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Patrocinador planeja amistosos das seleções do Brasil com EUA, diz CBB

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Patrocinador planeja amistosos das seleções do Brasil com EUA, diz CBB

Posted on 22 janeiro 2012 by hugo

Ideia é que equipes masculina e feminina joguem em Washington e sigam de lá direto para a Londres, onde disputarão os Jogos Olímpicos, em julho.

A agenda com a programação dos jogos preparatórios para as Olimpíadas de Londres só será fechada em fevereiro, quando o técnico Rubén Magnano apontará os países que quer enfrentar antes do evento, marcado para julho. Segundo a Confederação Brasileira de Basquete (CBB), a ida a Washington para enfrentar a seleção dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e mundial, foi sugerida pela Nike, patrocinadora das equipes dos dois países, e está dependendo apenas do ok de Magnano.

No Mundial da Turquia, em 2010, na entrevista após ter conquistado o título da competição, o técnico Mike Krzyzewski negou o rótulo de dominante para o seu time. Lembrava a partida contra o Brasil, vencida por eles por 70 a 68.

Ainda de acordo com a CBB, a seleção feminina também fará um amistoso contra as americanas, atuais campeãs do mundo. A entidade planeja ir direto dos EUA para a Inglaterra.

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Brasil abre 17, mas passa vexame e perde para time remendado dos EUA

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Brasil abre 17, mas passa vexame e perde para time remendado dos EUA

Posted on 28 outubro 2011 by hugo

Seleção de Magnano sofre apagão no segundo tempo e cai diante de jogadores da Liga de Desenvolvimento; agora é preciso bater os dominicanos.

Por uma boa parte do tempo, o desconhecido não se mostrou tão poderoso assim. Com quilos e quilos de história nas quadras pesando sobre os ombros, os jovens da seleção dos EUA nos Jogos Pan-Americanos, todos não aproveitados na NBA, foram engolidos pela equipe de Rubén Magnano até a metade do terceiro quarto. Com 17 pontos de vantagem, o Brasil, então, apagou. Ainda que tenha iniciado a última etapa à frente, cometeu erros em sequência e caiu para os americanos por 88 a 75.

Com o resultado, os EUA, com duas vitórias, garantiram a classificação para a próxima fase pelo grupo B. Assim como na Copa América, quando uma vitória garantiu a vaga nos Jogos Olímpicos de Londres, o Brasil vai precisar passar pela República Dominicana para avançar.

O jogo

Foi Murilo quem deu início à contagem, com uma bandeja no primeiro lance. A marcação forte dos EUA, porém, dificultou a criação do ataque brasileiro, que ficou duas jogadas sem acertar uma cesta. Os americanos, todos da D League, formada por jogadores que não foram aproveitados pelo draft da NBA, abriram 5 a 2, mas uma cesta de três Nezinho. Na sequência, o armador errou um passe infantil, levando Magnano à loucura. O técnico argentino, então, mandou Benite para o jogo.

O Brasil seguia errando passes bobos e jogadas no garrafão. Giovannoni, em uma delas, errou uma bandeja fácil e permitiu o contra-ataque americano, com o ligeiro Jerome Dyson. O jogador do Brasília, porém, respondeu na sequência, com uma cesta de três. Murilo marcou mais dois pontos, e o Brasil abriu 12 a 7. Os EUA voltaram a encostar, e Magnano voltou a colocar reservas como Bruno Irigoyen e Guilherme Hubner em quadra.

No fim do quarto, os EUA aumentaram a pressão, com Moses Ehambe, um dos melhores do desconhecido time americano. Os EUA chegaram à virada em dois lances livres de Blake Ahearn. O Brasil ainda tentou um último lance, mas o arremesso de Giovannoni bateu na tabela, no aro e não entrou: 19 a 18 no zerar do cronômetro.

Na primeira jogada do segundo quarto, Benite, com uma cesta de três, recolocou o Brasil à frente do placar. Em um contra-ataque rápido, Nezinho, em nova cesta de três deixou o Brasil com 24 a 22.

O Brasil seguiu melhor no jogo e abiu sete pontos de diferença com Lucas Alves e Davi Oliveira no time e apenas Marcelinho do time titular. Uma falta antidesportiva de Brian Butch colocou Nezinho duas vezes na linha de lance livre, aumentando a vantagem para nove pontos. O Brasil voltou a errar dois ataques em sequência, enquanto os EUA acertaram um arremesso de dois pontos e uma outra cesta de três, com Jerome Dyson. A diferença caiu para quatro pontos, mas uma cesta de Benite, no último segundo, fechou o primeiro tempo com 38 a 32 para o time de Magnano.

Uma cesta de três de Marcelinho ampliou a vantagem brasileira logo no início do quarto. Pouco depois, Murilo conseguiu dois pontos e ainda sofreu a falta, muito comemorada pelo time. Na sequência, um lance inusitado: sem ninguém que limpasse a quadra, Nezinho pegou um pano com o juiz e ele mesmo enxugou.

O Brasil seguiu melhor. Murilo em bela enterrada após passe de Marcelinho, e Nezinho, em arremesso dentro do garrafão, abriram 48 a 34 para os brasileiros, muito aplaudidos pela torcida. A seleção chegou a empolgar a torcida e abrir 17 pontos. Em bela infiltrada, Benite fez a bandeja e ainda sofreu a falta, convertendo o lance livre na sequência.

