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Hailé Pinheiro é submetido a cirurgia no coração em São Paulo

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Hailé Pinheiro é submetido a cirurgia no coração em São Paulo

Posted on 18 janeiro 2012 by hugo

Dirigente passou por uma revascularização miocárdica. Segundo Sérgio Rassi, cardiologista e vice-presidente do Goiás, tudo ocorreu dentro do esperado.

Hailé Pinheiro, atual presidente do Conselho Deliberativo e principal dirigente da história do Goiás, foi submetido nesta terça-feira, em São Paulo, a uma cirurgia no coração. O objetivo do procedimento, conhecido como revascularização do miocárdio, foi reestabelecer o fluxo sanguíneo, já que Hailé apresentava uma lesão em uma das artérias do coração. De acordo com o vice-presidente do clube esmeraldino, Sérgio Rassi, a cirurgia durou cerca de seis horas e tudo ocorreu dentro do esperado.

Rassi, que também é cardiologista, revelou que será preciso esperar as próximas horas para que um boletim médico mais preciso seja feito. A cirurgia foi acompanhada pelo irmão de Sérgio Rassi e especialista no caso, Amis Rassi Júnior. Hailé Pinheiro ficará em observação no hospital Albert Einstein. A previsão é de que o dirigente fique entre 24h e 48h na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) antes de ser transferido para um quarto.

- Tudo ocorreu dentro do esperado. As primeiras horas após a cirurgia são fundamentais para verificar a evolução do paciente e fazer um diagnóstico mais preciso. Hailé Pinheiro deve retornar a Goiânia em uma semana. E se tudo ocorrer bem, ele voltará à sua rotina normal em dois meses – revelou Sérgio Rassi.

globo

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Diretoria do Goiás define data para as eleições do clube

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Diretoria do Goiás define data para as eleições do clube

Posted on 16 dezembro 2011 by hugo

Pleito ocorrerá no dia 21 de dezembro. João Bosco Luz deve ser o candidato da situação.

A diretoria do Goiás definiu nesta quinta-feira a data para as eleições do clube. O pleito ocorrerá no próximo dia 21, na Serrinha, quando o novo presidente esmeraldino será eleito para o biênio 2012-2013. Os concorrentes deverão se inscrever até às 18h da próxima segunda-feira (19).

Nenhum candidato oficial se manifestou publicamente, mas o candidato da situação deve ser João Bosco Luz, que está no Rio de Janeiro. O conselheiro, que é membro do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), é um nome forte na equipe esmeraldina.

O presidente atual, Hailé Pinheiro, que também acumula a função de presidente do Conselho Deliberativo, promete deixar o Goiás. Somente sócios que estivem em dia com o clube terão direito a voto.

globo

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Eleições no Goiás devem ocorrer no próximo dia 20 de dezembro

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Eleições no Goiás devem ocorrer no próximo dia 20 de dezembro

Posted on 06 dezembro 2011 by hugo

Pleito no Esmeraldino ainda não tem candidatos definidos. Edminho Pinheiro reafirma que Hailé não permanecerá no cargo máximo do clube.

O clima de Goiás é de calmaria. O time está de férias, e nenhum reforço para a próxima temporada foi anunciado. Entretanto, o evento mais importante deste mês para o clube deverá ocorrer no próximo dia 20 de dezembro. As eleições para a presidência executiva e do Conselho Deliberativo (ambos os cargos hoje comandados por Hailé Pinheiro) está previamente marcada para esta data.

A confirmação do dia exato do pleito só sairá quando o edital for publicado. Nenhum candidato foi lançado ainda. O atual mandatário, Hailé Pinheiro, já deixou claro que não continuará nos dois cargos. O conselheiro Edminho Pinheiro, que é sobrinho do presidente, reafirmou que a permanência de Hailé é nula.

- Não há nenhuma possibilidade, é zero. Desde o ano passado a gente vem falando isso, ele não vai continuar – declarou.

