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Seleção lutará pelo tetra no Pan sob o comando de auxiliar de Bernardinho

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Seleção lutará pelo tetra no Pan sob o comando de auxiliar de Bernardinho

Posted on 30 setembro 2011 by hugo

Rubinho estará à frente da equipe que mescla jogadores da seleção principal com os da seleção de novos; Brasil inicia campanha no dia 24 de outubro.

Desta vez, o técnico Bernardinho não será a voz de comando da seleção brasileira. A função de conduzir o Brasil mais uma vez ao alto do pódio caberá a Rubinho, seu assistente. Para lutar pelo quarto título dos Jogos Pan-Americanos – foi campeão nas edições de São Paulo-63, Caracas-83 e Rio-2007 -, o time contará em Guadalajara com uma mescla entre jogadores da seleção principal e da seleção de novos.

Foram convocados os levantadores Bruno Rezende e Murilo Radke; os centrais Eder Carbonera, Gustavo Endres e Maurício Souza; os opostos Wallace Martins e Wallace de Souza; os ponteiros Thiago Alves, Luiz Felipe Fonteles, Renato Russomano e Ricardo Lucarelli, além do líbero Mário Júnior. O grupo irá se apresentar segunda-feira no CT de Saquarema.

As disputas do vôlei estão marcadas para o períuodo entre 24 e 29 de outubro. O Brasil está no grupo B, juntamente com Estados Unidos, Porto Rico e Canadá. Na chave A, estão Cuba, Argentina, Venezuela e México.

globo

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Em jogo nervoso, Brasil perde set, mas vence Argentina e é campeão

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Em jogo nervoso, Brasil perde set, mas vence Argentina e é campeão

Posted on 26 setembro 2011 by hugo

Bernardinho chega a discutir com técnico rival, mas, em dia de Dante, seleção derrota hermanos por 3 sets a 1 e garante título do Sul-Americano em Cuiabá.

A estrela mais experiente foi a que brilhou mais forte. No saque, no bloqueio e no ataque, Dante usou sua versatilidade para acalmar os companheiros e agredir os rivais como sabe fazer melhor: cravando uma bola atrás da outra saltando do fundo de quadra. Em uma partida emocionante, com direito a discussão entre Bernardinho e Weber, técnico argentino, o ponteiro comandou o Brasil na suada vitória sobre a Argentina: 3 sets a 1 (25/20, 19/25, 25/23 e 25/21) que garantiram a invencibilidade, o título e a hegemonia absoluta do Sul-Americano em um ginásio lotado.

O triunfo rendeu à seleção a 28ª conquista em 29 edições do torneio. A única vez que o time verde e amarelo não levantou o caneco foi em 1964, quando desistiu de disputar a competição devido ao conturbado momento político que o país atravessava. Na ocasião, os hermanos foram campeões.

Até o final da partida, o nosso foco estava totalmente voltado para o Sul-Americano. Sabíamos que seria um jogo complicado, estudamos muito o time da Argentina e estou feliz por termos conseguido essa vitória. Queríamos muito esse título e, a partir de agora, passamos a pensar na Copa do Mundo

Brasil supera erros e larga na frente

Brasil e Argentina entraram em quadra com força máxima, mas as duas equipes começaram a partida cedendo pontos em série, em saques na rede ou ataques para fora. Enquanto os argentinos foram melhores com Quiroga, Marlon encontrou segurança pelo meio, com Sidão e Lucão. Quando a jogada ficou marcada, Dante deixou os marcadores rivais tontos. Do fundo de quadra, o ponteiro cravou uma atrás da outra e deixou o Brasil com três pontos de vantagem. Com Bruninho e Théo em quadra, os hermanos cometeram erros bobos, e Javier Weber gastou dois tempos técnicos. A segunda bronca surtiu efeito, mas um bloqueio de Murilo pôs fim ao esboço de reação: 25/20.

Na segunda etapa, o bloqueio argentino se transformou em uma muralha quase intransponível. Wallace, parado quatro vezes, deu lugar a Théo. Marlon explorou mais a rapidez junto à rede, mas logo o time alviceleste se recompôs e usou a mesma moeda com Crer e Sole. Quando a vantagem chegou a seis pontos, Bernardinho foi à loucura e gastou o segundo tempo técnico. Sidão recuperou parte do moral da equipe com bloqueios e contra-ataques rápidos, mas Quiroga, em uma largadinha, roubou o primeiro set do Brasil na competição: 25/19.

