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Fifa escala Maicon no ‘Time dos Sonhos’ da Copa da África do Sul

Posted on 16 julho 2010 by hugo

A Fifa anunciou nesta quinta-feira o “Time dos Sonhos” da Copa da África do Sul. A escolha foi feita pelos usuários do site da entidade. A campeã do mundo Espanha emplacou seis jogadores e o técnico, Vicente Del Bosque. A surpresa foi a presença do lateral-direito Maicon, o único brasileiro na relação.

No gol, o Luva de Ouro e capitão campeão Casillas. Como na votação a distinção é apenas por defensores, apenas um zagueiro ficou entre os quarto votados: Puyol. No resto da defesa, três laterais-direitos: o alemão Philipp Lahm, único remanescente da seleção da Fifa de 2006, o espanhol Sérgio Ramos e Maicon. O jogador do Inter de Milão recebeu 31,45% dos votos e foi elogiado pelo “gol com chute de um ângulo impossível” contra a Coréia do Norte (assista ao gol). Suas “rápidas subidas” que “deram muita dor de cabeça aos adversários”, além do trabalho de marcação, foram destacados.

No meio campo, o holandês Wesley Sneijder aparece com a segunda maior votação: 60,6% da preferência. Bastian Schweinsteiger, da Alemanha, Andrés Iniesta (“o homem certo na hora certa”) e Xavi, o jogador que mais correu na Copa, completam o setor. No ataque, David Villa alcançou a maior porcentagem de votos, 61,33%, e foi elogiado por ter brilhado sob pressão. Por fim, o uruguaio Diego Forlán, herói da celeste e escolhido como melhor jogador da competição.

A escalação: Casillas; Lahm, Maicon, Puyol e Sérgio Ramos; Xavi, Schweinsteiger, Iniesta e Sneijder; Villa e Forlán. Técnico: Vicente Del Bosque.

Compare a seleção da Fifa com as seleções dos jornais europeus:

A seleção da Copa da ‘Gazzetta’: Casillas; Fucile, Puyol, Friedrich e Lahm; Schweinsteiger, Iniesta, Sneijder e Müller; Forlán e Villa. Técnico: Vicente del Bosque.

Confira a seleção do ‘L’Équipe’: Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Friedrich e Van Bronckhorst; Schweinsteiger, Iniesta, Müller e Sneijder; Forlán e Villa.

globo

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Raio-X Copa 2014: como estão as cidades que vão receber os jogos

Posted on 13 julho 2010 by hugo

Logo após o encerramento da decisão da Copa do Mundo 2010, entre Espanha e Holanda, os telões do estádio Soccer City, em Joanesburgo, estamparam a mensagem em inglês: “Obrigado África do Sul. Vejo você no Brasil”. Acompanhada do símbolo do segundo Mundial que será disputado no país pentacampeão mundial. Era o aviso definitivo. Agora, a bola está com o Brasil, que precisa se preparar para organizar a maior competição de mais popular esporte do planeta.

Há quatro anos do pontapé inicial do Mundial 2014, há muito a ser decidido e executado. Tanto em relação aos estádios quanto à capacidade de receber, deslocar a hospedar os visitantes de todas as partes do mundo.

A maior interrogação segue sendo a participação de São Paulo no Mundial. A mais populosa e mais rica cidade brasileira ainda não tem um estádio definido para receber partidas da competição. O projeto do Morumbi, depois de ser muito criticado pela Fifa, foi excluído em 16 de junho, cinco dias depois da abertura do Mundial na África do Sul.

Representantes do governo estadual e da prefeitura de São Paulo defendem a reconsideração da decisão. Mas alternativas já são comentadas: Pacaembu, a base paulista no Mundial de 50, e o novo Palestra Itália são cotados. Além do comentado projeto de uma arena em Pirituba.

Se a questão de São Paulo é a que mais preocupa no tópico estádios, as obras mais adiantadas estão em Belo Horizonte, Cuiabá e Manaus. Mas Curitiba também é um problema. Apesar de ser considerado um dos mais modernos do país, a Arena da Baixada corre o risco de sair do Mundial devido à ausência de um plano de garantia de viabilidade econômica. A diretoria do Atlético-PR não se mostra disposta a investir R$ 150 milhões para atender às exigências da Fifa.

Outra questão importante para o sucesso da Copa de 2014 está fora do campo. Durante a apresentação do logotipo do Mundial, no último dia 8, em Joanesburgo, o presidente da CBF e do Comitê Organizador do torneio, Ricardo Teixeira, afirmou que existiam três problemas para a Copa: “aeroporto, aeroporto e aeroporto”.

