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Saiba tudo sobre o Chile, próximo adversário da seleção brasileira

Posted on 26 junho 2010 by hugo

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O receio de ter de enfrentar a Espanha tão cedo ou o ferrolho suíço não se confirmou. E o adversário da seleção brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo será o conhecidíssimo Chile, adversário frequente em eliminatórias, Copas América e até em outros Mundiais, na próxima segunda-feira, às 15h30m (de Brasília), no Ellis Park, em Joanesburgo.

Prioridade ao ataque e espaços na defesa

Marcelo Bielsa não recebeu o apelido de “El Loco” à toa. Facilitado por contar com uma geração com muitas opções ofensivas, o técnico argentino faz valer do ditado de que “a melhor defesa é o ataque”. Geralmente são cinco peças de ataque, sempre priorizando as pontas, já que não conta atualmente com uma referência confiável – Suazo, sem condições físicas ideais, não rendeu o esperado, enquanto Paredes não tem muitos recursos técnicos.

Pouco protegido, no entanto, o time deixa claro que falta estrutura defensiva quando é atacado, como pôde ser constatado na derrota para a Espanha nesta sexta-feira. Contra Honduras e Suíça, os chilenos tiveram posse de bola superior, evitando que o goleiro Bravo fosse bombardeado.

E os temores pela defesa da “La Roja” diante de Kaká, Robinho e Luis Fabiano são ainda maiores. Medel e Ponce, que formam uma dupla de zaga titular apenas regular, receberam o segundo cartão e estão suspensos, assim como o volante reserva Estrada, expulso, e às vezes utilizado como zagueiro. As boas notícias para os chilenos são os retornos do volante de contenção Carmona, que não deixa a torcida sentir a falta de Maldonado (não convocado), e do meia habilidoso Matías Fernandez.

Outros destaques são o atacante Alexis Sanchez, que às vezes abusa da individualidade pelo lado direito, e o cérebro Valdivia, tão conhecido dos brasileiros. O antigo e possível futuro jogador do Palmeiras deve disputar uma vaga com Mark González e o atacante Humberto Suazo. Certeza, provavelmente, somente quando a Fifa divulgar a escalação oficial a uma hora do apito inicial.

Retrospecto é amplamente favorável

Na linguagem popular, pode se dizer que o Chile é mais um freguês da seleção brasileira. São ao todo 65 partidas, com 46 vitórias, 12 empates e apenas 7 derrotas. A última vitória chilena aconteceu em agosto de 2000, um 3 a 0 nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002, com direito a gols de Ivan “Bambam” Zamorano e Marcelo Salas, estrelas do país nas últimas décadas.

Ambos, inclusive, também estiveram presentes no segundo e último confronto entre Brasil e Chile em Copas do Mundo. Em 1998, na França, César Sampaio e Ronaldo fizeram duas vezes cada na goleada por 4 a 1, curiosamente pelas oitavas de final. Em 1962, Garrincha e Vavá acabaram com a festa dos mandantes nas semifinais com o triunfo por 4 a 2.

A seleção teve de repetir a lição em 2008. Donos de bela campanha nas eliminatórias, os chilenos se encheram de confiança e subiram no salto antes de enfrentar o Brasil, em Santiago. Um jornal local chegou a estampar uma manchete que a equipe de Marcelo Bielsa iria “ensiná-los a dançar o koala”, uma dança sensual de sucesso no país. Luis Fabiano e Robinho se encarregaram do dever e definiram os 3 a 0. Após o jogo, o atacante do Santos deixou um recado no vestiário, ao lado do diário, em espanhol: “Tem que respeitar a melhor seleção do mundo”.

Robinho já havia sido protagonista na Copa América de 2007. Em duas goleadas sobre o Chile (3 a 0 e 6 a 1), tornou-se o carrasco oficial ao marcar cinco gols. Será que ele repete a dose no Ellis Park? Ou Nilmar poderá sair novamente do banco, como em Salvador, em 2009, e definir a classificação para as quartas?