Bernardinho e Weber discutem, e clima pega fogo

A seleção voltou para o terceiro set bem mais ligada e, em parte graças a Lucão, chegou com folga ao primeiro tempo técnico: 8/3. A Argentina cresceu com Conte, e Bernardinho parou o jogo quando a vantagem se reduziu a apenas um ponto. Dante apareceu bem para manter a seleção na frente. O camisa 7 argentino e o levantador De Cecco, que abusou das bolas de segunda, mantiveram seu time na cola no placar. Um bloqueio de Lucão alargou a vantagem, e Weber pediu tempo.

Quando a Argentina se preparava para sacar, Bernardinho reclamou que Conte estava molhando a bola. O técnico argentino não gostou e começou a discutir asperamente com o brasileiro. A torcida, em peso, passou a vaiar o comandante rival, abalando os hermanos. Na volta, Conte arriscou e sacou para fora. O Brasil, então, fechou o set na sequência, em 25/23.

No intervalo, quando Bernardinho e Weber trocaram de lado, o brasileiro tentou amenizar o clima, mas ouviu uma série de palavrões de volta. Alheios à pequena confusão, os atletas voltaram à quadra concentrados e logo deixaram o Brasil com ligeira folga no marcador. Lucão foi eficiente no ataque e no bloqueio, assim como Murilo em um segundo momento. Os argentinos tentaram responder, mas perderam mais tempo se queixando da arbitragem do que comemorando os próprios pontos.

Após o segundo tempo técnico, Giustiniano encaixou uma boa sequência e reduziu a vantagem. Uma marcação duvidosa levou Murilo e Bernardinho a reclamarem com os juízes, e o treinador levou um cartão amarelo. A aproximação dos argentinos no placar na sequência fez o comandante verde e amarelo parar o jogo. A pausa acalmou parcialmente os ânimos, e Sidão brilhou no bloqueio. No saque chorado, também foi do central o ponto do título: 25/21.
Nos dois jogos que abriram a rodada, a Venezuela bateu o Paraguai por 3 set a 0 (25/19, 25/16 e 25/18) no Aecim Tocantins. No ginásio da UFMT, a Colômbia superou o Uruguai por 3 sets a 1 (25/17, 25/20, 22/25 e 25/16), em jogo interrompido pela falta de luz no local.

Confira a classificação final do Sul-Americano:
1º – Brasil
2º – Argentina
3º – Venezuela
4º – Colômbia
5º – Chile
6º – Paraguai
7º – Uruguai

globo

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SUL-AMERICANO MASCULINO: Brasil se prepara para os principais jogos do campeonato

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SUL-AMERICANO MASCULINO: Brasil se prepara para os principais jogos do campeonato

Posted on 24 setembro 2011 by hugo

Uruguai, Chile, Paraguai e Colômbia já foram superados nas primeiras rodadas do Campeonato Sul-Americano masculino de vôlei, em Cuiabá (MT). Após as quatro vitórias, o Brasil folga na tabela e aproveita a SEXTA-FEIRA (23.09) para reforçar a preparação para as duas partidas consideradas mais difíceis e, por isso, mais importantes do campeonato: Venezuela e Argentina.

O confronto contra os venezuelanos será neste SÁBADO (24.09), e o jogo contra a Argentina, no DOMINGO (25.09). Os dois serão às 12h (de Brasília), no ginásio Aecim Tocantins, e terão transmissão ao vivo do canal Sportv. Apesar de já estar preocupado com os argentinos, o discurso é o mesmo no grupo brasileiro: um passo de cada vez.

“Não podemos tropeçar contra a Venezuela. Temos que jogar bem e fazer uma boa partida, porque isso significa uma preparação correta para o jogo contra a Argentina, que é a nossa principal preocupação”, explicou Bernardinho, que comandou treino na manhã desta sexta-feira.

“Fizemos um trabalho de saque e passe e alguns ajustes de ataque, mas não dá para fazer muito coisa a partir de agora. O calor é muito forte e os jogadores já estão cansados”, destacou o técnico da seleção brasileira.

O central Lucão também ressalta a força dos argentinos, mas demonstra preocupação com o time venezuelano, que venceu o Chile e perdeu para Colômbia e Argentina neste Sul-Americano.