Entretanto, um grupo de conselheiros pretende convencer o atual presidente a se candidatar, e permanecer no comando do clube. O advogado João Bosco Luz é um deles.

- A minha opinião é que o seu Hailé seja o candidato e seja o próximo presidente. Quando uma pessoa está envolvida em um processo, nem sempre prevalece a vontade dele. Eu sei que ele quer passar a presidência para outra pessoa, até porque ele tem mil problemas para solucionar, mas a minha vontade é que ele permaneça – comentou o conselheiro.

O próprio João Bosco Luz surgiu como um possível candidato da situação, assim como os nomes de Marcelo Segurado, Paulo Lopes, e Melchior Luiz Duarte Filho, mas ninguém ainda foi confirmado. Pela oposição, um pequeno grupo de conselheiros liderado por Flávio Ramos se articula para disputar o pleito. A reivindicação deles é que o estatuto do clube seja alterado para que os sócios também possam votar, e não somente os conselheiros.

globo

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Dança de técnicos da era Hailé

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Dança de técnicos da era Hailé

Posted on 06 setembro 2011 by hugo

A instabilidade no comando técnico do Goiás vai se consumando como marca da gestão do presidente Hailé Pinheiro. Desde que assumiu o clube, em setembro de 2010, Hailé completou a quarta troca de treinador. Isso porque, ontem, o técnico Márcio Goiano foi comunicado pelo gestor de futebol, Kleber Guerra, que estava demitido, apesar do bom aproveitamento na Série B.

Ontem de manhã, o Goiás anunciou a contratação de Ademir Fonseca, de 48 anos e que dirigiu o Fortaleza por sete dias, sem ter estreado. Ademir passou, em 2011, por Oeste (SP), São Caetano, Fortaleza e, agora, o Goiás. Na carreira, iniciada no Ituano (1997), Ademir Fonseca coleciona 34 clubes, dois títulos – Campeonatos Paulista (2002, no Ituano) e Paraense (2006, no Paysandu) e o vice da Série A-2 do Paulista, também no Ituano, em 1997.

No futebol goiano, teve passagem marcante pelo Vila Nova, ano passado, quando obteve seis vitórias seguidas e ficou nove jogos invicto, livrando a equipe do rebaixamento após 22 rodadas – foram 11 vitórias, 5 empates e 6 derrotas. Ademir Fonseca assume hoje e terá, na comissão técnica, o filho Willander Fonseca (auxiliar) e Jairo Porto (preparador físico).

Em um ano de gestão Hailé Pinheiro, o Goiás teve: Jorginho (ex-auxiliar de Dunga na seleção brasileira contratado por Syd de Oliveira), Artur Neto (vice da Copa Sul-Americana e do Campeonato Goiano), Márcio Goiano (deixou o time em 12º lugar na Série B) e, agora, Ademir Fonseca. Os três primeiros saíram com desgaste por resultados e carência de bons jogadores no elenco.

Somente na transição de Artur Neto para Márcio Goiano é que o clube se movimentou e trouxe reforços: os volantes Alan Bahia e Marcinho Guerreiro e o atacante Iarley. Depois, chegaram o meia-atacante Elivélton, indicado por Márcio, e o atacante Wellington, que não tem agradado.

Apesar dos números positivos, causou surpresa a demissão de Márcio Goiano. Para o gestor de futebol, Kleber Guerra, que atuou como jogador ao lado de Márcio Goiano desde a base do Goiás até o fim de 1996 (no profissional), alguma coisa precisava ser feita. “São números, não tem como a gente mentir, nem omitir, mas existem outras situações que tem que ser avaliadas também, então a gente procurou avaliar em todos os aspectos”, frisou o gestor.