Brasil dorme em quadra, e EUA viram

Os EUA ensaiaram uma reação no fim do terceiro quarto. Tiraram a vantagem para oito pontos, muito por um apagão ofensivo da seleção. A coisa piorou quando Justin Dentmon voou em contra-ataque, fez a bandeja e ainda sofreu a falta, convertendo o lance livre na sequência. Ainda assim, o Brasil foi para o intervalo com 61 a 56 no placar.

Os americanos viraram o placar logo no início do último quarto. Uma cesta de três, acompanhada por um arremesso e um lance extra convertidos por Marcus Lewis levaram os EUA a 62 a 61. A seleção seguiu errando, e, sem marcar pontos, os rivais abriram cinco diferença, a sete minutos do fim.

À beira da quadra, Rubén Magnano se esgoelava a cada erro brasileiro. Não adiantou. A seleção tentou arremessar de todos os jeitos, e a bola insistiu em não cair. No fim, mesmo sob vaias da torcida, os americanos se mantiveram à frente. Ainda deu tempo para um início de confusão entre Lance Thomas e Marcelinho. Mas não tinha jeito: 88 a 77.

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Brasil vira para cima dos americanos e ganha folga antes da semi do vôlei

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Brasil vira para cima dos americanos e ganha folga antes da semi do vôlei

Posted on 27 outubro 2011 by hugo

Primeira do grupo B, seleção pula as quartas de final e só volta à quadra na noite de sexta-feira para disputar uma vaga na decisão do Pan em Guadalajara.

Após três vitórias, uma folga como recompensa. A seleção masculina de vôlei bateu os Estados Unidos na noite desta quarta-feira e garantiu o primeiro lugar do grupo B no Pan de Guadalajara. A equipe do técnico Rubinho cochilou no primeiro set, mas virou para cima dos americanos e fechou em 3 a 1, com parciais de 18/25, 25/17, 25/14 e 25/18. O prêmio é saltar direto para a semifinal de sexta-feira, às 20h (de Brasília. O adversário só será definido nesta quinta, nas quartas de final, fase que o Brasil se dá ao luxo de pular por ter se classificado no topo do grupo B.

No início da noite, este cenário parecia distante. O Brasil demorou para abrir o olho e, quando percebeu, os EUA já venciam o primeiro set por 4/1. Apesar da torcida toda a favor, o golpe pegou em cheio a seleção de Rubinho, que passou a parcial inteira atrás no placar. A tentativa de reação finalmente veio quando a equipe verde-amarela cortou a diferença para 18/16. Mas não adiantou. Com a cabeça no lugar, os americanos voltaram a abrir vantagem, dispararam e fecharam em 25/18.

O segundo set foi outra história. Com uma pancada de Thiago Alves, o Brasil abriu 3/1 e ganhou confiança para ditar o ritmo do jogo. Os EUA não se entregavam, mas Gustavo e Éder trataram de manter a vantagem, que chegou a ser de dez pontos. Ao fim da parcial, 25/17.

Após igualar o jogo, o Brasil ganhou moral. Não demorou muito para garantir um certo conforto no placar no terceiro set. Abriu 8/3 e passou a ver os rivais apenas pelo retrovisor. Quando os americanos perceberam, já perdiam por 18/12. E não demorou muito para o placar chegar a imponentes 25/14.

Para dar ritmo ao elenco, Rubinho mexeu bastante no time para o quarto set. Mas a qualidade não caiu. Àquela altura os brasileiros já jogavam rendiam bem no automático. O placar logo foi a 12/7, mas o americanos não estavam dispostos a entregar sem resistênia. Ainda tentaram – em vão. Com Wallace virando todos os contra-ataques, o Brasil já começou a pensar na folga de quinta-feira, fechando o set em 25/18.

globo

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Em dia ruim, Brasil para nos EUA e fica com a prata no Grand Prix

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Em dia ruim, Brasil para nos EUA e fica com a prata no Grand Prix

Posted on 28 agosto 2011 by hugo

Seleção comandada por José Roberto Guimarães joga mal e é facilmente superada pelas americanas, que aplicam um sonoro 3 a 0 e ficam com o bi.

O Brasil chegou à final do Grand Prix em alta. À beira da perfeição, deixou a Rússia, atual campeã mundial, pelo caminho na semifinal de sábado. No último desafio, no entanto, não soube manter o ritmo. Diante dos EUA, a seleção de José Roberto Guimarães foi mal. E o sonho de conquistar o seu nono título da competição, mais uma vez, ficou pelo caminho. Neste domingo, em Macau, as meninas da seleção viram as americanas levarem o segundo título seguido e o quarto no total com uma vitória incontestável por 3 sets a 0 (26/24, 25/20, 25/21). Invictas até a decisão, as brasileiras não conseguiram parar o time comandado por Logan Tom, Destinee Hooker e Heather Bown. No outro jogo do dia, a Sérvia bateu a Rússia e conquistou o bronze.
Brasil EUA vôlei Natália Grand Prix (Foto: Divulgação / FIVB) Natália fica no

Destinee Hooker foi a maior pontuadora da partida, com 16 pontos. Pelo Brasil, Natália cresceu no set final e terminou a partida com 11 pontos, insuficientes para impedir a derrota para as americanas.

