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Itapuranga sedia a 4ª edição da Corrida de São Sebastião do Xixá

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Itapuranga sedia a 4ª edição da Corrida de São Sebastião do Xixá

Posted on 04 janeiro 2012 by hugo

A 4ª edição da Corrida de São Sebastião do Xixá será realizada amanhã, em Itapuranga, às 16 horas, em comemoração pelo aniversário de 58 anos da cidade.

O percurso será de 9 km. Na primeira categoria, moradores de qualquer faixa etária e de qualquer cidade podem participar.

A segunda categoria é destinada aos moradores da cidade. A terceira é para homens de Itapuranga com mais de 40 anos. A premiação vai de 100 reais a 600 reais.

As inscrições são feitas na Secretaria Municipal de Educação, Desporto e Cultura ou pelo telefone (62) 3312-3641.

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Tito Sena ganha São Silvestre na sua categoria

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Tito Sena ganha São Silvestre na sua categoria

Posted on 03 janeiro 2012 by hugo

Goiás subiu no lugar mais alto do pódio na 87ª edição da Corrida de São Silvestre, realizada sábado em São Paulo. Tito Sena, de 44 anos, terminou em 1º lugar na categoria deficientes membros superiores (DMS), com o tempo de 55min55s.

O candango, radicado em Goiânia, é medalhista de prata na maratona disputada na Paraolimpíada de Pequim, na China, em 2008. O corredor dedicou a vitória ao filho Matheus, de 14 anos, internado ontem com virose. “Vencer uma prova de tamanha importância é emocionante”, comemora Tito, que já tinha disputado a São Silvestre em outras dez oportunidades largando na elite masculina – sua melhor colocação tinha sido 50º colocado.

A única coisa ruim da competição de sábado é que Tito não recebeu o troféu de campeão. “A organização esqueceu de levar o troféu, mas me prometeu mandar pelo correio”, explica Tito, que em abril disputa a Maratona de Paris correndo na categoria geral.

Duas goianas também obtiveram bons resultados na São Silvestre. A melhor delas foi a jataiense Sueli Pereira, de 34 anos, que havia vencido a 3ª Meia Maratona de Goiânia, em outubro. Ela terminou em 10º lugar, com 53min32s – sua melhor colocação foi o 9º lugar em 2010. “Foi uma prova de nível muito alto. Esperava chegar entre as cinco primeiras, mas as africanas eram as melhores de seus países”, avalia Sueli, que gostou do novo percurso da prova. “Foi mais pesado por causa da chuva e por ter mais subidas e descidas, mas ficou uma prova rápida. Ficou melhor.”

A outra goiana é Vanda Carneiro Chagas, de 33 anos, que ficou em 16º (54min28s). A vencedora foi a queniana Jeptoo Priscah (48min48). A melhor brasileira foi a piauiense Cruz Nonata (6ª), seguida pela paulista Adriana Aparecida da Silva (8ª) e Sueli Pereira (10ª).

No masculino, Pablo Fagundes da Costa e David Andrade de Mesquita seriam representantes goianos no pelotão de elite, mas seus nomes não apareceram na lista oficial de resultados.

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Prodígio na pista de atletismo

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Prodígio na pista de atletismo

Posted on 02 janeiro 2012 by hugo

Definiciente visual, Lorena Salvatini mostra potencial em provas rápidas e de salto em distância.

Lorena pratica salto em distância sob orientação do guia e treinador Sabá. Os dois treinam três vezes por semana na pista e a atleta ainda faz musculação

No esporte brasileiro, a superação de limites é algo muito comum na vida da maioria dos atletas. Quem quer chegar ao topo do pódio, tem de se sacrificar e alçar o corpo e a mente à perfeição, mesmo que ainda seja jovem. É o caso de Lorena Salvatini Spoladore. Aos 16 anos e considerada uma das promessas do paradesporto brasileiro, Lorena tem trajetória que chama a atenção pela luta para ultrapassar os obstáculos da vida na busca do bem-estar e pelas vitórias nas pistas.

Quando nasceu, Lorena teve o diagnóstico de glaucoma congênito, doença rara e que a levou mais tarde à cegueira irreversível. A família não aceitou a situação como algo que pudesse servir de desculpa para limitar os sonhos da garota. Por isso, nunca parou de incentivá-la a buscar os objetivos. No esporte, também foi assim.