No Goiás, Márcio vinha de duas derrotas seguidas: para Grêmio Prudente (2 a 0) e Náutico (2 a 1). O melhor momento foi nos quatro primeiros jogos, quando venceu Vitória (4 a 1), Americana (3 a 1), Sport (2 a 1) e Duque de Caxias (3 a 2). “E no final desses aspectos, a gente sabe que o trabalho do Márcio (Goiano) é um bom trabalho, a gente sabe disso, não é porque vem de duas derrotas, mas a gente sabe também que o grupo não vem respondendo a algumas situações. A gente não poderia aguardar que esse trabalho viesse a se desgastar, que o aproveitamento caísse, e que a gente fizesse a mudança”, justificou Kleber Guerra.

O último técnico que teve estabilidade no clube foi Hélio dos Anjos. Ele ficou à frente do time durante um ano e sete meses, dirigindo-o durante gestões de Pedro Goulart (fim de 2008) e Syd de Oliveira Reis (2009 e início de 2010).

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Hailé Pinheiro tem mandato prolongado até o fim do ano

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Hailé Pinheiro tem mandato prolongado até o fim do ano

Posted on 16 junho 2011 by hugo

Acumulando as presidências do Executivo e do Conselho Deliberativo, Hailé Pinheiro vai permanecer no comando do Goiás até dezembro. O dirigente teve, ontem à noite, o mandato mais uma vez prorrogado durante a assembleia dos sócios do clube, que também elegeram os novos 250 conselheiros.

É a terceira vez que o dirigente tem o mandato prolongado em menos de um ano. Hailé assumiu a presidência em setembro do ano passado, em substituição a Syd de Oliveira, com previsão de deixar o comando no final do ano de 2010, quando seriam feitas as novas eleições. No entanto, a sua saída do cargo foi adiada para abril. E de abril até junho em nova deliberação dos associados. Eleições para a presidência executiva estão marcadas para dezembro.

Segundo o dirigente, o foco principal do seu mandato continua sendo o saneamento financeiro, fiscal e tributário do clube. No entanto, ele terá de compatibilizar tal necessidade com o objetivo de subir o time para a Série A. Com isso, Hailé Pinheiro acredita que, no final do ano, a eleição para presidente executivo será repleta de candidatos. “Com o Goiás saneado e na Série A, vai ter muita gente querendo ser presidente”, prevê.

Hailé Pinheiro classifica como um desastre a goleada sofrida pelo Goiás por 3 a 0 para o Paraná, na noite de terça-feira, no Estádio Serra Dourada. “Apanhamos sem reagir”, resume o dirigente.

O presidente alviverde se diz consciente da necessidade de reforçar o elenco e adianta que hoje chegará ao clube um atacante, uma das posições mais carentes no Goiás. “Ele já jogou no Recife”, disse Hailé. Questionado se o rival Vila Nova está num melhor momento do que o Goiás, Hailé não perde a esportiva. “O Vila está bem armado, mas só está um ponto na frente. Imagine se o Goiás estivesse bem”, diz.

Reforços

A apresentação do lateral Andrezinho, que já está treinando no Goiás, ficou para a próxima semana. O volante Alan Bahia é esperado hoje.

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Assembleia define que Hailé Pinheiro fica até junho no comando do clube

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Assembleia define que Hailé Pinheiro fica até junho no comando do clube

Posted on 27 abril 2011 by hugo

Homem forte do Goiás, o presidente do Conselho Deliberativo e da presidência executiva, Hailé Pinheiro, garantiu ontem sua permanência à frente do clube até junho. Em assembleia, os sócios do clube deliberaram que, no fim do primeiro semestre, o Goiás realizará uma eleição para eleger os novos conselheiros e o novo presidente do Conselho, que acumulará a presidência executiva até a eleição específica para o cargo, a ser realizada em dezembro deste ano.

Quando assumiu a presidência do alviverde em setembro do ano passado, Hailé Pinheiro havia dito que seu mandato seria até o final do ano de 2010, quando seriam feitas novas eleições. No entanto, a sua permanência já tinha sido prorrogada até abril.

