Tag Archive | "espanha"

Espanha termina 2011 como melhor do Ranking da Fifa; Brasil é sexto

Tags: , , ,

Espanha termina 2011 como melhor do Ranking da Fifa; Brasil é sexto

Posted on 21 dezembro 2011 by hugo

Atual campeã mundial, a Espanha terminou 2011 como primeira colocada no ranking da Fifa pelo quarto ano consecutivo, segundo lista divulgada pela organização nesta quarta-feira. Por sua vez, a Seleção Brasileira segue na sexta colocação, como estava em novembro.

Os espanhóis têm 1.564 pontos, seguido de Holanda (1.365), Alemanha (1.345), Uruguai (1.309) e da Inglaterra (1173). O Brasil aparece atrás do English Team, com 1.143, e os argentinos estão na décima posição (1.067).

A Espanha termina como primeira colocada da lista no ano desde 2008, quando desbancou a Argentina. De 2002 a 2006, a honra coube justamente ao Brasil.

Segundo a Fifa, a equipe que mais evoluiu foi o País de Gales, atual 48ª colocada. A nação, que subiu duas posições em relação a novembro, somou 330 pontos nesta temporada de 2011 – na qual foram realizadas 1.046 partidas entre seleções.

Já Samoa Americana, que venceu seu primeiro jogo em eliminatórias de Copa do Mundo, pulou 18 postos e é o 186° colocado.

O primeiro ranking da Fifa de 2012 sai no dia 18 de janeiro, mas não deve ter mudanças significativas porque as seleções ainda não entraram em campo para a disputa de amistosos.

Confira os dez primeiros colocados do ranking da Fifa no final de 2011:

1. Espanha 1.564 pontos
2. Holanda 1.365
3. Alemanha 1.345
4. Uruguai 1.309
5. Inglaterra 1.173
6. Brasil 1.143
7. Portugal 1.100
8. Croácia 1.091
9. Itália 1.082
10. Argentina 1.067

globo

Comments (0)

Brasil enfrenta a Espanha por vaga inédita na semifinal do Mundial Feminino de Handebol

Tags: , , ,

Brasil enfrenta a Espanha por vaga inédita na semifinal do Mundial Feminino de Handebol

Posted on 14 dezembro 2011 by hugo

Será um passo a mais no sonho de colocar o país no mapa mundial do esporte, diz técnico.

Mourten Soubak diz que, por enquanto, a vaga na semifinal é apenas um sonho para a seleção brasileira feminina de handebol.

Paulo, as brasileiras terão alcançado parte de um sonho, segundo o técnico Morten Soubak, o dinamarquês-brasileiro que conduz a seleção. A partida, eliminatória, pelas quartas de final, será às 20h, no ginásio do Ibirapuera.

Técnicos empurram favoritismo

Será o fecho da rodada que começa às 11h45 com Rússia e França (que fizeram a final do último Mundial, na China 2005, com ouro das russas pela terceira vez seguida), e ainda tem, às 14h30, Angola e Dinamarca, e às 17h15, Croácia e Noruega – de onde sairia a adversária do Brasil na semifinal.

Mas o técnico Morten não pensa adiante. É realista e se diz até irritado, pela ansiedade de conseguir que o handebol ganhe mais força no país.

- O Brasil não é favorito. O Brasil não tem nada ainda de handebol: nem tevê, nem uma escola, mais jogadoras, nada. O que temos é um sonho. E vencendo a Espanha teremos dado um passo a mais para entrar no mapa mundial do handebol.

A resposta foi ao técnico espanhol Jorge Dueñas de Galarza, que colocou o Brasil como favorito primeiro pelo nível técnico alto em que está jogando e segundo pelo “ambiente a seu favor”. Chegar às quartas era seu primeiro objetivo, falou – agora, é buscar algo maior.

A defesa das duas seleções vem sendo destacada neste Mundial e Galarza disse não aspirar a nada sem isso. Também não vê o Brasil como surpresa nas quartas de final – mesmo porque ganhou todas as suas partidas até então e mostrou sua força.

- A Espanha tem jogo diferente de muitos países, tem velocidade. Mas acho que o espírito de nossas jogadoras é que supera algumas carências do time, como a menor média de altura.

Morten não leva em conta o amistoso ganho sobre as espanholas por 28 a 24, na preparação para este Mundial, porque as rivais haviam acabado de chegar e “era um amistoso”.
- As oito seleções que seguem neste Mundial são muito fortes e não vejo favoritos nem do lado A nem do B.

Sobre duas “intrusas” – as seleções de Brasil e Angola – entre as europeias, nas quartas de final, Morten observou que é importante essa chegada.
- Mas temos de destacar que foi por mérito.

Para ele, é importante Brasil e Angola entre as oito do mundo, para o handebol crescer fora da Europa.

- Só que falta investimento. Falta muita coisa, ainda.

R7

Comments (0)

Brasil vence o clássico contra Espanha e se garante na semi

Tags: , , ,

Brasil vence o clássico contra Espanha e se garante na semi

Posted on 07 dezembro 2011 by hugo

O Brasil está classificado para a semifinal do 2º Torneio Mundial Feminino de Futsal. A vaga veio com a vitória sobre a rival Espanha, por 2 a 1, na noite desta terça-feira (6/12), no ginásio Paulo Sarasate, em Fortaleza (CE). As brasileiras assumiram a liderança isolada do grupo A, com seis pontos, três a mais que as espanholas e venezuelanas.

