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Decisão da Copa marca reencontro de Del Bosque e Van Marwijk

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Decisão da Copa marca reencontro de Del Bosque e Van Marwijk

Posted on 11 julho 2010 by hugo

Os técnicos de Holanda e Espanha, Bert van Marwijk e Vicente del Bosque, já estiveram frente a frente em uma final antes. O encontro ocorreu na Supercopa europeia, jogo que reúne os vencedores da Liga dos Campeões e da Liga Europa (antiga Copa da Uefa). O espanhol levou a melhor na ocasião. Entretanto, não foi uma decisão reunindo times com força parecida, como a deste domingo, na África do Sul.

O Real Madrid de Del Bosque era favorito incontestável na partida contra o Feyenoord de Van Marwijk em 2002. Afinal, numa época em que contratava um astro por temporada, o clube espanhol reunia Roberto Carlos, Figo, Zidane e Raúl. Era a política chamada de “Zidanes y Pavones”, cuja filosofia era gastar fortunas com jogadores considerados galácticos e aproveitar atletas da base. Apenas um jogador do Real presente neste jogo integra o elenco da Fúria, que pode conquistar o inédito título de campeã mundial: o goleiro e capitão Casillas.

Já o Feyenoord chegou à decisão da Supercopa após ser campeão da extinta Copa da Uefa ao vencer o Borussia Dortmund por 3 a 2, em seu estádio, o De Kuip. Robin Van Persie, então com 19 anos, era um dos destaques do time de Roterdã ao lado do dinamarquês John Dal Tomasson, que defendeu seu país em 2010, e o grandalhão Pierre van Hooijdonk, autor de dois gols na final.

Na Supercopa, o milionário time do Real Madrid levou a melhor e venceu os holandeses por 3 a 1. Pauwee, contra, Roberto Carlos e Guti marcaram os gols do título merengue. O atacante van Hooijdonk descontou para o time comandado na época por Bert van Marwijk.

Feyenoord 1 x 3 Real Madrid

Feyenoord: Zoetebier, Gyan (Buffel), Rzasa, van Wonderen e Paauwe; Bosvelt, Bonaventure Kalou, Shinji Ono e Lurling; Emerton
Técnico: Bert van Marwijk

Real Madrid: Casillas, Michel Salgado, Hierro, Helguera e Roberto Carlos; Cambiasso (Pavón), Makelele, Guti (Portillo) e Zidane (Solari); Figo e Raúl
Técnico: Vicente Del Bosque

Local: Estádio Louis II, em Monaco
Data: 30/08/2002
Árbitro: Hugh Dallas (ESC)
Gols: Paauwe (contra), aos 14 e Roberto Carlos, aos 21 do primeiro tempo; Van Hooijdonk, aos 11, e Guti, aos 15 do segundo

Fonte: Globo.

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Técnico Oscar Tabárez: ‘Além da Alemanha, temos que vencer o polvo’

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Técnico Oscar Tabárez: ‘Além da Alemanha, temos que vencer o polvo’

Posted on 10 julho 2010 by hugo

A despeito da indicação do polvo Paul, que profetizou nesta sexta-feira a vitória da Alemanha sobre o Uruguai na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo, o técnico do Uruguai, Oscar Tabárez, deixou de lado seu semblante sério e brincou a respeito das profecias do molusco.

- Não sou supersticioso, mas é um elemento a mais de motivação. Porque agora não basta ganhar da Alemanha, teremos que ganhar também do polvo. Seria espetacular – disse o técnico uruguaio.

O treinador, sempre muito reflexivo e racional em suas respostas, garantiu que também não acredita no destino.

- Não creio que os caminhos já estejam escritos. Quem escreve a história é quem está em campo. Se vencermos, mandaremos uma mensagem de que nada é impossível no futebol – declarou Tabárez.

Fonte: Globo.

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Para Müller, vitória sobre o Uruguai pode ajudar a esquecer a Espanha

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Para Müller, vitória sobre o Uruguai pode ajudar a esquecer a Espanha

Posted on 10 julho 2010 by hugo

O meia alemão Thomas Müller acredita que uma vitória amanhã sobre o Uruguai, na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo, ajudaria a esquecer a derrota para a Espanha nas semifinais.

