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Brasil vê o sonho escorrer pela mão, cai diante da Argentina e se despede

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Brasil vê o sonho escorrer pela mão, cai diante da Argentina e se despede

Posted on 08 setembro 2010 by hugo

Como era de se esperar, foi suado, sofrido, dramático. De todo mundo que entrou em quadra nesta terça-feira, só dois não arredaram o pé em nenhum momento: o equilíbrio e a tensão. De branco, a Argentina tentava deixar para trás as oitavas de final e avançar numa estrada que conhece tão bem. De verde, o Brasil agarrou a esperança à unha e encarou o gigante em pé de igualdade. Quando a última sirene tocou, no entanto, ficamos no quase. Mais uma vez, o final feliz foi cortado do filme. A derrota por 93 a 89 no ginásio Sinan Erdem, em Istambul, manda a seleção de Rubén Magnano de volta para casa e encerra o sonho de ficar entre os oito melhores do mundo.

Após os abraços efusivos no canto da quadra e a vibração intensa com os torcedores, os argentinos avançam para enfrentar nas quartas de final a Lituânia, que eliminou a China no primeiro jogo de terça-feira. Quem vencer o confronto encara Estados Unidos ou Rússia nas semis. Os outros duelos das quartas são Espanha x Sérvia e Turquia x Eslovênia.

O que todos temiam aconteceu: Luis Scola teve sua melhor atuação no Mundial e, com 37 pontos, derrubou os vizinhos sem piedade. Carlos Delfino cumpriu seu papel de escudeiro, com 20. Os torcedores argentinos, em maior número no ginásio, saíram festejando, cantando, vibrando, orgulhosos de uma seleção acostumada aos triunfos.

- O Brasil tem um timaço. Foi uma das minhas melhores partidas, e foi muito boa para os torcedores, mas não para os jogadores (risos). Sempre encaramos o jogo desta maneira. Gosto do Brasil e da equipe que eles têm. Respeito muito os jogadores, que fizeram um grande torneio e uma grande partida. Gostaria de ter jogado contra eles mais adiante, nas semifinais – afirmou em entrevista ao SporTV o ala-pivô Scola, herói da Argentina no jogo e no Mundial até agora.

Pelo lado brasileiro, Marcelinho Huertas teve uma das melhores performances de sua carreira, com 32. Deixou a quadra chorando, com uma toalha no rosto. Leandrinho ainda fez 20, mas errou bolas importantes no quarto período e não conseguiu evitar a eliminação. Tiago Splitter, que começou no banco e fez apenas 10 pontos, lamentou a eliminação e tentou ver o lado positivo:

- Hoje não tive uma boa atuação, acontece. A gente perdeu jogos muito apertados contra Estados Unidos, Eslovênia e Argentina. O que a gente pode tirar de positivo? Que o grupo está no caminho certo, falta muito pouco. A gente espera dar a volta por cima – disse Tiago Splitter, já pensando no Pré-Olímpico de 2011, na casa dos argentinos, em Mar Del Plata, valendo duas vagas para Londres-2012.

No último Mundial, o Brasil sequer se classificou para a segunda fase e terminou em 17º. Desta vez, a classificação veio, mas a derrota para a Eslovênia na primeira fase antecipou o cruzamento com a Argentina. E aí sofremos a quarta derrota para eles em cinco confrontos de Mundial.

Splitter começa no banco

Rubén Magnano não deixou de olhar para sua bandeira, não deixou de dar um abraço fraterno nos compatriotas da comissão técnica e ainda foi surpreendido ao ganhar um beijo de Román González. As gentilezas terminariam por ali. Dentro de quadra, o jogo era equilibrado, rápido, brigado. Splitter, que tanto preocupava os hermanos, começou no banco. Via, sentado no chão, o titular Guilherme Giovannoni tentando frear o ímpeto de Scola. Teve dificuldades no início. O pivô foi responsável pelos sete primeiros pontos argentinos. Do outro lado, Huertas e Leandrinho eram os motores brasileiros. Se Scola já não conseguia chegar com tanta facilidade à cesta, Prigioni encontrava um Delfino preciso na linha dos três. Com ele, a Argentina conseguiu fugir quatro pontos (19 a 15).

Atento nas antecipações, o Brasil roubava bolas e armava os contra-ataques. Leandrinho acertava os arremessos longos. A 2m51s do fim do primeiro quarto, Splitter foi para o jogo, depois que Guilherme cometeu sua segunda falta. Ajudava Varejão a fechar a porta do garrafão. Lá na frente, Cequeira saiu do banco para dificultar a vida de Huertas, mas ainda assim a seleção achava outras opções. Ao fim do primeiro quarto, tudo igual: 25 a 25.