“A Venezuela tem um histórico bom, principalmente dentro do continente, e é uma equipe que sempre apresenta dificuldades ao Brasil. E, depois, enfrentamos a Argentina, que é o principal adversário. O campeonato está gradativo, com o nível melhorando a cada partida e acredito que continue assim, com a Venezuela sendo o segundo time mais difícil que enfrentaremos na competição”, disse Lucão.

O levantador Bruno também falou sobre os dois últimos adversários do Brasil nesta edição de Sul-Americano.

“A Venezuela tem um time novo, que não conhecemos muito. É uma equipe que não disputou as últimas competições internacionais. Hoje vamos estudar o time deles para acharmos a melhor forma de jogar. No entanto, o mais importante é continuar buscando a nossa evolução para a partida de domingo contra a Argentina”.

cbv

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Bronca surte efeito, e Brasil aplica surra no Paraguai pelo Sul-Americano

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Bronca surte efeito, e Brasil aplica surra no Paraguai pelo Sul-Americano

Posted on 22 setembro 2011 by hugo

A bronca de Bernardinho valeu. Longe de cometer os erros da véspera, o Brasil não deu chances e aplicou uma verdadeira surra no Paraguai. Com destaque para Sidão e Dante, eficientes em todos os fundamentos, a equipe verde e amarela mal deixou os visitantes verem a cor da bola e manteve os 100% de aproveitamento no Sul-Americano em parciais de 25/10, 25/14 e 25/11.

Nesta quinta-feira, o Paraguai abre a quarta rodada em jogo contra o Chile, às 17h30m. O Brasil, novamente às 22h30m (horários de Brasília), encara a Colômbia. O SporTV transmite todos os lances, ao vivo, direto do Ginásio Poliesportivo Professor Aecim Tocantins.

Diante da má apresentação diante do Chile, Bernardinho manteve Wallace, Sidão, Murilo, Dante, Marlon e Serginho, trocando apenas Lucão – que foi titular nos dois primeiros jogos – por Rodrigão.

A bronca da véspera pareceu ter surtido efeito. A seleção começou a partida soltando o braço e logo abriu quatro pontos de vantagem. O único ponto dado de graça para o Paraguai ocorreu quando Marlon e Dante não se acertaram no tempo de bola. Logo depois, o Brasil iniciou uma verdadeira surra. Dante e Murilo foram os mais acionados e viraram quase todas. Com um ace, Wallace fechou em 25/10.

A superioridade clara se manteve na segunda parcial. Marlon explorou as jogadas rápidas, e a defesa rival mal viu a cor da bola. Sidão, no ataque, no bloqueio e no saque, se sobressaiu ao lado de Murilo. Pela primeira vez no torneio, Bernardinho promoveu a inversão, e Théo e Bruninho foram bastante aplaudidos pela torcida ao entrarem. Os dois, porém, mal jogaram. Dante teve boa seqüência no saque, e Rodrigão cravou pelo meio 25/14.

No terceiro set, Théo e Bruninho foram mantidos, e João Paulo Bravo entrou na vaga de Murilo. José Gaona e Juan Mendoza roubaram alguns pontos para o Paraguai, mas viram Rodrigão e João Paulo Bravo darem o troco logo em seguida. Na metade final, Dante encaixou uma série de pancadas com perfeição, e Théo, em contra-ataque, deu números finais à partida: 25/11.

Venezuela e Argentina vencem antes de se enfrentarem

A Venezuela abriu o dia com vitória sobre o Chile. A equipe de Idolo Herrera se aproveitou de um cochilo do adversário na primeira parcial para se impor na partida. Mesmo com a melhora do rival nos sets seguintes, contou com o maior pontuador do jogo, Jesus Chorio (14 acertos) e venceu em sets diretos: 25/14, 25/23 e 25/18.

Com time reserva pela primeira vez na competição, a Argentina superou o Uruguai com facilidade em parciais de 25/14, 25/16 e 25/21. O argentino Ivan Castellani e o uruguaio Renzo Cairus foram os maiores pontuadores com 12 pontos cada. Os dois times vencedores se enfrentam às 20h.

globo

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Brasil falha muito, mas solta o braço na hora certa e passa pelos chilenos

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Brasil falha muito, mas solta o braço na hora certa e passa pelos chilenos

Posted on 21 setembro 2011 by hugo

Após suar a camisa para vencer as duas primeiras parciais, seleção dá baile na terceira e conquista a segunda vitória em dois jogos no Sul-Americano.