Nesta quarta-feira (7/12), as sul-americanas enfrentam Angola, às 20 horas (horário local), dependendo de um empate para confirmar o primeiro lugar da chave. Já a Espanha encara a Venezuela, às 16 horas, em um confronto direto pela segunda vaga do grupo para a semifinal da competição.

Desde os primeiros movimentos as brasileiras pressionaram em busca do gol. Após algumas chances, Jessiquinha conseguiu furar o bloqueio defensivo rival, após o avanço pela ala esquerda ela chutou forte e rasteiro, vencendo a goleira Sonia Bernal, aos 8min33.

As espanholas, no entanto, responderam rápido. Após a cobrança de um escanteio, Sara Moreno chutou de fora da área e balançou as redes da meta defendida por Jozi, aos 9min28. Após o gol, as européias conseguiram encaixar a marcação e dificultaram as ações para as brasileiras.

As anfitriãs, porém, conseguiram voltar ao comando do placar aos 15min16, quando Vanessa acertou um belo chute de fora da área, fechando a contagem da primeira etapa: 2 a 1. Na metade final do confronto, a partida seguiu equilibrada. As ibéricas se lançaram mais ao ataque, enquanto o Brasil tentava ampliar o marcador para garantir de vez o triunfo.

À medida que o tempo avançava a tensão aumentava, inclusive com as duas equipes disputando os minutos finais com os respectivos limites de faltas no segundo tempo estourados.

Faltando26 segundos para o final da partida, a Espanha teve uma chance de empatar, em um tiro livre da marca dos dez metros, mas Sara Iturriaga mandou contra a trave esquerda da goleria Giga, confirmando o triunfo verde-amarelo.

“Trabalhamos para ganhar, mas a bola foi caprichosa e não quis entrar. Foi uma grande partida, as duas equipes marcaram muito bem e o segundo gol do Brasil é para se aplaudir. Fizemos um bom jogo na defesa e também no ataque, mas, como já disse a bola insistiu em não entrar”, comentou o técnico espanhol, Arsênio Pascual.

A ala brasileira Vanessa, autora do tento que deu o triunfo às donas da casa, falou sobre as dificuldades para vencer as rivais. “Ficamos felizes pela vitória, mas não pelo segundo tempo. Nossa equipe se propôs a marcar, e nosso ataque não esteve muito qualificado. O que importa são os três pontos e, a partir de agora, não dá mais para errar”.

cbfs

Comments (0)

sub-20 ignora ‘maldição’ dos pênaltis e vai à semi

Tags: , ,

sub-20 ignora ‘maldição’ dos pênaltis e vai à semi

Posted on 15 agosto 2011 by hugo

A “maldição” dos pênaltis nas quartas de final não assombrou a Seleção Brasileira sub-20. Em um jogaço contra a Espanha, a garotada treinada por Ney Franco bateu a Espanha nas cobranças por 4 a 2, após empate de 2 a 2 em Pereira, e avançou para a semifinal do Mundial na Colômbia. Destaque para o goleiro Gabriel, do Cruzeiro, que pegou dois chutes da Fúria na decisão por penais. O técnico Mano Menezes acompanhou de perto, em uma área vip do Estádio Hernán Ramírez Villegas.

Agora, o Brasil vai pegar o México na próxima quarta-feira, também em Pereira, às 22h (de Brasília). No último Mundial feminino, as brasileiras caíram nas quartas, nos pênaltis, para os Estados Unidos. A “maldição” se repetiu na Copa América: a Seleção de Mano perdeu para o Paraguai nas cobranças, também nas quartas.

O primeiro gol foi do são-paulino Willian, aos 35 do primeiro tempo. O atacante Rodrigo (brasileiro naturalizado espanhol, filho do ex-lateral-esquerdo do Flamengo Adalberto) empatou aos 11 do segundo. Na prorrogação, o cruzeirense Dudu colocou o Brasil na frente, mas Vazquez, artilheiro do Mundial, deixou tudo igual de novo. Na disputa de pênaltis, Gabriel defendeu as cobranças de Amart e Vazquez e garantiu a Seleção na semifinal (o outro confronto será entre Portugal e França, também na quarta).

Espanha domina 30 minutos, mas é o Brasil quem sai na frente…

O Brasil experimentou pela primeira vez no Mundial Sub-20 o que era realmente ser dominado. Foi assim nos primeiros 30 minutos da etapa inicial, quando os espanhóis chegaram a ficar com 70% da posse de bola – o primeiro tempo encerrou-se com 59%. Com dificuldades até para conseguir uma simples sequência de passes, os brasileiros viram a Fúria se sentir à vontade, ainda que a forte chuva tenha atrapalhado um pouco o espetáculo. Mas quem disse que o futebol respeita a lógica ou mesmo a matemática?

Mano Menezes viu de perto a partida entre Brasil e Espanha (Foto: Victor Canedo/Globoesporte.com) Bastaram 15 minutos finais de lucidez para a Seleção Brasileira mostrar por que é considerada favorita além da camisa que veste. O colorado Oscar, Coutinho e o são-paulino Henrique passaram a tramar bem as jogadas e o gol saiu com naturalidade, em um contra-ataque que surpreendeu a Espanha. Aos 35, o meia do Internazionale de Milão avançou e rolou para o atacante, que chutou colocado. A bola bateu no travessão e quicou na linha, mas Willian estava no rebote para garantir: 1 a 0. O juiz deveria ter assinalado impedimento, mas validou o lance.

