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Brasil leva a medalha de bronze da Copa do Mundo de judô por equipes

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Brasil leva a medalha de bronze da Copa do Mundo de judô por equipes

Posted on 01 agosto 2010 by hugo

O Brasil havia perdido a chances de disputar o ouro, mas não desperdiçaria a medalha de bronze. Neste sábado, no lotado Centro de Convenções da Bahia, em Salvador, o time brasileiro venceu Portugal por 4 lutas a 0 e garantiu o terceiro lugar no pódio da Copa do Mundo de judô por equipes,  que reuniu oito das principais escolas do judô mundial. O Japão ficou com o título da competição, seguido da Coreia do Sul. Bruno Mendonça (-73kg) abriu o marcador para o Brasil vencendo Jorge Fernandes por yuko. Na luta seguinte, o baiano Maicon França (-81kg) empatou com João Neto. O Brasil fez 2 a 0 com Tiago Camilo, que bateu Diogo Lima por yuko. Na seqüência, Luciano Corrêa (+90kg) levantou a torcida com um ippon em João Taveira. Alex Pombo (-66kg) fechou o placar em 4 a 0 com ippon em Sergiu Oleinic.- O judô é um esporte individual, mas neste tipo de torneio mostra o quanto cada parte do grupo é importante. O torneio por equipes é a prova de quanto cada um precisa do outro no dia a dia – resumiu o campeão mundial Luciano Corrêa.A final entre Japão e Coréia do Sul foi emocionante. Após o empate na primeira rodada entre o japonês Riki Nakaya (-73kg) e o coreano Gui-Man Bang, a Coreia fez 1 a 0 no placar com Ki-Chun Wang (-81kg), que foi favorecido por um golpe inválido de Masahiko Tomouchi. Masashi Nishiyama bateu o coreano, atual campeão mundial, Kyu-Won Lee por wazari. O Japão chegou ao segundo ponto com Yasuyuki Muneta (+90kg), que venceu por ippon Sung-Min Kim. Na última luta, Tatsuaki Egusa e o campeão olímpico Min-Ho Choi empataram.- Gostei da competição e o nível foi muito bom. O Japão teve muita união e estratégia para ser campeão desta Copa do Mundo – analisou o bicampeão mundial Yasuyuki Muneta.
Fonte: Globo.

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Mano Menezes repete discurso de antigos treinadores e quer integração com base

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Mano Menezes repete discurso de antigos treinadores e quer integração com base

Posted on 28 julho 2010 by hugo

Já confirmado também como técnico da seleção brasileira olímpica, o técnico Mano Menezes priorizou em seu discurso de apresentação um bom desempenho nas Olimpíadas de Londres, em 2012. Por conta disso, o treinador, assim como seus antecessores, pregou maior integração entre o time principal e as categorias de base do Brasil. Para não ficar apenas no discurso, o comandante planeja como será essa relação.

Em agosto, enviará Sidney Lobo, seu auxiliar técnico, para observar um torneio que a seleção brasileira sub-19 disputará no Paraguai. Ele quer receber todas as informações possíveis sobre os jogadores, de forma com que isso o ajude tanto no time principal quanto no olímpico, que terá atletas com até 23 anos.

- Nós teremos a presença do Sidney no Paraguai para assistir algumas partidas e acompanhar o desempenho dos jogadores. Gosto disso. Valoriza o trabalho feito na base. Acho que a relação precisa ser mais próxima. Algo não anda bem e precisamos arrumar.

Mano Menezes não quis detalhar o que não anda bem no trabalho de base da seleção brasileira, mas deu um exemplo que pode ajudar a esclarecer seus pensamentos.

- Fizemos um levantamento rápido e, em uma seleção sub-20 recente, somente dois ou três jogadores se firmaram como titulares dos seus times. É um aproveitamento muito baixo. Cabe a nós aproximarmos essa relação.

