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De virada, Brasil se impõe e derruba os campeões olímpicos em Minas

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De virada, Brasil se impõe e derruba os campeões olímpicos em Minas

Posted on 12 junho 2011 by hugo

Seleção de Bernardinho perde o primeiro set, mas reage e vence os Estados Unidos pela Liga Mundial; equipes voltam a se enfrentar na manhã de domingo.

No início, o susto. Com banca de campeã olímpica, a seleção dos Estados Unidos acertou o primeiro golpe no Mineirinho lotado, pulou na frente e ameaçou repetir o resultado da final dos Jogos de Pequim. Mas a festa em Belo Horizonte ainda estava para começar. Apoiado por 14.800 torcedores em Belo Horizonte, o Brasil encontrou forças para reagir e venceu por 3 sets a 1 (parciais de 19/25, 25/21, 25/19 e 25/21). A vitória isola ainda mais a equipe de Bernardinho na liderança do grupo A da Liga Mundial, agora com 15 pontos, contra nove dos rivais deste fim de semana.

O confronto dos finalistas de Pequim-2008 tem novo capítulo marcado para este domingo, a partir das 9h50m, novamente no Mineirinho. A Rede Globo transmite a partida ao vivo.

- Nós nos adaptamos ao jogo. Os Estados Unidos são um time muito disciplinado taticamente, defende muito bem. Começamos um pouco tensos também. Jogar em casa é sempre motivo de ansiedade, mas soubemos administrar isso depois, tivemos paciência, com a entrada de grandes jogadores, como o Sidão. O importante é que estamos evoluindo a cada jogo – analisou o levantador Bruninho.

Dante foi poupado pela comissão técnica. Com uma inflamação no joelho, o ponteiro até tinha condições clínicas de atuar, mas a dor limitaria sua performance. Assim, João Paulo Bravo formou a linha de passe ao lado de Murilo e Serginho. Na posição de oposto, Bernardinho optou por Théo em vez de Wallace para compor o banco. Do lado americano, o técnico Alan Knipe escalou Thornton na armação das jogadas. No treino da véspera, o comandante havia testado também o albanês naturalizado Suxho na como levantador no time titular.

O pequeno rali já no ponto inicial, convertido para o Brasil por Murilo, deu a impressão de que o primeiro set teria uma batalha a cada disputa. Mas os americanos seguiram na cola brasileira e, em um ataque para fora de Vissotto, conseguiram assumir a dianteira no placar. Com saques muito forçados, bloqueio a postos e ainda contando com erros não forçados da equipe da casa, os rivais chegaram à parada técnica com 8/4 no placar.

A desvantagem fez o treinador antecipar a inversão para aumentar a rede, com Théo e Marlon em quadra. O oposto apareceu bem, convertendo dois pontos e ajudando na defesa: em um dos lances, buscou a bola no banco de reservas, mas Serginho errou ao passar na rede. Quando o marcador apontou 13/7, o técnico restabeleceu a formação inicial. Com reclamações dos dois lados sobre as marcações da arbitragem, a vantagem americana chegou a sete pontos na segunda parada técnica.

Murilo, João Paulo Bravo e Vissotto, em diferentes momentos, ficaram no paredão americano. A seleção também pecou no saque: vários pararam na rede ou foram para fora, enlouquecendo Bernardinho.

Com Rodrigão, em um ataque rápido pelo meio e um bloqueio na sequência, o Brasil até ensaiou uma reação. Na vaga de João Paulo Bravo, Thiago Alves entrou para estrear na Liga Mundial. As alterações, porém, não fizeram milagre. Os Estados Unidos administraram a margem construída no princípio da parcial e, com Millar, fecharam em 25/19.

Na segunda etapa, o Brasil voltou mais ligado e largou na frente. Com uma série de erros do ataque americano e uma ajudinha da sorte em um saque de Murilo, os anfitriões abriram 6/2. Mas a alegria da torcida logo se transformou em preocupação quando Priddy, inspirado na ponta, dizimou a vantagem e empatou o jogo em 8/8.

Se Vissotto e Bravo viravam de um lado, Lee e Millar também apareciam do outro, e a igualdade se mantinha. Em um ace de Anderson, os EUA tomaram a ponta pela primeira vez na parcial. No bloqueio simples, Stanley parou Murilo e deixou seu país à frente na parada técnica: 16/14.