O temor é que ocorra um caos aéreo no país, prejudicando a circulação dos integrantes de delegações, jornalistas, autoridades e torcedores. Um alerta ocorreu na África do Sul. Muitos torcedores e até integrantes da Fifa não conseguiram chegar a Durban para assistir à semifinal entre Alemanha e Espanha, no dia 7. A Infraero, estatal responsável pela administração dos aeroportos brasileiros, promete investimentos pesados para evitar problemas em 2014.

A questão da acomodação dos visitantes também preocupa. Fora Rio e São Paulo, quase todas as cidades-sedes precisam ampliar – muitas significativamente – o número de leitos.

Com o fim da Copa de 2010, o GLOBOESPORTE.COM traçou um panorama da situação das 12 cidades brasileiras escolhidas para receber jogos do Mundial.

globo

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Forlán ganha a Bola de Ouro; Müller é revelação e Casillas o melhor goleiro

Posted on 12 julho 2010 by hugo

O uruguaio Diego Forlán, autor de cinco gols em sete jogos na Copa do Mundo da África do Sul, foi eleito o melhor jogador da competição, e é o vencedor da Bola de Ouro entregue pela Fifa.

O vencedor foi eleito pelos membros da imprensa, que tiveram até o apito final da decisão para votar. Forlán teve 23,4% dos votos, e assegurou a Bola de Ouro. O holandês Wesley Sneijder, com 21,8%, ficou com a prata.

Pelo Twitter, o uruguaio disse que comemorou a conquista junto com os seus colegas de seleção, que até o jogaram na piscina. “Este é um prêmio obtido graças aos meus companheiros. Quero agradecê-los”, postou Forlán.

Campeão do mundo, o espanhol David Villa ficou com 16,9% dos votos dos jornalistas e ganhou a Bola de Bronze. Os três premiados fizeram cinco gols e terminaram na frente na artilharia da Copa, ao lado do alemão Thomas Müller, eleito o jogador revelação do torneio.

Müller também ganhou o prêmio Chuteira de Ouro, no critério de desempate em relação aos seus concorrentes na artilharia da Copa. Além dos cinco gols, o alemão fez três assistências, e teve menos minutos de jogo do que Villa e Sneijder, segundo e terceiro colocados, respectivamente.

Já o prêmio de melhor goleiro da Copa foi para o espanhol Iker Casillas, que fez defesas importantes durante a vitória por 1 a 0 sobre a Holanda na final, e levantou a taça com o capitão do time.

Desde que o prêmio Bola de Ouro foi criado, em 1982, esta é a primeira vez em que o vencedor do troféu de melhor jogador da Copa está fora do pódio. O Uruguai terminou a competição em quarto lugar, depois de perder o jogo de consolação por 3 a 2 para a Alemanha.

Até então, a única vez que a honra havia sido entregue a um jogador que não disputou a final foi em 1990, quando o italiano Schillaci foi agraciado depois de ajudar a seleção anfitriã a terminar em terceiro lugar.

uol

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Título inédito e sofrido: Espanha vence Holanda na prorrogação

Posted on 12 julho 2010 by hugo

Um título que nunca havia sido conquistado jamais viria facilmente. Ainda mais para uma seleção que sempre teve a fama de fracassar na hora H. Amarelona? Não. Sua cor é vermelha. E o título finalmente veio. Para a torcida da Espanha, pareceu que nunca viria. Noventa minutos que viraram 120. Ou melhor, 115, quando Iniesta estufou a rede e tirou da garganta um grito entalado há uma eternidade. Uma conquista com direito a 0 a 0 no tempo normal, 1 a 0 sobre a Holanda na prorrogação, desabafos, choro… A primeira Copa do Mundo na África viu nascer o oitavo campeão da história. A partir deste domingo, a Espanha pode colocar uma estrela no peito e exibir para o planeta que amarela é a cor da taça na mão dos seus jogadores.

A história dessa nova campeã mundial não começou no Soccer City. No início tinha outro técnico, Luis Aragonés, e quase os mesmos jogadores. O time vencedor da Eurocopa de 2008 transformou a Espanha na seleção a ser batida. O treinador mudou, entrou Vicente del Bosque, e voltou a decepção: fracasso na Copa das Confederações, derrota na estreia do Mundial contra a Suíça. Mas o time que melhor toca a bola no planeta deu a volta por cima. E termina 2010 no topo.

Para a Holanda, que já chegara à final em 1974 e 1978, fica a decepção de acumular seu  terceiro vice-campeonato em Copas do Mundo. E, desta vez, após vencer todos os jogos das eliminatórias e da trajetória na África do Sul.

