada, encobrindo a goleira. Dani, em rápido contra-ataque, recolocou a seleção na ponta, com 21 a 20.

Com 5 mil pessoas no Ibirapuera, a torcida se empolgou com o momento da seleção e passou a vibrar ainda mais, pressionando quando as espanholas tinham a posse de bola. Mas, após empatar em lance bobo da defesa brasileira, a Espanha voltou a ficar à frente no placar com gol de Carmen, novamente em tiro de sete metros.

Alexandra, de sete metros, e Fernanda, em boa jogada pela ponta esquerda, recolocaram a seleção na ponta da disputa. O jogo seguiu equilibrado, e as duas equipes passaram a se alternar na liderança do placar. A Espanha voltou a abrir dois pontos, mas Alexandra diminuiu a sete minutos do fim e deu novo ânimo à equipe.

Em contra-ataque mortal, Deonise, melhor jogadora do time até então, fez mais um e deixou tudo igual, em 25 a 25. Nerea, no entanto, voltou a colocar as espanholas na frente. Alexandra, em linda jogada, empatou novamente e fez o Ibirapuera explodir em forma de apoio.

Com o placar empatado, o jogo seguiu tenso. Fernanda foi punida, e o Brasil ficou com uma jogadora a menos em quadra. Em um erro no ataque, com menos de 15 segundos para o fim, Piñedo avançou rapidamente e venceu o bloqueio da goleira Chana. A seleção tentou reagir, mas parou nas mãos da ótima goleira Silvia. O sonho, então, estava acabado. Como consolo, apenas os aplausos da torcida na arquibancada, em reconhecimento ao esforço das jogadoras no Mundial.

globo

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Brasil enfrenta a Espanha por vaga inédita na semifinal do Mundial Feminino de Handebol

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Brasil enfrenta a Espanha por vaga inédita na semifinal do Mundial Feminino de Handebol

Posted on 14 dezembro 2011 by hugo

Será um passo a mais no sonho de colocar o país no mapa mundial do esporte, diz técnico.

Mourten Soubak diz que, por enquanto, a vaga na semifinal é apenas um sonho para a seleção brasileira feminina de handebol.

Paulo, as brasileiras terão alcançado parte de um sonho, segundo o técnico Morten Soubak, o dinamarquês-brasileiro que conduz a seleção. A partida, eliminatória, pelas quartas de final, será às 20h, no ginásio do Ibirapuera.

Técnicos empurram favoritismo

Será o fecho da rodada que começa às 11h45 com Rússia e França (que fizeram a final do último Mundial, na China 2005, com ouro das russas pela terceira vez seguida), e ainda tem, às 14h30, Angola e Dinamarca, e às 17h15, Croácia e Noruega – de onde sairia a adversária do Brasil na semifinal.

Mas o técnico Morten não pensa adiante. É realista e se diz até irritado, pela ansiedade de conseguir que o handebol ganhe mais força no país.

- O Brasil não é favorito. O Brasil não tem nada ainda de handebol: nem tevê, nem uma escola, mais jogadoras, nada. O que temos é um sonho. E vencendo a Espanha teremos dado um passo a mais para entrar no mapa mundial do handebol.

A resposta foi ao técnico espanhol Jorge Dueñas de Galarza, que colocou o Brasil como favorito primeiro pelo nível técnico alto em que está jogando e segundo pelo “ambiente a seu favor”. Chegar às quartas era seu primeiro objetivo, falou – agora, é buscar algo maior.

A defesa das duas seleções vem sendo destacada neste Mundial e Galarza disse não aspirar a nada sem isso. Também não vê o Brasil como surpresa nas quartas de final – mesmo porque ganhou todas as suas partidas até então e mostrou sua força.

- A Espanha tem jogo diferente de muitos países, tem velocidade. Mas acho que o espírito de nossas jogadoras é que supera algumas carências do time, como a menor média de altura.

Morten não leva em conta o amistoso ganho sobre as espanholas por 28 a 24, na preparação para este Mundial, porque as rivais haviam acabado de chegar e “era um amistoso”.
- As oito seleções que seguem neste Mundial são muito fortes e não vejo favoritos nem do lado A nem do B.

Sobre duas “intrusas” – as seleções de Brasil e Angola – entre as europeias, nas quartas de final, Morten observou que é importante essa chegada.
- Mas temos de destacar que foi por mérito.

Para ele, é importante Brasil e Angola entre as oito do mundo, para o handebol crescer fora da Europa.

- Só que falta investimento. Falta muita coisa, ainda.