Lorena começou a correr por diversão em Goiânia, mas mostrou potencial e representa Goiás nas competições. Nas Paraolimpíadas Escolares de 2007, em Brasília, então com 12 anos, competiu com meninas mais velhas (de 14 anos) e conseguiu vencer nos 75 metros. Na mesma competição, ainda ficou em 3º nos 150m. “Fiquei muito emocionada. Cheguei a chorar”, conta Lorena, que nasceu em Maringá (PR) e mora em Goiânia há dez anos.

Em maio, a estudante participou do Circuito Caixa de Natação e Atletismo em Brasília e conseguiu uma medalha de ouro (salto em distância) e duas pratas (nas provas de 100m e 800m). No mês seguinte, impressionou novamente. Na 30ª Copa Sesc, ela faturou o ouro nos 100m após competir com jovens sem deficiência. De quebra, ainda venceu a competição de 400m na mesma situação. Em agosto, Lorena ajudou Goiás a terminar as Paraolimpíadas Escolares, em São Paulo, em 7º – os atletas do Estado conquistaram 27 medalhas.

Sonho

Em dezembro, na etapa nacional do Circuito Caixa em São Paulo, Lorena viveu seu momento mais emocionante. Ela foi convidada por Terezinha Guilhermina, a corredora que mais admira, para participar da prova dos 400m. “Foi tudo aquele momento. Fiquei nervosa, as pernas tremeram, mas ainda assim consegui chegar em 4°. A Therezinha é minha referência no esporte e ficamos amigas”, disse Lorena, que, na etapa, conquistou o bronze no salto em distância.

No início deste ano, outro grande sonho pode ser realizado. Lorena está na expectativa de ser convocada para a Seleção Brasileira Paraolímpica de Jovens e disputar o mundial da categoria. Além disso, ela confessou que ainda sonha em beliscar uma vaga para os Jogos Paraolímpicos de Londres na prova de 100m. Para isso, a jovem tem de ultrapassar pelo menos uma das três corredoras que lideram o ranking – Therezinha Guilhermina (1ª), Jerusa Santos (2ª) e Jhulia Karol dos Santos (3ª) – já que o País só pode levar três atletas.

No entanto, o maior objetivo de Lorena é disputar os Jogos Paraolímpicos que serão realizados no Rio, em 2016. “Vou estar com 20 anos e espero estar no auge da minha forma. Meu sonho é ganhar uma medalha olímpica no meu País. Mas nem consigo imaginar o tamanho disso”, confessa.

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Última brasileira a ganhar SS fala que meta é voltar entre melhores do país

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Última brasileira a ganhar SS fala que meta é voltar entre melhores do país

Posted on 31 dezembro 2011 by hugo

Lucélia Peres, campeã em 2006, volta a disputar a prova e terá que encarar o pelotão de elite com fortes adversárias brasileiras e estrangeiras.

Durante suas passadas ao longo dos 15km da Corrida Internacional de São Silvestre, no próximo sábado, dia 31/12, será difícil Lucélia Peres não se lembrar de como tudo aconteceu há quatro anos. Em 2006, a atleta mineira, mas que mora em Brasília desde jovem, foi campeã, a última brasileira até hoje, a ter o gostinho de levantar o troféu da principal prova de corrida do país.

Lucélia e outros 25 mil corredores, profissionais e amadores, estarão reunidos, com largadas a partir das 15h para os cadeirantes, 17h10, pelotão feminino e, 17h30, elite masculina e pelotão geral, para voar pelas ruas da cidade de São Paulo na última grande prova de 2011.

- Em 2006, foi um dos meus melhores anos. Tive uma temporada com bons resultados e cheguei na SS muito confiante para fazer uma boa prova. Percebi que iria ganhar logo depois que entrei na Av. Paulista. Eu pensei: ‘Agora vou com tudo’. Depois que eu cruzei, nem acreditei que tinha ganho – relembrou a atleta.

Em 2011, sua história é bem diferente. Lucélia enfrentou ao longo desses cinco anos o maior pesadelo de todos os atletas. Duas fortes lesões, em sequência, deixaram que a corredora, membro da seleção brasileira durante dez anos, ficasse um bom tempo sem poder competir. E tudo começou na Volta da Pampulha de 2007, justamente na corrida onde ela havia sido tricampeã consecutivamente.