Não foi apenas o calor de Cuiabá que fez o Brasil suar. Aguerridos na defesa, os jovens atletas chilenos não se renderam facilmente e obrigaram a seleção a trabalhar bem mais do que na véspera. Mas a experiência do Brasil e a maior técnica, sobretudo de Murilo, sobraram na hora certa, e um baile na terceira parcial garantiu a segunda vitória em sets diretos (25/21, 25/19 e 25/10) da seleção no Sul-Americano. Apesar do placar tranquilo, a atuação não deixou o técnico Bernardinho nada satisfeito.

- O espírito não foi o desejado e o adequado. O time errou muito, é imperdoável. Você tem que entrar respeitando o adversário e respeitando o público. É claro que é difícil num jogo que não exige tanto, mas erramos muito. Vamos trabalhar e nos concentrar até domingo – afirmou Bernardinho, em entrevista ao SporTV, visivelmente insatisfeito com o rendimento da equipe em quadra.

Nesta quarta-feira, o Chile abre a rodada contra a Venezuela, às 17h30m (de Brasília). O Brasil encara o Paraguai, às 22h30m.

Enquanto o Chile manteve a formação da véspera, quando foi derrotado pela Argentina, Bernardinho mudou quase tudo no Brasil. Apenas Lucão e Serginho foram mantidos. Sidão, Murilo, Dante, Wallace e Marlon foram as novas caras na equipe titular.

O Chile não se intimidou com o Brasil e se defendeu com garra no início. Aproveitando-se de erros dos donos da casa – de saque e ataque –, até assumiu a frente no placar em 7/6. Depois do tempo técnico, no serviço de Murilo, a seleção acordou e abriu seis pontos de vantagem. Os chilenos, porém, não deram trégua, e voltaram a encostar com erros seguidos de Wallace e bons ataques dos irmãos Matias e Vicente Parraguirre. Bernardinho pediu tempo pela primeira vez no torneio e, em dois ataques, Murilo acabou com a brincadeira: 25/21.

O segundo set também começou apertado. As melhores chances da equipe verde e amarela foram pelo meio ou com Dante. Mas o bloqueio chileno parou ou amorteceu os ataques por algumas vezes, e os visitantes ficaram na ponta em 11/10. Só que, após segunda parada técnica, os comandados de Daniel Nejamkin estagnaram no placar e viram os ponteiros brasileiros cravarem uma atrás da outra. Vicente Parraguirre roubou alguns pontos explorando o bloqueio, mas nada pode fazer quando Sidão subiu rápido pelo meio: 25/19.

Na terceira etapa, o time de Bernardinho finalmente decidiu soltar o braço e disparou na frente desde o princípio. No serviço de Murilo, a equipe chegou com 8/1 na primeira parada técnica. Com o ponteiro mais uma vez no saque após a segunda parada técnica, a seleção matou o jogo. Coube a Wallace, apagado em todo o jogo, dar o golpe final: 25/10.

Argentina e Paraguai vencem

No primeiro jogo do dia, a Argentina passou pela Colômbia em sets diretos (25/18, 25/17 e 25/20) com grande atuação de Pereyra. O oposto foi o maior pontuador, com 16 acertos. No início, os colombianos usaram a potência do saque para atrapalhar a vida dos hermanos, mas pouco puderam fazer quando o passe deles saiu na mão.

A partida seguinte, entre Paraguai e Uruguai, foi bastante equilibrada. A seleção alvirrubra esteve à frente no placar durante a maior parte do jogo e conseguiu reverter uma desvantagem de quatro pontos na terceira etapa para fechar em 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/22, 26/24. Luis Riveros foi o destaque com 14 pontos.

globo

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Bernardinho define seleção brasileira para o Sul-Americano sem Giba e Gustavo

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Bernardinho define seleção brasileira para o Sul-Americano sem Giba e Gustavo

Posted on 18 setembro 2011 by hugo

A disputa foi acirrada, mas, neste SÁBADO (17.09), o técnico da seleção brasileira definiu os 12 jogadores que estarão relacionados para o Campeonato Sul-Americano Masculino de Voleibol. A competição terá início na próxima SEGUNDA-FEIRA (19.09), quando o Brasil estreará contra o Uruguai, às 19h (de Brasília), no ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá (MT).