Por sinal, o treinador deverá valorizar aqueles que já disputaram jogos pelo Brasil em categorias inferiores. Ao comentar as convocações de Paulo Henrique Ganso e Neymar para o amistoso do dia 10 de agosto contra os Estados Unidos, Mano afirmou que são atletas que já tiveram passagens pelas seleções de base. 

Ganso disputou o último Mundial Sub-20, sendo vice-campeão pelo Brasil, enquanto Neymar não brilhou no Mundial sub-17 e viu a seleção ser desclassificada na primeira fase. Os dois torneios foram realizados em 2009.

- Eles estão inseridos dentro de um início de trabalho. O Ganso já foi para seleção de base. Agora, na principal e na olímpica, terá oportunidade de provar tudo o que fez pelo Santos. Assim como o Neymar, que também teve convocações para as seleções inferiores e terá oportunidade na principal.

Fonte: R7.

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AFA confirma que Maradona não é mais o técnico da Argentina

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AFA confirma que Maradona não é mais o técnico da Argentina

Posted on 28 julho 2010 by hugo

A Associação do Futebol da Argentina (AFA) não renovará o contrato de Diego Maradona como técnico da seleção nacional, informou o porta-voz da entidade, Ernesto Cherquis Bialo, nesta terça-feira. Sergio Batista assumirá como treinador interino para os amistosos contra Irlanda e Espanha. Já Carlos Bilardo seguirá como diretor de futebol. O favorito para o cargo é Carlos Bianchi, ex-técnico do Boca Juniors. No fim da noite, torcedores protestaram na sede na AFA, contra a saída de Maradona.

- Com todos os seus integrantes e por unanimidade, o Comitê Executivo da AFA decidiu não renovar o contrato de Maradona – afirmou Bialo em uma breve entrevista coletiva que concedeu na sede da entidade.

Ao explicar a decisão, Bialo comentou apenas que “entre os requerimentos” de Maradona e as possibilidades da AFA de atendê-los havia “uma enorme diferença”. Como uma das condições para permancer no cargo, Maradona havia exigido a manutenção dos seus amigos na comissão técnica da seleção. O técnico também pediu que o ex-jogador Oscar Ruggeri, desafeto de Julio Grodona, presidente da AFA, também trabalhasse na seleção.

Segundo Bialo, a escolha do novo técnico não é um tema que será tratado nesta terça-feira.

- Não existem nomes (para o futuro técnico) na imaginação de nenhum dos dirigentes que participaram hoje na reunião – destacou o porta-voz antes de assegurar que Maradona pode retornar:

- Terá todas as portas desta casa sempre abertas – afirmou.

Trajetória de Maradona como técnico marcada por altos e baixos

Maradona, campeão mundial em 1986 como jogador da Argentina, assumiu a seleção como técnico no final de 2008 após a demissão de Alfio Basile por motivos nunca esclarecidos publicamente e em plenas Eliminatórias para a Copa da África do Sul.

A passagem de Maradona foi marcada por altos e baixos. A Argentina esteve muito próxima de ficar fora do Mundial e precisou de duas vitórias pela vantagem mínima – 2 a 1 no Peru e 1 a 0 no Uruguai – para se classificar na última rodada.

Durante a competição na África do Sul, no entanto, os argentinos começaram jogando muito bem, o que rendeu o rótulo de favoritos, mas a Alemanha freou o ímpeto de Messi e companhia com uma goleada por 4 a 0 nas quartas de final.

O técnico também se envolveu em polêmicas. A primeira foi a renúncia do meia Juan Román Riquelme à seleção, argumentando que não tinha “os mesmos códigos nem a mesma forma de pensar que Maradona”, que dias antes havia feito uma crítica futebolística ao jogador do Boca Juniors.

No final de 2009, foi punido com dois meses de suspensão pela Fifa, depois de atacar a imprensa com gestos obscenos ao conseguir a classificação para a Copa.

Também teve atritos com Carlos Bilardo, e em maio deste ano, antes do Mundial, negou ter conspirado em 2008 para ficar com o cargo de Basile, como chegou a afirmar o filho do antecessor de Maradona.