- Eu comecei a sentir dor no calcanhar durante a prova. Terminei a Pampulha em terceiro lugar e, quando eu voltei a Brasília, fiz exames e achei que dava para São Silvestre, mas nem completei a prova naquele ano. A dor era no pé direito. Parei e fiquei tratando e, em 2008, passei o ano todo brigando contra essa lesão. Não participei de nenhuma prova expressiva – contou Lucélia.

A corredora enfrentou um quadro de fascite plantar, tipo de inflamação que provoca dor na área do calcanhar.

- Bastante complicado pra gente, que vive disso. Planejo tudo em função dos treinos, das competições, da programção da temporada. De repente, você perde aquele cronograma. É difícil em todos os sentidos: psicologicamente, fisicamente, financeiramente… – disse.

Mas, com a força do marido, dos pais e do técnico, Lucélia seguiu em frente, melhorou e, em 2009, parecia que tudo retornaria ao normal. Ela voltou a competir e, devagar, estava retomando seu ritmo. Mas em janeiro do ano seguinte uma nova lesão. E o diagnóstico era o mesmo, fascite plantar, mas com duas diferenças: era no outro pé, o esquerdo, e o problema muito mais grave. Apesar disso, e da cirurgia que enfrentou devido ao novo problema, Lucélia não desanimou:

- Essa segunda vez foi mais fácil para encarar pelo fato de já ter experiência com o outro pé. Fui bem mais cautelosa para poder voltar aos treinamentos. Cautelosa em relação a respeitar os meus limites, em ouvir mais o meu corpo. A experiência da primeira lesão ajudou a superar e a ter calma para voltar, saber que tudo vai dar certo.

Quando questionada sobre expectativas para a São Silvestre, Lucélia também mostra amadurecimento. Apesar de se dizer competitiva e, entre risos, afirmar que sempre entra para ganhar, ela quer fazer uma boa prova.

- Essa prova especificamente é mais para marcar meu retorno ao grupo de corredores de alto nível, sentir o clima de prova, pegar ritmo. Eu não fiz preparação específica para a São Silvestre – avisou.

Mas quem duvida que ela pode dar trabalho? Lucélia, no entanto, terá pela frente fortes adversárias. A brasileira Cruz Nonata, que fez boa marca na sua estreia em maratonas este ano. Adriana Aparecida, campeã da maratona nos Jogos Pan-Americanos e, que, assim como sua companheira, vai tentar índice olímpico para 2012. Outras atletas brasileiras de alto nível, como Marily dos Santos, assim como estrangeiras, como a marroquina Samira Raif, atual campeã e recordista da Maratona de São Paulo com a marca de 2h36m01s, e as quenianas Eunice Kirwa, tricampeã da Meia Maratona do Rio (2009, 2010 e 2011), Prisca Jeptoo, medalha de prata na maratona do Mundial de Daegu, em agosto, e Nancy Kiprop, tricampeã da Volta da Pampulha (2007, 2008 e 2011) fazem do pelotão feminino um espetáculo a parte.

globo

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Última campeã brasileira da São Silvestre tenta acabar com domínio africano.

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Última campeã brasileira da São Silvestre tenta acabar com domínio africano.

Posted on 27 dezembro 2011 by hugo

O Brasil não vence a Corrida Internacional de São Silvestre desde 2006 quando a brasiliense Lucélia Peres cruzou a linha de chegada em primeiro lugar com o tempo de 51min23s. Nesse intervalo, atletas africanas (três do Quênia e uma da Etiópia) dominaram o lugar mais alto do pódio.

Mesmo voltando de contusão no calcanhar esquerdo, a última campeã aposta no fim da hegemonia das fundistas da África na edição 2011 da prova.

“Desde 2009 sofro com as lesões. O problema me tirou de várias provas. Voltei bem na Pampulha (16º lugar), neste mês, e agora espero ganhar mais ritmo e brigar para ficar entre as primeiras. A corrida será mais rápida e acredito que as meninas do Brasil possam vencer”, afirma Lucélia Peres.