Superior, o Brasil aproveitou o momento e quase ampliou aos 38. Henrique recebeu na área e cruzou rasteiro. A defesa se enrolou, mas conseguiu afastar a bola. Sete minutos depois foi a vez de o volante Fernando quase marcar. Um desvio providencial da zaga espanhola impediu.

Antes, no entanto, o que se viu foi uma pressão que só não mexeu com o placar graças às boas defesas de Gabriel. O goleiro salvou o Brasil em ao menos três oportunidades, em finalizações de Oriel Romeu, Tello e, principalmente, o brasileiro naturalizado Rodrigo, que deu muito trabalho ao sistema defensivo canarinho. O camisa 10 espanhol, Sergio Canales, também foi outra figura perigosa.

Brasileiro empata… para a Fúria

Casemiro, que já fazia função mais defensiva que a usual, alinhou-se entre Juan e Bruno Uvini no retorno ao segundo tempo, como um terceiro zagueiro. A Espanha tinha mais um atacante em campo e estava determinada a ir para cima. Aos 5, Isco recebeu no lado esquerdo da grande área e chutou nas redes laterais. Mas a formação tática espanhola mais ofensiva oferecia bons espaços ao Brasil. Aos 7, Oscar avançou em novo contra-ataque e finalizou rasteiro, com muito perigo.

Era lá e cá. E, em outro ataque da Fúria, saiu o empate. Aos 11, Mallo cruzou da direita e Rodrigo se antecipou à marcação para anotar de cabeça. Nascido e criado no Rio de Janeiro até os dez anos, o atacante fez muita festa na comemoração.

As equipes seguiram se revezando nas chances de gol. A torcida, empolgada, gritava olé a cada bonito lance de ambos. Aos 17, Juan foi até o ataque e cruzou para Danilo. A cabeçada saiu por cima, com perigo. Quatro minutos depois, Koke recebeu livre, mas Gabriel impediu a virada em linda defesa com os pés.

Daí em diante, talvez por precaução, os dois times adotaram postura mais cautelosa. No Brasil, a entrada de Negueba deu novo gás, mas o panorama não se modificou. Sinal de prorrogação.

O Brasil precisou de nove minutos na prorrogação para fazer o segundo gol. Dudu tabelou com Henrique, entrou na área e bateu na direita do goleiro Pacheco: 2 a 1, com direito a bela troca de passes entre os brasileiros.

Mas a Espanha só precisou de mais dois minutos para empatar de novo: Planas entrou pela esquerda e cruzou, a bola passou pela defesa brasileira e Vázquez, que havia substituído Rodrigo no final do segundo tempo, bateu para marcar seu quinto gol na competição e deixar 2 a 2 no placar. O espanhol é o artilheiro do Mundial Sub-20.

Aos quatro do segundo tempo extra, Negueba fez uma linda jogada na área adversária ao dar um chapéu em Planas, mas a zaga conseguiu cortar. O lance animou a Seleção, que depois teve boa chance com Gabriel Silva, que chutou de fora da área perto da trave. O Brasil até tentou, mas o destino era a decisão por pênaltis.

Destaque da Seleção na partida, Gabriel começou bem a disputa de pênaltis e defendeu a cobrança de Amat, a primeira da Espanha. Casemiro bateu em seguida e marcou, no meio: 1 a 0 para o Brasil. O segundo espanhol a cobrar foi Roberto, que cobrou bem, também no meio, e fez. Danilo deu um susto: acertou o travessão, mas a bola quicou e entrou. Brasil 2 a 1.

Capitão da Fúria, Bartra chutou no canto direito, e Gabriel caiu para o esquerdo: 2 a 2. O atacante Henrique bateu com força na direita também e fez o terceiro do time de Ney Franco. Artilheiro do Mundial, Vázquez deu uma paradinha, chutou no meio, Gabriel pegou com os pés, a bola bateu no travessão e saiu: 3 a 2 para o Brasil no placar. A cobrança decisiva ficou com Dudu, que não desperdiçou e fez o quarto, garantindo o Brasil na semifinal do Mundial, contra o México.

BRASIL 2 (4) X (2) 2 ESPANHA Gabriel, Danilo, Bruno Uvini, Juan e Gabriel Silva; Fernando, Casemiro, Oscar (Allan) e Philippe Coutinho (Dudu); Henrique e Willian (Negueba). Pacheco, Mallo, Batra, Planas e Amat; Romeu, Koke e Canales (Pacheco); Isco, Tello (Roberto) e Rodrigo (Vázquez).

Técnico: Ney Franco Técnico: Julen Lopetegui

Gols: Willian, aos 35 do primeiro tempo; Rodrigo, aos 11 do segundo tempo; Dudu, aos nove do primeiro tempo da prorrogação; Vázquez, aos 11 do primeiro tempo da prorrogação

Cartões amarelos: Willian, Henrique (Brasil); Isco, Vázquez (Espanha)

Estádio: Hernán Ramírez Villegas.