Embora nunca tenha havido certezas, o mundo futebolístico argentino assegura que Riquelme se referia a essa suposta conspiração quando renunciou à seleção.

Fonte: Globo.

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Imprensa argentina já especula nome do substituto de Maradona

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Imprensa argentina já especula nome do substituto de Maradona

Posted on 27 julho 2010 by hugo

A saída de Diego Armando Maradona do comando da seleção argentina, dado como certa pelo jornal “Olé” nesta terça-feira, fez crescerem as especulações sobre o nome de seu substituto. Um dos mais cotados é Carlos Bianchi, um dos grandes técnicos da história do Boca Juniors, e que já trabalhou em equipes como Roma, Paris Saint-Germain e Atlético de Madri. Pesa contra ele o fato de ter um relacionamento ruim com o presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona.

Entre os treinadores cotados também está Alejandro Sabella, atual técnico do Estudiantes de La Plata e campeão da Taça Libertadores de 2009. O ex-volante Diego Simeone, que disputou mais de cem partidas pela seleção, e que já treinou grandes clubes locais, como River Plate e San Lorenzo, é outro nome na lista de favoritos.

Sergio Batista, que comanda o time sub-20 do país e foi campeão olímpico de 2008, em Pequim, foi especulado, mas disse ao jornal “La Nación” que “se Diego (Maradona) está bem, deve seguir”. Mesmo assim, Batista deve ser o escolhido pela AFA para dirigir a seleção no amistoso com a Irlanda, dia 11 de agosto, caso um novo técnico não seja contratado.

Treinadores como Américo Gallego (que conquistou quatro campeonatos argentinos e recentemente deixou o comando do Independiente), Miguel Russo (que comandou o Boca Juniors no título da Libertadores de 2007) e Ramón Díaz (técnico do San Lorenzo) também são citados pela imprena, mas estariam correndo por fora.

‘Olé’ garante que Maradona está fora

Principal jornal esportivo da Argentina, o diário “Olé” garante na edição desta terça-feira que Maradona não continuará no comando da “Albiceleste”. Com uma foto de Diego na capa, o texto diz que Grondona fez uma proposta que “Diego não poderia aceitar e esté o final de Maradona como técnico da seleção”.

Recentemente, o Pibe disse que só continuaria no cargo se a comissão técnica não fosse desfeita. Ou seja, o ex-camisa 10 queria a garantia que seus amigos Alejandro Mancuso e Hector Enrique continuariam como auxiliares. Além disso, Maradona pedia a contratação do ex-zagueiro Oscar Ruggeri, o que sempre foi negado por Grondona.

Na segunda-feira, Diego se reuniu por duas horas com o presidente da AFA, mas a federação afirmou que o futuro do treinador só será revelado na noite desta terça.

Fonte: Globo.

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Mano avisa que ‘fila anda’ e chama Seleção mais nova que a da Copa

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Mano avisa que ‘fila anda’ e chama Seleção mais nova que a da Copa

Posted on 27 julho 2010 by hugo

Depois de ter a seleção mais velha entre os 32 países que disputaram a última Copa do Mundo, com uma média de 29,3 anos segundo a estatística da Fifa, Mano Menezes iniciou, nesta segunda-feira, a renovação na Seleção Brasileira com um grupo seis anos mais novo. Os 24 jogadores convocados pelo novo treinador formam uma equipe com média de 23,1 anos. Sete atletas têm idade de disputar as Olimpíadas de Londres, em 2012: o goleiro Renan, o lateral Rafael, os meias Sandro e Paulo Henrique Ganso e os atacantes Neymar, André e Alexandre Pato. 

A seleção levada por Dunga para a última Copa do Mundo foi a mais velha da história do futebol brasileiro na competição. Eram nove jogadores acima da casa dos 30, entre eles o lateral Gilberto (34), o volante Gilberto Silva (33), e os zagueiros Lúcio (32) e Juan (31). Já a primeira lista de Mano Menezes há apenas cinco jogadores com mais de 25 anos de idade. Os goleiros Victor e Jefferson e o lateral Daniel Alves são os mais experientes com 27 anos. 

