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Seleção vai enfrentar Gana em setembro

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Seleção vai enfrentar Gana em setembro

Posted on 17 agosto 2011 by hugo

Depois do cancelamento do amistoso contra o Egito, a Seleção Brasileira já conseguiu um novo adversário: Gana. O duelo vai acontecer em Londres, no dia 6 de setembro, aproveitando a data Fifa. O jogo já foi confirmado pela Associação Ganesa de Futebol, o que gerou bastante entusiasmo no país africano, e deve ser anunciado oficialmente pela CBF nesta quarta-feira.

Gana disputou a última Copa do Mundo e só foi eliminada pelo Uruguai nas quartas-de-final nos pênaltis. Foi a melhor seleção africana na competição. Atualmente, o país está em 36º lugar no ranking da Fifa. O Brasil está em quarto.

Apesar de a CBF só ter anunciado o cancelamento do jogo contra o Egito nesta terça-feira, a entidade já sabia da negativa do rival africano há alguns dias. E vinha trabalhando no novo adversário para não perder a data separada no calendário da Fifa para amistosos entre seleções.

A convocação para o amistoso será na próxima quinta-feira, às 11h, em Copacabana. O técnico Mano Menezes vai divulgar o nome dos 23 convocados para o duelo. Ainda no mês de setembro, a Seleção vai enfrentar a Argentina em duas oportunidades. Os duelos contra os hermanos acontecerão nos dias 14 e 28. O segundo será no Mangueirão, em Belém. Para os confrontos, as equipes só poderão contar com atletas que atuam nos próprios países.

globo

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Uruguai e Gana se enfrentam para fazer história na Copa do Mundo

Posted on 02 julho 2010 by hugo

Uruguaios e ganeses jamais esquecerão a Copa do Mundo da África do Sul. Pelo que alcançaram e pelo que deixaram de alcançar. Nesta sexta-feira, as duas seleções se encontram às 15h30 (horário de Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, lutando por um lugar entre as quatro melhores equipes do mundo. Quem vencer, fará história. O Uruguai busca a primeira semifinal de Copa desde 1970, enquanto Gana tenta transformar-se na primeira seleção africana semifinalista de um Mundial.

Nas palavras dos jogadores, a exata medida do que uruguaios e ganeses estão prestes a conseguir.

- Seria o sonho máximo, o que de maior posso imaginar para mim, meus amigos, companheiros, para minha família, para o meu país. Estamos correndo atrás desse sonho – disse Diego Lugano, capitão da Celeste.

- Nós temos a chance de provar para o mundo que somos capazes de chegar lá, de ser a primeira seleção africana numa semifinal de Copa. A África inteira está à espera deste momento – disse o atacante ganês Asamoah Gyan.

O técnico uruguaio Oscar Tabárez fez duas mudanças na equipe. Uma por lesão: a saída do zagueiro Diego Godín, com um estiramento na coxa esquerda, para a entrada de Mauricio Victorino. A outra alteração é de ordem técnica e tática. Barrado, Alvaro Pereira dá lugar a seu xará Álvaro Fernández, meia do Universidad de Chile que tem a missão de melhorar o passe da equipe e, consequentemente, garantir mais posse de bola. O jogador, reserva em todas as partidas até aqui, entrou nas últimas três partidas, sempre no fim, e jogou um total de 30 minutos nesta Copa. A escalação, anunciada na quarta-feira, pegou até ele de surpresa.

- Fui pego um pouco de surpresa. Embora já estivesse entrando nos jogos, agora vou ter a oportunidade de começar jogando, o que é claro que me deixou muito feliz – declarou o volante.

Gana tem um importante desfalque: o meia Andre Ayew, melhor jogador da equipe no Mundial, está suspenso pelo segundo cartão amarelo. Com isso, Sulley Muntari deve finalmente receber a oportunidade pela qual chegou até brigar com o treinador Milovan Rajevac. No lugar do zagueiro Jonathan Mensah, outro suspenso, volta Isaac Vorsah, recuperado de uma lesão no joelho. Outros dois jogadores passaram a semana em tratamento para estar em campo nesta sexta-feira. O volante Kevin-Prince Boateng, com dores na coxa, conseguiu; o lateral-esquerdo Hans Sarpei, com problema na panturrilha, não.

- É importante ter Isaac Vorsah de volta. Ele é um jogador experiente, que pode cumprir diferentes funções. Infelizmente, teremos problemas em outras posições, mas isso acontece com todas as equipes. Nós vamos a campo com a melhor equipe que tivermos à disposição – afirmou Rajevac.