As duas equipes começaram o jogo com as formações que venceram na semifinal. Assim, Fernando Torres continuou no banco da Espanha, e Pedro foi titular no ataque. E o artilheiro David Villa ficou preso entre os zagueiros, com pouca mobilidade. A Laranja contou com sua força máxima, do 1 a 11, com as estrelas Sneijder e Robben presentes.

A Fúria conseguiu ter mais posse de bola, do jeito que gosta, durante os primeiros 90 minutos: 57%. Mas não conseguiu marcar nos 12 chutes que teve, enquanto a Laranja tentou nove. Pela primeira vez desde 1994, quando o Brasil bateu a Itália nos pênaltis, a final terminou com 0 a 0 e foi para a prorrogação. Com o Soccer City lotado pela segunda vez no Mundial (84.490 torcedores, mesmo público da partida de abertura), Espanha e Holanda fizeram a final com o maior número de cartões amarelos da história: 13. Ainda teve um vermelho para Heitinga, na prorrogação.

Cinco cartões amarelos e poucas chances

Quem esperava o futebol arte se decepcionou nos primeiros 45 minutos. Sabe aquela Espanha que toca bem a bola e a Holanda fatal nos contra-ataques? Não entraram em campo. As duas seleções deram vez a uma faceta mais violenta, que ainda não haviam mostrado na Copa: foram cinco cartões amarelos, sendo que pelo menos um merecia a expulsão – Heitinga deu uma voadora no peito de Xabi Alonso.

A Fúria chegou à partida com 81% de aproveitamento em passes certos. Mas no primeiro tempo teve 75%, errando toques bobos. A Laranja foi bem pior: 55% de acerto. A primeira boa jogada foi espanhola. Sempre perigoso nas cobranças de falta, Xavi cobrou uma na cabeça de Sergio Ramos, que, da marca do pênalti, obrigou Stekelenburg a fazer grande defesa, aos quatro minutos. Aos sete, a Holanda deu o primeiro chute a gol com Kuyt, de fora da área, nas mãos de Casillas.

Pela direita, a Fúria conseguia bons ataques e quase marcou um golaço aos dez: Iniesta achou Sergio Ramos, que entrou na área, pedalou para cima de Kuyt e bateu cruzado, mas Heitinga tirou perto da linha. Um minuto depois, em novo cruzamento da direita, David Villa pegou de primeira de canhota e acertou a rede por fora, fazendo alguns torcedores até comemorarem.

Aos 34 minutos, um lance inusitado quase resultou em gol para a Holanda. Após o jogo parar para atendimento médico, Heitinga resolveu devolver a bola para Espanha e chutou, do seu campo, em direção a Casillas. A bola quicou na frente do goleiro, que teve que se esticar para tocar nela e colocar para escanteio (veja no vídeo ao lado).

O time de Bert van Marwijk passou a gostar mais do jogo e a procurar o ataque na segunda metade do primeiro tempo. De pé em pé, a bola chegou a Mathijsen na área, aos 36, mas o zagueiro furou feio e desperdiçou boa oportunidade. Aos 45, mais uma boa troca de passes e Robben, do bico direito da área, arriscou e acertou o cantinho esquerdo de Casillas, que conseguiu salvar.

Oportunidades claras não tiram o zero do placar

As equipes voltaram para o segundo tempo sem substituições. Com dois minutos, a Espanha tentou sua famosa jogada de escanteio, que faz sucesso no Barcelona e valeu até a vitória na semifinal sobre a Alemanha: Xavi cruzou, Puyol subiu e encostou de leve na bola, mas Capdevila furou na pequena área.

A Laranja apostou nos contra-ataques e chegou duas vezes perto de Casillas. Mas Xavi chegou ainda mais perto do gol: em cobrança de falta aos nove, a bola passou rente ao travessão. Aos 15, Vicente del Bosque fez a primeira substituição da partida, mexendo no ataque: tirou Pedro e pôs Navas. Mas quem entrou de verdade no jogo foi Sneijder. Até então sumido, o camisa 10 criou a melhor chance até então: aos 18, o craque acertou um lançamento perfeito para Robben entre dois zagueiros espanhóis. O atacante do Bayern de Munique invadiu a área, cara a cara com Casillas, e chutou, mas a bola bateu no pé do goleiro e foi para escanteio.

Aos 24, foi a vez de a Espanha desperdiçar a sua melhor oportunidade na final: Navas cruzou da direita rasteiro, Heitinga cortou mal, e a bola ficou com Villa, na pequena área, mas o chute bateu na zaga e foi para escanteio, por cima. Aos poucos, a Espanha voltou a controlar o jogo. E a velha estratégia de apelar para o cruzamento de Xavi voltou a ser utilizada: aos 31, ele bateu cruzamento na cabeça de Sergio Ramos, que, livre e de cara para Stekelenburg, concluiu para fora. Um lance parecido ao gol de Puyol contra a Alemanha na semifinal.