Estarão à disposição de Bernardinho os levantadores Bruno e Marlon, os opostos Theo e Wallace, os centrais Rodrigão, Sidão e Lucas, os ponteiros Murilo, Dante, Thiago Alves e João Paulo Bravo e o líbero Serginho. Mesmo não inscritos, o ponta Giba e o central Gustavo estarão em Cuiabá e treinarão com a equipe. Já o oposto Leandro Vissotto e o líbero Mário Jr. foram cortados da lista.

Além do Uruguai, a seleção verde e amarela terá, pela frente, outros cinco adversários no caminho até a busca pelo título. Nos dias seguintes, enfrentará Chile, Paraguai, Colômbia, Venezuela e Argentina. O Brasil terá folga apenas na rodada de sexta-feira (23.09).

“Vamos entrar neste campeonato na busca pelo título. Jogaremos em casa e sabemos que as pessoas esperam por isso. A realidade não é simples, mas não podemos fugir dela. Iremos em busca do primeiro lugar”, afirma o técnico da seleção brasileira.

cbv

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Rússia afunda o Brasil no tie-break e adia o sonho do deca na Liga Mundial

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Rússia afunda o Brasil no tie-break e adia o sonho do deca na Liga Mundial

Posted on 10 julho 2011 by hugo

Em jogo dramático na Polônia, time de Bernardinho não resiste a Mikhaylov, cai no quinto set e vê o adversário conquistar a competição pela segunda vez.

Antes da semifinal, tinha sido um atropelamento. Os reservas brasileiros nem fizeram cócegas na Rússia, mas naquele momento o jogo não valia nada. Neste domingo, era para valer o reencontro entre velhos rivais da Liga Mundial. No primeiro set em Gdansk, com vitória brasileira por 25/23, parecia mesmo que desta vez o vencedor seria outro. Não foi. Até a última bola de um jogo dramático, os russos mostraram que não importa se são titulares ou reservas do outro lado da rede. Com um suado 3 a 2 (parciais de 23/25, 27/25, 25/23, 22/25 e 15/11), a equipe europeia se impôs no tie-break, derrubou os comandados de Bernardinho e adiou o sonho do decacampeonato.

Nos últimos dez anos, o Brasil tinha conquistado oito taças da Liga. As únicas exceções tinham sido em 2008, quando perdeu para os Estados Unidos, e lá atrás, em 2002, quando caiu diante da própria Rússia, que agora garante seu segundo título.

O herói russo desta vez foi atacante Maxim Mikhaylov. Autor de 26 pontos, ele infernizou a defesa brasileira do início ao fim, mesmo tendo que sair no meio do jogo para receber atendimento médico após levar um pisão no pé esquerdo. Os maiores pontuadores do Brasil foram Théo e Giba, com 16 cada, mas o time não conseguiu encontrar seu melhor vôlei ao longo da partida.

O saque brasileiro, que vinha tendo altos e baixos na Liga, encaixou no início do jogo, e a equipe verde-amarela manteve uma vantagem apertada. O bloqueio perseguia os atacantes russos em todos os lances, e a diferença no placar chegou a 14/10. A chance de abrir 15/11 no contra-ataque, no entanto, foi desperdiçada, e o adversário acordou. Com três pontos seguidos, a Rússia voltou para o set. Na segunda parada técnica, o time de Bernardinho vencia por 16/15, e o equilíbrio se arrastou até o fim da parcial. Com um saque matador de Lucão, o Brasil fechou em 25/23.

Àquela altura, o clima era favorável até quando a bola não estava no alto. No intervalo para o segundo set, passistas de escola de samba entraram na quadra para animar a torcida. O incentivo funcionou durante um tempo para o Brasil, que abriu a parcial com o bloqueio afiado e três pontos seguidos. Aos poucos, a Rússia foi se encontrando, igualou o placar e, na primeira parada técnica, já vencia por 8/7. O equilíbrio se estendeu até a segunda parada, quando os europeus já venciam por 16/15. A gangorra balançou dali em diante, com os dois países se revezando na liderança.

Quando o placar estava empatado em 24/24, Rodrigão fechou a porta para o ataque russo num bloqueio espetacular. Mas o contra-ataque europeu funcionou para deixar tudo igual outra vez. Volkov deu o troco no paredão e, com um ataque de Biriukov, o set terminou em 27/25. Tudo igual em 1 a 1.