Pouco acostumados a chegar tão longe numa Copa do Mundo, ganeses e uruguaios passaram longe da guerra de nervos de um Argentina x Alemanha e trocaram muitos elogios.

- Nós temos nossas alternativas, mas sabemos que será difícil – avaliou Oscar Tabárez.

- Para mim, além de uma forte defesa, o Uruguai tem o melhor ataque do Mundial, com dois jogadores muito perigosos: Luis Suárez e Diego Forlán – disse Asamoah Gyan.

Se existe alguma vantagem para uma das equipes nesta sexta-feira, essa é de Gana, que terá o apoio dos torcedores sul-africanos, ávidos por ver o sucesso de uma equipe do continente na primeira Copa do Mundo disputada na África. Se calou o Brasil com o Maracanazo de 1950, a Celeste terá que buscar no passado a inspiração para um Africanazo em 2010. Os ganeses esperam que não.

- Nós vamos ter o apoio de um continente inteiro e acreditamos que podemos superar qualquer adversário. Não será fácil, mas estamos prontos – completou Gyan.

globo

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Gana põe fim ao sonho americano e mantém viva chama africana na Copa

Posted on 27 junho 2010 by hugo

gana A primeira Copa do Mundo disputada na África tem um representante do continente na fase de quartas de final. Gana derrotou neste sábado os Estados Unidos por 2 a 1, no estádio Royal Bafokeng, em Rustemburgo, e garantiu um lugar entre as oito melhores seleções do Mundial. O triunfo foi suado, conseguido apenas na prorrogação. Kevin-Prince Boateng pôs os africanos em vantagem, mas Donovan, de pênalti, garantiu a igualdade nos 90 minutos iniciais. No tempo-extra, Gyan marcou e garantiu a vitória de Gana.

Pela terceira vez na história uma seleção africana chega às quartas de final de uma Copa do Mundo. Gana tem agora a missão de ir além, já que Camarões, em 1990, e Senegal, em 2002, foram eliminados justamente quando estavam entre os oito melhores do Mundial. Para isso, os ganeses terão que derrotar o Uruguai, na próxima sexta-feira.

Sob olhares do ex-presidente Bill Clinton, do astro da NBA Kobe Bryant e do Rolling Stone Mick Jagger, os Estados Unidos mostraram uma vez mais o poder de reação, usual na primeira fase da Copa. Mas a torcida VIP americana acabou indo para casa decepcionada.

Gana começa com tudo

A seleção de Gana apostou num esquema com três zagueiros que acabou por funcionar muito bem no início do jogo. Com a marcação encaixada, o time africano pressionou a saída de bola dos americanos e dominou amplamente a primeira metade da etapa inicial.

Kevin-Prince Boateng, que ficou famoso por tirar Ballack da Copa (deu uma entrada violenta no alemão durante a final da Copa da Inglaterra, entre Chelsea e Portsmouth), enfim teve um pouco mais de liberdade para trabalhar e não decepcionou. Escalado quase que como volante nos primeiros jogos de Gana, o meia-atacante, que é nascido na Alemanha, apareceu diversas vezes como homem-surpresa no ataque.

Boateng comemora primeiro de Gana (Foto: Reuters)Foi com Boateng, inclusive, que Gana abriu o marcador logo aos 5 minutos. O jogador tomou bola de Clark no círculo central e arrancou em direção à área americana. Pouco antes de entrar na zona perigosa, Boateng soltou uma bomba rasteira, no canto direito, e não deu chances ao goleiro Howard.

O gol fez mal aos Estados Unidos, que acusaram o golpe. Boateng, em novo chute de fora da área, deu trabalho a Howard mais uma vez, enquanto Gyan, de falta, esteve perto de ampliar, aos 17 minutos.

A equipe americana só conseguiu encaixar um ataque de razoável perigo aos 22 minutos. Bradley recebeu no lado esquerdo da área, foi ao fundo e cruzou para o meio. O goleiro Kingson defendeu.

Substituição aos 30 do primeiro tempo equilibra as ações

Preocupado com o mau desempenho do volante Clark e com o fato de o jogador já ter levado um cartão amarelo, o técnico Bob Bradley sacou o camisa 13 ainda aos 30 da etapa inicial. Edu entrou em seu lugar e melhorou ligeiramente a atuação dos EUA. O time teve enfim uma grande chance com Findley, aos 34, mas o atacante entrou livre e chutou em cima do goleiro Kingson.