A elite brasileira terá outros nomes de peso como Adriana Aparecida da Silva (campeã pan-americana da maratona), Conceição Oliveira (campeã do Ranking Caixa/CBAt de 2011), Maria Zeferina Baldaia (ganhadora da São Silvestre em 2001), Marily dos Santos, Sueli Pereira, Cruz Nonata e Fabiana Cristine da Silva, quarta e sexta colocadas em 2010, respectivamente.

Depois de Lucélia Peres, o mural de conquistas do feminino tem como campeãs as quenianas Alice Timbilili (2007 e 2010) e Pesalia Chepkorir (2009), além da etíope Yimer Ayalew (2008).

A brasiliense destaca a importância de percorrer os 15 quilômetros da tradicional prova. “Quem vence a São Silvestre ganha mais destaque no cenário nacional. É importante também participar da corrida, um parâmetro real do nível técnico internacional”, relata Lucélia Peres.

A prova em 2010 – No feminino, Alice Timbilili do Quênia comprovou o favoritismo e venceu praticamente de ponta a ponta, quebrando o recorde com 50min19s. No masculino, a vitória de Marílson dos Santos foi ainda mais consagradora, pois o brasiliense ditou o ritmo da prova e cruzou a linha de chegada com larga vantagem (42 segundos) sobre o segundo colocado, o queniano Barnabas Kiplagat Kosgei, com o tempo de 44min49s. Marílson está confirmado no pelotão de elite para tentar o tetra.

Resultados

Masculino:
1º – Marílson Gomes dos Santos (BMF&BOVESPA) – 44min02S
2º – Barnabas Kiplagat Kosgei (Quênia-Fila) – 44min50s
3º – James Kwambai (QUE- Nike) – 45min16s
4º – Giovani dos Santos (Pé de Vento/Grancursos) – 45min35s
5º – Emmanuel Kipkemmei Bett (Quênia-Luasa) – 45min42s

Feminino:
1ª – Alice Timbilili (Quênia-Nike) – 50min19s
2ª – Simone Alves da Silva (BMF&BOVESPA) – 50min25s
3ª – Eunice Kirwa (Quênia-Fila) – 51min42s
4ª- Cruz Nonata da Silva (BMF&BOVESPA) – 51min51s
5ª – Diana Judith Andrade (Equador) – 52min36s

Cadeirantes
1º – Fernando Aranha Rocha – 46min20s
2º – Jaciel Antonio Paulino (Addfila Fast Wheels) – 46min24s
3º – Carlos Neves de Souza (Addfila Fast Wheels) – 50min31s

Entrega do Kit de participação – As inscrições para esta edição da prova foram encerradas no domingo (18) e estão confirmados 25 mil corredores, número recorde na história. A entrega dos kits de participação será efetuada nos dias 28 e 29 de dezembro (das 9 às 19 horas) e no dia 30 (das 9 às 17 horas), no Ginásio do Ibirapuera, na rua Manoel da Nóbrega, 1361.

O processo de entrega será totalmente informatizado e os participantes poderão conhecer a Expo São Silvestre com produtos e serviços relacionados ao mundo da corrida.

Cada atleta inscrito receberá no kit o numero de peito, chip de cronometragem descartável, endereço do manual eletrônico e brindes dos patrocinadores como camiseta em poliamida, squeeze, suplementos entre outros. Para receber o kit o atleta deverá apresentar RG original e o comprovante de pagamento. Não será aceito nenhum tipo de cópia de documentos.

Durante a prova haverá nove postos de água, isotônico, grande estrutura de apoio médico e orientação. A organização do evento segue de nível internacional com áreas de dispersão espaçosas, de apoio às equipes e guarda-volume móvel.

No site do evento os participantes podem conhecer a história da SS, desde sua primeira edição, seus campeões, diversos percursos, distâncias e locais em que a prova já foi realizada e outros assuntos referentes à organização técnica.

R7

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Esperança de pódio

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Esperança de pódio

Posted on 27 dezembro 2011 by hugo

Sueli Pereira, a melhor de Goiás no ranking de corrida de rua da CBAt, espera chegar entre as cinco. Estado tem 250 atletas inscritos.

Goiás tem 250 corredores entre os 25 mil atletas inscritos na 87ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, sábado, nas ruas de São Paulo. No pelotão de elite feminino, a jataiense Sueli Pereira da Silva, de 34 anos, é apontada como uma das favoritas para quebrar a hegemonia das quenianas.