- Temos que controlar a situação, pensaremos em tudo isto mais adiante, agora o mais importante é jogar bem o jogo que nos resta, terminar com uma vitória por nós e também pelos torcedores – analisou o jogador.

Uma das grandes revelações deste Mundial, Müller, de 21 anos, destacou o perigo representado pelo ataque uruguaio:

- Eles têm jogadores muito agressivos no meio-campo e dois atacantes muito perigosos, Forlan e Suárez. Não será uma partida fácil, teremos que ter muito cuidado.

Em seu primeiro Mundial, Müller, autor de quatro gols nesta Copa, considerou uma honra sua indicação pela Fifa para o prêmio de Melhor Jogador Jovem da competição, mas afirmou que trocaria o prêmio pelo título mundial.

Os artilheiros da Copa até o momento são David Villa, da Espanha, e Wesley Sneijder, da Holanda, com cinco gols cada.

Fonte: Globo.

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Robben esquece o ‘jogo bonito’ e adere ao futebol de resultado

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Robben esquece o ‘jogo bonito’ e adere ao futebol de resultado

Posted on 10 julho 2010 by hugo

Quando se fala do futebol holandês, logo vem à cabeça o carrossel de Cruyff na década de 70 ou o técnico time do final da década de 80, com o trio Gullit, Rijkaard e Van Basten. No entanto, a atual seleção, que está na decisão da Copa do Mundo contra a Espanha, ainda não encantou como as do passado.

Embora reconheça que realmente o time não apresenta um futebol dos mais vistosos, o meia-atacante Arjen Robben pouco se importa com possíveis críticas ou cornetadas. Segundo ele, o que vale é o resultado.

– Eu prefiro muito mais vencer um jogo feio do que perder um bonito. Nós podemos jogar um futebol atraente. Mas a questão é que agora estamos na final e não importa muito mais o jeito que atuamos. Já escutamos o bastante de que nosso futebol é belo. Mas isso não te leva a lugar nenhum. Nós queremos conquistar alguma coisa – salientou o jogador.

E, de fato, os resultados estão ao lado da Laranja: o time vem de 25 jogos de invencibilidade, sendo dez deles nas eliminatórias e seis na Copa. Se conquistar o título no domingo no estádio Soccer City derrotando a Espanha, a Holanda vai conseguir um repetir um feito que apenas quatro seleções conseguiram nas 19 edições do torneio: vencer todos os jogos e levar o caneco. Antes, Uruguai, em 1930; Itália, em 1938; e Brasil em 1970 e 2002 alcançaram essa performance.

Robben diz que não está 100%

Mesmo sendo um dos candidatos ao prêmio de melhor jogador da Copa, Robben disse que ainda está devendo no torneio e colocou a culpa nos problemas musculares que o tiraram de alguns jogos do Bayern e dos dois primeiros duelos do Mundial.

– Eu não acho que ainda dei o meu melhor porque ocasionalmente ainda sinto dores. Mas isso não me impede de jogar. Ainda não é perfeito, mas estou fazendo o melhor que posso – afirmou.

Fonte: Globo.

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Villa mostra determinação para a final: ‘Não vai faltar uma gota de suor’

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Villa mostra determinação para a final: ‘Não vai faltar uma gota de suor’

Posted on 10 julho 2010 by hugo

Destaque da Espanha na Copa da África do Sul, o atacante David Villa parece motivado para o último confronto contra a Holanda neste domingo. A dois dias da final, o jogador declarou em entrevista ao canal de TV “LaSexta”, que chegar à decisão do Mundial já vale mais do que o título da Eurocopa conquistado pela Fúria.

- Não vai faltar uma gota de suor. Não pensamos só em chegar à final, temos que ganhar – disse.

O novo craque do Barcelona – que é forte candidato ao prêmio de melhor jogador da Copa, a Bola de Ouro – já balançou a rede cinco vezes nos gramados da África do Sul e vê na partida contra os holandeses a chance de se firmar como o artilheiro do torneio. No entanto, a ânsia de levar para casa o primeiro título mundial espanhol é o que mais estimula Villa.