Jonathan Mensah, de Gana, salta para disputar jogada com o americano Altidore (Foto: Reuters)No intervalo, Bob Bradley fez nova substituição: saiu o atacante Findley e entrou o meia Feilhaber, brasileiro naturalizado. Com características de jogar mais pelos lados do campo, Feilhaber mostrou ao que veio logo no primeiro minuto da etapa final. Após receber passe de Altidore, o camisa 22 entrou na cara de Kingson e bateu na saída do goleiro, que fez milagre para evitar o empate.

Etapa final é dominada pelos americanos

A exemplo do que fez Gana no primeiro tempo, os Estados Unidos adiantaram a marcação no segundo e passaram a dominar o jogo. Os africanos optaram por uma postura mais retraída, para explorar os contragolpes, e os Estados Unidos passaram a ter mais a bola e a pressionar em busca do gol de empate.

Donovan vibra com empate dos EUA (Foto: EFE)Aos 17 minutos, enfim o placar ficou novamente igual. Dempsey recebeu na intermediária e deu uma caneta em John Mensah. O camisa 8 dos Estados Unidos penetrou na área e foi derrubado por Jonathan Mensah. Pênalti, que Donovan bateu deslocando o goleiro para empatar o jogo (a bola ainda bateu na trave antes de entrar).

A partida seguiu melhor para os americanos após o empate. O time continuou mais perigoso e voltou a ameaçar aos 23. Altidore foi lançado em profundidade e entrou de cara com o goleiro Kingson. O ganês saiu muito bem, de carrinho, e afastou o perigo de forma limpa, sem cometer novo pênalti.

O técnico Rajevac tentou mudar a cara do time de Gana com a entrada de Addy, meia, na vaga do ala Sarpei. Mas os americanos seguiram bem postados em campo e continuaram comandando as ações no jogo. Altidore teve mais uma chance, no mano a mano, mas chutou para fora, rente à trave esquerda do goleiro Kingson.

Sentindo o esforço que fez para buscar o empate, o time americano tirou o pé do acelerador. Gana melhorou ligeiramente, mas a partida foi mesmo para a prorrogação.

Gyan resolve a parada

No tempo-extra, os Estados Unidos mexeram no ataque. Altidore saiu para a entrada de Gomez. Mas foi Gana quem balançou a rede. Aos 3 minutos, Ayew fez lançamento longo para Gyan. O atacante ganhou no corpo a corpo com Bocanegra e fuzilou o goleiro Howard: 2 a 1.

Gyan bate e o goleiro Howard não consegue a defesa: é o gol da vitória de Gana (Foto: Getty Images)Na raça, os Estados Unidos se mandaram em busca de uma nova igualdade. Aos seis minutos, Feilhaber por pouco não empatou, com uma bomba que desviou em Ayew e foi para escanteio.

Os americanos não se entregaram e seguiram tentando o empate até o fim. Nos contragolpes, os africanos não deixaram de buscar o ataque. O tempo passou, o placar seguiu sem alterações, e ao fim de 120 minutos os Estados Unidos foram até com o goleiro Howard para a área. Mas Gana se segurou e fez a festa africana em Rustemburgo.

Fonte: Globo.

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Primeiro dia das oitavas de final da Copa tem quatro seleções com desafios diferentes

Posted on 26 junho 2010 by hugo

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Dois jogos dão início neste sábado (26) às oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Às 11h, Uruguai e Coreia do Sul disputam a primeira vaga nas quartas de final. Mais tarde, às 15h30, os Estados Unidos enfrentam Gana. Para cada um dos quatro concorrentes, a vontade de chegar à próxima fase do Mundial é motivada por um objetivo em especial. 

O Uruguai quer, principalmente, voltar a ser “grande” no futebol mundial. Bicampeões mundiais (venceram em 1930 e 1950), os uruguaios detêm a terceira maior marca invicta na história das Copas. Entre 1930 e 1954, ficaram 11 jogos sem perder, nos Mundiais de 1930, 1950 e 1954. 

Depois disso, porém, veio uma época de poucas glórias para o futebol uruguaio, que só foi terminar na Copa de 2002, quando o país voltou a disputar um Mundial depois da ausência em 1994 e 1998, mas terminou apenas na 26ª posição. Em 2006 também ficaram de fora, mas agora, liderada por Lugano, a “Celeste” tem a chance de conquistar uma vaga na semifinal, o que não acontece desde a Copa de 1970, no México. 