Robben igualou o placar de oportunidades claras perdidas ao ficar novamente sozinho diante de Casillas, aos 38 minutos, depois de ganhar de Puyol na corrida. O goleiro saiu bem e evitou o drible, e o holandês reclamou de forma acintosa de falta do zagueiro, recebendo o nono cartão amarelo do jogo. Com os ataques em um mau dia, os 90 minutos terminaram com 0 a 0.

Iniesta marca e vira o herói

A prorrogação começou com o mesmo panorama da segunda etapa, com gols sendo desperdiçados. Fabregas, que substituíra Xabi Alonso, recebeu ótimo passe de Iniesta e chutou para defesa salvadora de Stekelenburg com o pé. No lance seguinte, foi a vez da Holanda: Casillas saiu mal do gol em cobrança de escanteio, e Mathijsen não aproveitou, cabeceando para fora.

Iniesta comemora o gol da vitória, mostrando
camisa em homenagem a Dani Jarque

A Espanha chegava com mais frequência e mais perigo. Iniesta tentou um drible em vez de um chute e perdeu boa chance. Jesus Navas preferiu o caminho oposto e concluiu mesmo com Van Bronckhorst  à sua frente. A bola bateu nele e na rede pelo lado de fora, arrancando um sorriso do goleiro Stekelenburg.

Os treinadores fizeram suas últimas substituições na tentativas de tirar o zero do placar. Bert van Marwijk pôs Van der Vaart e Braafheid nos lugares de De Jong e Van Bronckhorst, e Vicente del Bosque trocou o artilheiro Villa por Torres. O holandês ganhou um motivo para se preocupar quando o zagueiro Heitinga recebeu o cartão vermelho após falta em Iniesta.

O gol, que teimava em não sair, veio aos dez minutos do segundo tempo da prorrogação. Começou com jogada valente de Jesus Navas, que correu em direção ao ataque, teve sequência com troca de passes, até Fabregas dar a assistência para Iniesta chutar cruzado. Na comemoração, exibiu camisa em homenagem a Dani Jarque, capitão do Espanyol que morreu no ano passado, aos 26 anos. Casillas já chorava em campo mesmo antes do apito final, consciente de que fazia parte da história do futebol espanhol.

globo

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Uruguai e Gana se enfrentam para fazer história na Copa do Mundo

Posted on 02 julho 2010 by hugo

Uruguaios e ganeses jamais esquecerão a Copa do Mundo da África do Sul. Pelo que alcançaram e pelo que deixaram de alcançar. Nesta sexta-feira, as duas seleções se encontram às 15h30 (horário de Brasília), no Soccer City, em Joanesburgo, lutando por um lugar entre as quatro melhores equipes do mundo. Quem vencer, fará história. O Uruguai busca a primeira semifinal de Copa desde 1970, enquanto Gana tenta transformar-se na primeira seleção africana semifinalista de um Mundial.

Nas palavras dos jogadores, a exata medida do que uruguaios e ganeses estão prestes a conseguir.

- Seria o sonho máximo, o que de maior posso imaginar para mim, meus amigos, companheiros, para minha família, para o meu país. Estamos correndo atrás desse sonho – disse Diego Lugano, capitão da Celeste.

- Nós temos a chance de provar para o mundo que somos capazes de chegar lá, de ser a primeira seleção africana numa semifinal de Copa. A África inteira está à espera deste momento – disse o atacante ganês Asamoah Gyan.

O técnico uruguaio Oscar Tabárez fez duas mudanças na equipe. Uma por lesão: a saída do zagueiro Diego Godín, com um estiramento na coxa esquerda, para a entrada de Mauricio Victorino. A outra alteração é de ordem técnica e tática. Barrado, Alvaro Pereira dá lugar a seu xará Álvaro Fernández, meia do Universidad de Chile que tem a missão de melhorar o passe da equipe e, consequentemente, garantir mais posse de bola. O jogador, reserva em todas as partidas até aqui, entrou nas últimas três partidas, sempre no fim, e jogou um total de 30 minutos nesta Copa. A escalação, anunciada na quarta-feira, pegou até ele de surpresa.

- Fui pego um pouco de surpresa. Embora já estivesse entrando nos jogos, agora vou ter a oportunidade de começar jogando, o que é claro que me deixou muito feliz – declarou o volante.

