Começou com empate a era Celso Roth no Cruzeiro. Em um jogo com disposição de sobra, mas com bom dutebol de menos, Raposa e Atlético-GO não passaram de um 0 a 0 na noite deste domingo, no Parque do Sabiá, em Uberlândia, na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O Dragão é treinado pelo ex-cruzeirense Adilson Batista, que foi sondado na última semana para voltar ao clube mineiro, mas preferiu ficar em Goiânia.
As duas equipes deixaram a dever na parte técnica, mas criaram boas jogadas, levando os goleiros Fábio e Roberto a terem atuações destacadas. O Atlético-GO foi melhor no primeiro tempo, e o Cruzeiro teve mais presença de ataque no segundo.
Na próxima rodada, o Cruzeiro vai ao Recife, onde enfrenta o Náutico, sábado, às 21h (de Brasília), no Estádio dos Aflitos. O Atlético-GO joga em casa, também no sábado, só que mais cedo, às 18h30m. O Dragão recebe a Ponte Preta, no Serra Dourada, em Goiânia.
Goianos no ataque
O início do jogo foi marcado por bastante estudo entre os dois times. Tanto Cruzeiro quanto Atlético-GO tiveram mais cuidados defensivos do que ofensivos, nos momentos iniciais, mas sem prender o jogo nas duas intermediárias. O esquema tático de ambos era bem parecido, um 4-4-2 com cara de 4-5-1, já que os meias Montillo e Elias faziam a função de segundo atacante.
A iniciativa de buscar o gol partiu primeiramente do Dragão, que aproveitava o buraco nas costas do lateral Marcos e construía a maioria das jogadas pelo setor esquerdo de seu ataque. A aproximação de Bida e a boa movimentação de Diogo Campos criavam espaços e alternativas para os visitantes.
A Raposa, por sua vez, continuava mostrando que não se livrou da dependência no futebol de Montillo. Bem marcado, o argentino pouco produzia, o que deixava a equipe previsível e fácil de ser anulada. O Atlético-GO perdeu duas chances de abrir o placar, com Bida (duas vezes), Elias e Fernando Bob. E Fábio foi responsável por intervenções salvadoras.
As únicas boas chances do time celeste no primeiro tempo só surgiram nos minutos finais. Aos 42, Montillo conseguiu se livrar da marcação, arrancou pela direita e lançou na área. Everton e Charles não aproveitaram. Um minutos depois, Wellington Paulista desperdiçou oportunidade, ao bater de bico,para fora.
Cruzeiro melhor até expulsão
O panorama da partida não foi alterado nos minutos iniciais do segundo tempo. O time do Cruzeiro, sim. Celso Roth perdeu a paciência com o fraco futebol apresentado por Marcos e o substituiu por Diego Renan. Os goianos seguiram ligeiramente melhores, marcando mais presença no campo de ataque. A Raposa continuava sendo regida por Montillo, mas só aparecia com perigo quando o meia escapava da forte marcação.
O Atlético-GO passou a errar muitos passes, o que permitiu ao Cruzeiro crescer na partida. Em menos de cinco minutos, o time mineiro teve três boas chances para abrir o placar, duas com Wellington Paulista e uma com Montillo. A estrela do goleiro Roberto brilhou com duas excelentes defesas.
Depois da metade da etapa final, o Cruzeiro passou a controlar o jogo e a chegar perto da área adversária com mais frequência. Mas, aos 30 de jogo, Anselmo Ramon, que havia entrado menos de 15 antes, foi expulso. Após fazer uma falta em lance normal no meio-campo, o atacante xingou o bandeirinha e recebeu o cartão vermelho. O Dragão cresceu novamente na partida e partiu pra cima, mas sem assustar até o apito final.
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Cruzeiro e Atlético-GO estreiam no Campeonato Brasileiro neste domingo, às 18h30m (de Brasília) e boa parte das atenções das torcidas estarão nos bancos de reservas. Os dois técnicos procurados pelo Cruzeiro durante a semana vão comandar os times. Adilson Batista não aceitou o convite da Raposa. Ele preferiu permanecer no Dragão, alegando questões éticas. O gaúcho Celso Roth, por sua vez, disse sim ao Cruzeiro e faz sua estreia no comando do clube, após duas passagens pelo rival Atlético-MG.
Os números sempre estiveram ao lado do Cruzeiro. Ignorando todas as polêmicas, brigas e confusões, os mineiros tinham no histórico do confronto a sua maior vantagem na final da Superliga, contra o Vôlei Futuro. Neste sábado, como se ainda fosse preciso, a equipe de Belo Horizonte recebeu uma ajuda extra da sorte. Depois de perder um primeiro set tenso, foi buscar a reação, e a virada veio quando Lorena, principal arma dos paulistas, saiu de quadra às lágrimas, reclamando de cãibras na panturrilha direita. Os mineiros não tinham nada com isso. Com atuações brilhantes de William e Maurício, derrotaram os rivais por 3 sets a 1 (24/26, 25/18, 25/13 e 25/19) e conquistaram no ginásio de São Bernardo do Campo seu primeiro título nacional.
Todos os ingressos estavam esgotados com pouco mais de uma hora à venda. Por isso, o ginásio do Riacho, em Contagem, virou uma panela de pressão na noite desta terça-feira. Em quadra e nas arquibancadas, clima tenso e de provocação. Foi nesse ambiente, jogando em casa, que o Cruzeiro derrotou o Minas de virada, por 3 sets a 1 (parciais de 22/25, 25/21, 25/17 e 25/16), e largou na frente nas semifinais da Superliga. O central Acácio foi eleito o melhor jogador da partida.
Depois de perder os dois primeiros sets, equipe da casa cresce em quadra e vence clássico mineiro por 3 sets a 2. Vôlei Futuro bate Rio de Janeiro.
Equipe mineira vence com autoridade em casa, por 3 sets a 0, ganha oitava partida seguida e assume o primeiro lugar da competição.
A participação do Goiânia na Copa São Paulo de Futebol Júnior, em janeiro, depois de 20 anos de ausência, já começa a dar retorno para o clube. O Cruzeiro se interessou pelo zagueiro Ramos, de 16 anos, realizou um período de testes com o jogador e decidiu que vai contratá-lo.
Na partida que abriu a última rodada do primeiro turno, o duelo que definiu o campeão da temporada passada. E, quem saiu de cabeça baixa daquela vez, deu a volta por cima na noite desta terça-feira. Vice-campeão da última edição, o Cruzeiro derrotou o atual campeão Sesi por 3 sets a 2, parciais 25/22, 22/25, 25/21, 20/25 e 15/12) em um jogaço na arena de Contagem.
O Vôlei Futuro queria revanche diante do Cruzeiro, mas não conseguiu. Jogando em casa, o time de Araçatuba não devolveu a derrota na semifinal da última edição da Superliga de Vôlei Masculina e perdeu mais um jogo para os mineiros. Os visitantes venceram a partida, nesta quarta-feira, no tie-break por 3 a 2 (parciais: 21/25, 25/20, 26/24, 14/25 e 15/13). Com a queda, o Vôlei Futuro perdeu a chance de assumir a ponta da competição e segue na vice-liderança, com 19 pontos.