Sueli Pereira atravessa o melhor momento da carreira nas corridas de rua. Ela aparece entre as primeiras colocadas do ranking da categoria na Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Nos 10 km, está na 6ª colocação (34min05), na Meia Maratona é 3ª (1h13min17) e na Maratona ocupa o 4º lugar (2h39min10).

“Estou muito bem preparada para a São Silvestre. Foi um mês de treinamento específico para a prova”, contou Sueli, que encerrou os preparativos no fim de semana, em Quirinópolis, onde foi passar o Natal com a família de seu marido e técnico, Ronaldo Quirino. No Circuito Caixa, a goiana bateu o recorde da prova de 10 km das etapas de Goiânia e Campo Grande.

A goiana entra na lista da favoritas ao título da 87ª edição com outros nomes de peso do atletismo nacional, como Adriana Aparecida da Silva (campeã pan-americana da Maratona), Conceição Oliveira (campeã do Ranking Caixa/CBAt), Maria Zeferina Baldaia, Lucélia Peres, Marily dos Santos, Cruz Nonata e Fabiane Cristine da Silva, 4ª e 6ª colocadas em 2010, respectivamente.

O grupo tenta acabar com o domínio das quenianas na prova. Lucélia Peres foi a última representante do País no alto do pódio da São Silvestre, em 2006. Nos últimos anos, foram três títulos para o Quênia e um para a Etiópia.

Seis atletas africanas estão confirmadas para a corrida de sábado. O destaque é Eunice Kirwa, que obteve os melhores resultados da carreira neste ano com 32min07 nos 10 km em Santos e 1h10min29 na Meia Maratona do Rio – o tempo foi recorde da prova.

Os outros nomes de peso são Bornes Kitur (campeã da Volta da Pampulha 2010), Nancy Kiprop (recordista da 10 km do Rio – Corrida Pan-Americana de 2011 com 34min08), Jeptoo Prisca (1h10min8 em Meia Maratona), Nelly Jepkurui (ouro na Maratona de Curitiba 2011) e Rumokol Chepkanan (campeã da Meia Maratona de São Paulo 2010).

Quanto ao novo percurso da prova, que promete ser mais rápido, Sueli disse que não está preocupada. “Treino quase todos os dias na subida e descida. Por isso, creio que não terá nenhuma influência (mudança no percurso) no meu desempenho”, acredita a corredora, que no ano passado ficou na 9ª colocação. Neste ano, ela disputou 28 provas e venceu 14.

Delegação

A delegação oficial de Goiás para a São Silvestre terá 21 atletas. O ônibus com a comitiva sai quinta-feira, às 14 horas, do estacionamento do Estádio Serra Dourada.

A outra representante de Goiás no pelotão de elite é Vanda Carneiro, de Goiânia, que está em 9º lugar (34min53) no ranking da CBAt da Corrida de 10 km. No masculino, os dois atletas do Estado são Pablo Fagundes da Costa, de Jataí, e David Andrade de Mesquita.

São Paulo tem o maior número de inscritos na São Silvestre. São 19.250 corredores paulistas entre os 25 mil. Minas Gerais vem em 2º lugar com 1.250 atletas, segundo a organização divulgou ontem.

A primeira largada no sábado está marcada para as 15 horas para os cadeirantes. Dez minutos depois, saem os atletas com deficiência. O pelotão de elite feminino (A e B) começa a disputa às 17h10. Já no masculino e para os outros competidores, a largada está prevista para as 17h30.

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Quenianos dominam a 13ª Volta Internacional da Pampulha, em BH

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Quenianos dominam a 13ª Volta Internacional da Pampulha, em BH

Posted on 04 dezembro 2011 by hugo

Barnabas Kiplagat Kosgei conquista o bi no masculino, enquanto a compatriota Nancy Kipron é tri na prova mineira. Brasileiros vão ao pódio.

Pontualmente às 8h (horário de Brasília) deste domingo, com o tempo nublado, temperatura de 22ºC e umidade do ar de 65%, 13 mil corredores largaram para os 17,8 km da 13ª edição da Volta Internacional da Pampulha, evento que abriu o Verão Espetacular 2011/12 e foi transmitido ao vivo pelo GLOBOESPORTE.COM. No fim, só deu Quênia: vencedor de 2010, Barnabas Kiplagat Kosgei conquistou o bicampeonato no masculino, enquanto a sua compatriota Nancy Kipron sagrou-se tricampeã da prova mineira.