A sua meta para os próximos dois meses é continuar trabalhando para sanear o clube financeiramente. “Luto dia e noite para que isso aconteça, mas o Goiás só será completamente saneado em cinco anos. Mas as coisas estão melhorando. Encontrei três folhas de pagamento atrasadas, mas já está tudo em dia”, diz.

Para ele, nem mesmo os valores obtidos com a transmissão dos jogos do time esmeraldino pela Rede Globo foram capazes de restituir a estabilidade financeira do clube. “Seriam necessários uns três contratos desses”, garante.

O dirigente desconversa sobre uma provável candidatura à presidência do Conselho Deliberativo, em junho. “Não sou candidato. Até lá, nem sei se estarei mais vivo. Junho é só junho”, salienta.

Sobre a permanência do técnico Artur Neto, o dirigente revela que o comandante do time alviverde só não fica no clube se não quiser. “Todos falaram em renovação de contrato, mas como vamos renovar um contrato que não existe? Nosso contrato é na palavra. Ele (Artur Neto) só sai daqui se quiser”, revela.

Hailé Pinheiro revelou que o clube também está buscando fazer uma reformulação no seu estatuto social para resolver alguns entraves jurídicos. “Há muitas coisas que precisam ser modificadas”, destaca o dirigente sem, no entanto, identificar quais os pontos que precisam ser alterados no documento.

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Na véspera de decisão, Goiás mantém Hailé

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Na véspera de decisão, Goiás mantém Hailé

Posted on 26 abril 2011 by hugo

Enquanto o elenco pensa na decisão de vaga às quartas de final da Copa do Brasil, amanhã, contra o São Paulo, em que terá de vencer para avançar, os mais de 650 sócios-proprietários do Goiás devem aprovar hoje, em assembleia geral, a partir das 16 horas, a prorrogação até o fim do ano do mandato do presidente Hailé Pinheiro, que, desde setembro, acumula o cargo com o comando do Conselho Deliberativo. A permanência do dirigente, segundo conselheiros, é necessária para a definição do futuro político e saneamento financeiro do clube.

Depois da renúncia de Syd de Oliveira Reis, em setembro, Hailé assumiu a presidência e novas eleições já foram adiadas em duas oportunidades – em dezembro de 2010 e em fevereiro de 2011. Agora, deveriam ser realizadas até o fim deste mês. Para que o dirigente fique no cargo até o fim do ano, é preciso mudança no estatuto em vigência no clube e a votação tem de ocorrer em assembleia geral.

“O Goiás está num momento difícil, mas vendo uma luz no fim do túnel. Há um processo de saneamento, é véspera de final do Goiano e estamos entrando no Brasileiro. É importante dar estabilidade nesse processo e a tônica principal (da prorrogação) é essa”, comentou Alexandre Iunes, ex-vice-presidente que também renunciou no ano passado.

Há a intenção de que o Goiás passe também por reforma estatuária completa para limitar os poderes do presidente e profissionalizar a gestão, mas pontos dessa reforma não devem ser votados hoje. Uma diretoria colegiada deverá ser proposta, mas o modelo ainda não está completamente fechado.

Uma medida já aprovada em assembleia depois que Hailé assumiu a presidência foi o direito a voto na eleição executiva só para conselheiros (que são cerca de 250) e não mais para todos os sócios, como foi nos pleitos anteriores. Com isso, ganha importância a eleição para o Conselho Deliberativo, prevista para junho.

Permanecendo no cargo até o fim do ano, segundo Alexandre Iunes, Hailé ganha tempo para pensar na sua sucessão e no equilíbrio financeiro do clube. Além disso, para ele há uma referência clara de comando e não cria cenário de instabilidade no clube.