R7

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Brasil freia Costa do Marfim, vence mais uma e vai às quartas no Mundial

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Brasil freia Costa do Marfim, vence mais uma e vai às quartas no Mundial

Posted on 13 dezembro 2011 by hugo

Com show de Alexandra, que marcou dez gols, seleção arrasa africanas por 35 a 22 e encara a Espanha. Arbitragem anula gol de Babi no último segundo.

As pancadas dadas por Ncho Elodie Mambo no primeiro tempo chegaram a assustar. Uma das surpresas do Mundial de handebol feminino, a Costa do Marfim entrou na quadra do ginásio do Ibirapuera disposta a complicar a vida do Brasil. Mas, apesar do esforço da principal jogadora africana, não conseguiu. Pelo lado brasileiro, Alexandra teve noite inspirada. Com 10 gols, liderou o time da casa na vitória por 35 a 22, garantindo a classificação para as quartas de final. O time segue invicto na competição, com seis vitórias em seis jogos.

Na próxima fase, a seleção encara a Espanha, que derrotou Montenegro no domingo. Esta é a primeira vez que o Brasil disputa as quartas de final de um Mundial. Em 2005, na Rússia, a seleção terminou em sétimo lugar, mas o sistema de disputa era diferente. Em amistoso no dia 26 de novembro, as brasileiras derrotaram as espanholas por 28 a 24. As europeias, porém, só tiveram uma derrota na fase classificatória, para as russas, atuais tricampeãs mundiais.

- Estamos entre os oito melhores do mundo e, claro, estamos muito felizes com isso. Tivemos um começo difícil no jogo, erramos muitos arremessos em frente à goleira. Mas conseguimos superar isso. O que importa é que estamos na próxima fase – disse o técnico Morten Soubak.

Com o melhor público do Mundial até aqui – cerca de 4 mil pessoas -, o Brasil só teve dificuldades no início da partida, devido à forte marcação marfinense. Aos poucos, pelas mãos da dupla Alexandra, com 71% de aproveitamento dos arremessos (10 gols em 14 tentativas), e Fernanda, com quatro gols, a seleção soube impôr seu jogo e chegar à vitória com tranquilidade.

Assim como na vitória contra a Tunísia, a goleira Babi arriscou e mais uma vez marcou um gol no último segundo. A mesa de arbitragem, no entanto, anulou a jogada após a partida, alegando que o cronômetro já estava zerado. Dani protagonizou o susto da noite, ao sair de quadra após uma cotovelada rival. A jogadora foi atendida em hospital por conta de um dente deslocado, mas voltou ao ginásio pouco depois do jogo, sem maiores problemas.

A partida

O Brasil não demorou a abrir o placar. Depois de falta em Deonise, Alexandra marcou o primeiro em tiro de sete metros, a 1m17s. Foi a própria Alexandra quem ampliou, na sequência. Apontada como uma das jogadoras mais fortes da Costa do Marfim pelo técnico Morten Soubak, Ncho Elodie Mambo diminuiu para as africanas.

Maior destaque do Brasil no Mundial até aqui, Alexandra fez o terceiro. Ncho voltou a diminuir, mas Duda, em bela jogada, colocou a seleção novamente com dois gols de vantagem: 4 a 2. As marfinenses, no entanto, mostravam força no ataque e levavam perigo ao gol de Chana.

Mas era Alexandra quem brilhava. Em menos de um minuto, fez mais dois e deixou o Brasil com 6 a 3 no placar. Sem problemas para superar a marcação, a ala-direita fez mais um, e a seleção construiu sua maior vantagem até então: 10 a 5.

Nos dez minutos finais, Costa do Marfim tentou acertar a marcação e passou a dificultar um pouco mais os ataques brasileiros. Chana, que chegou a assustar depois de uma bolada no rosto, porém, garantia a vantagem da seleção.

Perto do fim do primeiro tempo, Dani foi atingida com uma cotovelada rival e saiu de quadra. Com um dente da frente mole, foi levada para um hospital próximo ao Ibirapuera, onde foi atendida, sem maiores problemas. A cinco segundos do fim, Samira marcou mais um, e o Brasil foi com 15 a 8 para o intervalo.

Alimata Dosso abriu a contagem no segundo tempo, mas Duda, Deonise e Fernanda logo marcaram, fazendo 18 a 9 para o Brasil. As marfinenses, então, desistiram, e a seleção iniciou seu passeio pela quadra do Ibirapuera. Ainda imbatível, Alexandra fez seu oitavo gol no jogo e deixou a equipe da casa com a confortável diferença de 20 a 10 no placar.