Árbitro: Walter Lopez (GUA). Assistentes: Hermenerito Leal (GUA) e Gerson López (GUA)

Globo

Comments (0)

CBF anuncia amistosos da seleção com Espanha e Itália

Tags: , , ,

CBF anuncia amistosos da seleção com Espanha e Itália

Posted on 06 julho 2011 by hugo

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) confirmou na terça-feira (5) que a seleção brasileira fará amistosos contra as duas últimas campeãs mundiais, Espanha e Itália, em outubro e novembro de 2011. Antes disso, o time do Brasil encara a Alemanha, em agosto, em Stuttgart, e faz dois confrontos de ida e volta com a Argentina em setembro.

Enfrentar adversários fortes era uma reivindicação do próprio Mano Menezes. Nestes testes, porém, o desempenho brasileiro não tem sido o esperado. Desde que o treinador assumiu o cargo, logo depois da Copa na África do Sul, o Brasil enfrentou três seleções de ponta do futebol mundial: empatou com a Holanda e perdeu para Argentina e França.

Mas, antes de pensar nos amistosos que terá no segundo semestre, a seleção brasileira busca recuperação na Copa América. Depois do decepcionante empate sem gols com a Venezuela, no último domingo (3), o time volta a campo no sábado, quando enfrenta o Paraguai, em Córdoba, na Argentina, pela segunda rodada da competição.

R7

Comments (0)

Espanha vence e quebra hegemonia brasileira no Grand Prix

Tags: , , , , ,

Espanha vence e quebra hegemonia brasileira no Grand Prix

Posted on 25 outubro 2010 by hugo

O ginásio Newton de Faria, em Anápolis (GO), ficou em silêncio no fim da manhã de domingo (24/10). A Espanha derrotou o Brasil por 2 a 1 na final do 6º Grand Prix de Futsal e calou os mais de seis mil torcedores que compareceram para assistir a decisão do torneio.

Com a vitória, os espanhóis quebram a hegemonia brasileira na competição, pois, nas cinco edições anteriores, o time verde e amarelo tinha vencido todas. Além disso, a Fúria devolve a derrota na final da Copa do Mundo de Futsal de 2008, quando o Brasil saiu vencedor.

No jogo, os primeiros minutos foram de muito estudo por parte das duas equipes. Brasileiros e espanhóis foram cautelosos e optaram por administrar a posse de bola, sem arriscar muito no ataque. Na primeira grande chance do jogo, a Fúria abriu o placar. Aos 5min53, o pivô Alemão carregou a bola livre pelo meio e tocou para o ala Rafa Usín, que chutou na saída de Tiago para marcar o gol.

O Brasil tentou responder imediatamente, mas encontrava dificuldades para achar espaços na defesa adversária. A solução foi pressionar a saída de bola para evitar os perigosos ataques da Fúria e tentar pegar o rival desorganizado. No entanto, quando os brasileiros tinham a posse, sofriam com os passes errados. Nos dez primeiros minutos, foram 12 contra apenas quatro dos espanhóis.

Por outro lado, a Espanha aproveitava a tranqüilidade de estar vencendo a partida. Organizada, a equipe teve chances de aumentar a vantagem em três oportunidades. Em duas, Tiago fez boas defesas e evitou o gol. Quando o goleiro brasileiro esteve batido, o chute por cobertura do fixo Aicardo tocou no travessão e voltou para a quadra. No rebote, Pola mandou para fora.

A quatro minutos do fim, os brasileiros tiveram a chances de empatar quando o goleiro Luís Amado entrou com o pé alto sobre o ala Falcão, e o árbitro marcou tiro livre indireto. Na cobrança, o ala Ari rolou a bola para Falcão, que chutou rasteiro, mas a defesa espanhola conseguiu afastar.

Se o Brasil tinha a posse e não aproveitava, a Espanha criava chances até em lances no campo de defesa. Aos 15min51, o fixo Ortiz recebeu a bola e, ainda perto da área do goleiro ibérico, percebeu Tiago adiantado. Com um chute perfeito, o espanhol encobriu o arqueiro brasileiro, que ainda viu a bola tocar no travessão antes de entrar.

Segundo tempo

Para o segundo tempo, o Brasil voltou diferente. O técnico Marcos Sorato colocou o pivô Vander Carioca para se infiltrar na defesa espanhola. No primeiro lance, a mudança tática funcionou e o fixo Carlinhos saiu livre com Luis Amado, mas tocou para fora. A pressão continuou, e o Brasil chegou a acertar a trave, mas não marcou.

Avançando cada vez mais, o Brasil correu riscos, mas, aos 27min04, o time verde e amarelo chegou ao primeiro gol. O ala Fernandinho recebeu passe no meio e partiu para cima de três espanhóis. Na saída do goleiro Luis Amado, o brasileiro bateu no ângulo e fez explodir a torcida no ginásio Newton de Faria.

Empurrado pelos mais de seis mil torcedores, o Brasil encurralou a Espanha, que reforçou o sistema defensivo para segurar o resultado. Com boas chances de marcar, especialmente em finalizações de longa distância, o time verde amarelo só não empatou por causa de duas boas defesas de Luis Amado em chutes de Carlinhos e Wilde.