- Toda a Espanha está à espera da seleção. Estamos diante de um evento histórico e desejamos que tudo corra bem, que possamos vencer e comemorar quando chegarmos à Espanha – sonha o camisa sete da Fúria.

A partida contra a Holanda acontece neste domingo às 15h30 (20h30 pelo horário sul-africano) no Soccer City, em Joanesburgo.

Fonte: Globo.

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Marwijk: ‘O jogo de domingo é o mais importante da minha carreira’

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Marwijk: ‘O jogo de domingo é o mais importante da minha carreira’

Posted on 09 julho 2010 by hugo

Até 2010, o maior feito do treinador Bert van Marwijk havia sido a conquista da Copa da Uefa de 2002 pelo Feyenoord. Mesmo que a Holanda perca a final da Copa do Mundo para a Espanha, domingo, em Joanesburgo, a carreira de Van Marwijk jamais será a mesma. Por enquanto, porém, o técnico de 58 anos não quer nem pensar sobre isso e muito menos saber das comparações entre a equipe que comanda e as seleções laranja finalistas dos Mundiais de 1974 e 1978.

– Eu pensei muito nisso durante a Copa, no que representa estar aqui numa final. Este é o jogo mais importante da minha carreira, mas eu tenho que deixar isso de lado e pensar apenas no time e na partida. Passada a final, posso falar sobre isso – afirmou.

A cada cinco perguntas feitas a Van Marwijk na entrevista coletiva desta quinta-feira, num hotel em Joanesburgo, uma era sobre as seleções de 1974 e 1978, que também chegaram à final da Copa. O treinador holandês até brincou sobre o fato de ter de falar tanto sobre o mesmo tema, e dar sempre a mesma resposta.

– A diferença da seleção de 2010 para aquelas é de 32 anos no caso de 1974 e de 28 anos no caso de 1978. Não é possível fazer comparações deste tipo. As equipes da Holanda que chegaram às finais de Copa são uma fonte de inspiração para nós, não de pressão. Eu pensei nelas quando terminou a partida contra o Uruguai. Não sei se minha equipe deixará um legado para o futuro e não é hora de falar nisso. Prefiro deixar para responder esta pergunta após a partida de domingo – acrescentou.

O técnico holandês elogiou muito a seleção espanhola e disse que ela joga de forma parecida com a do Barcelona, mas lembrou que o estilo do clube catalão foi bastante influenciado por dois holandeses: o craque Johan Cruyff e o treinador Rinus Michels.

– Não vejo como ironia o fato de a Espanha atual ter sido influenciada pelo futebol holandês no passado. Para mim, este é o maior elogio que o futebol da Holanda poderia receber. Nós respeitamos muito o futebol espanhol, mas queremos fazer as coisas da nossa maneira, com nosso próprio estilo.

Fonte: Globo.

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Na base do 1 a 0, Espanha impõe futebol dominante e vira favorita

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Na base do 1 a 0, Espanha impõe futebol dominante e vira favorita

Posted on 08 julho 2010 by hugo

A Espanha ganhou seus últimos três jogos por 1 a 0, só marcou sete gols na Copa do Mundo da África do Sul, mas voltou a ter o futebol mais festejado. O melhor da seleção consagrada campeã europeia em 2008 voltou a aparecer na última quarta-feira, na vitória contra a Alemanha, em Durban, e coloca os espanhóis como favoritos na decisão de domingo contra a Holanda.

“Eles mostraram que podem ganhar de qualquer adversário. É muito difícil ganhar deles e eles devem ser os campeões”, reconheceu o técnico alemão Joachim Löw, que justificou a derrota de sua seleção apenas pela superioridade do rival em campo.

Para voltar a empolgar, depois de um começo de Copa morno, uma alteração do técnico Vicente Del Bosque mostrou-se certeira. O jovem e ágil Pedro entrou no lugar de Fernando Torres e deu outra movimentação ao ataque.

A espinha dorsal da seleção ganhou mais um pedaço do Barcelona, totalizando seis jogadores – sem contar David Villa, recém-contratado – que se conhecem com os olhos fechados. O futebol de Xavi Hernández e Andrés Iniesta cresceu e a Espanha voltou a apresentar o futebol de toques cadenciados, em busca de espaços e cansaço na defesa adversário.