A retomada do comando do marcador no segundo período viria com um chute de três de Leandrinho. A resposta era na mesma moeda, com Prigioni. O jogo se mantinha equilibrado até mesmo na linha lateral. Sergio Hernández repetia a posição de Magnano: agachado, observando cada movimentação. Tentava encontrar um marcador para frear Marcelinho Machado no perímetro. E comemorava ao ver que Leo Gutiérrez também mostrava a mão calibrada do mesmo lugar.

A torcida dos hermanos acreditava que ali, restando 1min17s para o intervalo e com 46 a 40, seria a arrancada. Mas não houve mais o que comemorar antes do intervalo. A equipe parou, e do outro lado Marcelinho puxou a reação. Huertas, mesmo desequilibrado, encontrou um arremesso incrível de três e ainda sofreu falta. Levantou o ginásio, que viu Marcelinho roubar uma bola de Scola, Huertas ir para a linha de lance livre logo e encerrar assim o primeiro tempo com vantagem do Brasil: 48 a 46.

A testa franzida de Scola dizia muito na saída para o vestiário. Os argentinos voltaram rápido para a quadra. Tinham pressa de mudar aquele placar. Ouviam um grupo de torcedores, vestindo suas cores, cantar “We are the champions”, do Queen, no desafio do karaokê. Era uma brincadeira, mas soava como um lembrete, um recado.

Alheios a isso, Anderson Varejão e Alex faziam 53 a 46 para o Brasil. Mas Delfino jogava um balde de água fria no rival ao anotar cinco pontos seguidos e cortando para 55 a 53. Alex mostrava raça, mas o time precisava contar de novo com as mãos de Huertas, que fez 18 no primeiro tempo e estava zerado até então. Com dois lances livres, ele retomou a contagem. E Splitter evitou que Delfino fizesse o mesmo com um lindo toco. Só que Scola – sempre ele – reapareceu para empatar (63 a 63). Encarava a marcação dupla de Varejão e Splitter e passava pelo meio dos dois, na marra. Resultado: 66 a 66 na virada para os últimos dez minutos.

Abraçados durante a orientação de Hernández, os hermanos tentavam unir forças. Mas tudo seguia igual. Duas bolas de três para Leandrinho e duas para Jasen. Lances livres para Huertas e para Scola. Quarta falta de Varejão e um chute forçado de Leandrinho, no entanto, foram suficientes para Magnano pedir tempo. E foi o rival que voltou melhor. Desperdiçava menos os ataques e tirava Guilherme do jogo, com a quinta falta, abrindo quatro pontos.

Os rostos tensos na arquibancada eram o reflexo do confronto. Restando 1m28s para o fim, a Argentina lamentou a eliminação de Jasen após falta em Marcelinho. O Brasil se aproximou, cortou para um ponto, mas não passou. Enquanto Scola fazia a sua parte, Leandrinho perdia a oportunidade da virada com erros no ataque. Coube justamente ao craque argentino matar a última cesta e o sonho do adversário.

Com um ouro olímpico e um vice-mundial no currículo recente, a Argentina gastou experiência e controlou o jogo até o fim. Segurou a vitória com unhas e dentes e fez o roteiro se repetir: eles avançam, nós voltamos para casa.

Adversário.

Com um ouro olímpico e um vice-mundial no currículo recente, a Argentina gastou experiência e controlou o jogo até o fim. Segurou a vitória com unhas e dentes e fez o roteiro se repetir: eles avançam, nós voltamos para casa.

globo

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Sem holofotes, Huertas quer trabalhar em silêncio para vencer a Argentina

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Sem holofotes, Huertas quer trabalhar em silêncio para vencer a Argentina

Posted on 07 setembro 2010 by hugo

Marcelinho Huertas sabe que muito do sucesso do Brasil na partida contra a Argentina passará por suas mãos. E como manda o manual do armador que faz o time jogar, ele prefere deixar em segundo plano o duelo com Pablo Prigioni. Os dois já estão cansados de se enfrentar na liga espanhola e terão a responsabilidade de criar as jogadas de suas seleções nas oitavas de final do Mundial. Huertas garante que está mais preocupado com o time inteiro do Brasil do que com suas estatísticas individuais. E para que tudo saia da maneira esperada, ele já visualiza o jogo de terça, às 15h. O SporTV mostra ao vivo, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real.

Huertas marcado por Prigioni no amistoso: velhos conhecidos da liga espanhola (Foto: AFP)- Já marquei Prigioni diversas vezes na Espanha e em playoffs. É um duelo importante, mas estou preocupado com o time inteiro. Sabemos que vai ser um jogo duro, com muito contato e catimba. Eles gostam disso. Temos de entrar com a mentalidade de tentar anular o sistema de ataque deles – disse o armador brasileiro.

Capitão da seleção, Huertas quer deixar os holofotes de lado. Durante toda a semana, muito se falou no entrosamento dele com Tiago Splitter – os dois atuam juntos no espanhol Caja Laboral. Do outro lado, dobradinha semelhante se forma com Prigioni e Luis Scola, o grande destaque do Mundial até agora.