Soubak, então, mandou as reservas para a quadra. Ainda assim, o time manteve o ritmo e deu poucas chances de ataque para as marfinenses. Nos últimos minutos, a seleção apenas administrou a vantagem, para a festa da torcida. No último minuto, a bola caiu nas mãos de Babi mais uma vez. A goleira arriscou e contou com a ajuda da arqueira rival para marcar mais uma vez. O árbitro validou o gol, mas a mesa de arbitragem anulou após o fim da partida, alegando que o cronômetro já estava zerado. O placar, então, fechou em 35 a 22, e a vaga nas quartas, garantida.

globo

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Invicto, Brasil pega a Costa do Marfim pelas oitavas do Mundial de handebol

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Invicto, Brasil pega a Costa do Marfim pelas oitavas do Mundial de handebol

Posted on 12 dezembro 2011 by hugo

Seleção despreza rótulo de favorita no duelo contra africanas, às 20h.

O adversário não parece ser tão assustador assim. Mas, apesar da campanha perfeita na primeira fase do Mundial de handebol feminino, com cinco vitórias em cinco jogos, o Brasil não quer dar chance ao risco. Invicta até aqui e com a melhor participação na história da competição, a seleção brasileira encara a Costa do Marfim nesta segunda-feira, às 20h, no ginásio do Ibirapuera, com a missão de não deixar a boa fase subir à cabeça. Diante das africanas, a equipe da goleira Babi, que marcou o gol que garantiu o triunfo sobre a Tunísia no último minuto, despreza o rótulo de favorita.

- É um trabalho que vem sendo feito e planejado para longo prazo. A campanha na primeira fase nos deu confiança, sim, mas de maneira nenhuma nos tornamos favoritas a vencer nada. O jogo das oitavas vai ser como todos os outros: uma guerra – afirmou a goleira.

O treinador Morten Soubak não quer saber de surpresas contra as africanas, que venceram apenas dois jogos na primeira fase. O técnico fez elogios à Costa do Marfim e disse esperar uma rival focada na defesa no confronto desta segunda.

- A filosofia de jogo da Costa do Marfim é defesa forte. É um time que troca a tática do sistema defensivo umas cinco vezes na partida e isso vai dificultar bastante para nós. Temos de estar preparados – disse o treinador.

Soubak disse ter acompanhado alguns dos jogos das rivais na primeira fase. E citou duas jogadoras que devem dar trabalho no duelo pelas oitavas: a pivô Bredou Paula Gondo e a armadora Ncho Elodie Mambo.

- O time é muito forte fisicamente. Mas acredito que essas duas jogadoras darão mais trabalho do que as outras, pois são ainda mais fortes.

Do outro lado, o técnico Thierry Vincent admitiu o favoritismo brasileiro e disse que vencer é praticamente impossível. Ainda assim, brincando, afirmou que não fez nenhum treinamento especial para encarar a seleção da casa.

- Só umas aulas de samba e capoeira – afirmou.

Se vencer, o Brasil vai encarar a Espanha nas quartas de final. Neste domingo, as espanholas derrotaram a equipe de Montenegro por 23 a 19. Soubak acompanhou a partida ao lado de alguns membros da comissão técnica, mas disse ainda não pensar num possível confronto contra as europeias.

- Minha cabeça está apenas na Costa do Marfim.

Outros três jogos pelas oitava serão disputados nesta segunda-feira. Também no Ibirapuera, às 14h30m, Suécia e França buscam uma vaga nas quartas. Em São Bernardo, a Romênia encara a Croácia às 14h30m, enquanto a Dinamarca enfrenta o Japão, às 17h15m.

globo

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Goleira marca no fim, e Brasil avança invicto no Mundial de handebol

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Goleira marca no fim, e Brasil avança invicto no Mundial de handebol

Posted on 10 dezembro 2011 by hugo

Atrás do placar durante toda a partida, a seleção venceu a Tunísia com gol de Babi no último segundo da partida e vai com moral às oitavas da competição.

O resultado já não interessava tanto. Classificado em primeiro lugar do grupo C no Mundial de handebol, o Brasil foi à quadra do ginásio do Ibirapuera para a última partida da primeira fase apenas para marcar presença. Recheada de reservas, a seleção, no entanto, encontrou uma rival eliminada, mas cheia de vontade. Sem chances de avançar às oitavas, a Tunísia liderou boa parte da partida e ficou muito perto impôr às donas da casa sua primeira derrota. Um gol no último segundo da goleira Babi, em lance espetacular, porém, garantiu a vitória brasileira e a invencibilidade até aqui: 34 a 33.