“O Goiás realmente está sofrendo com a falta de planejamento sucessório. Agora, há o tempo necessário para sanear e preparar uma sucessão menos traumática para o clube”, comentou o conselheiro, eleito vice-presidente para 2009/2010 na chapa de Syd de Oliveira Reis e que depois se tornou um dos críticos do ex-presidente do alviverde.

Time terá definição de substituto

Antes de enfrentar o São Paulo, amanhã, com a necessidade de vencer o jogo para avançar na Copa do Brasil, o Goiás tenta resolver o problema que terá no ataque: o substituto de Felipe Amorim, expulso na derrota por 1 a 0 para o São Paulo, na partida de ida, em Goiânia. Guto e Thiaguinho são opções naturais para o ataque, mas o meia Robert pode ganhar vaga para auxiliar no setor esquerdo, onde Carlos Alberto deve ser mantido.

Como na primeira partida, o lateral esquerdo Diogo não atuará porque é jogador do São Paulo emprestado ao Goiás. Na ocasião, Amaral entrou no meio de campo e Carlos Alberto foi improvisado na esquerda, o que deve ser mantido. O zagueiro Marcão, com dores lombares, é dúvida.

O Goiás precisa vencer para avançar. Vitória por 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis e por qualquer outro placar dá classificação ao alviverde.

Cortado da partida de domingo, pelo Paulistão, o meia Lucas também não jogará contra o Goiás. O jogador teve estiramento muscular na coxa direita e parará por duas semanas.

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Syd não suporta pressão e renuncia

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Syd não suporta pressão e renuncia

Posted on 10 setembro 2010 by hugo

Syd de Oliveira Reis não suportou a pressão e o isolamento na tentativa de voltar ao comando do Goiás e renunciou ontem, no início da noite, ao cargo de presidente do clube. A decisão foi tomada após um dia inteiro de articulações e negociações para a entrega da carta-renúncia, de uma página, que chegou às mãos do vice-presidente do Conselho Deliberativo e líder da Comissão de Sindicância criada para apurar as supostas irregularidades da gestão 2009/2010, Edson Ferrari. Hailé Pinheiro reassume o alviverde após sete dias, tempo que Syd passou no posto máximo do clube por ter obtido liminar na Justiça.

Em carta endereçada ao Conselho e ao seu presidente, Syd falou sobre o que o motivou a renunciar. “Leva-me a fazê-lo a consciência que tenho de que o Goiás Esporte Clube deve estar sempre à frente dos interesses pessoais e todos os elementos que, de um modo ou de outro, participam da administração, dos interesses morais ou patrimoniais do nosso clube. Foi imbuído desse sentimento e consciente desse dever cumprido”, escreveu o ex-presidente, que finalizou o documento desejando sorte à nova equipe que comandará o clube esmeraldino. Em agosto, Syd chegou a dizer que só deixaria a presidência em caso de “enfarte, derrame ou tiro”.

Hailé irá acumular as funções de presidente executivo e do Conselho Deliberativo, mas terá quatro auxiliares de sua confiança. Juntos, eles formação uma comissão para gerir o Goiás. Alexandre Iunes cuida da parte jurídica, Marcelo Segurado é o responsável pela área administrativa e ajuda em outros departamentos e Edmo Mendonça Pinheiro fica mais diretamente ligado ao futebol. Marcos Figueiredo, que foi nomeado por Hailé diretor de futebol quando Syd foi suspenso preventivamente, disse não querer voltar ao cargo oficialmente, mas deve ajudar nos próximos passos.

Pagamento
A primeira atitude, que deve ser tomada até amanhã, é o pagamento de pelo menos um mês de salários aos jogadores do elenco – o atraso é de dois meses e já gerou insatisfação, desgaste e reclamações públicas antes da vitória sobre o Guarani, quarta-feira, por 3 a 1. A promessa é de que uma folha salarial será quitada ainda antes da partida contra o Inter, domingo, às 18h30, em Porto Alegre.