Com poucos mais de quatro minutos para o fim, o Brasil levou o jogo às últimas conseqüências quando entrou com Falcão de goleiro-linha. Apesar da pressão, os brasileiros pararam mais uma vez em Luis Amado e na defesa espanhola. Após o apito final, houve muita comemoração espanhola e, reconhecendo a luta dos jogadores, a torcida gritou “Brasil, Brasil”.

cbfs

Comments (0)

Brasil e Espanha medem forças neste domingo CBFS

Tags: , , , , ,

Brasil e Espanha medem forças neste domingo CBFS

Posted on 24 outubro 2010 by hugo

Um clássico mundial foi reservado para a final do 6º Grand Prix de Futsal. Brasil e Espanha confirmaram o favoritismo e depois de vencerem todas as partidas nas fases anteriores disputam o título da competição. A final será realizada às 10 horas deste domingo (24/10), no ginásio Newton de Faria, em Anápolis (GO).

São oito títulos mundiais em jogo. Os brasileiros são hexacampeões, enquanto os espanhóis foram campeções em 2000 e 2004. O Brasil também leva vantagem no retrospecto geral entre as duas equipes, que registra 26 jogos, com 14 vitórias brasileiras, cinco empates e sete triunfos espanhóis. Os brasileiros marcaram 100 gols e sofreram 76.

O técnico brasileiro, Marcos Sorato, ressaltou o equilíbrio entre as duas seleções o garante um grande jogo neste domingo. “Nos últimos dez confrontos foram 4 vitórias da Espanha, 3 do Brasil e 3 empates. As vitórias foram sempre com um gol de diferença. Isso demonstra que a rivalidade é máxima e a igualdade também”, disse.

Mais uma prova do equilíbrio é que a última derrota de cada equipe foi para o rival. O Brasil está invicto há 163 partidas e perdeu pela última vez para a Espanha, por 1 a 0, no dia 08 de dezembro de 2005, em um amistoso realizado em Goiânia (GO). Já a Espanha está invicta há 82 jogos e a última derrota ocorreu no dia 11 de dezembro de 2005, quando o Brasil venceu por 2 a 1.

Para a final do GP as duas equipes contam com o elenco completo. O Brasil terá o reforço do seu principal jogador, o ala Falcão, que ficou fora das duas últimas partidas. O atleta treinou neste sábado e prometeu participar do duelo. Além da busca pelo título, a disputa pode ser ainda mais especial para Falcão, pois ele já marcou 299 gols com a amarelinha e espera chegar ao gol de número 300.

A Espanha também treinou neste sábado em Goiânia e não tem problemas para a decisão. O técnico espanhol afirmou que a definição do vencedor vai depender principalmente do início do jogo. “Tudo vai depender do início da partida. Pode ser que o jogo seja muito fechado ou muito aberto. A única certeza é que vai ser muito difícil”, disse Venancio López.

O Brasil foi campeão nas cinco edições do Grand Prix, que não tiveram a participação espanhola. O treinador Marcos Sorato conta com o apoio da torcida para que os brasileiros superem os europeus e levem o sexto título seguido da competição.

“Acho que é um jogo altamente tático, de respeito mútuo e as equipes se conhecem bastante. A gente espera que a torcida faça a diferença, assim como o nosso querer ganhar”, disse Sorato.

Fonte: CBFS.

Comments (0)

espanha_campeamundial

Tags: , , ,

Título inédito e sofrido: Espanha vence Holanda na prorrogação

Posted on 12 julho 2010 by hugo

Um título que nunca havia sido conquistado jamais viria facilmente. Ainda mais para uma seleção que sempre teve a fama de fracassar na hora H. Amarelona? Não. Sua cor é vermelha. E o título finalmente veio. Para a torcida da Espanha, pareceu que nunca viria. Noventa minutos que viraram 120. Ou melhor, 115, quando Iniesta estufou a rede e tirou da garganta um grito entalado há uma eternidade. Uma conquista com direito a 0 a 0 no tempo normal, 1 a 0 sobre a Holanda na prorrogação, desabafos, choro… A primeira Copa do Mundo na África viu nascer o oitavo campeão da história. A partir deste domingo, a Espanha pode colocar uma estrela no peito e exibir para o planeta que amarela é a cor da taça na mão dos seus jogadores.

A história dessa nova campeã mundial não começou no Soccer City. No início tinha outro técnico, Luis Aragonés, e quase os mesmos jogadores. O time vencedor da Eurocopa de 2008 transformou a Espanha na seleção a ser batida. O treinador mudou, entrou Vicente del Bosque, e voltou a decepção: fracasso na Copa das Confederações, derrota na estreia do Mundial contra a Suíça. Mas o time que melhor toca a bola no planeta deu a volta por cima. E termina 2010 no topo.

Para a Holanda, que já chegara à final em 1974 e 1978, fica a decepção de acumular seu  terceiro vice-campeonato em Copas do Mundo. E, desta vez, após vencer todos os jogos das eliminatórias e da trajetória na África do Sul.

As duas equipes começaram o jogo com as formações que venceram na semifinal. Assim, Fernando Torres continuou no banco da Espanha, e Pedro foi titular no ataque. E o artilheiro David Villa ficou preso entre os zagueiros, com pouca mobilidade. A Laranja contou com sua força máxima, do 1 a 11, com as estrelas Sneijder e Robben presentes.