Após uma série de erros de saques das duas equipes, Bernardinho colocou Sidão em quadra e ficou momentaneamente sem levantador. Com Rodrigão no saque, o central do Sesi subiu bem no bloqueio e deixou tudo igual mais uma vez: 19/19. Após novo ponto americano, foi a vez de Marlon sair do banco e fazer a diferença. O levantador conseguiu dois aces e deixou o Brasil a dois pontos de fechar o set. Théo, em uma disputa de bola pelo alto, e Murilo, contando com um erro de Lee, fecharam a parcial em 25/21 e igualaram a partida.

O bloqueio americano voltou a aparecer com eficiência no início do terceiro set e Priddy, saltando do fundo de quadra, fez 4/2 para os estrangeiros. A igualdade brasileira em 6/6 foi alcançada em uma jogada rara: Murilo mostrou habilidade e levantou, de costas, para o ataque preciso de Bravo.Após dois bloqueios triplos e uma bola disputada no alto, em que o árbitro pediu ajuda ao auxiliar na marcação, a seleção abriu 9/6. Com a responsabilidade dividida, cada hora um atleta diferente pontuava para o Brasil: Vissotto, Sidão, Rodrigão e até Bruninho, de segunda, deixaram sua marca. Em um bloqueio simples sobre Stanley, João Paulo Bravo marcou 16/12.

Com um aproveitamento excelente em seu serviço, Patak ameaçou uma reação adversária. A inversão de Bernardinho, porém, conteve o ímpeto americano. Sidão, bloqueando Stanley e em jogada rápida com Marlon pelo meio, se destacou. Com Théo explorando o bloqueio e uma bola fora do ataque rival, o Brasil fez 25/19.

No quarto set, com Bruninho no saque, os brasileiros conseguiram abrir 4/0. Russell Holmes, ex-jogador do Minas, foi o primeiro a pontuar para o lado americano. Aparentemente desorientados, os estrangeiros assistiram a Vissotto cravar uma bola espirrada e Murilo saltar do fundo de quadra, duas vezes, para fazer 8/3.

O baile brasileiro na etapa permaneceu o mesmo, contando ainda com muitos erros dos Estados Unidos. Algumas falhas bobas, inclusive, como a indefinição de que atleta iria em bolas relativamente fáceis. Nem a troca de levantadores, com Suxho em quadra, surtiu efeito. Do lado verde e amarelo, João Paulo Bravo se apresentou na ponta com segurança. Na vaga de Vissotto, Théo também fez sua parte. A poucos pontos do fim, Bernardinho desfez a inversão, mas o passeio continuou. Apoiado pelos gritos da torcida mineira, Murilo saltou do fundo de quadra para selar a vitória: 25/21.

globo

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Últimos campeões olímpicos, Brasil e EUA se reencontram na Liga Mundial

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Últimos campeões olímpicos, Brasil e EUA se reencontram na Liga Mundial

Posted on 11 junho 2011 by hugo

Partidas de sábado e domingo, no Mineirnho, serão os primeiros duelos oficiais entre as duas equipes desde a final dos Jogos de Pequim, em 2008.

Neste fim de semana, o Brasil reencontrará pela primeira vez em jogos oficiais o algoz das Olimpíadas de Pequim. Contra os Estados Unidos, às 10h de sábado e às 9h50m de domingo, a seleção tentará dar um importante passo rumo à classificação para a fase final da Liga Mundial. Em confronto direto pela liderança do Grupo A, no Mineirinho, os comandados de Bernardinho tentarão manter a invencibilidade na competição e ampliar o histórico favorável sobre o adversário:em 36 partidas, foram 28 vitórias brasileiras.

Do lado brasileiro, Gustavo é a grande ausência. O central, que enfrentaria os americanos pela primeira vez desde o revés na China, sofreu uma fratura durante o treino de terça-feira e está fora do torneio. Giba, liberado para compromissos com os patrocinadores, não será relacionado. A única dúvida na escalação da equipe é a presença de Dante. Com uma inflamação no joelho, o ponteiro foi poupado dos últimos dois treinos. Clinicamente liberado para jogar, o ponteiro tem a dor como limitador de sua participação em quadra. Mas, mesmo que seja relacionado, João Paulo Bravo é quem deve começar como titular.