Melhores desde o início, EUA arrasam o Brasil

Os EUA começaram melhor e logo abriram 3 a 0. O primeiro ponto brasileiro só foi obtido após um erro de saque de Logan Tom. Ao sofrer 5 a 1, o técnico José Roberto Guimarães pediu o primeiro tempo técnico. A bronca não surtiu muito efeito e as americanas seguiram melhores em quadra, chegando a abrir 9 a 3 e, depois, 11 a 5. Nervosa, Thaísa errava muito, principalmente nas disputas na rede com Hooker.

Depois do 12º ponto das americanas, o Brasil começou sua reação, e conseguiu a virada em um rali após erro de ataque de Logan Tom. O jogo seguiu disputado ponto a ponto e, percebendo uma desvantagem na rede, José Roberto Guimarães colocou Fabíola e Tandara no lugar de Dani Lins e Sheila. Logo em sua primeira participação, a oposto conseguiu bloquear ataque americano. Porém, as americanas foram mais eficientes e fecharam o set em 26 a 24, em 31 minutos.

A segunda parcial seguiu parelha, com as equipes se alternando na ponta do placar. No melhor rali da partida, Natália cravou o 11º ponto brasileiro. Na segunda metade do set, porém, os EUA chegaram a abrir 19 a 15. Zé Roberto parou o jogo, o time voltou mais forte e logo fez dois pontos com Thaísa e Natália: 19 a 17. Só que, comandado por Akinradewo, os EUA voltaram a se impor em quadra e, em ponto final anotado por Logan Tom, marcaram 25 a 20.

Assim como os sets anteriores, o terceiro período começou extremamente equilibrado. Quando as americanas abriram dois pontos de frente pela primeira vez, o nervosismo verde e amarelo aflorou. Tom Logan cresceu, e uma sequência de erros das ponteiras brasileiras permitiu a arrancada das rivais: 16 a 10. A seleção até esboçou uma reação, mas já era tarde. As americanas deram o troco pela derrota na fase final e, com categoria, impediram, pelo segundo ano consecutivo, a conquista do nono ouro brasileiro no Grand Prix.

globo

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Na reação, Brasil bate EUA e fecha fase final em primeiro no grupo B

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Na reação, Brasil bate EUA e fecha fase final em primeiro no grupo B

Posted on 26 agosto 2011 by hugo

Depois de um início ruim, seleção se recupera, vira para 3 a 1 e vai às semifinais do Grand Prix com 100 % de aproveitamento.

Depois do susto no primeiro set, o Brasil reagiu e venceu os EUA por 3 sets a 1 (22/25, 26/24, 25/21 e 25/20), na madrugada desta sexta-feira, no Macau East Asian Games Dome (China), e encerrou a fase final do Grand Prix na liderança do Grupo B, com 100 % de aproveitamento (nove pontos). Após um início muito ruim, o sexteto brasileiro, que já estava classificado para as semifinais, reagiu e obteve a 12ª vitória na competição. As americanas terminaram na segunda posição (5 pontos), mas também já estavam garantidas.

Já eliminada dos playoffs decisivos, a Itália foi derrotada por 3 a 0 pelo Japão (25/23, 25/23 e 25/19) na preliminar e ficou com o último posto (1 ponto). O time nipônico encerrou a etapa na terceira colocação no grupo (três pontos).

Na próxima fase, a seleção enfrentará a segunda colocada do Grupo A, que terá a última rodada também nesta sexta. A líder Sérvia (cinco pontos) encara a Tailândia (3ª colocada, três pontos), enquanto a Rússia (2ª posicionada, com três pontos) duelará com as anfitriãs chinesas (lanternas, com apenas um ponto).

Os dois embates válidos pelas semifinais acontecerão no sábado às 6 horas e 8h30m, respectivamente (a definição dos confrontos ocorrerá após o encerramento da rodada do Grupo A).

Sem contar com Mari e Paula Pequeno, lesionadas, as brasileiras entraram em quadra desconcentradas e acompanharam um autêntico passeio das adversárias no primeiro set. Com 6 a 0 contra, a seleção, que tinha Natália e Fernanda Garay como ponteiras, só conheceu seu primeiro ponto após um erro de saque cometido por Logan Tom.

O vareio americano seguiu no decorrer da parcial, com a vantagem americana chegando a 16 a 6 e já indicando uma facílima vitória dos EUA. José Roberto Guimarães, no entanto, fez alterações providenciais na equipe (principalmente a entrada de Sassá), que fizeram com que o Brasil finalmente acordasse e reagisse, reduzindo a diferença para 19 a 15 e depois 22 a 20, porém não o suficiente para impedir a derrota por 25 a 22.

A segunda parcial começou com panorama invertido. Muito mais ligadas, as meninas brasileiras chegaram a abrir 5 a 1, porém, novamente cometendo erros pouco comuns até então no Grand Prix, permitiu a igualdade. Restabelecida a eficiência, a seleção se reencontrou, esticando o marcador para 11 a 6 e 15 a 9. As americanas, no entanto, cresceram e conseguiram empatar em 23 a 23. Mas um bloqueio de Thaisa, até então surpreendentemente zerada no fundamento, deu a vitória no set ao Brasil, por 26 a 24.