A Fúria conseguiu ter mais posse de bola, do jeito que gosta, durante os primeiros 90 minutos: 57%. Mas não conseguiu marcar nos 12 chutes que teve, enquanto a Laranja tentou nove. Pela primeira vez desde 1994, quando o Brasil bateu a Itália nos pênaltis, a final terminou com 0 a 0 e foi para a prorrogação. Com o Soccer City lotado pela segunda vez no Mundial (84.490 torcedores, mesmo público da partida de abertura), Espanha e Holanda fizeram a final com o maior número de cartões amarelos da história: 13. Ainda teve um vermelho para Heitinga, na prorrogação.

Cinco cartões amarelos e poucas chances

Quem esperava o futebol arte se decepcionou nos primeiros 45 minutos. Sabe aquela Espanha que toca bem a bola e a Holanda fatal nos contra-ataques? Não entraram em campo. As duas seleções deram vez a uma faceta mais violenta, que ainda não haviam mostrado na Copa: foram cinco cartões amarelos, sendo que pelo menos um merecia a expulsão – Heitinga deu uma voadora no peito de Xabi Alonso.

A Fúria chegou à partida com 81% de aproveitamento em passes certos. Mas no primeiro tempo teve 75%, errando toques bobos. A Laranja foi bem pior: 55% de acerto. A primeira boa jogada foi espanhola. Sempre perigoso nas cobranças de falta, Xavi cobrou uma na cabeça de Sergio Ramos, que, da marca do pênalti, obrigou Stekelenburg a fazer grande defesa, aos quatro minutos. Aos sete, a Holanda deu o primeiro chute a gol com Kuyt, de fora da área, nas mãos de Casillas.

Pela direita, a Fúria conseguia bons ataques e quase marcou um golaço aos dez: Iniesta achou Sergio Ramos, que entrou na área, pedalou para cima de Kuyt e bateu cruzado, mas Heitinga tirou perto da linha. Um minuto depois, em novo cruzamento da direita, David Villa pegou de primeira de canhota e acertou a rede por fora, fazendo alguns torcedores até comemorarem.

Aos 34 minutos, um lance inusitado quase resultou em gol para a Holanda. Após o jogo parar para atendimento médico, Heitinga resolveu devolver a bola para Espanha e chutou, do seu campo, em direção a Casillas. A bola quicou na frente do goleiro, que teve que se esticar para tocar nela e colocar para escanteio (veja no vídeo ao lado).

O time de Bert van Marwijk passou a gostar mais do jogo e a procurar o ataque na segunda metade do primeiro tempo. De pé em pé, a bola chegou a Mathijsen na área, aos 36, mas o zagueiro furou feio e desperdiçou boa oportunidade. Aos 45, mais uma boa troca de passes e Robben, do bico direito da área, arriscou e acertou o cantinho esquerdo de Casillas, que conseguiu salvar.

Oportunidades claras não tiram o zero do placar

As equipes voltaram para o segundo tempo sem substituições. Com dois minutos, a Espanha tentou sua famosa jogada de escanteio, que faz sucesso no Barcelona e valeu até a vitória na semifinal sobre a Alemanha: Xavi cruzou, Puyol subiu e encostou de leve na bola, mas Capdevila furou na pequena área.

A Laranja apostou nos contra-ataques e chegou duas vezes perto de Casillas. Mas Xavi chegou ainda mais perto do gol: em cobrança de falta aos nove, a bola passou rente ao travessão. Aos 15, Vicente del Bosque fez a primeira substituição da partida, mexendo no ataque: tirou Pedro e pôs Navas. Mas quem entrou de verdade no jogo foi Sneijder. Até então sumido, o camisa 10 criou a melhor chance até então: aos 18, o craque acertou um lançamento perfeito para Robben entre dois zagueiros espanhóis. O atacante do Bayern de Munique invadiu a área, cara a cara com Casillas, e chutou, mas a bola bateu no pé do goleiro e foi para escanteio.

Aos 24, foi a vez de a Espanha desperdiçar a sua melhor oportunidade na final: Navas cruzou da direita rasteiro, Heitinga cortou mal, e a bola ficou com Villa, na pequena área, mas o chute bateu na zaga e foi para escanteio, por cima. Aos poucos, a Espanha voltou a controlar o jogo. E a velha estratégia de apelar para o cruzamento de Xavi voltou a ser utilizada: aos 31, ele bateu cruzamento na cabeça de Sergio Ramos, que, livre e de cara para Stekelenburg, concluiu para fora. Um lance parecido ao gol de Puyol contra a Alemanha na semifinal.

Robben igualou o placar de oportunidades claras perdidas ao ficar novamente sozinho diante de Casillas, aos 38 minutos, depois de ganhar de Puyol na corrida. O goleiro saiu bem e evitou o drible, e o holandês reclamou de forma acintosa de falta do zagueiro, recebendo o nono cartão amarelo do jogo. Com os ataques em um mau dia, os 90 minutos terminaram com 0 a 0.

Iniesta marca e vira o herói

A prorrogação começou com o mesmo panorama da segunda etapa, com gols sendo desperdiçados. Fabregas, que substituíra Xabi Alonso, recebeu ótimo passe de Iniesta e chutou para defesa salvadora de Stekelenburg com o pé. No lance seguinte, foi a vez da Holanda: Casillas saiu mal do gol em cobrança de escanteio, e Mathijsen não aproveitou, cabeceando para fora.