O adversário, porém, é a Coreia do Sul, uma das novas potências do futebol asiático, que sediou a Copa do Mundo de 2002 e chegou até a semifinal, quando foi derrotada pela Alemanha por 1 a 0. Antes, havia derrotado a Itália e a Espanha nos mata-matas. E é exatamente essa a motivação dos sul-coreanos, que buscam vencer o duelo contra os uruguaios para voltar a estar entre os quatro primeiros, para provar que o que aconteceu em casa há oito anos pode ser repetido em qualquer outro continente. 

Aspiração parecida tem os Estados Unidos, só que a lembrança de uma semifinal é de bem mais longa data. A última vez que os norte-americanos chegaram entre os quatro melhores em um Mundial foi no primeiro, em 1930. A ocasião, porém, traz péssimas recordações. Contra a Argentina, foram derrotados por 6 a 1. Desde então, o melhor resultado da seleção foi em 2002, quando a equipe treinada por Bruce Arena ficou na oitava posição. 

Para voltar a uma semifinal depois de 80 anos, os norte-americanos terão que passar um obstáculo difícil. A adversária é a seleção de Gana, que carrega o peso de ser a única seleção africana classificada para as oitavas de final. Além disso, os ganeses tentam levar um país do continente a ficar entre os quatro primeiros pela primeira vez na história. A melhor colocação de um africano até hoje é o sétimo lugar de Camarões, em 1990, e de Senegal, em 2002.

 

Fonte: R7.

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Reserva brilha e dá inédito tricampeonato da Copa Africana ao Egito

Posted on 01 fevereiro 2010 by hugo

jogadores-do-egito-comemoram-a-conquista-da-copa-africana-1264966398465_615x300O Egito recorreu a um “talismã” para conquistar o inédito tricampeonato da Copa Africana de Nações. Gedo saiu do banco de reservas no segundo tempo e fez o gol do título dos Faraós, que derrotaram Gana por 1 a 0 neste domingo no estádio 11 de Novembro, em Luanda (Angola).

Os egípcios, que não se classificaram para a Copa do Mundo-2010, consolidam sua hegemonia no torneio continental. A seleção é a maior vencedora da Copa Africana, com sete títulos conquistados. Gana lutava para conquistar a competição pela quinta vez. A seleção criou as melhores chances na decisão, mas sucumbiu diante do artilheiro da CAN-2010: Gedo fez cinco gols.

Além do inédito tricampeonato, o Egito obteve outro feito marcante: as três conquistas foram obtidas de forma invicta. Na história da CAN, o Egito disputou oito finais e perdeu apenas uma: para a Etiópia, em 1962. Além dos títulos de 2006, 2008 e 2010, os Faraós foram campeões da CAN em 1957, 1959, 1986 e 1998.

Sob uma temperatura de 37º C, Gana e Egito começaram a partida em um ritmo lento. O Egito, como em suas partidas anteriores, preferiu um início mais cauteloso, com a busca de contra-ataques. Aos 13 minutos, Ahmed Hassan tentou encobrir Kingson, mas a bola passou por cima da meta defendida pelo goleiro ganense.

No primeiro tempo, as chances de gol foram raras. Gana apresentou uma marcação eficiente e impediu os avanços dos egípcios. No entanto, os Estrelas Negras não demonstraram força suficiente para passar pelo bloqueio dos Faraós no meio-campo. A partida se tornou truncada, com o predomínio de seguidas faltas.

Cada equipe teve apenas uma boa oportunidade durante a etapa inicial. Gana chegou com perigo aos 24 em forte chute de Asamoah, mas o goleiro El Hadary defendeu. No minuto seguinte, Zidan arriscou de fora da área e mandou à esquerda da trave de Kingson.

Embora tivesse a posse de bola por 57% do tempo nos primeiros 45 minutos, o Egito não teve sequer uma finalização certa neste período. Já a seleção ganense foi pouco eficiente no setor ofensivo, embora tenha criado algumas jogadas em lances de bola parada.

O segundo tempo começou com faltas mais duras. Em sete minutos, o árbitro Koman Coulibaly mostrou o cartão amarelo três vezes. Gana encontrou alguns espaços na defesa egípcia e levou perigo. Aos sete minutos, Asamoah Gyan bateu por cima, rente ao travessão.

Em rápida cobrança de falta, aos 17, Asamoah Gyan chutou para fora e assustou El Hadary mais uma vez. Pressionado, o Egito se limitava a lançamentos longos, mas seus jogadores esbarravam na boa marcação dos adversários. O goleiro egípcio apareceu bem de novo aos 27, ao espalmar outra conclusão de Asamoah Gyan.