O equilíbrio foi a tônica da parcial seguinte. As equipes se alternaram na dianteira, mas o time brasileiro parecia mais regular do que nos sets anteriores, indo para a primeira parada técnica com 8 a 6 a seu favor. Daí em diante, o quadro brasuca não ficou mais atrás, selando o parelho set em 25 a 21, após ataque de Natália.

Recomposta na partida, a seleção foi para a quarta parcial decidida a matar o jogo. Com um início avassalador, o Brasil logo impôs 5 a 0, mostrando uma supremacia até então não vista no jogo. Mas o panorama imediatamente se alterou novamente, com outra reação do time americano que, mais uma vez, foi buscar o empate, deixando tudo igual em cinco pontos.

Retomando o rumo, o sexteto nacional voltou a comandar as ações, abrindo para 13 a 9, porém José Roberto Guimarães ganhou uma falta técnica e o time rival, um ponto de graça. Além do prejuízo na pontuação, o treinador viu também uma ameaça de expulsão, o que acabou não se consumando.

Nervos em ordem, o time brasileiro fez sua parte em quadra, controlando o set e, após muito suor e superação, fechou em 25 a 20, garantindo a 12ª vitória no Grand Prix.

globo

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Brasil derruba os militares dos EUA no basquete e vai brigar pelo ouro

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Brasil derruba os militares dos EUA no basquete e vai brigar pelo ouro

Posted on 23 julho 2011 by hugo

‘Cavalaria’ chega na noite de sexta com Nezinho e Arthur, filho de Shilton nasce na madrugada, e equipe se supera para bater americanos no sábado.

Para quem vinha de seis jogos em seis dias, as últimas horas antes da semifinal foram ainda mais agitadas. Na noite de sexta-feira, a “cavalaria” chegou: Nezinho e Arthur deixaram os treinos da seleção principal em São Paulo, pegaram a ponte-aérea para o Rio de Janeiro e nem tiveram tempo de treinar com o grupo. Para completar, no meio da madrugada nasceu o filho do pivô titular Shilton, que passou a noite em claro acompanhando de longe a chegada do pequeno Guilherme em Joinville. Ao meio-dia de sábado, lá estava do outro lado da quadra a única seleção invicta dos Jogos Mundiais Militares. E justamente na semifinal contra os Estados Unidos, o Brasil foi buscar suas forças. Começou mal, mas reagiu, arrancou a vitória por 59 a 52 na Arena da Barra e avançou para disputar a medalha de ouro no domingo, às 11h30m, contra a Grécia.
Com uma seleção formada apenas por militares de carreira, os EUA jogam pelo bronze com a Coreia do Sul, às 9h. Os brasileiros, todos atletas do NBB, entram em quadra na sequência para encarar os gregos, que também têm profissionais no elenco e despacharam os sul-coreanos na semifinal com facilidade: 83 a 67.

Nezinho e Arthur demoraram para se encontrar, mas ajudaram o Brasil principalmente no segundo tempo. O primeiro terminou com 13 pontos, e o segundo com dez. Nos últimos minutos, no entanto, foi o armador Fred que converteu bolas decisivas, tornou-se o cestinha com 14 pontos e ajudou a garantir a vitória brasileira.
- Eu estava bem no jogo no primeiro tempo, e o Bial tentou me segurar um pouco para o fim, porque fisicamente realmente está muito puxado, estou cheio de bandagem na perna. A vinda do Arthur e do Nezinho contribuiu demais. No fim todo mundo estava confiante, o próprio Nezinho falou “Pega a bola e vai você”. As bolas caíram, ainda bem – afirmou Fred.

Arthur teve um primeiro tempo ruim, mas pegou o ritmo após o intervalo e converteu cestas importantes no terceiro período, quando o Brasil tomou o controle do jogo.
- Achei até que seria um pouco pior. Chegamos de madrugada, não conhecíamos nada dos Estados Unidos. Já tínhamos esquecido a maioria das jogadas, então estávamos muito perdidos. Por isso demoramos um pouco para pegar o ritmo, mas eu nem me apavorei. No segundo tempo deu para soltar um pouco, acho que conseguimos ajudar um pouco. A pressão era para não perder, senão a gente ia chegar como pé-frio – brinca Arthur.

Com os dois reforços no banco, Bial mandou à quadra o mesmo quinteto titular das partidas anteriores: Fred, Audrei, Felipe, Estevam e Shilton. O início foi promissor. Audrei abriu o placar com uma bandeja, e o Brasil chegou a abrir 5 a 2. Dali em diante, no entanto, veio um apagão ofensivo. A equipe da casa sobrevivia com os lances livres e só conseguiu fazer outra cesta nos últimos minutos do quarto inicial. Arthur entrou a quatro minutos do fim do período, e Nezinho, a 2m37s. Não adiantou muito. Os americanos aproveitaram para reagir e tomar a liderança: 12 a 11.

Com os dois reforços errando todos os seus arremessos, a situação piorou no segundo quarto. Os EUA chegaram a abrir oito pontos, e o Brasil demorou para se encontrar. Bial manteve o mesmo time na quadra e, aos poucos, as bolas começaram a cair. Arthur continuava passando em branco, mas Nezinho enfim converteu uma bola de fora a três minutos do intervalo. Fred também acertou a mão, e a diferença caiu para dois. Os americanos ainda voltaram a abrir sete, mas a gangorra continuou em quadra, e o Brasil conseguiu reagir no fim. Na saída para o vestiário, EUA 29 a 27.