Gana tem um importante desfalque: o meia Andre Ayew, melhor jogador da equipe no Mundial, está suspenso pelo segundo cartão amarelo. Com isso, Sulley Muntari deve finalmente receber a oportunidade pela qual chegou até brigar com o treinador Milovan Rajevac. No lugar do zagueiro Jonathan Mensah, outro suspenso, volta Isaac Vorsah, recuperado de uma lesão no joelho. Outros dois jogadores passaram a semana em tratamento para estar em campo nesta sexta-feira. O volante Kevin-Prince Boateng, com dores na coxa, conseguiu; o lateral-esquerdo Hans Sarpei, com problema na panturrilha, não.

- É importante ter Isaac Vorsah de volta. Ele é um jogador experiente, que pode cumprir diferentes funções. Infelizmente, teremos problemas em outras posições, mas isso acontece com todas as equipes. Nós vamos a campo com a melhor equipe que tivermos à disposição – afirmou Rajevac.

Pouco acostumados a chegar tão longe numa Copa do Mundo, ganeses e uruguaios passaram longe da guerra de nervos de um Argentina x Alemanha e trocaram muitos elogios.

- Nós temos nossas alternativas, mas sabemos que será difícil – avaliou Oscar Tabárez.

- Para mim, além de uma forte defesa, o Uruguai tem o melhor ataque do Mundial, com dois jogadores muito perigosos: Luis Suárez e Diego Forlán – disse Asamoah Gyan.

Se existe alguma vantagem para uma das equipes nesta sexta-feira, essa é de Gana, que terá o apoio dos torcedores sul-africanos, ávidos por ver o sucesso de uma equipe do continente na primeira Copa do Mundo disputada na África. Se calou o Brasil com o Maracanazo de 1950, a Celeste terá que buscar no passado a inspiração para um Africanazo em 2010. Os ganeses esperam que não.

- Nós vamos ter o apoio de um continente inteiro e acreditamos que podemos superar qualquer adversário. Não será fácil, mas estamos prontos – completou Gyan.

globo

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Brasil pode ter dificuldades em decisão por pênaltis

Posted on 01 julho 2010 by hugo

Em 1998 o Brasil se deu bem nos pênaltis contra a Holanda. Dunga estava lá como jogador. Hoje técnico, ele fará de tudo para evitar uma nova decisão por penaltys.

Bert van Marwijk tem insistido com seus próprios jogadores sobre o igual potencial de Brasil e Holanda. De acordo com suas análises, a possibilidade de a partida terminar empatada é muito grande. Assim como a prorrogação. A decisão para a semifinal da Copa da África do Sul aconteceria nos pênaltis. Ele fez seu time treinar muitas penalidades. Ao contrário de Dunga. O brasileiro tem ido por outro caminho aposta em ganhar a vaga com a bola correndo.

O motivo principal é que a seleção brasileira não trouxe para a África do Sul um exímio cobrador de pênaltis. Se em 120 minutos de futebol o placar acabar igual, o time de Dunga pode ter sérias dificuldades. Os favoritos para serem escolhidos para os pênaltis são Kaká, Luís Fabiano, Daniel Alves, Michel Bastos e Juan.

A única decisão de pênaltis na era Dunga aconteceu contra o Uruguai, na Copa América de 2007, na Venezuela. E seu cargo esteve em jogo. Com time misto, sem Kaká e Ronaldinho, o Brasil chegou a estar em desvantagem. Mas conseguiu reverter e acabou eliminando os uruguaios e vencendo a competição goleando a Argentina. Na própria CBF há quem garanta que se a seleção tivesse sido derrotada, Dunga seria demitido.

Há treinadores que fazem como Bert van Marwijk, que faz seus atletas treinarem à exaustão cobranças de pênaltis. E já definem logo os cobradores no início da competição. Dunga já segue por outra linha. Ele treina pouco e acredita que devem cobrar aqueles que estiverem mais confiantes. Ele aprendeu isso com Zagallo e Parreira. Em 1994, quando o Brasil ganhou o tetracampeonato mundial. E quando eliminou os próprios holandeses nas semifinais de 1998. Ele estava nas duas. Cobrou e marcou em ambas. Na França, após derrotar os holandeses, Dunga disse:

- Pênalti é muito lado emocional. O atleta sente quando está bem ou não. Eu aprendi isso na minha carreira. Você pode ser um grande cobrador e não estar no seu dia. Só é preciso ter a humildade para assumir isso.

Além do treinador, a seleção brasieira tem um grande personagem nestas decisões: Taffarael. Ele foi anunciado como espião de Dunga. Mas na prática se tornou preparador de goleiros, junto com Wendel. E tem conversado muito com Júlio César. O goleiro da Inter já é apontado pela mídia europeia como o melhor do mundo. E é exímio defensor de pênaltis. As orientações de Taffarel podem ser decisivas, dar mais confiança em uma eventual decisão em penalidades.

