Depois da vitória sobre o Paraguai na estreia do Campeonato Sul-Americano feminino de vôlei, a seleção brasileira, mais uma vez, não encontrou dificuldades para superar o adversário. Nesta QUINTA-FEIRA (29.09), no ginásio Miguel Grau de Callao, em Lima, no Peru, o time verde e amarelo venceu o Chile por 3 sets a 0 (25/8, 25/9 e 25/9), em 55 minutos de partida.
O Brasil voltará à quadra nesta SEXTA-FEIRA (30.09), às 22h (de Brasília), para duelar contra a Argentina. Antes, outros dois jogos da terceira rodada serão realizados: Uruguai x Colômbia, às 18h, e Chile x Paraguai, às 20h.
A central Juciely foi o destaque do jogo, com 12 acertos. Do lado chileno, Camila Pazdirek foi quem mais pontuou: oito vezes.
As brasileiras iniciaram a partida em ritmo acelerado e com facilidade abriram 16 a 2 no primeiro set. Embora tenham apresentado algum volume de jogo no decorrer do confronto, as chilenas não foram páreo para as comandadas de José Roberto Guimarães. Com os fundamentos funcionando, apesar de certos momentos de instabilidade, o Brasil seguiu firme para garantir a segunda vitória no torneio.
A ponteira Fernanda Garay, que entrou na segunda parcial da partida, comemorou o resultado já com o foco voltado para as rivais argentinas. “Estou muito feliz pela vitória de hoje. Amanhã temos o clássico contra a Argentina e acredito que será um jogo mais difícil. Estamos crescendo na competição e isso é importante para estarmos bem nos momentos decisivos”, declarou Fernanda Garay.
Técnico da equipe brasileira, Zé Roberto também ficou satisfeito com o triunfo sobre o Chile e com o crescimento do grupo. “O mais importante para o time é melhorar o nosso jogo, a recepção e o bloqueio. E isso conseguimos atuando com seriedade em quadra. Estou feliz com o rendimento da equipe”, afirmou o treinador.
Apesar da derrota, a chilena Josefa Schuler não se abalou e vibrou por ter duelado contra o Brasil. “Estamos muitos agradecidas por termos jogado contra a melhor equipe do mundo. Para mim foi uma honra. Jogamos ponto a ponto e fizemos tudo o que estava ao nosso alcance”, disse Josefa.
O Sul-Americano é classificatório para a Copa do Mundo do Japão, que dará três vagas para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.
O Brasil busca o 17º título do torneio. Em 29 edições, as brasileiras conquistaram a medalha de ouro 16 vezes, além de terem ficado com a de prata em outras 11 ocasiões. As brasileiras só não disputaram a competição em 1964.
O Brasil começou a partida com Dani Lins, Sheilla, Mari, Jaqueline, Juciely e Thaísa. Líbero – Fabi. Entraram: Fernanda Garay, Sassá e Fabíola.
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Após suar a camisa para vencer as duas primeiras parciais, seleção dá baile na terceira e conquista a segunda vitória em dois jogos no Sul-Americano.
As brasileiras garantiram o título invicto no Quadrangular Internacional de Maullín, no Chile. O Brasil derrotou a equipe chilena sub-19 por 80 a 43 (46 a 21 no primeiro tempo), nesta quarta-feira (16). Com 27 pontos e oito rebotes a pivô brasileira Damires Amaral foi a cestinha da partida. Outro destaque do time do Brasil foi a armadora Tássia Carcavalli, com 16 pontos e seis assistências. Pelas grupo chileno, Fernanda Serrano e Javiera Morales foram as melhores jogadoras, ambas com 13 pontos.
Neymar seguiu os passos de Robinho e se transformou no novo carrasco do Chile. Na madrugada desta terça-feira, o craque da Seleção Brasileira sub-20 marcou dois gols na vitória sobre os rivais por 5 a 1, no Estádio Universidad Nacional San Agustín, na estreia do hexagonal final do Sul-Americano da categoria, que dá duas vagas para as Olimpíadas de 2012, em Londres, e quatro para o Mundial, em julho, na Colômbia. Lucas, Diego Maurício e Willian José completaram a goleada.
handebol masculino com mais uma vitória. Neste domingo, o time verde-amarelo levou a melhor no clássico sul-americano contra o Chile por 28 a 18 em Lund (Suécia) e acabou o torneio na 21ª colocação.
Campeã por antecedência, a seleção brasileira feminina de futebol fechou com vitória sua participação no Campeonato Sul-Americano, que está sendo disputado no Equador. Em jogo disputado neste domingo (21), a equipe derrotou o Chile por 3 a 1 e, assim, manteve o 100% de aproveitamento na competição.
Nas outras vezes que teve o Brasil pela frente em Copas do Mundo, em 62 e 98, o Chile deu adeus à competição. Por mais que o discurso de Dunga e dos jogadores seja de respeito, qualquer resultado que não seja a classificação da seleção seria uma grande zebra. Não seria a primeira na África do Sul, é verdade. A Itália que o diga. O retrospecto recente, porém, de cinco vitórias brasileiras desde 2007, sempre marcando três ou mais gols, mostra uma grande diferença técnica de uma seleção para outra.