Na equipe americana, o técnico Alan Knipe ainda não definiu o levantador. Desde a aposentadoria de Lloy Ball da seleção, há um rodízio no setor. Neste fim de semana, Brian Thornton e Donald Suxho disputam a vaga. Nesta sexta-feira, cada um atuou com a base titular durante uma parte do treino de mais de duas horas realizado no Mineirinho. O oposto Stanley, eleito o melhor jogador das Olimpíadas de Pequim, e o ponteiro e capitão William Priddy seguem como os principais nomes do ataque.

Na análise fria dos números, as partidas deste fim de semana valem a liderança do Grupo A. O Brasil, que venceu todos os quatro jogos disputados até então, soma 12 pontos e ocupa a primeira posição. Os EUA, que perderam na estréia para a Polônia, têm nove pontos. Dois triunfos podem deixar a classificação da equipe verde e amarela para a fase final bem encaminhada.

O confronto, porém, envolve uma rivalidade enorme. Os americanos são a maior pedra no sapato da seleção na Era Bernardinho e os responsáveis pela maior frustração do grupo no período: a perda do ouro olímpico em 2008. No mesmo ano, os adversários desta rodada também foram responsáveis pela eliminação do Brasil, em casa, nas semifinais da Liga.

globo

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Frias e implacáveis, americanas faturam Mundial e veem festa tcheca

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Frias e implacáveis, americanas faturam Mundial e veem festa tcheca

Posted on 04 outubro 2010 by hugo

Quando o relógio zerou no ginásio em Karlovy Vary, neste domingo, os papéis pareciam invertidos. As jogadoras da República Tcheca, sob efeito de uma trajetória heroica em casa, vibravam, pulavam, gritavam para a torcida fanática que pintou a arena de vermelho. Tinham acabado de perder a final por 20 pontos. Ali perto, pálidas como seu uniforme branco, as americanas batiam palmas tímidas, sorriam de leve – algumas nem isso – e acenavam de forma protocolar para as arquibancadas. Eram as novas campeãs mundiais. Com uma vitória por 89 a 69, incontestável como todas as outras da campanha, os Estados Unidos estão de volta ao topo no basquete feminino. Como se tivessem apenas feito sua obrigação.

No último Mundial, em São Paulo, as americanas caíram diante da Rússia na semifinal e ficaram com o terceiro lugar – o título foi da Austrália. Agora, voltaram a conquistar o ouro com uma campanha perfeita, sem ameaça dos rivais em nenhum momento. As tchecas, que caíram para o Brasil nas quartas em 2006, surpreenderam o mundo desta vez e, assim como a Turquia no masculino, colocaram o time da casa na decisão.

Na decisão deste domingo, o título caiu nas mãos americanas ainda no terceiro quarto, com uma parcial de 34 a 17. Dali em diante, bastou controlar o jogo e garantir o título. Nos últimos dois minutos, a torcida tcheca repetiu a tradição de ficar de pé e bater palmas, mesmo com sua seleção perdendo por 20 pontos. As americanas apenas esperaram o relógio zerar e se cumprimentaram. Algumas jogadoras nem chegaram a sorrir. Enquanto isso, as tchecas agradeciam o apoio dos torcedores e festejavam uma prata valiosa.

A cestinha americana na partida foi Angel McCoughtry, que jogou o Pan do Rio em 2007. Ela marcou 18 pontos na decisão, seguida pelos 16 de Diana Taurasi. Sue Bird deu show na defesa com cinco roubos de bola. Pelas donas da casa, a maior pontuadora foi Kulichova, com 14. Horakova anotou 12, e Peckova contribuiu com 11.

O Brasil terminou o Campeonato em nono lugar, após bater Canadá e Japão no torneio de consolação. A equipe verde-amarela ficou cinco posições abaixo do quarto lugar de 2006, quando perdeu o bronze para as americanas.

globo

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Estados Unidos vencem Turquia e chegam ao tetra do Mundial de basquete masculino

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Estados Unidos vencem Turquia e chegam ao tetra do Mundial de basquete masculino

Posted on 13 setembro 2010 by hugo

Com uma vitória tranquila por 81 a 64, os Estados Unidos venceram a Turquia na final do Mundial de basquete e conquistaram o tetracampeonato da competição. A última vez que os norte-americanos saíram vencedores foi em 1994, no Canadá. Além disso, ainda houve mais dois títulos, em 1986, na Espanha, e em 1954, no Brasil.