As duas equipes voltaram errando muito no início do terceiro período. Até que Arthur acordou. O ala do Brasília, que não tinha feito nenhum ponto até então, converteu uma bandeja e uma cesta de três na sequência, e o Brasil abriu cinco pontos na metade do quarto. Na virada para os últimos dez minutos, ainda conseguiu ampliar um pouco o conforto: 41 a 34.

No último quarto, a tensão se manteve no ar. As duas seleções disputavam cada bola como se valesse uma medalha – e de fato valia. Sempre com Nezinho e Arthur em quadra, o Brasil lutava para não deixar a equipe americana encostar. A missão era árdua e, mesmo sem profissionais no elenco, os americanos lutavam. Na metade do período, já tinham cortado a diferença para três, e os lances livres de Holland deixaram a vantagem verde-amarela em apenas um ponto a quatro minutos do fim. De novo nos lances livres, agora com Henke, os visitantes viraram para 48 a 47.

A resposta veio com Fred, que fez uma bandeja e ainda sofreu a falta. Levantou-se vibrando muito e atropelando as placas de publicidade. A torcida veio junto. Foi de Fred outra vez a bandeja que abriu cinco pontos a um minuto e meio do fim. Dali em diante bastou controlar a tensão para segurar a vitória e carimbar a ida à final.

globo

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Em jogo inacreditável, Daiane falha, musa Solo brilha e EUA vencem Brasil

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Em jogo inacreditável, Daiane falha, musa Solo brilha e EUA vencem Brasil

Posted on 10 julho 2011 by hugo

Zagueira faz gol contra, perde pênalti com defesa da goleira sensação do Mundial, e Brasil, que vencia na prorrogação, perde para os EUA outra vez.

Nem só de beleza vive Hope Solo. A musa da Copa do Mundo Feminina de Futebol já havia avisado que seu foco era a vitória contra o Brasil e não os elogios de todo o mundo por seus belos olhos verdes, mas sim pelo talento em campo. E foi isso que ela mostrou no confronto com o Brasil, nas quartas-de-final deste domingo. Com grande atuação durante os 120 minutos de jogo, a camisa 1 salvou os EUA de uma derrota que parecia certa, pegou pênalti de Daiane e garantiu as americanas na semifinal com vitória por 5 a 3 nas cobranças de penalidades após empate em 2 a 2 no tempo normal.

Se para Solo o dia foi de pura felicidade, para a zagueira Daiane, e toda a Seleção Brasileira Feminina de Futebol, será difícil este dia 10 de julho de 2011 por causa da frustração. Pela terceira vez em quatro jogos no Mundial, o Brasil perdeu para os Estados Unidos, carrasco também das duas últimas decisões de Jogos Olímpicos. E perdeu de forma inacreditável. Tinha uma jogadora a mais e vencia por 2 a 1 até os acréscimos do segundo tempo da prorrogação. Para Daiane, especialmente, fica um gosto ainda mais amargo. Ela não só perdeu o pênalti decisivo, como também já tinha marcado um gol contra logo no primeiro minuto de jogo, dificultando bastante as coisas para o Brasil.

Os Estados Unidos, agora, fazem a primeira semifinal do Mundial contra a França, na cidade de Mönchengladbach, na próxima quarta-feira, às 13h (de Brasília). O Brasil volta para a casa. Na outra chave, a Suécia, que venceu a Austrália, que pega o Japão, que desbancou a dona da casa Alemanha. As americanas são as únicas entre as semifinalistas que já venceram um título da Copa do Mundo e podem repetir o feito no Mundial da Alemanha.

Ducha de água fria no primeiro minuto

Um minuto de jogo: gol dos Estados Unidos. Não deu nem para aquecer, nem para respirar, nada. Mal entrou em campo a Seleção Brasileira já foi surpreendida por um tento norte-americano. Foi o primeiro que o Brasil sofreu no Mundial e, curiosamente, saiu dos pés de uma própria brasileira. A zagueira Daiane foi cortar cruzamento rasteiro de Shannon Boxx, mas o chute saiu mascado e na direção errada, enganando a goleira Andreia e dando uma ducha de água fria na equipe canarinho.

O Brasil sentiu o golpe, mas foi se recuperando aos poucos. Aos 22, quase o empate: Aline subiu bonito no meio da zaga americana, após cobrança de escanteio, e cabeceou forte. A bola foi na rede, porém, pelo lado de fora, na chance mais clara da seleção na primeira etapa. Os EUA, por sua vez, tocavam a bola e, sempre comandados por Boxx, saíam com muita velocidade, mas sem criar muitas oportunidades, exceto pelo chute de fora da área da própria camisa 10 aos 30 minutos.

Aos 37, meio sem querer até, Fabiana puxou contra-ataque pela direita e cruzou para a área, mas a bola pegou um efeito estranho e surpreendeu a goleira Solo, batendo no travessão. O placar, no entanto, seguiu com vantagem dos Estados Unidos até o final da primeira etapa, para irritação de Marta, que saiu de campo reclamando bastante.