Iniesta comemora o gol da vitória, mostrando
camisa em homenagem a Dani Jarque

A Espanha chegava com mais frequência e mais perigo. Iniesta tentou um drible em vez de um chute e perdeu boa chance. Jesus Navas preferiu o caminho oposto e concluiu mesmo com Van Bronckhorst  à sua frente. A bola bateu nele e na rede pelo lado de fora, arrancando um sorriso do goleiro Stekelenburg.

Os treinadores fizeram suas últimas substituições na tentativas de tirar o zero do placar. Bert van Marwijk pôs Van der Vaart e Braafheid nos lugares de De Jong e Van Bronckhorst, e Vicente del Bosque trocou o artilheiro Villa por Torres. O holandês ganhou um motivo para se preocupar quando o zagueiro Heitinga recebeu o cartão vermelho após falta em Iniesta.

O gol, que teimava em não sair, veio aos dez minutos do segundo tempo da prorrogação. Começou com jogada valente de Jesus Navas, que correu em direção ao ataque, teve sequência com troca de passes, até Fabregas dar a assistência para Iniesta chutar cruzado. Na comemoração, exibiu camisa em homenagem a Dani Jarque, capitão do Espanyol que morreu no ano passado, aos 26 anos. Casillas já chorava em campo mesmo antes do apito final, consciente de que fazia parte da história do futebol espanhol.

globo

Comments (0)

Holanda x Espanha: final vale a entrada no clube dos campeões

Tags: , , , , ,

Holanda x Espanha: final vale a entrada no clube dos campeões

Posted on 11 julho 2010 by hugo

É um jogo que vale título e a oitava carteirinha no clube de campeões mundiais. Entre fracassos e decepções, Espanha e Holanda ganharam a fama de convidados que sempre saíam mais cedo da festa. Chegavam bonitos, confiantes, mas nunca dançavam com a moça mais cobiçada. Neste domingo, a moça estará lá, a taça da Copa do Mundo, à espera de seu novo dono. Para conquistá-la, os dois lados usam o mesmo charme, estilo de futebol semelhante. Toque de bola, capricho – às vezes exagerado – nas conclusões, jogo ofensivo. O baile no Soccer City começa às 15h30m (de Brasília), mas não terá hora, sequer data, para acabar em um canto da Europa.

Após esta partida, um deles alcançará outro patamar no futebol mundial, com ingresso para o grupo que já tem os campeões Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Inglaterra, Uruguai e França. E ainda deve deixar sua marca pelos próximos quatro anos. A Copa é um torneio que costuma criar tendências. O campeão vira referência, com estilo de jogo copiado por seleções, clubes e times de várzea. Os dois volantes de Carlos Alberto Parreira em 1994, por exemplo, transformaram-se em uma epidemia no futebol brasileiro depois do tetra. Mas 2010 viveu um fenômeno diferente, refletido na decisão deste domingo: os técnicos Vicente del Bosque e Bert van Marwijk admitem que construíram suas equipes inspiradas no Barcelona. Chegaram à final com um futebol parecido. E assumem isso.

- As duas seleções estão muito bem organizadas e trabalharam segundo sua própria mentalidade. São dois times muito estáveis, dois dos melhores desta Copa. E para isso é importante sublinhar a palavra equipe – analisou o comandante holandês.

- São times de muita qualidade, jogadores muito parecidos, com um estilo igual. Não tem muita diferença entre uma equipe e outra – completou Del Bosque.

Na Laranja, Van Marwijk já disse que tenta copiar o esquema do Barça, principalmente quando está sem a bola: quer os atacantes marcando, como Messi e Ibrahimovic. Cria do Real Madrid, o técnico espanhol deixou a rivalidade clubística de lado e fez da Espanha uma “filial” do clube catalão: sete atletas comandados por Pep Guardiola (incluindo o recém-contratado David Villa) estão entre os titulares, repetindo a escalação que venceu a sempre favorita Alemanha na semifinal.

- Tenho consciência de que a Espanha sempre buscou um futebol atrativo e competitivo. Desde que estou na seleção, buscamos esse perfil. A Holanda se aproxima do futebol que a Espanha faz. Temos que cuidar dos detalhes – afirmou Xavi, craque da Fúria e do Barça.

Sem sucesso em Copas, Espanha e Holanda são potências entre clubes. Nos últimos dois anos, o Barcelona ganhou a Liga dos Campeões, a Copa do Rei, o Mundial e duas vezes o Campeonato Espanhol. O Real Madrid é o maior campeão europeu, com nove taças. O Ajax tem quatro títulos da Champions, enquanto Feyenoord e PSV têm um cada. Em sua história, a Fúria tem duas Eurocopas. A Laranja, uma. No Mundial, a seleção holandesa chegou mais perto do topo, sendo vice em 1974 e 1978. A Roja conseguiu no máximo o quarto lugar, em 1950

As donas da bola

O toque de bola é a principal característica das finalistas. A Espanha marcou poucos gols, é verdade – apenas sete em seis jogos. Mas ninguém pode acusá-la de não tentar. Segundo as estatísticas da Fifa, o time lidera o ranking de chutes com 103 tentativas (40 na direção do gol), mais até do que Alemanha e Uruguai, que têm um jogo a mais. A Laranja, dona do segundo melhor ataque (12 gols), chutou 80 vezes, na sétima colocação.