Até Puyol marcar o gol da vitória, aos 28min do segundo tempo, a Espanha tinha 57% da posse de bola. Se no primeiro tempo não foi incisiva no ataque, no segundo perdeu três chances claras até abrir o placar. Terminou a partida com 13 chutes contra apenas cinco dos alemães.

“Nossa vitória foi maior pelo tamanho do adversário. Ela pareceu mais fraco porque fizemos o nosso trabalho perfeitamente. Jogamos acima do esperada. Tivemos a posse de bola e não nos afobamos até o gol”, elogiou o técnico Vicente Del Bosque.

Na frieza dos números, a Espanha desempenha o mesmo futebol dominante desde a estreia, quando foi surpreendida pela Suíça mesmo tendo 63% da posse de bola e chutando 24 vezes ao gol. Em todos os jogos, com exceção do Chile (as duas seleções arremataram nove vezes), a Espanha teve ampla vantagem na posse de bola e nos chutes.

Ficou relegada ao segundo plano entre os favoritos da Copa pela falta de gols e pela suposta inferioridade de seus adversários anteriores.

Desmontou a sensação Alemanha com o mesmo futebol de toque de bola no meio de campo, paciência e economia no aproveitamento ofensivo. Mas o adversário eram os temidos alemães, apontados como futuros campeões por quase todos os comentaristas.

Agora o bastão de favorito está com os espanhóis. A Holanda marca mais gols, venceu todas as partidas na Copa, mas a última impressão é a que fica. Os holandeses passaram no sufoco contra o Uruguai, seleção vista como a de menor poder técnico entre as semifinalistas, enquanto a Espanha dominou os poderosos alemães.

O problema é que Brasil, Argentina e Alemanha ficaram pelo meio do caminho quando ganharam a alcunha de principal favorito.

Fonte: Terra.

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Já no clima da partida, Alemanha e Espanha fazem previsão de jogaço

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Já no clima da partida, Alemanha e Espanha fazem previsão de jogaço

Posted on 07 julho 2010 by hugo

Tem Lahm, Khedira, Özil, Schewinsteiger, Podolski, Klose. Tem Xabi Alonso, Xavi, Iniesta, David Villa, David Silva. E, acima de tudo, tem a previsão de um grande jogo às 15h30m (de Brasília) desta quarta-feira, em Durban, valendo vaga na final da Copa do Mundo. Os próprios atletas destacam que será uma partida bonita de ver. E de jogar.

- A lógica, pelo que temos visto, é de uma partida aberta, em que as duas equipes atacarão. O importante é que possamos fazer nosso jogo, controlar a bola. Eles também tentarão. Será um jogo muito bonito – disse o meia Iniesta, da Espanha.

Os treinadores das duas equipes concordam. Para o comandante da Fúria, Vicente del Bosque, o futebol europeu está bem representado nas semifinais da Copa do Mundo.

- Vai ser um encontro equilibrado, de posse de bola, de contra-ataques. Ambos têm qualidades. A Alemanha também tem um futebol de ataque e uma boa defesa. Estamos diante de uma partida de duas equipes fortes, que representam bem o que é o futebol na Europa – comentou o treinador.

Para o comandante alemão, Joachim Löw, é jogo de sacrifício. Ele prevê correria no estádio Moses Mabhida.

- Espero uma partida rápida, na qual vamos ter de correr mais do que o normal. Acho que ambos os times vão ter que dar o máximo – afirmou o técnico da Alemanha.

Será o reencontro das duas seleções depois da final da Eurocopa de 2008, em que a Espanha foi campeã.

Fonte: Globo.

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Técnico da Espanha esconde time e até cobrador de pênalti

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Técnico da Espanha esconde time e até cobrador de pênalti

Posted on 07 julho 2010 by hugo

A Espanha usa o segredo como arma antes da partida contra a Alemanha. Nesta terça-feira, em entrevista coletiva no estádio Moses Mabhida, palco do duelo de quarta, o técnico da Fúria, Vicente del Bosque, não quis dar detalhes sobre a escalação para o jogaço pelas semifinais da Copa do Mundo. Ele pode tirar Fernando Torres e colocar mais um meio-campista, provavelmente David Silva.