Depois disso, a ordem é arrumar a casa. “O primeiro objetivo é enxugar ao máximo. A gente tem de fechar as torneiras”, disse Marcelo Segurado sobre a necessidade de cortar gastos e economizar. O dirigente minimiza a briga política pela qual o Goiás passou nos últimos meses (veja Na história). “Não está na hora de apontar erros.”

Apesar do otimismo, Ferrari fala das dificuldades de recuperação do alviverde. “Serão dias difíceis para recuperar primeiro a confiança e o entusiasmo da torcida e depois para a diretoria executiva dar outro rumo ao Goiás”, comentou o vice do Conselho.

O que culminou na renúncia de Syd, que permaneceu por um ano e oito meses como presidente, foi a posição insustentável na qual o dirigente se viu após a suspensão preventiva de 30 dias (dia 31 de agosto) e o afastamento de seus antigos aliados. Depois do afastamento temporário, a Comissão de Sindicância apontou 14 questionamentos para serem respondidos por Syd, que conseguiu uma liminar para voltar ao cargo. O Conselho sequer chegou a recorrer para tentar suspender ou cassar a decisão.

Syd respondeu aos 14 itens e encaminhou documentos à Comissão na quarta-feira. Segundo Ferrari, a Comissão está desfeita por conta da renúncia do agora ex-presidente – “ela não tem mais objeto” -, mas diz que as respostas serão enviadas ao Conselho. Procurados pela reportagem, Syd e Hailé não atenderam aos telefonemas.

Com situação definida, Hailé anteciparia pleito

No dia 1º, após assumir o Goiás por conta da suspensão preventiva de Syd de Olivera Reis por 30 dias, o presidente do Conselho Deliberativo, Hailé Pinheiro, falou sobre o desejo de antecipar a realização das eleições no clube. Ele condicionou a medida à definição da situação da presidência. Com a renúncia de Syd, ontem, o caminho fica aberto para que o dirigente convoque novo pleito, a princípio previsto para dezembro.

Segundo Hailé, naquele dia, a antecipação das eleições não dependia da recuperação do alviverde no Campeonato Brasileiro. O Goiás venceu quarta-feirao Guarani (3 a 1), mas o time ainda precisa de uma série de resultados para sair da lanterna e da zona de rebaixamento à Série B.

Marcelo Segurado, superintendente geral do clube e um dos integrantes da comissão que vai comandar o Goiás a partir de agora, acredita que o grupo deve gerir o alviverde até o fim do ano. “Agora, o Goiás não precisa passar por um momento eleitoral”, disse, acrescentando que novo pleito só desviaria o foco e deixaria o ambiente ainda turbulento.

O vice-presidente do Conselho Deliberativo, Edson Ferrari, acredita no sucesso do clube daqui para a frente. “Sou eterno otimista. O Hailé (Pinheiro) tem a experiência suficiente para administrar bem junto com o Conselho. O Goiás vai poder novamente dar alegria à torcida”, afirmou o conselheiro esmeraldino. (PP)

NA HISTÓRIA



Gestão de Syd é marcada por polêmicas e divergências

Eleito no fim de dezembro de 2008, após eleição na qual venceu antigo aliado, Raimundo Queiroz, o ex-presidente Syd de Oliveira Reis teve a gestão marcada por polêmicas e isolamento político. Antes de assumir o cargo, Syd pleiteou a presidência, mas foi preterido e cedeu a cabeça de chapa ao diretor, Pedro Goulart, ainda no final de 2006.

À frente do clube, Syd nunca gostou de tomar a bênção do homem-forte e presidente do Conselho Deliberativo, Hailé Pinheiro.

Se no começo do mandato os resultados apareceram – o Goiás venceu o Estadual (2009) após três anos -, os problemas financeiros e administrativos logo desafiaram Syd de Oliveira. Em agosto de 2009, negociou o meia Felipe Menezes por R$ 3 milhões, com o Benfica, para pagar salários atrasados.