MÉDIA DE IDADE DAS SELEÇÕES
COPA DO MUNDO DE 2010 LISTA DE MANO MENEZES
Julio Cesar 30 Renan 19
Gomes 29 Victor 27
Doni 30 Jefferson 27
Daniel Alves 27 Daniel Alves 27
Maicon 28 Rafael 20
Michel Bastos 26 Marcelo 22
Gilberto 34 André Santos 27
Juan 31 Henrique 23
Lúcio 32 Réver 25
Thiago Silva 25 Thiago Silva 25
Luisão 29 David Luis 23
Gilberto Silva 33 Lucas 23
Josué 30 Ederson 24
Felipe Melo 26 Jucilei 22
Ramires 23 Ramires 23
Elano 28 Carlos Eduardo 23
Kleberson 30 Ganso 20
Julio Baptista 28 Alexandre Pato 20
Kaká 28 Diego Tardelli 25
Robinho 26 Robinho 26
Luis Fabiano 29 André 19
Nilmar 25 Neymar 18
Grafite 31 Sandro 21
MÉDIA DE IDADE 29,3 anos Hernanes 25
    MÉDIA DE IDADE 23,1 anos

- Nesta convocação colocamos sete jogadores com idade para disputar os Jogos Olímpicos de Londres. Isso visando a um trabalho paralelo e buscando prepará-los para o momento quando chegar as Olimpíadas. Acho possível fazer isso. Mesmo quem não jogue vai vivenciar este ambiente de seleção. É algo importante. Vai ver o pensamento do treinador, algo que só o dia a dia permite. Se busca com isso um início de trabalho. Temos que partir de um ponto – disse Mano Menezes.

Ramires era o jogador mais jovem da seleção de Dunga com 23 anos e também faz parte da primeira lista de Mano Menezes. Do elenco que representou o Brasil na África do Sul, apenas o meia do Benfica, Thiago Silva e Nilmar terão menos de 30 anos na Copa de 2014. O atacante, porém, completaria a idade durante o Mundial, já que faz aniversário no dia 14 de julho. Robinho terá 30 anos.

- No futebol, como na vida, a fila anda. Temos que respeitar a idade. Outros estarão mais preparados para ocupar a vaga de quem passou por aqui. Isso vale como regra geral na vida – disse Mano Menezes.

Fonte: Globo.

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3ª Liga Brasileira de Peteca

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3ª Liga Brasileira de Peteca

Posted on 17 julho 2010 by hugo

 

As partidas da 2ª etapa da 3ª Liga Brasileira de Peteca começam hoje, às 10 horas, na arena montada no Buriti Shopping. A primeira etapa foi em Belo Horizonte e a competição terá ainda mais duas etapas, em Brasília e Curitiba. O evento termina amanhã. Entre os competidores goianos de destaque, há três mulheres: Cecília Vieira, Rafaela Agata e Caroline Nery. Os primeiros colocados da etapa se classificam para a próxima, em Brasília.

Fonte: O Popular.

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Holanda x Espanha: final vale a entrada no clube dos campeões

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Holanda x Espanha: final vale a entrada no clube dos campeões

Posted on 11 julho 2010 by hugo

É um jogo que vale título e a oitava carteirinha no clube de campeões mundiais. Entre fracassos e decepções, Espanha e Holanda ganharam a fama de convidados que sempre saíam mais cedo da festa. Chegavam bonitos, confiantes, mas nunca dançavam com a moça mais cobiçada. Neste domingo, a moça estará lá, a taça da Copa do Mundo, à espera de seu novo dono. Para conquistá-la, os dois lados usam o mesmo charme, estilo de futebol semelhante. Toque de bola, capricho – às vezes exagerado – nas conclusões, jogo ofensivo. O baile no Soccer City começa às 15h30m (de Brasília), mas não terá hora, sequer data, para acabar em um canto da Europa.