Pênalti polêmico, expulsão e empate do Brasil

Quando o segundo tempo começou, o Brasil parecia motivado para virar o jogo, mas sem encontrar espaços no meio da forte marcação americana para criar as chances de gol. Então, teve que entrar em campo o talento individual da dupla Marta e Cristiane. Aos 15 minutos, Cris arrancou pelo lado direito, deu um corte seco na zagueira adversária e chutou forte, mas a musa do Mundial Hope Solo salvou com uma bela ponte. Os EUA não ficaram atrás e, no contra-ataque, por pouco não ampliaram com Lloyd, de cabeça.

Pouco depois, enfim, gol brasileiro, aos 19 minutos. Foi suado, é verdade. Mas saiu. Marta recebeu lançamento longo pela esquerda, deu um balão em duas adversárias ao mesmo tempo, mas foi derrubada por Buehler dentro da área: pênalti assinalado pela árbitra Jacqui Melksham e cartão vermelho para a zagueira. Expectativa, Cristiane na cobrança e… Solo defendeu no canto esquerdo até com certa facilidade.

Mas a auxiliar levantou a bandeira e mandou voltar a cobrança: houve invasão da defesa dos EUA na área. Marta, craque e capitão do time, além de cinco vezes melhor jogadora do mundo, então, chamou a responsabilidade, colocou a bola debaixo do braço e bateu forte, agora no canto direito, sem chances para Solo. O jogo, enfim, estava empatado, e o Brasil ainda tinha uma jogadora a mais.

No entanto, a vantagem numérica não ajudou o Brasil. Pelo contrário. Os Estados Unidos até jogaram melhor nos minutos finais, enquanto as brasileiras, parecendo nervosas, tentavam chegar ao ataque sempre na base dos passes longos, ao invés de utilizarem as tradicionais tabelas e jogadas individuais, e por isso, o placar seguiu em 1 a 1, levando o jogo para a prorrogação.

Gol relâmpago brasileiro e castigo no final

Se o Brasil levou um gol no primeiro minuto do primeiro tempo, a Seleção deu o troco nos Estados Unidos assim que a bola rolou na primeira etapa da prorrogação. E foi de novo com ela, Marta. A melhor jogadora do mundo apareceu livre na área após cruzamento da ponta esquerda e com um toque que misturou categoria e sorte, encobriu Solo. Antes de entrar, a bola ainda tocou caprichosamente na trave. Brasil 2 a 1.

As americanas não se abateram e foram para cima com tudo, precisando empatar. A pressão quase deu resultado em chute forte de Wambach, aos sete, mas Andreia fez grande defesa. Aos 10 minutos, quase mais um lance genial de Marta. A camisa 10 brasileira cobrou escanteio com muito efeito e por pouco não marcou um gol olímpico, mas Solo fez a defesa.

No segundo tempo da prorrogação, era tudo ou nada para os Estados Unidos, com uma jogadora a menos, tendo que ir para o ataque e abrindo espaço para o ataque brasileiro. Para o Brasil, restava aguentar mais 15 minutos para manter os 100% de aproveitamento na competição e garantir vaga em mais uma semifinal de Mundial.

O que parecia mais improvável, no entanto, aconteceu. Mesmo com uma a menos, mesmo atrás no placar, os Estados Unidos conseguiram um empate incrível, aos 16 minutos da etapa final da prorrogação. Ou seja, com um minuto de acréscimo no tempo extra. Wambach viu um espaço grande na área e correu para receber, livre, no meio das brasileiras, para cabecear na saída de Andreia: 2 a 2. Mais uma ducha de água fria no Brasil e o jogo foi para os pênaltis.

Daiane erra de novo, Solo brilha e Brasil está eliminado

Na primeira cobrança, Estados Unidos. Boxx bateu alto, e Andreia fez grande defesa, mas se adiantou demais e a cobrança foi repetida. Dessa vez, ela não perdoou. Cristiane bateu o primeiro para o Brasil, rasteiro, sem chances para Solo: 1 a 1. Lloyd então foi para a segunda cobrança, forte, no canto, e recolocou os EUA em vantagem. Mas Marta empatou novamente.

Na terceira rodada, Wambach fez o seu para as americanas, mas Daiane, que já tinha sido vilã ao marcar o gol contra no primeiro tempo, desperdiçou o terceiro do Brasil – em grande defesa de Solo, que mudou o canto para o qual pulou em relação aos outros dois pênaltis. Vantagem para os Estados Unidos em 3 a 2. Na quarta cobrança, Rapinoe ampliou para 4 a 2. Francielle ainda diminuiu, mas Krieger convertou o quinto pênalti e deu a vitória aos EUA: 5 a 3.

Segue o trauma brasileiro diante dos Estados Unidos, carrasco do Brasil nas últimas duas Olimpíadas e que, novamente, manda a Seleção para casa, acabando com o sonho do inédito título mundial.

globo

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Brasil enfrenta EUA nas quartas com gostinho de final antecipada

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Brasil enfrenta EUA nas quartas com gostinho de final antecipada

Posted on 10 julho 2011 by hugo

A Seleção feminina entra em campo neste domingo, em Dresden, na Alemanha, para encarar a equipe mais difícil do Mundial.