Edmo Mendonça Pinheiro, o Edminho, responsável pelas transações de atletas no clube, disse não ter sido consultado por Syd. Estava aberta a ferida. Depois, Edmo repatriou o atacante Fernandão – em carta recente, Syd afirma ter sido contra. O agora ex-presidente e o jogador tiveram relação marcada por divergências. O diretor de futebol, Marcos Figueiredo, saiu depois da pífia participação do time no Estadual e na Copa do Brasil.

Já o diretor jurídico, Felicíssimo Sena, deixou o cargo e o fato gerou a renúncia do diretor de futebol, Sebastião Macalé, e Alexandre Iunes saiu da assessoria jurídica – Macalé e Alexandre eram vices de Syd.

Isolado e com dificuldades financeira e administrativa, Syd decidiu negociar o zagueiro Rafael Toloi, assim como ceder o atacante Felipe ao Al-Nasr (Emirados Árabes) por US$ 500 mil, além de emprestar os atacantes Diogo Galvão ao Atlético e Jonhathan ao futebol francês.

Syd criticou Hailé. O Conselho se reuniu em 31 de agosto e decidiu por suspensão preventiva de 30 dias a Syd.(Jânio José da Silva)

Aliviado, elenco busca regularidade

A vitória sobre o Guarani, a primeira após a paralisação do Brasileiro para a Copa do Mundo – o jejum durou 12 jogos -, deixou o elenco do Goiás aliviado da pressão que sofria para vencer, mas o discurso ainda é o de melhorar o rendimento. E o time precisa, já que segue na lanterna da Série A, com 16 pontos e saldo negativo de 19 gols.

Ontem, um dia depois do triunfo sobre a equipe paulista (3 a 1) no início do returno do Brasileirão, jogadores exaltaram a “alegria no vestiário” e o relacionamento com o técnico Jorginho, que chegou à terceira partida no comando do Goiás.

O alviverde voltou a vencer num dia em que Felipe, artilheiro do ano passado nesta temporada e na de 2009, voltou a marcar gols depois de mais de quatro meses – fez dois, um deles de pênalti. “Foi o 4º ou 5º jogo que participei e aos poucos eu entro na minha forma ideal. Sair jogando é sempre melhor”, comentou o atacante, que foi titular pela primeira vez no Brasileirão.

Numa projeção otimista, Felipe disse que o Goiás tentará fazer o dever de casa. “Se pudermos vencer os dez jogos em casa no 2º turno, vamos em busca disso”, afirmou o jogador. Quarta-feira, o alviverde conseguiu a sua 3ª vitória em casa em 11 jogos, incluindo aí o triunfo no clássico contra o Atlético, no Serra Dourada, em que o rubronegro era o mandante. Até o fim da competição, fará mais nove partidas em seus domínios.

Logo após a vitória de quarta-feira, Romerito disse que o alviverde tem de valorizar o coletivo e elogiou Felipe. “Hoje (quarta), sobressaiu o nosso coletivo. Não é o individual, não temos jogador que desequilibra. Agora até voltamos a ter, que é o Felipe, é o matador. Nosso vestiário hoje estava muito mais alegre, voltou a ter uma música ali dentro, uma ambiente descontraído”, disse o meio-de-campo, que também voltou a ser titular depois da paralisação do Campeonato Brasileiro para a Copa do Mundo.

Inter
No jogo contra o Inter, domingo, o Goiás não terá os volantes Carlos Alberto, suspenso, e Jonílson, que continua machucado. Rafael Toloi continua fora do time, já que pediu um tempo para recuperar a forma física ideal. Amaral e Douglas poderão voltar, pois cumpriram suspensão.


Ontem, no CT Edmo Pinheiro, os reservas e os que pouco atuaram na vitória sobre o Guarani fizeram um jogo-treino diante da Aparecidense e venceram por 3 a 1. O alviverde iniciou com Fábio; Wendel Santos, Rafael Toloi, Augusto e Jadílson; Amaral, Rithely, Carlos Alberto e Wellington Saci; Otacílio Neto e Éverton Santos.