Kevin Durant acabou como cestinha da partida, tendo anotado 28 pontos. No lado turco, o destaque foi Turkoglu, com 16. Além disso, o ala americano Lamar Odom anotou 15 pontos e ainda pegou 11 rebotes, terminando a final com um double-double.

O jogo

A equipe norte-americana iniciou com Kevin Durant, Lamar Odom, Chauncey Billups, Derrick Rose e Andre Iguodala. Já os anfitriões iniciaram com Omer Onan, Kerem Tunçeri, Ersan Ilyasova, Omer Asik e Hidayet Turkoglu.

O primeiro quarto começou equilibrado, com os Estados Unidos mantendo uma vantagem pequena. Faltando quatro minutos para o fim do período, Turkoglu acertou uma bola de três e a Turquia passou à frente. Entretanto, os 17 pontos alcançados com esse tiro do ala seriam os únicos dos turcos na etapa inicial, que terminou 22 a 17 para os norte-americanos. Na seguinte, os atuais campeões olímpicos aumentaram a vantagem, com o primeiro tempo terminando 42 a 32.

O destaque da partida era Kevin Durant, com 20 pontos, seguido por Turkoglu, que já havia anotado 11 e agarrado sete rebotes. O jogador do Oklahoma City continuou impossível, marcou mais oito pontos no terceiro período e os Estados Unidos entraram na etapa final vencendo por 61 a 48.

No último quarto, Derrick Rose e Lamar Odom chamaram a responsabilidade de manter a vantagem estadunidense, com o jogador do Chicago Bulls marcando seis pontos, totalizando oito na partida, e o do Los Angeles Lakers outros oito.

r7

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carloseugeniosimon

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Inglaterra e EUA abrem grupo C com nervos à flor da pele

Posted on 12 junho 2010 by hugo

carloseugeniosimonInglaterra e Estados Unidos fazem neste sábado em Rustenburgo o primeiro jogo do grupo C da Copa do Mundo da África do Sul, num embate em que ambas as seleções devem entrar em campo com os nervos à flor da pele.

O trio de arbitragem brasileiro que vai apitar o jogo – o juiz Carlos Eugênio Simon, auxiliado por Altemir Hausmann e Roberto Braatz – terá que colocar os olhos no jogo e os ouvidos nas frases dos jogadores dos dois lados.

Os árbitros estão prevenidos principalmente em relação ao astro do ‘English Team’, Wayne Rooney, que insultou o juiz do último amistoso disputado pela Inglaterra contra o Platinum Stars, da primeira divisão sul-africana.

A lembrança da expulsão de Rooney há quatro anos, nas quartas-de-final da Copa da Alemanha, contra Portugal, ronda o primeiro jogo da Inglaterra neste Mundial, principalmente pela personalidade do adversário.

A equipe de Bob Bradley não se intimida em campo. Há um ano, na Copa das Confederações, os americanos venceram a Espanha por 2 a 0 e perderam na final por 3 a 2 para o Brasil.

A esperança da torcida inglesa é que Rooney fale apenas com a bola nos pés, mas nem o técnico da Inglaterra, Fabio Capello, pode garantir que nada fuja da língua do astro no calor da partida, seja para um adversário, seja para a arbitragem.

Renomado técnico de clubes, Capello chega a sua primeira Copa como treinador após fortalecer a defesa da seleção inglesa no melhor estilo italiano. Em 24 jogos à frente do ‘English Team’, foram 18 vitórias.

Com jogadores de personalidade em todos os setores, como John Terry, Frank Lampard, Steven Gerrard e Wayne Rooney, a Inglaterra estará pronta para tudo nesta Copa se conseguir aliviar a pressão oriunda de seus próprios sucessos recentes.

“Temos a sensação de que durante anos estivemos rendendo abaixo de nossas possibilidades, com os jogadores que temos. Agora é preciso demonstrar que somos realmente um dos favoritos”, afirma Gerrard, capitão da equipe após o corte por lesão de Rio Ferdinand.

Depois de dominarem as Eliminatórias da Concacaf, os EUA chegam à Copa em meio a uma fase de renovação da equipe que disputou o Mundial da Alemanha. Com média de idade de 27 anos, o time americano conta com 17 jogadores que atuam em campeonatos competitivos no exterior, sendo oito na elite do futebol inglês.