No início da disputa masculina, Miguel Luciano e Antônio Ferreira da Silva, ambos do Cruzeiro, serviram como coelhos da prova e dispararam na ponta nos primeiros três quilômetros, mas logo foram engolidos pelos demais corredores da elite. Aí foi a vez de Giovani dos Santos assumir a ponta do pelotão de elite, à frente dos africanos e dos demais brasileiros. A partir daí, 12 corredores passaram a ocupar o pelotão da frente e se revezaram na liderança.

Em meio a tantas feras, os milhares de corredores amadores deram um colorido especial à prova, com fantasias, cartazes e muito bom humor. Até um cachorrinho acompanhou por um bom tempo o pelotão de elite, passando pelos belos pontos turísticos às margens da Lagoa da Pampulha, muitos deles com arquitetura de Oscar Niemeyer e paisagismo de Burle Marx.

Metro a metro, o pelotão da frente foi ficando cada vez mais enxuto e os verdadeiros candidatos à vitória foram se destacando. Na metade da prova, oito corredores ainda brigavam: três quenianos, um tanzaniano e quatro brasileiros. O grupo foi liderado por alguns quilômetros por José Márcio Leão, do Cruzeiro.

Tentando manter uma média de no máximo três minutos por quilômetro, o pelotão de elite desgarrou com apenas seis corredores na briga pela vitória, a partir do 12º quilômetro: um queniano, um tanzaniano e quatro brasileiros, com a liderança de Paulo Roberto de Almeida Paula.

No quilômetro final, dois brasileiros contra um queniano correndo a uma velocidade de 21 km/h disputaram passada a passada. E deu Quênia pela quarta vez seguida. Num sprint sensacional nos últimos metros, Barnabas Kipilagat Kosgei assumiu a liderança e conquistou o bicampeonato com o tempo de 53m09s. Os brasileiros Damião Ancelmo de Souza, em segundo, e Paulo Roberto de Almeida Paula, em terceiro, chegaram logo atrás. Foi a oitava vitória queniana na prova masculina contra apenas cinco dos brasileiros. O brasileiro Giomar Pereira da Silva e o tanzaniano Nelson Priva Mbuya completaram o pódio.

“No ano passado, a gente já tinha visto essa disputa no fim e esse ano foi ainda mais emocionante. Tentamos abrir no início da prova para eliminar os quenianos, mas ele (Barnabas Kosgei) surpreendeu a gente na chegada, é um corredor muito forte”, admitiu Damião, o melhor brasileiro na prova pelo segundo ano consecutivo.

Queniana vence com boa vantagem

No feminino, a queniana Nancy Kipron, que já havia vencido os 10k no Rio de Janeiro no mês passado, correu sozinha os quilômetros finais e chegou ao tricampeonato da prova (2011, 2008 e 2007), com o tempo de 1h02m41s.

Foi a sexta vitória do Quênia, sendo a quinta seguida, contra sete das brasileiras. Completaram o pódio, a brasileira Sueli Pereira Silva, a queniana Jacklyne Chemwek, a brasileira Tatiele Carvalho, repetindo quarto lugar de 2010, e a brasileira Marili dos Santos.

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Favoritos vencem 4km

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Favoritos vencem 4km

Posted on 21 novembro 2011 by hugo

Vanda Carneiro Chagas e Paulo Sérgio Reis garantem mais um título. Prova reúne mais de 1,3 mil atletas.

Os corredores Vanda Carneiro Chagas e Paulo Sérgio dos Reis Carvalho, que costumam dominar as provas de corrida de rua goianienses, faturaram mais um título. Os dois venceram as provas de 4 km da Corrida de 21 anos do TRT Goiás, realizada ontem pela manhã e que reuniu mais de 1,3 mil atletas em todas as categorias. Completar o percurso era a meta da maioria dos atletas. Todos, ao fim de cada uma das provas, mostravam a satisfação pela conquista do objetivo.

Na prova feminina de 4 km, Vanda terminou com o tempo de 14min26. A briga pelo 2º lugar foi acirrada. Patrícia Lemos da Silva chegou com 15min13, apenas um segundo à frente de Luzinete Andrade dos Santos, a 3ª colocada, que completou o pódio.