Após esta partida, um deles alcançará outro patamar no futebol mundial, com ingresso para o grupo que já tem os campeões Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Inglaterra, Uruguai e França. E ainda deve deixar sua marca pelos próximos quatro anos. A Copa é um torneio que costuma criar tendências. O campeão vira referência, com estilo de jogo copiado por seleções, clubes e times de várzea. Os dois volantes de Carlos Alberto Parreira em 1994, por exemplo, transformaram-se em uma epidemia no futebol brasileiro depois do tetra. Mas 2010 viveu um fenômeno diferente, refletido na decisão deste domingo: os técnicos Vicente del Bosque e Bert van Marwijk admitem que construíram suas equipes inspiradas no Barcelona. Chegaram à final com um futebol parecido. E assumem isso.

- As duas seleções estão muito bem organizadas e trabalharam segundo sua própria mentalidade. São dois times muito estáveis, dois dos melhores desta Copa. E para isso é importante sublinhar a palavra equipe – analisou o comandante holandês.

- São times de muita qualidade, jogadores muito parecidos, com um estilo igual. Não tem muita diferença entre uma equipe e outra – completou Del Bosque.

Na Laranja, Van Marwijk já disse que tenta copiar o esquema do Barça, principalmente quando está sem a bola: quer os atacantes marcando, como Messi e Ibrahimovic. Cria do Real Madrid, o técnico espanhol deixou a rivalidade clubística de lado e fez da Espanha uma “filial” do clube catalão: sete atletas comandados por Pep Guardiola (incluindo o recém-contratado David Villa) estão entre os titulares, repetindo a escalação que venceu a sempre favorita Alemanha na semifinal.

- Tenho consciência de que a Espanha sempre buscou um futebol atrativo e competitivo. Desde que estou na seleção, buscamos esse perfil. A Holanda se aproxima do futebol que a Espanha faz. Temos que cuidar dos detalhes – afirmou Xavi, craque da Fúria e do Barça.

Sem sucesso em Copas, Espanha e Holanda são potências entre clubes. Nos últimos dois anos, o Barcelona ganhou a Liga dos Campeões, a Copa do Rei, o Mundial e duas vezes o Campeonato Espanhol. O Real Madrid é o maior campeão europeu, com nove taças. O Ajax tem quatro títulos da Champions, enquanto Feyenoord e PSV têm um cada. Em sua história, a Fúria tem duas Eurocopas. A Laranja, uma. No Mundial, a seleção holandesa chegou mais perto do topo, sendo vice em 1974 e 1978. A Roja conseguiu no máximo o quarto lugar, em 1950

As donas da bola

O toque de bola é a principal característica das finalistas. A Espanha marcou poucos gols, é verdade – apenas sete em seis jogos. Mas ninguém pode acusá-la de não tentar. Segundo as estatísticas da Fifa, o time lidera o ranking de chutes com 103 tentativas (40 na direção do gol), mais até do que Alemanha e Uruguai, que têm um jogo a mais. A Laranja, dona do segundo melhor ataque (12 gols), chutou 80 vezes, na sétima colocação.

Mas é na troca de passes que a Espanha se destaca nos números. O time de Del Bosque é quem acertou mais toques: 3.387, com 81% de aproveitamento. Do total de 4.206, foram 57 dentro da área e 146 cruzamentos. Nesse quesito, os jogadores da Fúria também se destacam. Entre os oito primeiros, seis são da Fúria. Os alemães Schweinsteiger e Lahm só invadiram as primeiras colocações graças à disputa pelo terceiro lugar. Mas no topo ainda está Xavi (com 464 e 81% de aproveitamento).

- A Espanha jogou muito bem nos últimos anos e não é por acaso que é a favorita. Mas temos confiança. A única coisa que importa na final é ganhar e vamos com fé e crença que isso irá acontecer – afirmou o capitão holandês Giovanni van Bronckhorst.