Fonte: Globo.

 

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Primeiro dia das oitavas de final da Copa tem quatro seleções com desafios diferentes

Posted on 26 junho 2010 by hugo

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Dois jogos dão início neste sábado (26) às oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Às 11h, Uruguai e Coreia do Sul disputam a primeira vaga nas quartas de final. Mais tarde, às 15h30, os Estados Unidos enfrentam Gana. Para cada um dos quatro concorrentes, a vontade de chegar à próxima fase do Mundial é motivada por um objetivo em especial. 

O Uruguai quer, principalmente, voltar a ser “grande” no futebol mundial. Bicampeões mundiais (venceram em 1930 e 1950), os uruguaios detêm a terceira maior marca invicta na história das Copas. Entre 1930 e 1954, ficaram 11 jogos sem perder, nos Mundiais de 1930, 1950 e 1954. 

Depois disso, porém, veio uma época de poucas glórias para o futebol uruguaio, que só foi terminar na Copa de 2002, quando o país voltou a disputar um Mundial depois da ausência em 1994 e 1998, mas terminou apenas na 26ª posição. Em 2006 também ficaram de fora, mas agora, liderada por Lugano, a “Celeste” tem a chance de conquistar uma vaga na semifinal, o que não acontece desde a Copa de 1970, no México. 

O adversário, porém, é a Coreia do Sul, uma das novas potências do futebol asiático, que sediou a Copa do Mundo de 2002 e chegou até a semifinal, quando foi derrotada pela Alemanha por 1 a 0. Antes, havia derrotado a Itália e a Espanha nos mata-matas. E é exatamente essa a motivação dos sul-coreanos, que buscam vencer o duelo contra os uruguaios para voltar a estar entre os quatro primeiros, para provar que o que aconteceu em casa há oito anos pode ser repetido em qualquer outro continente. 

Aspiração parecida tem os Estados Unidos, só que a lembrança de uma semifinal é de bem mais longa data. A última vez que os norte-americanos chegaram entre os quatro melhores em um Mundial foi no primeiro, em 1930. A ocasião, porém, traz péssimas recordações. Contra a Argentina, foram derrotados por 6 a 1. Desde então, o melhor resultado da seleção foi em 2002, quando a equipe treinada por Bruce Arena ficou na oitava posição. 

Para voltar a uma semifinal depois de 80 anos, os norte-americanos terão que passar um obstáculo difícil. A adversária é a seleção de Gana, que carrega o peso de ser a única seleção africana classificada para as oitavas de final. Além disso, os ganeses tentam levar um país do continente a ficar entre os quatro primeiros pela primeira vez na história. A melhor colocação de um africano até hoje é o sétimo lugar de Camarões, em 1990, e de Senegal, em 2002.

 

Fonte: R7.

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Chile bate Honduras e quebra tabu de 48 anos sem vitórias em Copas

Posted on 16 junho 2010 by hugo

chileMesmo sem ter o seu principal atacante, Humberto Suazo, que está contundido, a seleção chilena estreou nesta quarta-feira (16) na Copa do Mundo com uma vitória por 1 a 0 sobre Honduras, na abertura do Grupo H, e quebrou um tabu de 48 anos sem vencer em Mundiais.

 

A última vitória da equipe sul-americana tinha ocorrido em 16 de junho de 1962, quando o país derrotou a Iugoslávia por 1 a 0 na disputa do terceiro lugar, em partida disputada no estádio Nacional, em Santiago.

 

Mesmo com a vitória desta quarta, o time sul-americano deixou a desejar nas finalizações. Tendo dominado toda a partida, o Chile, que jogou com o ex-palmeirense Valdívia, criou muitas chances de gol, mas parou nas mãos do goleiro Valladares ou na falta de pontaria.

 

Logo nos primeiros minutos de partida, a equipe chilena já mostrou que atacaria durante boa parte do jogo. As assistências, entretanto, não saiam com precisão. Assim, Valdívia decidiu arriscar chute aos 20min. A bola se encaminhava para o ângulo do gol hondurenho, mas a bola bateu na zaga.