Se na segunda parcial o Brasil pulou na frente, foi a Rússia que comandou o início do terceiro set: 3/0, obrigando Bernardinho a pedir tempo. A vantagem ainda chegou a 4/0, até Muserskiy errar um saque e dar um ponto de graça ao rival. Sidão, que não conseguia se encontrar, devolveu o presente. Sob pressão, a equipe verde-amarela errava muito e, dos três primeiros pontos, dois foram em saques desperdiçados pelos adversários. Na parada técnica, 8/4. A vantagem subiu para 10/5, e Mikhaylov, melhor atacante da equipe, foi para o banco após levar um pisão acidental no pé esquerdo.

De ponto em ponto, o Brasil foi chegando. Após um rali impressionante, Murilo atacou pelo meio e cortou a diferença para 14/12. Marlon foi para o saque e encostou ainda mais. A Rússia tentava abrir, mas levou o troco com um ataque de Théo após uma bola que veio de graça do outro lado. Bruninho tinha dificuldade para encontrar seus atacantes, e assim os russos levaram a vantagem até o fim da parcial. No bloqueio brasileiro para fora, fim de papo: 25/23 e a virada na partida.

O “revezamento” no início dos sets continuou. No quarto, foi o Brasil que abriu 3/0. Mas a exemplo do que vinha acontecendo anteriormente, o equilíbrio logo se instalou no placar. O Brasil conseguiu segurar uma vantagem de três pontos na parte final, graças aos erros em sequência dos russos. Na hora H, abriu quatro e ficou confortável no set point. E nem precisou se esforçar: Ilinykh sacou para fora, muito longe, e a parcial terminou em 25/22. Se disputa de título sem drama não tem graça, ali estava o tie-break para comprovar a tese.

Logo na abertura, com um ataque de Murilo, os jogadores brasileiros vibraram como se fosse o título. Quando abriu 2/1, um erro grosseiro da arbitragem. Um bloqueio brasileiro colocou a bola dentro – muito dentro –, mas o juiz deu fora, e a Rússia igualou o placar. Daí a fúria de Rodrigão no ataque seguinte, retomando a liderança. Mas os rivais não se entregavam. Na parada técnica, já venciam por dois pontos de diferença: 8/6.

O drama aumentou na volta à quadra, com um ataque errado de Vissotto, e a bronca de Bernardinho parece não ter dado resultado. Os erros se acumulavam, e o sonho do deca foi saindo da quadra de fininho. A Rússia não tirou o pé do acelerador, se impôs e venceu os brasileiros pela segunda vez no torneio: 15/10 no tie-break, 3 a 2 na decisão. Com a diferença de que, agora, foi contra os titulares. E valeu a taça.

globo

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Contra Porto Rico, Brasil abre returno da Liga e se despede da torcida em SP

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Contra Porto Rico, Brasil abre returno da Liga e se despede da torcida em SP

Posted on 18 junho 2011 by hugo

Após os confrontos no Ibirapuera, equipe de Bernardinho disputa o restante da competição no exterior.

A derrota para os Estados Unidos no último domingo ainda está entalada na garganta os brasileiros. E quem vai sofrer com isso é a seleção de Porto Rico, rival deste fim de semana, em dois jogos no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Com os pontos perdidos em Belo Horizonte, a equipe de Bernardinho precisa começar bem o returno da Liga Mundial para se garantir na ponta do Grupo A. E, para isso, terá o apoio de 11 mil torcedores nos dois últimos jogos em casa no torneio, às 10h da manhã de sábado e domingo. A Rede Globo transmite as partidas ao vivo, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em tempo real.

Para Porto Rico, o que vier é lucro. Lanterna do Grupo A com seis derrotas em seis partidas, o adversário brasileiro busca o primeiro ponto na competição. Ganhar um set do Brasil já seria um grande feito e provaria a evolução da equipe, que perdeu as duas partidas em San Juan por 3 a 0.

Do lado canarinho, as vitórias são necessárias para diminuir o peso da derrota para os Estados Unidos na busca pela classificação. Caso consiga somar mais seis pontos e a Polônia roube algum dos Estados Unidos, no outro confronto da chave, a equipe de Bernardinho volta a disparar na tabela.