Os jogadores de Bradley não se deixarão, portanto, impressionar por adversários que estão acostumados a enfrentar. Sua tática consiste em diminuir espaços sem medo do contato físico e em trabalhar com humildade esperando a ocasião de superar a defesa adversária.

A seleção dos EUA se vê capaz de reeditar a histórica vitória por 1 a 0 sobre a Inglaterra na Copa do Mundo de 1950, no Brasil, a única vez em que os dois países se enfrentaram em Mundiais.

Landon Donovan, um dos veteranos da equipe americana, considera que, depois dos resultados contra grandes times na Copa das Confederações do ano passado, são prova de que esses confrontos não têm mais grandes favoritos.

“O que aconteceu ano passado nos ajudou a acreditar que podemos fazer algo especial aqui”, afirmou Donovan.

Prováveis escalações:

Inglaterra: Green; Johnson, Terry, King, Ashley Cole; Lampard, Gerrard, Defoe, Lennon; Rooney, Crouch.

EUA: Howard; Bocanegra, Cherundolo, Merit, Goodson; Bradley, Edu, Dempsey, Holden; Donovan e Altidore.

Árbitro: CARLOS EUGÊNIO SIMON (BRASIL), auxiliado pelos compatriotas ALTEMIR HAUSMANN e ROBERTO BRAATZ.

Estádio: Royal Bafokeng (Rustenburgo).

Diario da manha

 

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volei9

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AMISTOSOS BRASIL X ESTADOS UNIDOS: Brasil vence o último confronto e sai invicto

Posted on 28 setembro 2009 by hugo

volei9

Bernardinho aprovou a experiencia em Minas Gerais.

 

UBERLÂNDIA (MG) – O Brasil encerrou a série de amistosos contra os Estados Unidos com mais uma vitória. Neste domingo (27.09), o time comandado pelo técnico Bernardinho fez 3 sets a 0 (25/23, 25/19 e 25/12) em cima dos norte-americanos e deixou os torcedores de Uberlândia em êxtase.

 

A partida também marcou a volta do levantador Bruno, que não jogava há seis semanas devido a uma fratura no punho, sofrida antes do início do Sul-Americano.

 

Sempre atento ao planejamento para este ciclo olímpico, o treinador brasileiro acredita que as cinco partidas contra os Estados Unidos foram bastante proveitosas.

 

“Não podemos nos iludir. Sabemos que estávamos com uma equipe não tão completa, assim como os norte-americanos. No entanto, esses cinco confrontos foram importantes para observarmos de perto jogadores que serão importantes nesse novo ciclo”, analisa Bernardinho.

 

E quem aproveitou bem os jogos contra os norte-americanos foi o líbero Mário Jr. Em virtude de uma lesão nas costas o líbero Serginho acabou ficando de fora dos confrontos e deu oportunidade para outro na posição.

 

“Para mim, especialmente, esses amistosos foram importantíssimos. Eles serviram para eu ganhar mais experiência, que será importante no futuro. Foi bom também para que eu conseguisse mostrar para todos que podem contar comigo quando o melhor do mundo não puder estar em quadra”, afirma Mário Jr.

 

VOLTA EM DIA ESPECIAL

 

Neste domingo o levantador Bruno já tinha motivos para comemorar. Sua mãe, a ex-jogadora Vera Mossa faz aniversário e ganhou de presente a volta do filho às quadras.

 

Mesmo só tendo entrado nas inversões feitas por Bernardinho, Bruno viu com bons olhos esse retorno ao time.

 

“Foi maravilhoso. Poder voltar a atuar, sem sentir dores e no dia do aniversário da minha mãe é especial. Estou muito feliz”, diz o levantador, que revelou um pacto feito pelos jogadores para este último confronto contra os norte-americanos.

 

“Conversamos no vestiário sobre a partida de hoje. Todos queriam dar tudo em quadra para presentear esse público que tanto nos apoiou e nos deu carinho nesses últimos dias. O entrosamento do time também melhorou com o tempo e conseguimos fazer o que esperavam de nós. Esses jogos foram realmente testes importantes para nosso treinamento”, finaliza Bruno.

 

Os jogadores e a comissão técnica do Brasil irão trabalhar em seus respectivos clubes a partir de agora. O grupo só irá se reunir novamente mais próximo da Copa dos Campeões, que será disputada em novembro, no Japão, para iniciar os treinamentos.

 

Fonte cbv

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