 

O Chile continuou pressionando e marcou aos 34min. Fernández abriu na direita, Isla cruzou rasteiro e Beausejour chegou dividindo com a zaga. A bola bateu na sua coxa e enganou Vallarades: 1 a 0.

 

Ainda antes do fim do primeiro tempo, o time comandado pelo argentino Marcelo Bielsa teve mais duas chances de marcar, com Beausejour e Sánchez, mas a falta de pontaria permaneceu.

 

No segundo tempo, a primeira boa chance chilena veio aos 16min. Valdívia, que foi um dos melhores em campo, tocou para Sánchez, que chutou cruzado para fora.

 

Como Honduras não oferecia pressão alguma ao Chile, o time sul-americano continuou pressionando. Aos 18min, a seleção teve sua melhor chance de ampliar. Vidal ajeitou de cabeça para Ponce. Dentro da pequena área, ele cabeceou frente a frente com Valladares, mas o goleiro fez grande defesa.

 

 

Aos 27min, com Beausejour, e aos 34min, com Sánchez, o Chile teve outras duas chances, mas as finalizações foram todas para fora.

 

R7

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Sem Adriano, Flamengo tenta a liderança contra Universidad de Chile no Maracanã

Posted on 08 abril 2010 by hugo

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A chuva que castigou o Rio de Janeiro trouxe tragédias para a população e muitas incertezas para o duelo que pode definir a liderança do Grupo 8 da Libertadores. Flamengo e Universidad de Chile se programaram para jogar às 21h50m (horário de Brasília) de quarta-feira, no Maracanã, que sofreu alagamentos no gramado, vestiários e túneis. Depois de idas e vindas, o Governador Sergio Cabral autorizou a realização da partida no estádio e os dois times se enfrentam às 16h desta quinta-feira.

Para isso acontecer, uma guerra política foi travada em meio ao caos que tomou conta do Rio de Janeiro. A chuva  dividiu opiniões ao longo dos dois últimos dias. De um lado, Flamengo, La U e Conmebol foram a favor da realização do jogo de qualquer maneira. Do outro, a secretária de Esporte e Lazer, Márcia Lins, foi contra e tomou decisões sem comunicar os clubes. No fim das contas, prevaleceu o interesse dos líderes do Grupo 8 e o fato de o Maracanã já ter condições de receber a partida.

Nem mesmo a transferência do jogo para esta quinta-feira foi suficiente para que Adriano se recuperasse das dores lombares. O atacante é o principal desfalque rubro-negro, que tenta a liderança do Grupo 8. Se vencer o Universidad de Chile, atual líder com sete pontos, o Flamengo o ultrapassa e chega a 9.

Terremotos e tempestades 

As tragédias naturais cercaram os dois duelos entre Flamengo e Universidad de Chile pela Libertadores de 2010. No primeiro, no dia 17 de março, os terremotos no Chile fizeram a diretoria rubro-negra optar pela chegada a Santiago a poucas horas do jogo. Do estádio, a delegação partiu diretamente para o aeroporto. Tudo para diminuir as chances de presenciar os tremores no país.

Por coincidência, outra calamidade marcou o segundo confronto entre as equipes. O Universidad de Chile desembarcou no Rio de Janeiro, na última segunda-feira, bem na hora em que a tempestade castigava a cidade. Por conta disso, o jogo teve de ser adiado e os chilenos realizaram apenas um treino físico no hotel, na terça-feira. O Flamengo, neste dia, trabalhou no ginásio da Gávea.

- Este tipo de tragédia (chuvas fortes) eu nunca tinha passado. É uma situação nova. Mas tanto com chuvas ou com terremotos nós somos obrigados a ter paciência e tolerância diante da situação. Não tem como ir contra a força da natureza – disse o técnico da Universidad de Chile, Gerardo Pelusso.