A Seleção brasileira feminina realizou uma campanha impecável na primeira fase do Mundial, liderando o Grupo D com nove pontos. Venceu a Austrália por 1 a 0 e goleou Noruega e Guiné Equatorial por 3 a 0. Agora, para manterem o sonho do título, as meninas terão que encarar um velho conhecido que perdeu para a Suécia por 2 a 1 no último jogo da fase de grupos: os EUA. A partida será realizada em Dresden, neste domingo, pelas quartas de final.

A melhor jogadora do mundo, Marta é uma das esperanças de gol da equipe canarinho, mas a jogadora, que teve seu nome gritado por um grupo de torcedores no empate por 2 a 2 entre Brasil e Paraguai, pela Copa América, faz questão de dizer que não faz parte do espetáculo sozinha.

- Eu não jogo sozinha, todo o grupo tem participação nas vitórias. Quando eu estou bem marcada no jogo abre espaço para a Cris, para a Rosana e para as outras jogadoras completarem as jogadas – disse a melhor do mundo

Brasil e Estados Unidos já se enfrentaram 28 vezes, foram 23 vitórias americanas, dois empates e apenas três vitórias brasileiras. Para o técnico Kleiton Lima, a partida será com uma final, já que a rivalidade entre as duas seleções é antiga. O Brasil não vence as americanas há quatro anos. A última vitória brasileira aconteceu em 2007, na China, em partida válida pelas semifinais do campeonato Mundial, o Brasil goleou por 4 a 0. A última derrota foi por 1 a 0 na disputa da medalha de ouro nas Olimpíadas de 2008.

- Nada melhor do que as lições que a gente tira do passado, se passaram quatro anos após a derrota da Copa do Mundo e eu vejo esse grupo sem temor nenhum do passado, lições foram tiradas e o amadurecimento traz mais confiança. Esse grupo está preparado para enfrentar qualquer situação – afirmou o técnico Kleiton Lima

Nos dois últimos treinamentos, Kleiton Lima tentou consertar os erros da Seleção. Foram muitos passe errados, principalmente no primeiro tempo das partidas

- A gente teve um período de treinamento muito importante, corrigimos os erros e trabalhamos algumas surpresas para o adversário. Estamos otimistas – disse Kleiton Lima

Bicampeãs do mundo e tricampeãs olímpicas, a seleção dos EUA é uma das potências do futebol feminino e primeiro lugar no ranking da FIFA, já o Brasil nunca ganhou um Mundial e está em terceiro no ranking. As donas da casa, que foram eliminadas da competição pelo Japão, são as segundas colocadas.

Mas a seleção americana vem sofrendo um processo de renovação e já para algumas jogadoras brasileiras não assusta tanto como no passado. A zaga brasileira também terá uma missão difícil, parar a estrela e atacante Abby Wambach, que receberá marcação individual durante a partida

- Temos uma preocupação, mas os EUA não são nenhum bicho de sete cabeças. Já jogamos contra e sabemos como elas atuam – disse Marta

A Seleção que passar para as semifinais enfrentará França ou Japão. As japonesas eliminaram as donas da casa por 1 a 0 na prorrogação e a França venceu a Inglaterra nos pênaltis.

globo

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Brasileira minimiza EUA: “já não é mais como era antes”

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Brasileira minimiza EUA: “já não é mais como era antes”

Posted on 09 julho 2011 by hugo

Jogadora mais experiente da Seleção Brasileira, a volante Formiga acredita que os Estados Unidos, adversários do Brasil no próximo domingo, já não são tão fortes quanto antes. Após o treinamento desta sexta-feira, em Dresden, ela destacou a reformulação nos últimos anos do time americano, atual bicampeão olímpico – ambos os triunfos foram sobre a Seleção.

“Elas mudaram bastante. A gente manteve quase todas as jogadoras, então acho que os Estados Unidos caiu um pouco de rendimento, foi uma troca grosseira de muitas meninas. Eles caíram um pouco, mas talvez nos deem mais trabalho agora. Os Estados Unidos já não estão mais como eram antes, mas dá medo a qualquer um”, disse Formiga.

A expectativa geral é que a Seleção enfrentasse a Suécia na fase de quartas de final, mas a equipe europeia bateu os Estados Unidos na última quarta, saindo do caminho brasileiro. “Ficamos todas tranquilas. Não foi uma coisa que nos preocupou, até porque sabíamos que uma delas pegaríamos, não podia escolher, então vamos enfrentar”, acrescentou a volante, na disputa de sua quinta Copa.

Marta, que perdeu para os Estados Unidos nas últimas duas finais olímpicas, lembrou da necessidade de vencer as americanas para chegar ao grande título que ainda persegue o futebol feminino do Brasil. A melhor do mundo, aliás, joga no futebol americano, com o Western New York Flash.

“Há uma rivalidade muito grande, mas estamos focando o nosso objetivo independente de quem seja, e é o título. Estamos preparadas, temos conversado bastante e colocamos em prática algumas coisas no treino para não ter dúvida no domingo”, lembrou a atacante brasileira, que também tem no currículo um grande jogo contra as americanas: na Copa 2007, semifinal, o Brasil fez 4 a 0 com show dela.

“Uma equipe de alto nível como os Estados Unidos é sempre complicado. Nos preocupa, claro. Não é um bicho de sete cabeças, mas já jogamos contra elas e sabemos como jogam. Mudam os nomes, mas é a mesma coisa: força, técnica e jogo em conjunto. Usam muito a força física, então não tem tanta diferença”, acrescentou Marta.