Dunga deve fechar apenas o treinamento desta quinta-feira (1º) para que seus jogadores batam pênaltis. Na véspera do jogo. E poucos. Foi assim em 1994 e 1998. Parreira e Zagallo treinaram muito pouco, ao contrário de van Mawijk. Além de Kaká, Luís Fabiano, Daniel Alves, Michel Bastos e Juan, outros dois atletas poderão bater na primeira lista de cinco: Maicon e Robinho.

Mas é fácil perceber que, se depender de Dunga, a decisão da vaga para as semifinais vai passar longe da decisão por pênaltis. Ele que já quase perdeu o emprego contra o Uruguai, quer a vaga nos noventa minutos. Não quer correr um risco tão grande de ver todo o seu trabalho jogado fora por um pênalti na trave.

 R7

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‘Eu já sabia’, ironiza o carrasco Luis Fabiano após mais um gol no Chile

Posted on 29 junho 2010 by hugo

Atacante tem cinco gols em quatro jogos contra o rival sul-americano. Nesta segunda-feira, ele marcou o segundo na vitória por 3 a 0 na Copa do Mundo.

Luis Fabiano está sempre bem-humorado. Mais ainda quando ganha uma partida e faz um gol, como aconteceu nesta segunda-feira, contra o Chile, nas oitavas de final da Copa do Mundo. Depois da vitória por 3 a 0 sobre os rivais sul-americanos, o atacante da seleção brasileira brincou com o fato de ter balançado a rede.

- Contra o Chile, eu tinha de entrar com uma plaquinha “eu já sabia”, porque eu sempre faço gol contra eles. É um adversário que me dá sorte – falou o camisa 9.

O histórico de Luis Fabiano contra o Chile não é tão positivo quanto o de Robinho, que balançou as redes oito vezes contra esse adversário. Mas é bastante eficiente. Em quatro jogos, o atacante do Sevilla fez cinco gols. Na partida desta segunda-feira, ele foi substituído. Mas afirmou que não foi por conta do cartão amarelo.

Contra o Chile, eu tinha de entrar com uma plaquinha ‘eu já sabia’”Luis Fabiano- A substituição foi porque eu realmente estava cansado. Eu venho de um cansaço muscular, mas consegui jogar bem – falou o Fabuloso.

Com o gol marcado esta noite, Luis Fabiano se tornou o artilheiro da seleção brasileira na competição e passou a ser o vice-artilheiro do Mundial, com um gol a menos que os goleadores máximos Higuain, da Argentina, e Vittek, da Eslováquia.

Apenas o argentino, porém, continua no torneio, porque a Holanda, adversária do Brasil, sexta-feira, pelas quartas de final, eliminou a Eslováquia.

globo

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Argentina e Alemanha avançam em dia de arbitragem desastrosa

Posted on 28 junho 2010 by hugo

O domingo começou com a expectativa de grandes jogos nas oitavas de final: Argentina e México reeditariam o grande confronto da Copa de 2006, e Alemanha e Inglaterra fariam o primeiro “encontro de titãs” do Mundial. Argentinos e alemães ganharam bem e vão se encontrar nas quartas, mas as vitórias de ambos ficaram manchadas por erros grosseiros de arbitragem – que, se não foram determinantes para o placar final, influenciaram o andamento das partidas.

Na partida que abriu o dia, a Alemanha jogava bem e dominava a Inglaterra, vencendo por 2 a 0, até o zagueiro Upson diminuir. Pouco depois, Lampard acertou chute por cobertura que tocou no travessão, quicou quase meio metro além da linha e voltou para o campo. O árbitro uruguaio Jorge Larrionda, porém, não validou o gol, causando revolta e incredulidade nos ingleses. No fim, goleada alemã por 4 a 1.

A outra presepada do dia foi italiana. O auxiliar Stefano Ayroldi não apontou um impedimento claro de Tevez (não havia nenhum adversário entre o atacante argentino e o gol) e o camisa 11 ficou livre para abrir o placar contra o México. Ayroldi fez menção de anular o lance após as imagens do impedimento terem sido exibidas no telão do Estádio Soccer City, mas o árbitro Roberto Rosetti validou a jogada.

Os dois erros reabriram a discussão sobre o uso da tecnologia no futebol, para que lances duvidosos sejam revistos e corrigidos durante as partidas. O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse após Argentina x México que a implantação da medida não está em pauta, e que nunca existirá um sistema “à prova de falhas” para árbitros e auxiliares.

A arbitragem catastrófica, no entanto, não foi o único fator de destaque do domingo. Houve também futebol, principalmente no massacre alemão sobre os ingleses em Bloemfontein. A jovem equipe comandada por Özil, Khedira, Schweinsteiger, Müller e Podolski, com seu jogo de passes rápidos e movimentação constante, foi superior à “engessada” Inglaterra durante os 90 minutos de jogo.