A Holanda é mais objetiva. Toca bem a bola e consegue colocá-la dentro da rede com mais facilidade. Tem o segundo melhor ataque, com 12 gols em 80 tentativas (sexta posição no ranking de finalizações). A Laranja está em terceiro lugar na lista de acerto de passes (2.434, atrás da Alemanha). No confronto dos artilheiros David Villa e Sneijder, que marcaram cinco vezes, o espanhol aparece como o atleta que mais chutou em direção ao gol na Copa: 16, contra dez do holandês, em sexto.

- Esperamos uma Holanda que gosta de ter a bola, que gosta de atacar. Tomara que seja um jogo bom para a Espanha, que a gente tenha mais a bola e dificulte para a Holanda recuperá-la. Se segurarmos a bola como fizemos contra a Alemanha, teremos muitas chances – disse Villa.

Se conquistar o título, a Espanha, que jogará toda de azul, será a primeira campeã do mundo com derrota na estreia. Após o 1 a 0 para a Suíça, a Fúria conseguiu cinco vitórias seguidas: 2 a 0 em Honduras, 2 a 1 no Chile e 1 a 0 sobre Portugal, Paraguai e Alemanha. Para Del Bosque, a atuação contra os alemães foi a melhor da equipe na Copa. Por isso, deve repetir a escalação com Pedro no ataque, deixando Fernando Torres no banco.

Já a Holanda pode alcançar marca mais relevante: igualar o Brasil de 1970 e se tornar a segunda equipe da história a passar por eliminatórias e Copa do Mundo com 100% de aproveitamento. Com a vantagem de que, se vencer, chegará a 15 triunfos, contra 12 do timaço comandado por Pelé. A caminhada holandesa é tão tranquila que a seleção que entra em campo na final começa na camisa 1 e termina na 11. Sem sobressaltos, sem barrações, a Holanda que termina a Copa é exatamente a que começou, com o reforço de Robben, machucado no princípio da campanha. É a Holanda ideal buscando ser, também, a primeira Holanda campeã mundial.

Fonte: Globo.

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Final tripla para Villa: título, artilharia e marca histórica

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Final tripla para Villa: título, artilharia e marca histórica

Posted on 11 julho 2010 by hugo

Imagine o que é jogar uma final de Copa do Mundo, disputar o posto de artilheiro da competição e, de quebra, poder virar o maior goleador da história de sua seleção. É um domingo e tanto para David Villa. O principal destaque da Espanha no Mundial vai a campo para uma final tripla contra a Holanda, às 15h30m (de Brasília) deste domingo, no estádio Soccer City, em Joanesburgo.

Villa é a principal referência de uma Fúria que chega, pela primeira vez, a uma final de Copa do Mundo. Ele tem cinco gols. É o artilheiro do Mundial, ao lado do holandês Sneijder, do alemão Müller e do uruguaio Forlán. E está muito perto de virar o maior goleador da seleção espanhola em todos os tempos. Até este domingo, o posto cabe, exclusivamente, a Raúl, com 44 gols. Villa tem 43.

Mas os números do jogador recém-contratado pelo Barcelona são superiores aos do ídolo do Real Madrid. Raúl disputou 102 partidas pela “Roja”. Tem uma média de 0,43 gol por jogo. Villa foi a campo 64 vezes. A média é de dois gols a cada três partidas – 0,67.

O camisa 7 da versão 2010 da Fúria já é o maior goleador da seleção na história dos Mundiais. Os cinco gols que ele fez na África do Sul foram somados a outros três marcados em 2006, na Alemanha. Assim, ele passou reto por Butragueño, Hierro, Morientes e Raúl, todos com cinco. Na atual Copa, a Espanha só marcou sete vezes. Iniesta fez um, Puyol fez um, e todos os outros ficaram a cargo de Villa.

O jogador prefere valorizar o momento histórico vivido por toda a seleção espanhola, não apenas por ele. Falta um jogo para a atual geração da Fúria nunca ser esquecida. Se acontecer, será a consagração para um atleta que quase viu a carreira encerrada muito precocemente, aos dez anos de idade, quando teve o fêmur fraturado e viu um médico considerar a amputação da perna direita como alternativa.