Somente na última quarta-feira os dois times puderam se preparar para o jogo. O Flamengo, inclusive, cedeu a Gávea para La U treinar assim que o trabalho rubro-negro acabasse. Por conta disso, os adversários  se cruzaram rapidamente pelo clube.

Enquanto isso, o Maracanã passava por uma grande limpeza. Afinal, a chuva prejudicou o estádio, que teve o seu gramado, vestiários e túneis totalmente alagados e cobertos de lama. Mas tudo foi limpado às pressas para que Flamengo e Universidad de Chile tenham o mínimo de condições para se enfrentarem.

Sem o Imperador no início da maratona decisiva

Com dores lombares, Adriano é o único desfalque para o jogo desta quinta-feira. Para substituí-lo, Andrade pode seguir duas opções. Uma delas, justamente a que foi testada no coletivo da última segunda-feira, no Ninho do Urubu, é com Bruno Mezenga no lugar do Imperador. A outra é o retorno de Petkovic ao time titular, com Vinícius Pacheco sendo adiantado para formar dupla com Vagner Love.

No meio, Toró deve seguir no time. Assim, Maldonado ficaria no banco. Willians e Kleberson completam o setor. Já na zaga, Álvaro volta após se recuperar da torção no joelho esquerdo, problema que o afastou do time nas duas últimas semanas. Ele forma dupla com Fabrício.

Com o time quase completo, Andrade quer iniciar com vitória uma espécie de maratona decisiva que o Flamengo terá pela frente. Já no domingo, por exemplo, o time enfrenta o Vasco, na semifinal da Taça Rio. Se chegar a todas as finais do Carioca e ainda ir passando de fases na Libertadores, o time jogará duas vezes por semana praticamente até a paralisação para a Copa do Mundo, no fim de maio.

- O grupo está ciente da responsabilidade e sempre cresce quando é exigido. Não tenho dúvida que vai corresponder de novo – disse Andrade.

Olivera é a principal arma do Universidad

Desde de que chegou ao Rio de Janeiro, a delegação da Universidad de Chile sofreu com a chuva. O time pegou engarrafamento na segunda-feira, teve de fazer um treino improvisado no hotel na terça-feira, e ainda ficou quase dois dias a mais na cidade por causa do adiamento do jogo.

Para não ser ainda mais prejudicado, La U conseguiu transferir o jogo que tinha pelo Campeonato Nacional, às 12h de sábado, contra o Cobreloa, na cidade de Calama, que fica bem ao norte do país. Com isso, o time ganhará tempo para descansar para a partida de terça-feira, contra o Caracas, pela Libertadores, na Venezuela.
Em meio a todo esse caos, houve momentos de preocupação, mas também de bom humor.

- Se eu viesse ao Brasil para jogar, ficasse três dias e o jogo não acontecesse, eu iria torcer para que o tempo não estivesse chuvoso. Aí eu poderia ir para a praia. Vir ao Rio para não jogar seria demais nas condições atuais – brincou o técnico Gerardo Pelusso.

O único desfalque que ele tem para este jogo é o do apoiador da seleção chilena Marco Estrada, que recupera-se de um problema muscular na coxa esquerda. Pelusso segue armando seu time com apenas um atacante: o uruguaio Olivera, que tem 1,91m.

FLAMENGO

UNIVERSIDAD DE CHILE

Bruno, Leonardo Moura, Álvaro, Fabrício e Juan; Toró (Maldonado), Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco; Vagner Love e Bruno Mezenga (Petkovic). 

Conde, Contreras, Victorino, Olarra e Rojas; Seymour, Iturra, Eduardo Vargas, Montillo e Puch; Olivera. 

Técnico:  Andrade.

Técnico:  Gerardo Pelusso.

Estádio: Maracanã. Data: 08/04/2010. Horário: 16h. Árbitro: Roberto Carlos Silveira (URU). Auxiliares: Mauricio Espinosa (URU) e Carlos Pastorino (URU).

Transmissão: A Rede Globo e o SporTV transmitem.

Tempo Real: O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partir de 15h30m (de Brasília).

Fonte: Globo.

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