Mas é na troca de passes que a Espanha se destaca nos números. O time de Del Bosque é quem acertou mais toques: 3.387, com 81% de aproveitamento. Do total de 4.206, foram 57 dentro da área e 146 cruzamentos. Nesse quesito, os jogadores da Fúria também se destacam. Entre os oito primeiros, seis são da Fúria. Os alemães Schweinsteiger e Lahm só invadiram as primeiras colocações graças à disputa pelo terceiro lugar. Mas no topo ainda está Xavi (com 464 e 81% de aproveitamento).

- A Espanha jogou muito bem nos últimos anos e não é por acaso que é a favorita. Mas temos confiança. A única coisa que importa na final é ganhar e vamos com fé e crença que isso irá acontecer – afirmou o capitão holandês Giovanni van Bronckhorst.

A Holanda é mais objetiva. Toca bem a bola e consegue colocá-la dentro da rede com mais facilidade. Tem o segundo melhor ataque, com 12 gols em 80 tentativas (sexta posição no ranking de finalizações). A Laranja está em terceiro lugar na lista de acerto de passes (2.434, atrás da Alemanha). No confronto dos artilheiros David Villa e Sneijder, que marcaram cinco vezes, o espanhol aparece como o atleta que mais chutou em direção ao gol na Copa: 16, contra dez do holandês, em sexto.

- Esperamos uma Holanda que gosta de ter a bola, que gosta de atacar. Tomara que seja um jogo bom para a Espanha, que a gente tenha mais a bola e dificulte para a Holanda recuperá-la. Se segurarmos a bola como fizemos contra a Alemanha, teremos muitas chances – disse Villa.

Se conquistar o título, a Espanha, que jogará toda de azul, será a primeira campeã do mundo com derrota na estreia. Após o 1 a 0 para a Suíça, a Fúria conseguiu cinco vitórias seguidas: 2 a 0 em Honduras, 2 a 1 no Chile e 1 a 0 sobre Portugal, Paraguai e Alemanha. Para Del Bosque, a atuação contra os alemães foi a melhor da equipe na Copa. Por isso, deve repetir a escalação com Pedro no ataque, deixando Fernando Torres no banco.

Já a Holanda pode alcançar marca mais relevante: igualar o Brasil de 1970 e se tornar a segunda equipe da história a passar por eliminatórias e Copa do Mundo com 100% de aproveitamento. Com a vantagem de que, se vencer, chegará a 15 triunfos, contra 12 do timaço comandado por Pelé. A caminhada holandesa é tão tranquila que a seleção que entra em campo na final começa na camisa 1 e termina na 11. Sem sobressaltos, sem barrações, a Holanda que termina a Copa é exatamente a que começou, com o reforço de Robben, machucado no princípio da campanha. É a Holanda ideal buscando ser, também, a primeira Holanda campeã mundial.

Fonte: Globo.

Comments (0)

Final tripla para Villa: título, artilharia e marca histórica

Tags: , , ,

Final tripla para Villa: título, artilharia e marca histórica

Posted on 11 julho 2010 by hugo

Imagine o que é jogar uma final de Copa do Mundo, disputar o posto de artilheiro da competição e, de quebra, poder virar o maior goleador da história de sua seleção. É um domingo e tanto para David Villa. O principal destaque da Espanha no Mundial vai a campo para uma final tripla contra a Holanda, às 15h30m (de Brasília) deste domingo, no estádio Soccer City, em Joanesburgo.

Villa é a principal referência de uma Fúria que chega, pela primeira vez, a uma final de Copa do Mundo. Ele tem cinco gols. É o artilheiro do Mundial, ao lado do holandês Sneijder, do alemão Müller e do uruguaio Forlán. E está muito perto de virar o maior goleador da seleção espanhola em todos os tempos. Até este domingo, o posto cabe, exclusivamente, a Raúl, com 44 gols. Villa tem 43.

Mas os números do jogador recém-contratado pelo Barcelona são superiores aos do ídolo do Real Madrid. Raúl disputou 102 partidas pela “Roja”. Tem uma média de 0,43 gol por jogo. Villa foi a campo 64 vezes. A média é de dois gols a cada três partidas – 0,67.

O camisa 7 da versão 2010 da Fúria já é o maior goleador da seleção na história dos Mundiais. Os cinco gols que ele fez na África do Sul foram somados a outros três marcados em 2006, na Alemanha. Assim, ele passou reto por Butragueño, Hierro, Morientes e Raúl, todos com cinco. Na atual Copa, a Espanha só marcou sete vezes. Iniesta fez um, Puyol fez um, e todos os outros ficaram a cargo de Villa.

O jogador prefere valorizar o momento histórico vivido por toda a seleção espanhola, não apenas por ele. Falta um jogo para a atual geração da Fúria nunca ser esquecida. Se acontecer, será a consagração para um atleta que quase viu a carreira encerrada muito precocemente, aos dez anos de idade, quando teve o fêmur fraturado e viu um médico considerar a amputação da perna direita como alternativa.

- Toda a Espanha está torcendo pela seleção. Estamos diante de um dia histórico e desejamos que tudo saia bem, que consigamos ganhar e que todos celebremos quando voltarmos para a Espanha – disse o jogador.

Fonte: Globo.

Comments (0)

Advertise Here
banner-forum-pde
Advertise Here

INFORMAÇÕES