Além dos números, as partidas serão as últimas apresentações dos atletas diante da torcida brasileira na competição, e os possíveis triunfos darão moral para a grande sequência de jogos, cada vez mais difíceis, no exterior.

globo

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Bernardinho minimiza derrota para os EUA: ‘Não é de todo ruim perder agora’

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Bernardinho minimiza derrota para os EUA: ‘Não é de todo ruim perder agora’

Posted on 16 junho 2011 by hugo

Se há uma melhor hora para perder, ela foi no último domingo. Pelo menos na opinião de Bernardinho. Para o treinador, a queda diante dos Estados Unidos em Belo Horizonte permite uma visão mais clara dos erros da seleção. Segundo ele, a equipe já não vinha atuando bem, mesmo nas vitórias anteriores. Neste fim de semana, o Brasil volta a encarar Porto Rico pela Liga Mundial, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Na estreia na competição, foram duas vitórias fáceis na casa rival.

- Se a derrota serve para alguma coisa é para este questionamento. Não vínhamos jogando muito bem, mas vínhamos ganhando. Isso, muitas vezes, é uma armadilha bastante perigosa. Você começa a se esconder atrás de uma vitória que às vezes não significou uma boa atuação.

Para Bernardinho, a derrota para os Estados Unidos serve como um desafio a ser enfrentado em busca de um melhor desempenho da seleção em quadra.

- Não acho de todo ruim perder agora. Gera material para estudo, gera uma série de situações boas e essa coisa do desafio, que, para nós, repercute bem para o grupo. Desafios, de uma forma geral, ao longo desses anos, são coisas boas para a gente. São desafios. E, de tempos em tempos, são bem-vindos. Não pode tudo estar sempre bem.

O treinador busca uma maior consistência ao jogo brasileiro. Na opinião de Bernardinho, a equipe não soube manter o ritmo diante dos Estados Unidos.

- O time foi, como tem sido até agora, um pouco inconsistente. Nós pecamos muito no contra-ataque. Nosso ataque não foi ruim, mas o contra-ataque, sim. Em bolas que nós defendíamos e tínhamos a possibilidade de contra-atacar, não enfrentamos ou não soubemos fugir do bloqueio adversário. No primeiro set, tomamos seis bloqueios e três erros não-forçados. São nove pontos. Não podemos ceder tanto. Então, acho que precisamos trabalhar. É falta de volume ainda de preparação, o que gera essa irregularidade. Também a pressão de jogar no Brasil e ter de ganhar. Isso vai afetando o desempenho.

Líder do grupo A da Liga Mundial, o Brasil encara Porto Rico, lanterna com seis derrotas em seis jogos, no sábado e no domingo. A Rede Globo transmite todos os lances, a partir das 10h (de Brasília), direto do ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

globo

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Algozes do Brasil, EUA param rivais e dão troco no segundo duelo pela Liga

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Algozes do Brasil, EUA param rivais e dão troco no segundo duelo pela Liga

Posted on 13 junho 2011 by hugo

Em partida emocionte, atuais campeões olímpicos marcam principais jogadas brasileiras e batem a seleção de Bernardinho por 3 sets a 1, em Belo Horizonte.

Após a vitória de sábado, Bernardinho disse que não gostava de jogar contra os Estados Unidos sem valer. Mestres em estudar os adversários, os americanos fizeram exatamente o que o treinador brasileiro temia. Marcaram as principais jogadas brasileiras e, com menos erros do que na véspera, se tornaram os primeiros nesta Liga Mundial a bater o Brasil. Com a derrota por 3 sets a 1 (mesmo placar do dia anterior), parciais de 25/21, 25/22 e 16/25 e 26/24, a equipe brasileira perdeu a invencibilidade na fase de grupos, mas manteve a liderança da chave A. Com 15 pontos, o time de Bernardinho é líder, seguido justamente pelos algozes deste fim de semana, com 12.

Na primeira rodada do returno da fase de grupos, o Brasil recebe Porto Rico, em São Paulo, nos dias 18 e 19 de junho, sábado e domingo. Os americanos também jogarão em casa, nos dias 17 e 18, contra a Polônia.

Na equipe brasileira, Bernardinho optou por deixar o ponteiro João Paulo Tavares fora da partida e relacionou, pela primeira vez na competição, três opostos: Vissotto, Théo e Wallace. Do lado americano, Alan Knipe não surpreendeu e manteve a escalação da véspera, com Thornton na armação das jogadas.