Klose abriu o placar depois que a defesa inglesa o deixou cara a cara com o goleiro James e marcou seu 12º gol em Copas do Mundo, igualando ninguém menos que Pelé. O segundo gol nasceu depois que a movimentação do ataque alemão novamente deixou a zaga adversária escancarada, e Podolski recebeu de Müller antes de estufar as redes com o pé esquerdo.

O gol de cabeça de Upson e o lance inacreditavelmente anulado de Lampard deram a ilusão de que os ingleses poderiam se recuperar no jogo, mas a diferença entre os times era gigantesca. Melhores técnica e taticamente, os comandados de Joachim Löw fizeram mais dois gols com Thomas Müller, ambos em contra-ataques rápidos. A Gerrard, Lampard, Rooney e companhia, restou fazer as malas e lamentar outro fracasso em Mundiais.

Já a vitória da Argentina por 3 a 1 sobre o México, apesar do placar, não teve o domínio completo da seleção sul-americana. O time de Javier Aguirre começou muito melhor o jogo, explorando as deficiências da defesa argentina e ameaçando com chutes de longe o inseguro goleiro Romero. Messi se mexia pelo campo todo e tentava armar jogadas, mas pecava pelo excesso de individualismo.

Foi aí que Tevez, sozinho na pequena área e sem nenhum mexicano atrás dele, abriu o placar com uma cabeçada de curta distância. O gol irregular pareceu desestabilizar os adversários, e o zagueiro Osorio errou um passe simples poucos minutos depois, entregando a bola de presente para Higuaín. O atacante só precisou driblar o goleiro Pérez e tocar para o gol vazio.

No começo do segundo tempo, Tevez acertou uma pancada de fora da área para fazer 3 a 0 e praticamente definir o jogo. O México se lançou à frente e conseguiu pressionar os argentinos, mas só balançou as redes uma vez, em belo lance do jovem Javier Hernández. Quando veio o apito final, caiu um tabu da Argentina em Copas: desde 1990, contra o Brasil (1 a 0, nas oitavas de final), o time não vencia um jogo de mata-mata em 90 minutos.

terra

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Raio-X: Brasil quase completo tem defesa chilena desfalcada pela frente

Posted on 28 junho 2010 by hugo

Nas outras vezes que teve o Brasil pela frente em Copas do Mundo, em 62 e 98, o Chile deu adeus à competição. Por mais que o discurso de Dunga e dos jogadores seja de respeito, qualquer resultado que não seja a classificação da seleção seria uma grande zebra. Não seria a primeira na África do Sul, é verdade. A Itália que o diga. O retrospecto recente, porém, de cinco vitórias brasileiras desde 2007, sempre marcando três ou mais gols, mostra uma grande diferença técnica de uma seleção para outra.

Para piorar a situação do Chile nas oitavas de final, a sua dupla de zaga titular não vai encarar o Brasil. Medel e Ponce foram suspensos por receberem o segundo cartão amarelo na derrota para a Espanha. Contreras, que jogou apenas nove minutos nesta Copa, terá a missão de marcar o ataque completo do Brasil com Kaká, Robinho e Luis Fabiano. No entanto, a seleção dificilmente estará completa no duelo decisivo desta segunda-feira, às 15h30m (de Brasília), no estádio Ellis Park, em Joanesburgo. Felipe Melo está praticamente vetado da partida, e Elano ainda é dúvida.

Além disso, a campanha da seleção brasileira na primeira fase, mesmo sendo contestada, é muito mais sólida. A vitória magra por 2 a 1 sobre a Coreia do Norte na estreia não foi tão suada quanto faz parecer o placar. O Brasil jogou com tranquilidade e só levou gol em desatenção da defesa no finzinho. Idem para o 3 a 1 sobre a Costa do Marfim. O domínio foi sempre verde e amarelo. Diante de Portugal, um empate sem gols e sem sobressaltos que valeu o primeiro lugar do Grupo G.

O caminho chileno foi muito mais acidentado. Duas magras vitórias por 1 a 0 sobre Honduras e Suíça, que poderiam ter um desfecho diferente com um lance bem sucedido dos adversários. O gol diante dos europeus, por sinal, só saiu aos 29 minutos do segundo tempo, apesar da superioridade sul-americana. No último jogo, a Espanha aproveitou as falhas da defesa chilena para roubar a primeira colocação do adversário, que só precisava do empate, com uma vitória por 2 a 1.

globo

Nas outras vezes que teve o Brasil pela frente em Copas do Mundo, em 62 e 98, o Chile deu adeus à competição. Por mais que o discurso de Dunga e dos jogadores seja de respeito, qualquer resultado que não seja a classificação da seleção seria uma grande zebra. Não seria a primeira na África do Sul, é verdade. A Itália que o diga. O retrospecto recente, porém, de cinco vitórias brasileiras desde 2007, sempre marcando três ou mais gols, mostra uma grande diferença técnica de uma seleção para outra.