Quando o jogo caminhava para a prorrogação, brilhou a estrela de Gedo, que entrou em campo no segundo tempo. Após tabelar com Zidan, ele recebeu dentro da área e tocou colocado no canto esquerdo de Kingson. Na base do desespero, Gana partiu para o ataque, mas não conseguiu o empate. Mais uma vez, o Egito fez a festa.

GANA 0 x 1 EGITO

Gana
Richard Kingson; Lee Addy, Samuel Inkoom, Hans Sarpei, Isaac Vorsah; Emmanuel Agyemang-Badu, Dede Ayew, Opoku Agyemang (E. Addo), Kwadwo Asamoah, Anthony Annan; Asamoah Gyan (Adiyiah)
Técnico: Milovan Rajevac

Egito
Essam El Hadary; Ahmed Al Muhammadi, Hani Said, Wael Gomaa, Sayed Moawad Abdelshafi); Ahmed Fathi (Moatasem), Hosni Abd Rabou, Ahmed Hassan, Hossam Ghali; Mohamed Zidan, Emad Moteab (Gedo)
Técnico: Hassa Shehata

Data: 31/janeiro/2010, domingo
Local: estádio 11 de novembro, em Luanda (Angola)
Árbitro: Koman Coulibaly (Mali)
Cartões amarelos: Opoku (Gana), Al Muhammadi, Moawad, Ghaly (Egito)
Gol: Gedo, aos 40min do segundo tempo

Fonte uol

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Brasil cai nos pênaltis

Posted on 17 outubro 2009 by hugo

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Na final do Mundial Sub-20, Gana leva melhor e conquista título inédito.

 

A seleção de Gana tornou-se hoje o primeiro time africano campeão do Mundial sub-20 ao derrotar o Brasil nos pênaltis por 4 a 3, após empates sem gol no tempo normal e na prorrogação, em decisão disputada no estádio Internacional do Cairo, no Egito.

 

A equipe ganense impediu, assim, o pentacampeonato brasileiro na Copa do Mundo para jogadores com idade limite de 20 anos – venceu em 1983, 1985, 1993 e 2003. Com seis títulos, a Argentina é a maior campeã da história da competição.

 

A final reeditou a decisão do Mundial de 1993, disputado na Austrália. Na ocasião, a equipe brasileira, que contava com Dida, Marcelinho Paulista e Jardel, derrotou a seleção africana por 2 a 1. Gana também perdeu a final de 2001, quando caiu diante da anfitriã Argentina.

 

Com dificuldade para conseguir a liberação de atletas que já atuam na Europa, o técnico Rogério Lourenço optou por convocar uma seleção formada apenas por jogadores que atuam no Brasil, como Paulo Henrique Ganso (Santos), Giuliano (Internacional) e Alex Teixeira (Vasco).

 

Mais cedo, a Hungria conquistou a terceira colocação do torneio ao derrotar Costa Rica nos pênaltis por 2 a 0, depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal. O destaque da partida foi o goleiro húngaro Peter Gulácsi, do Liverpool (ING), que defendeu três cobranças.

 

O jogo

 

O primeiro tempo da partida foi dominado pelo time brasileiro. A equipe comandada por Rogério Lourenço controlava a bola no campo de ataque e pressionava a defesa, com trocas de passes na intermediária.

 

Aos 37min, a equipe africana ficou com um jogador a menos. O zagueiro Daniel Addo parou contra-ataque puxado por Alex Teixeira com um carrinho violento e recebeu o cartão vermelho direto. Ainda na etapa inicial, o técnico Rogério Lourenço mexeu no time, sacando Douglas para colocar Wellington Júnior.

Aos 25min, Kardec desperdiçou a melhor oportunidade, até então, para abrir o placar. O centroavante brasileiro recebeu livre cruzamento de Douglas Costa, só que cabeceou errado, para cima.

Já nos acréscimos da segunda etapa, Dede Ayew entrou por cima da bola em Rafael Tolói e acertou com violência o jogador brasileiro. O zagueiro do Goiás foi atendido no intervalo e voltou para a prorrogação.

 

Como a prorrogação também terminou sem gols, o título do Mundial foi decidido nas cobranças de pênaltis.

E o Brasil, mais uma vez, teve o título nas mãos, mas Souza, Maicon e Alex Teixeira perderam três pênaltis em sequência – dois deles com defesas do goleiro Agyei – e deram a oportunidade de Gana se recuperar. Agyemang-Badu bateu o último pênalti, e definiu a conquista africana por 4 a 3.

 

Fonte diário da manha

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