Del Bosque segue dando respaldo público a “El Niño”. Os elogios, porém, não devem representar a escalação dele contra a Alemanha. O atacante do Liverpool não completou uma partida sequer no Mundial. Também não fez gols.

- Jogaremos com os atletas que pensamos ser os mais importantes para o momento, os mais preparados. Saberemos no dia do jogo os jogadores que começarão a partida. Fernando Torres está acostumado a jogar partidas de nível máximo – disse o treinador.

A indefinição não para aí. O técnico também faz mistério sobre o cobrador de pênaltis no tempo normal, caso aconteça. Xabi Alonso perdeu contra o Paraguai. David Villa havia desperdiçado três vezes seguidas antes dele.

- Vou ver no dia quem é o mais adequado – despistou Del Bosque.

Espanha e Alemanha vão a campo às 15h30m (de Brasília) desta quarta-feira.

Fonte: Globo.

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Favorita, Espanha é última esperança de espetáculo no Mundial

Posted on 16 junho 2010 by hugo

espanhaO estádio Moses Mabhida, em Durban, será o palco do primeiro passo da seleção espanhola em sua caminhada rumo a um sonhado e inédito título da Copa do Mundo. A Espanha enfrentará a Suíça às 11h (de Brasília) nesta quarta-feira (16) e tentará por fim ao estigma que diz que a ‘Fúria’ não tem camisa.

 

Apontada como grande favorita e dona do futebol mais bonito, a Espanha precisará confirmar isso em campo. A base do time é formada por boa parte do elenco que ganhou a Eurocopa de 2008 e garantiu a classificação para o Mundial da África do Sul com 100% de aproveitamento nas eliminatórias europeias. O desafio será furar o chamado “ferrolho suíço” – enquanto a Espanha é conhecida pelo seu futebol ofensivo e envolvente, a Suíça conta com muita marcação e pragmatismo.

 

O técnico espanhol Vicente del Bosque tem apenas duas dúvidas para o duelo desta quarta. O meia André Iniesta, lesionado, dificilmente jogará, e sua vaga de titular é disputada por Juan Mata, Pedro Rodríguez e Jesús Navas. Além dele, o atacante Fernando Torres, embora venha treinando normalmente, se recupera de lesão e deve ficar de fora.

Já os suíços, comandados pelo experiente técnico alemão Ottmar Hitzfeld, terão os desfalques do meia Valon Behrami e do atacante Alexander Frei, ambos contundidos. A equipe é conhecida pelo forte esquema defensivo.

 

 

A melhor campanha da equipe espanhola na história das Copas foi registrada no Brasil, em 1950, quando terminou em quarto lugar. De lá para cá, acumulou decepções, como nas duas últimas edições do torneio.

 

Em 2002, foi eliminada nas quartas de final pela anfitriã Coreia do Sul em jogo que teve arbitragem polêmica. Quatro anos depois, caiu para a França nas oitavas, após fazer uma primeira fase irretocável.

 

Desde então, os espanhóis conseguiram bons resultados de forma consistente, mas tropeçaram quando participaram de uma competição organizada pela Fifa. A equipe foi surpreendentemente eliminada pelos Estados Unidos nas semifinais da Copa das Confederações do ano passado (derrota por 2 a 0) e teve trabalho para vencer a África do Sul por 3 a 2 na prorrogação da disputa pelo terceiro lugar.

 

 A estreia, em termos de Copa do Mundo, não poderia ser melhor para a Fúria, se for levado em conta o retrospecto. A Espanha nunca perdeu para a Suíça em 18 partidas realizadas entre as duas seleções. O último confronto, por sinal, ocorreu em uma Copa – os espanhóis venceram por 3 a 0 nas oitavas de final da edição de 1994, nos EUA.

 

Ambos os times estão no grupo H da Copa do Mundo, que conta também com Honduras e Chile.

 

Espanha: Iker Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xavi, Xabi Alonso e David Silva; Juan Mata e David Villa.

 

Suíça: Benaglio; Lichtsteiner, Senderos, Grichting e Magnin; Barnetta, Inler, Yakin, e Gélson Fernandes; Derdiyok e Nkufo..

 

R7

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