Para piorar a situação do Chile nas oitavas de final, a sua dupla de zaga titular não vai encarar o Brasil. Medel e Ponce foram suspensos por receberem o segundo cartão amarelo na derrota para a Espanha. Contreras, que jogou apenas nove minutos nesta Copa, terá a missão de marcar o ataque completo do Brasil com Kaká, Robinho e Luis Fabiano. No entanto, a seleção dificilmente estará completa no duelo decisivo desta segunda-feira, às 15h30m (de Brasília), no estádio Ellis Park, em Joanesburgo. Felipe Melo está praticamente vetado da partida, e Elano ainda é dúvida.

Além disso, a campanha da seleção brasileira na primeira fase, mesmo sendo contestada, é muito mais sólida. A vitória magra por 2 a 1 sobre a Coreia do Norte na estreia não foi tão suada quanto faz parecer o placar. O Brasil jogou com tranquilidade e só levou gol em desatenção da defesa no finzinho. Idem para o 3 a 1 sobre a Costa do Marfim. O domínio foi sempre verde e amarelo. Diante de Portugal, um empate sem gols e sem sobressaltos que valeu o primeiro lugar do Grupo G.

O caminho chileno foi muito mais acidentado. Duas magras vitórias por 1 a 0 sobre Honduras e Suíça, que poderiam ter um desfecho diferente com um lance bem sucedido dos adversários. O gol diante dos europeus, por sinal, só saiu aos 29 minutos do segundo tempo, apesar da superioridade sul-americana. No último jogo, a Espanha aproveitou as falhas da defesa chilena para roubar a primeira colocação do adversário, que só precisava do empate, com uma vitória por 2 a 1.

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Isla quer que Chile evite erros e saia para o jogo contra o Brasil

Posted on 27 junho 2010 by hugo

chile2 Após a derrota por 2 a 1 para a Espanha na última partida da fase de grupos da Copa do Mundo, o Chile terá o desafio de encarar a seleção brasileira nas oitavas de final. O lateral Mauricio Isla acredita que, contra o Brasil, o Chile terá que evitar cometer os mesmos erros da derrota para a Fúria e tentar impor um jogo ofensivo.

- Tudo foi perfeito antes do primeiro gol. Eles não conseguiram jogar nos primeiros 25 minutos porque ficamos com a bola – disse Isla.

É esse o roteiro que, segundo o lateral, o Chile deve repetir contra o Brasil, uma seleção que não vence há nove anos e da qual sofreu 20 gols nos últimos cinco jogos.

Brasil e Chile se enfrentam na segunda-feira, às 15h30 (de Brasília), no Ellis Park, em Joanesburgo.

Para seleção chilena, duelo contra Brasil ou Portugal dá na mesma. Jogadores dizem que não ficaram chateados por enfrentarem a seleção brasileira logo nas oitavas e que o desejo era de ter ficado em primeiro lugar

A derrota para a Espanha recolocou o Chile no caminho do Brasil em uma Copa do Mundo. Apesar dos resultados extremamente desfavoráveis diante dos brasileiros nos últimos anos, os chilenos garantem que não estavam tentando evitar a equipe de Dunga nas oitavas de final e acreditam não haver tanta diferença para Portugal, que seria o rival caso avançassem como líderes da chave.

- Sabíamos o que aconteceria dependendo do resultado. Nossa intenção era terminar em primeiro, o que significaria enfrentar Portugal. Mas não creio que eles sejam tão inferiores ao Brasil. Acredito que estejam em igualdades de condição. Nós estamos capacitados para seguirmos avançando – disse o zagueiro Pablo Contreras.

O lateral-direito Isla segue a mesma linha e diz que o desejo do grupo era encerrar a primeira fase na primeira colocação, independentemente do adversário das oitavas. O Chile derrotou Honduras e Suíça, mas acabou sendo superado pelos espanhóis, encerrando em segundo lugar, com seis pontos.

- Nós queríamos ganhar para sair em primeiro lugar. Isso era o principal. Não pensamos se era Brasil ou Portugal. São duas equipes potentes – afirmou o ala.

Esta é a terceira vez que Brasil e Chile se enfrentam em uma Copa do Mundo. Nas edições anteriores, ampla vantagem brasileira: vitória por 4 a 2, em 1962, em Santiago, e 4 a 1, em 1998, na França.

Fonte: Globo.

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