Francine, com oito gols, terminou a partida como a maior goleadora da equipe. Do outro lado, Rafika Marzouk, com dez, foi o principal destaque. O Brasil volta à quadra na próxima segunda-feira, pelas oitavas de final da competição. A seleção vai encarar a Costa do Marfim, quarta classificada no grupo D do Mundial, às 20h, no ginásio do Ibirapuera.

Tunísia começa melhor

Já classificado em primeiro lugar no Grupo C do Mundial e repleto de reservas em quadra, o Brasil saiu atrás no placar, mas a liderança da Tunísia durou apenas nove segundos. Com 39s de jogo, Moniky empatou o jogo. O ataque demorou a engrenar, mas boas defesas de Babi mantiveram o empate até que Francine marcou duas vezes e colocou o time da casa à frente por 3 a 1.

A vantagem não durou muito. Moniky, ansiosa na marcação, levou duas suspensões. Na segunda delas, a Tunísia virou o jogo. Elghaoui marcou e fez 6 a 5 para as visitantes com 1m40s de partida. O Brasil voltou a empatar o jogo com Jéssica, mas, em seguida, as africanas deslancharam no placar. Com quatro gols seguidos, se aproveitaram das falhas defensivas da seleção e abriram 11 a 7, com Haifa Abdelhak.

Apesar do incentivo da torcida, o Brasil não conseguia furar o bloqueio das africanas e se manteve atrás no placar até o fim do primeiro tempo. A poucos segundos do fim, Silvia diminuiu a diferença para 20 a 16 a favor das tunisianas.

Em jogada espetacular, Babi dá vitória ao Brasil

No segundo tempo, Chana entrou no lugar de Babi e passou a parar os ataques tunisianos. A seleção voltou melhor e, com dois gols de Samira e outros dois de Silvia, chegou ao empate: 20 a 20. As africanas, porém, voltaram a equilibrar a partida e assumir a dianteira, com dois gols de Rafika Marzouk.

O Brasil conseguiu tirar a diferença e empatou com gol de Jéssica, marcando 24 a 24 no placar. Assim como no primeiro tempo, porém, as brasileiras voltaram a vacilar na defesa, e as tunisianas tomaram mais uma vez a vantagem de quatro gols: 28 a 24. No pedido de tempo, o técnico Morten Soubak tentou arrumar a casa, mas pouco conseguiu.

À base da raça, a seleção voltou a empatar o jogo com gol de Francine: 31 a 31. Faltando três minutos para o fim da partida, o duelo ganhou em emoção. As tunisianas voltaram a ficar à frente, mas Francine marcou novamente e deixou tudo igual: 33 a 33.

No último minuto, com a bola nas mãos, a Tunísia foi toda à frente, buscando a vitória. Mas, após bola para fora, Babi arriscou e mandou direto para gol adversário na saída, marcando 34 a 33 e garantindo a invencibilidade brasileira na primeira fase do Mundial.

globo

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Brasil bate Romênia e segue invicto no Mundial Feminino de Handebol

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Brasil bate Romênia e segue invicto no Mundial Feminino de Handebol

Posted on 09 dezembro 2011 by hugo

Seleção Brasileira vence por 33 a 28 e lidera o grupo C, com quatro vitórias.

As meninas da seleção brasileira seguem fazendo bonito no Mundial de Handebol, que está sendo realizado em São Paulo. Diante de bom público no Ginásio do Ibirapuera, o Brasil bateu a Romênia por 33 a 28 e garantiu a liderança do grupo C da competição, com quatro vitórias em quatro jogos. A ponta Alexandra foi a artilheira do confronto: oito gols.

- Apanhei bastante e sofri muitas faltas, mas deu tudo certo e consegui ajudar a equipe. É muito bom quando a maioria das bolas entra – comentou a goleadora.

Empurrado pela torcida, o Brasil abriu 4 a 1 com facilidade. A Romênia reagiu, chegou a empatar a partida, mas não resistiu ao desempenho da equipe brasileira, que fez 9 a 5 com um gol da ponta Alexandra. No fim da etapa, as brasileira seguraram a dianteira e terminaram na frente: 14 a 11.

No segundo tempo, a Romênia apertou a marcação, seguiu na cola do Brasil, mas não arrancou a virada. A equipe verde-amarela admistrou o resultado e confirmou a sua invencibilidade: 33 a 28.

O Brasil volta a jogar nesta sexta-feira, às 19h45m, contra a Tunísia, para confirmar a liderança da chave na primeira fase. As romenas, no entanto, enfrentam a forte seleção francesa, às 17h15m.

globo

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