- Toda a Espanha está torcendo pela seleção. Estamos diante de um dia histórico e desejamos que tudo saia bem, que consigamos ganhar e que todos celebremos quando voltarmos para a Espanha – disse o jogador.

Fonte: Globo.

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Decisão da Copa marca reencontro de Del Bosque e Van Marwijk

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Decisão da Copa marca reencontro de Del Bosque e Van Marwijk

Posted on 11 julho 2010 by hugo

Os técnicos de Holanda e Espanha, Bert van Marwijk e Vicente del Bosque, já estiveram frente a frente em uma final antes. O encontro ocorreu na Supercopa europeia, jogo que reúne os vencedores da Liga dos Campeões e da Liga Europa (antiga Copa da Uefa). O espanhol levou a melhor na ocasião. Entretanto, não foi uma decisão reunindo times com força parecida, como a deste domingo, na África do Sul.

O Real Madrid de Del Bosque era favorito incontestável na partida contra o Feyenoord de Van Marwijk em 2002. Afinal, numa época em que contratava um astro por temporada, o clube espanhol reunia Roberto Carlos, Figo, Zidane e Raúl. Era a política chamada de “Zidanes y Pavones”, cuja filosofia era gastar fortunas com jogadores considerados galácticos e aproveitar atletas da base. Apenas um jogador do Real presente neste jogo integra o elenco da Fúria, que pode conquistar o inédito título de campeã mundial: o goleiro e capitão Casillas.

Já o Feyenoord chegou à decisão da Supercopa após ser campeão da extinta Copa da Uefa ao vencer o Borussia Dortmund por 3 a 2, em seu estádio, o De Kuip. Robin Van Persie, então com 19 anos, era um dos destaques do time de Roterdã ao lado do dinamarquês John Dal Tomasson, que defendeu seu país em 2010, e o grandalhão Pierre van Hooijdonk, autor de dois gols na final.

Na Supercopa, o milionário time do Real Madrid levou a melhor e venceu os holandeses por 3 a 1. Pauwee, contra, Roberto Carlos e Guti marcaram os gols do título merengue. O atacante van Hooijdonk descontou para o time comandado na época por Bert van Marwijk.

Feyenoord 1 x 3 Real Madrid

Feyenoord: Zoetebier, Gyan (Buffel), Rzasa, van Wonderen e Paauwe; Bosvelt, Bonaventure Kalou, Shinji Ono e Lurling; Emerton
Técnico: Bert van Marwijk

Real Madrid: Casillas, Michel Salgado, Hierro, Helguera e Roberto Carlos; Cambiasso (Pavón), Makelele, Guti (Portillo) e Zidane (Solari); Figo e Raúl
Técnico: Vicente Del Bosque

Local: Estádio Louis II, em Monaco
Data: 30/08/2002
Árbitro: Hugh Dallas (ESC)
Gols: Paauwe (contra), aos 14 e Roberto Carlos, aos 21 do primeiro tempo; Van Hooijdonk, aos 11, e Guti, aos 15 do segundo

Fonte: Globo.

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Khedira afirma que atual geração alemã ainda fará muito sucesso

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Khedira afirma que atual geração alemã ainda fará muito sucesso

Posted on 11 julho 2010 by hugo

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 - Estamos contentes com a forma como jogamos, demos o máximo no jogo e estamos felizes por ter vencido. Mostramos nossa personalidade, nossa força, como se viu no final – declarou Khedira ao sair do campo.

O volante acredita que o terceiro lugar em 2010 indica um futuro de sucesso para uma seleção que foi bastante renovada nos últimos anos.

- Agora temos de descansar. Somos uma equipe jovem, mas queremos mais, obter melhores e maiores resultados – disse.

Com relação ao técnico Joachim Löw, Khedira se disse feliz por ter sido comandado por ele, mas preferiu não interferir na escolha do treinador, que ainda não sabe se seguirá à frente da seleção alemã.

- Estamos contentes com a forma como jogamos com ele, mas será ele mesmo quem decidirá o próprio futuro – concluiu.

Fonte: Globo.

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