Na versão masculina dos 4 km, Paulo Sérgio cruzou a linha de chegada 12min20 após a largada. Ele foi seguido por Luís Antônio Campos Júnior (12min37) e Elison Ferreira Leite (12min55). Nas provas mais longas, de 8 km, os vencedores foram Poliana de Oliveira Borges (30min29) e David Andrade de Mesquita (24min30s016). Este último chegou na frente de Noel dos Reis Alves, o 2º, com diferença de centésimos de segundo.

Entre os magistrados na corrida, os campeões foram Kléber Moreira da Silva (acima de 40 anos, nos 4km masculino), Daniel Branquinho Cardoso (até 40 anos, nos 4km masculino), Sara Lúcia Davi Souza (acima de 40 anos, nos 8km feminino), Wanda Lúcia Ramos da Silva (acima de 40 anos, nos 4km feminino).

Já entre os servidores, os vencedores de ontem foram Dario Coutinho Lenza (acima de 40 anos, nos 8km masculino), Wanderlan Nunes Ramos (até 40 anos, nos 8km mascuilno), Marcelo Marques de Matos (acima de 40 anos, nos 4km masculino), Helder Brito Nascimento (até 40 anos, nos 4km mascuilno), Lúcia Maria Teixeia da Costa (acima de 40 anos, nos 8km feminino) e Katia Maria Tavares de Albuquerque (até 40 anos, nos 8km feminino).

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Goianos conquistam medalhas

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Goianos conquistam medalhas

Posted on 02 novembro 2011 by hugo

Os atletas da equipe Sesi, de Catalão, participaram da final do Circuito Mineiro de Atletismo Mirim e Pré-mirim, no fim de semana, em Belo Horizonte.

No pré-mirim, Daiane Mendes foi 3ª colocada nos 60 metros e 3ª nos 150 metros. Ingrid Maria terminou em 3º nos 600m, Luiz Fernando conquistou o 3º nos 150m e Matheus José finalizou em 4º nos 600m e 4º nos 150m.

No mirim, participaram Nilva Fernanda (2º lugar nos 1000m), Jessica Conceição (2º nos 250m e 3º nos 75m), Maikon Douglas ( 4º nos 75m e 4º nos 250m) e Jheimes Ramon (2º no lançamento do dardo e 3º no arremesso do peso).

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Musa se recupera e conquista a medalha de ouro nos 200m rasos

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Musa se recupera e conquista a medalha de ouro nos 200m rasos

Posted on 28 outubro 2011 by hugo

Depois de amargar o quarto lugar nos 100m rasos, Ana Cláudia Lemos não desperdiça nova chance e comemora título com sambadinha.

Nos 100m rasos ela bateu na trave. Amargou a quarta colocação na prova vencida por Rosângela Santos. Nesta quinta-feira, Ana Cláudia Lemos ganhou nova chance e não a desperdiçou. Respirou fundo, se benzeu e correu para a medalha de ouro nos 200m rasos no Pan de Guadalajara. Nesta quinta-feira, não quis saber se a jamaicana Simone Facey estava um pouquinho à sua frente. Queria sim que a prova e a apreensão acabassem logo. A musa tratou de acelerar ainda mais o passo, mostrou raça e comemorou com sambadinha: 22s76 contra 22s86. A dominicana Mariely Sanchez (23s02) completou o pódio.

- Antes da prova começar, antes de entrar no bloco, eu queria acabar logo. Ou eu seria campeã pan-americana ou eu iria embora triste. Graças a Deus, consegui ser campeã e sair feliz. É o começo de uma carreira – disse.

Aos 22 anos, ela quebrou nesta temporada o recorde sul-americano da prova no Troféu Brasil, que durava 12 anos. É dona também do dos 100m. Musa das pistas, Ana Cláudia não teme a pressão imposta pelo rótulo de nova ‘’Rainha da Velocidade’’ do país.

- Foi uma prova muito forte. Quando eu saí da curva e entrei na reta, escutei um apito. Eu achei que era para parar. Mas eu vi que a jamaicana não parou e eu continue. Acabei tendo uma leve desaceleração, mas consegui recuperar. Estou muito satisfeita com essa prova. A sensação é de dever cumprido. Agora tem mais uma etapa, que é o 4x100m. Espero levar mais uma medalha de ouro para Brasil.

globo

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