Brasil e Estados Unidos se enfrentam em Dresden no próximo domingo ao 12h30 (de Brasília). A partida ocorre no Glücksgas Stadium.

terra

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Giba comanda virada sobre os EUA, e Brasil vai às semis da Liga Mundial

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Giba comanda virada sobre os EUA, e Brasil vai às semis da Liga Mundial

Posted on 07 julho 2011 by hugo

Após primeiro set para esquecer, seleção soma três pontos e disputa liderança da chave com a Rússia, nesta sexta-feira, às 8h30m (de Brasília).

O início pífio deu a impressão de que o Brasil sofreria como na véspera. Mas Giba chamou a responsabilidade, mostrou a mesma qualidade de quando foi eleito melhor jogador do mundo e comandou a virada brasileira sobre os Estados Unidos, nesta quinta-feira, na Ergo Arena. Com 3 sets a 1 no placar, parciais de 15/25, 25/22, 25/22 e 25/15, a seleção conquistou três pontos, se classificou para as semifinais da Liga Mundial 2011 e mandou os algozes das Olimpíadas de Pequim de volta para casa.

Nesta sexta-feira, a seleção volta à quadra contra a Rússia, já classificada para as semifinais da competição, em confronto direto pela liderança do Grupo F. A partida acontece às 8h30m (horário de Brasília).

Um set para esquecer

O Brasil entrou em quadra com a mesma formação que conseguiu a virada sobre Cuba na véspera: Serginho como líbero, Murilo e Giba nas pontas, Théo de oposto, Bruninho na armação e Lucão e Sidão na rede.

A partida começou disputada ponto a ponto, com Lee sendo o mais acionado e eficiente do lado americano. Bruninho, por outro lado, tentava variar as jogadas entre Théo, Lucão e Giba. Os adversários conseguiram se distanciar no placar após dois lances duvidosos, que geraram reclamação do time verde e amarelo. Por duas vezes, a arbitragem não marcou toque do bloqueio após ataque de Murilo, e os Estados Unidos abriram quatro pontos em 13/9.

Bernardinho antecipou a inversão, mas Marlon e Vissotto pouco contribuíram e logo voltaram para o banco. A seleção se desconcentrou e viu os rivais, no serviço de Anderson, alcançarem nove pontos de vantagem em 21/12. Nem com a formação inicial restabelecida a equipe conseguiu reverter o placar: erros em sequência, uma invasão de Sidão pelo alto e um ataque de Priddy na diagonal deram números finais ao set: 25/15.

Mesmo com pressão, o Brasil reage

No segundo set, o Brasil se encontrou. Bruninho passou a explorar mais as jogadas com Giba e Murilo. Quando as pontas foram marcadas, Lucão fez a diferença. O central marcou três pontos seguidos, dois de bloqueio e um de ataque, deixando a seleção com 6/1 no placar.

De volta da parada técnica, os americanos encaixaram uma grande série e, com Stanley e Anderson no saque, dizimaram a vantagem brasileira e empataram em 12/12. Giba, que virou duas vezes para manter a seleção à frente, teve que segurar os ânimos dos colegas em novo erro da arbitragem – depois o juiz de rede assumiu a falha na marcação. O placar seguiu apertado mas, se o saque americano complicava a vida brasileira, o camisa 7 voltava a colocar a bola no chão. No final, com a inversão feita, Vissotto marcou seu primeiro ponto no jogo e fechou a parcial em 25/22.

Giba neles!

No início da terceira parcial, Sidão se destacou. O central fez três pontos de ataque e também se manteve bem no bloqueio. Enquanto os americanos abusavam dos erros e se preocupavam mais em reclamar com a arbitragem, o Brasil abriu vantagem de três pontos. Mas, após a parada técnica, os rivais encaixaram o bloqueio e assumiram a dianteira em um ataque para fora de Théo:13/12.

Com a inversão feita, o Brasil voltou à frente em um ace de Giba. Mas, como os Estados Unidos mais uma vez recuperaram a ponta, Bernardinho restabeleceu a formação inicial. Anderson sentiu dores no ombro direito e foi sacado por Alan Knipe. Na seqüência, os americanos comemoraram um ponto antes da hora, e Murilo pôs o Brasil em vantagem. Giba virou duas seguidas em resposta aos pontos rivais, e Lucão, pelo meio e no bloqueio, fechou a parcial em 25/22.

Estados Unidos se rendem, e Brasil vai às semis

O Brasil voltou à disputa no quarto set disposto a encerrar a jogo. Até Lucão, que não vinha bem no saque, deixou o a seleção com 4/1 após um ace. Os americanos não conseguiam responder à altura e, desconcertados, somaram erros bobos, cedendo 13/6 no placar. Anderson, após receber atendimento, retornou à quadra, mas pouco pôde fazer.

O bloqueio verde e amarelo se transformou em arma eficiente e acabou com o moral do rival: Murilo, Sidão e Théo se destacaram no fundamento e deixaram a seleção com 18/10. Com os rivais rendidos, a vantagem foi administrada até Sidão cravar no chão, devolvendo o placar do primeiro set e selando a classificação às semis da Liga Mundial: 25/15.

globo

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