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Syd reaparecee Diogo Galvão é emprestado

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Syd reaparecee Diogo Galvão é emprestado

Posted on 09 setembro 2010 by hugo

O atacante Diogo Galvão será novamente emprestado ao Atlético pelo Goiás e, desta vez, o negócio será mesmo finalizado. O presidente Syd de Oliveira Reis, que nesta quarta-feira (8) pela primeira vez apareceu no clube após conseguir liminar que permite o seu retorno, já assinou o documento e o presidente do Conselho Deliberativo, Hailé Pinheiro, deve fazê-lo nas próximas horas.

Diogo Galvão ficará no rubronegro até o final do ano e o Atlético pagará o salário integral do jogador neste período. No dia 23 de agosto, Syd já havia anunciado o empréstimo do atacante para o Dragão.
Diogo Galvão foi apresentado no clube, treinou e chegou até a ser confirmado como titular contra o Palmeiras, fora de casa. Ele chegou a viajar para São Paulo, onde foi informado de que não poderia atuar por conta da não liberação da negociação pelo Conselho – o impedimento seria porque o rubronegro não teria arcado com 100% do salário do jogador.

Na quinta-feira (2), Diogo Galvão voltou a treinar no Goiás e disse que esperava ter oportunidades no clube com a nova comissão técnica, comandada por Jorginho. No sábado, sequer foi para o banco na partida contra o Corinthians, na qual o alviverde foi goleado por 5 a 1. Sem chances no clube esmeraldino, o jogador deverá atuar na Série A pelo rubronegro.
Outro atacante do Goiás, Pedrão, pediu dispensa do clube, mas a situação dele ainda está indefinida. Ele alega que está insatisfeito e ainda tem pendências financeiras com o alviverde. Ele só rescindirá se os dois dirigentes, Syd e Hailé, assinarem.

O Goiás enfrenta o Guarani nesta noite, às 19h30, no Serra Dourada. Em seu retorno ao clube, Syd só permaneceu na sala da presidência por cerca de 30 minutos. Se reuniu com a supervisora de futebol, Neuza, e deixou a Serrinha. O dirigente não deu entrevista e disse que, em breve, convocará coletiva.

goiasnet

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Syd de Oliveira obtém liminar e volta à presidência do Goiás

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Syd de Oliveira obtém liminar e volta à presidência do Goiás

Posted on 04 setembro 2010 by hugo

Afastado do cargo por decisão do conselho deliberativo do clube, na última terça-feira, Syd de Oliveira está de volta à presidência do Goiás amparado por uma liminar concedida pela Justiça do Estado de Goiás, nesta sexta. Durante o afastamento, Hailé Pinheiro, maior rival político do mandatário e presidente do conselho, ocupou o cargo.

Oliveira estava preventivamente suspenso do comando esmeraldino por 30 dias, sob acusação de que não teria pago os impostos referentes a 2009. No entanto, o juiz Paulo César Alves das Neves alegou que a decisão quanto ao afastamento do presidente não constava na pauta da reunião.

Ainda de acordo com a Justiça, Syd de Oliveira não recebeu comunicado algum sobre a punição (informação negada por Edson Ferrari, vice-presidente do conselho deliberativo) e ainda questiona a marcação de uma assembleia geral para o dia 10 de setembro, que teria o intuito de discutir o possível impeachment do dirigente.

A intensa crise política começou em agosto e é encabeçada por Syd de Oliveira e Hailé Pinheiro. Enquanto Hailé pede que o principal mandatário renuncie ao cargo, Oliveira diz que só deixará o posto se o oponente também o fizer. Indignados com a situação e com a lanterna do time no Campeonato Brasileiro, os torcedores têm feito protestos nas arquibancadas.

terra

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