O Brasil iniciou a partida na frente, explorando jogadas rápidas com Rodrigão e Lucão pelo meio. Com o bloqueio montado, os americanos pararam um a um os atacantes brasileiros e seguiram na cola no placar. Até que, em uma bola na rede de Vissotto, assumiram a dianteira: 5/4. Quando a vantagem rival chegou a quatro pontos, Bernardinho, que chegou a reclamar que as bolas estavam murchas, pediu tempo e promoveu cedo a inversão, com Wallace e Marlon em quadra.

A seleção seguiu com muitos erros não forçados, mas melhorou no bloqueio. Mesmo assim, os anfitriões chegaram à segunda parada técnica atrás no marcador: 16/11. Bem no saque, Wallace soltou o braço também no ataque e fez a diferença cair para três pontos. Mas os americanos voltaram a se distanciar. Com João Paulo Bravo preso seguidas vezes no bloqueio, Murilo e Rodrigão chamaram a responsabilidade no ataque do Brasil. Além deles, Vissotto tirou da manga uma largadinha. Mas, infelizmente, era tarde demais para uma reação, e Priddy, saltando do fundo, encerrou o set com 25/21.

No princípio da segunda parcial, a seleção tomou uma ducha de água fria. Apesar de algumas boas jogadas pelo meio, o ataque brasileiro parou seguidamente no paredão rival. A vantagem de quatro pontos já no princípio fez Bernardinho chamar Wallace e Marlon antes mesmo da primeira parada técnica.

A mudança melhorou o bloqueio brasileiro e as variações no ataque. Com Lucão, em jogada rápida pelo meio, o Brasil empatou em 14/14. Mas, para azar da equipe nacional, era um dia inspirado para Anderson. O número 1 americano, dono de um saque potente, também atacou bem e bloqueou com qualidade. No fim, Bernardinho atendeu aos gritos da torcida e chamou Sidão. O central, destaque na véspera, até marcou dois pontos, mas não conseguiu evitar a nova vitória parcial americana, desta vez, por 25/22.

Brasil reage, mas perde a chance de virar

Com a necessidade de vencer para seguir vivo no jogo, o Brasil voltou a mil no terceiro set. A seleção já iniciou a parcial com Marlon, Wallace e Sidão em quadra e levantou a torcida. Rodrigão, constante e seguro no meio durante toda a partida, seguiu como referência na rede. O oposto, ao lado de Murilo, se destacou tanto no bloqueio quanto no ataque, e a seleção conseguiu sua maior vantagem em todo o jogo até então: 14/9.

Alan Knipe até tentou esfriar os anfitriões, mas Sidão não deixou. No ataque e no bloqueio, o central mostrou eficiência e vibrou a cada ponto. Marlon, também fez sua graça e, em duas oportunidades, virou de segunda. Desconcertados, os americanos erraram em série: bola na antena, para fora e na rede. Murilo também ajudou, voltou a exibir sua melhor forma, e ampliou a vantagem para oito pontos. Com mais um bloqueio preciso do namorado de Dani Lins, o Brasil venceu seu primeiro set na partida: 25/16.

Animado pela torcida e pela significativa melhora de rendimento, a seleção iniciou o quarto set na frente, mas sem moleza. Murilo, na ponta, virava tudo, fosse explorando o bloqueio ou cravando no chão. Anderson e Lee respondiam na bola e também se queixando ao árbitro, reclamando muito das marcações.

Quem também reclamou, mas com o próprio time, foi Bernardinho. O técnico foi à loucura quando, por falta de comunicação, ninguém foi na bola defendida por Serginho. E o ponto perdido de bobeira faria falta mais à frente. Anderson e Millar, bem no ataque, recuperaram também a força do bloqueio dos Estados Unidos, que assumiram a ponta no marcador. Quando os americanos fizeram 18/15, Bruninho e Théo entraram em cena. Ao lado de Rodrigão, o oposto mostrou que os brasileiros também sabem bloquear e empatou a parcial.

O set ganhou contornos dramáticos. Murilo pontuou, mas sacou na rede. João Paulo Bravo marcou, mas atrapalhou Sidão em uma defesa relativamente fácil. Ignorando os gritos da torcida, os americanos mostraram frieza e se recuperaram. Após dois erros de Wallace, Anderson deu o golpe de misericórdia e fechou o jogo: 26/24.

globo

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