- Na véspera de um jogo assim você não tem que ficar preocupado. Tenho que ter a cabeça no lugar para dirigir o time. Isso é importante. E sei que depende muito de eu estar bem e com a cabeça preparada. Na véspera eu gosto de visualizar. Pego o sistema de ataque deles, vejo a defesa. Tento não deixar que fatores externos me atrapalhem ou incomodem meus companheiros. A motivação cresce num jogo contra a Argentina, e não queremos deixar passar a oportunidade de vencê-los. Queremos chegar mais longe do que isso – avalia Huertas.

O outro Marcelo da equipe, o Machado, concorda sobre a importância de um triunfo na sexta para o basquete brasileiro. Mas já consegue enxergar uma mudança na forma como o time se apresenta.

- O resultado é primordial para que melhore. Mas a maneira como o Brasil se apresenta é positiva. Você vê a seleção entrando para ganhar de quem quer que seja. Antes isso era complicado. Quando se jogava contra os Estados Unidos se falava: “Vai perder de quanto?”. Hoje temos time para ir longe – afirmou.

globo

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Brasil joga bem, vence a Croácia e vai enfrentar a Argentina no Mundial de Basquete

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Brasil joga bem, vence a Croácia e vai enfrentar a Argentina no Mundial de Basquete

Posted on 03 setembro 2010 by hugo

Em sua melhor atuação no Mundial de Basquete até agora, o Brasil venceu a Croácia por 92 a 74, nesta quinta-feira (2), e terminou com o terceiro lugar do Grupo B. Agora, vai enfrentar a Argentina nas oitavas de final, valendo uma vaga entre as oito melhores seleções do mundo.

O jogo, que acontece na terça-feira (7), será o segundo clássico da equipe treinada pelo argentino Rubén Magnano contra o país natal de seu treinador desde que ele assumiu o cargo. Há duas semanas, na Espanha, o Brasil foi derrotado pelos argentinos por 77 a 73. 

A vitória serviu também para o Brasil quebrar um tabu de oito anos sem vencer seleções europeias. Eram oito derrotas seguidas, em jogos pelos Mundiais de 2002, 2006 e deste ano e pelo Pré-Olímpico Mundial de 2008.

Ao contrário do jogo de quarta-feira (1º), quando foi derrotado pela Eslovênia, o Brasil começou muito bem a partida, abrindo 7 a 0 sobre a Croácia. O jogo voltou a se equilibrar na metade do primeiro quarto, mas o Brasil deslanchou a partir da metade do segundo período e não perdeu mais o controle da partida.

No último quarto, com o jogo praticamente definido, Magnano aproveitou para poupar os principais jogadores, como Marcelinho Huertas, Anderson Varejão e Tiago Splitter, e aproveitou para dar ritmo de jogo aos reservas, como Nezinho e Marquinhos.

O cestinha do Brasil foi Marcelinho Machado, com 18 pontos. Leandrinho fez 17 e Alex, 15. Anderson Varejão foi o destaque no garrafão, com 11 rebotes, atuando por 24min. Pela Croácia, o melhor foi Popovic, com 15 pontos e quatro rebotes. A Croácia ficou em quarto lugar e vai enfrentar nas oitavas de final a Sérvia, neste sábado (4).

r7

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Brasil repete goleada sobre a Argentina em Anápolis

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Brasil repete goleada sobre a Argentina em Anápolis

Posted on 25 agosto 2010 by hugo

O Brasil encerrou com vitória o Desafio Internacional de Futsal diante da Argentina. Jogando no ginásio Newton de Faria, em Anápolis (GO), nesta terça-feira (24/8), os campeões mundiais venceram por 6 a 1 e encerraram a série de dois jogos com dois triunfos sobre os hermanos – o primeiro duelo havia sido em Manaus (AM), no domingo (22/8), com vitória também por 6 a 1.

A partida foi a última da equipe em solo brasileiro antes da realização do 6º Grand Prix de Futsal, que foi confirmado para a cidade de Anápolis (GO), entre os dias 17 e 24 de outubro, com a presença de 16 seleções, dentre elas Espanha, Itália e Rússia, que juntamente com os brasileiros formam o grupo dos quatro primeiros colocados da Copa do Mundo de Futsal da Fifa de 2008.

Agora o Brasil terá dois amistosos diante da Romênia, na Europa, também como preparação para o GP de Futsal. Os confrontos contra os romenos estão previstos para os dias 21 e 22 de setembro. A convocação deve ser divulgada ainda nesta semana.

O confronto começou com o Brasil tentando pressionar, mas a postura defensiva argentina dificultou as ações verde-amarelas no início do confronto. Mas logo os hexacampeões mundiais conseguiram furar o bloqueio rival. Murilo abriu o marcador aos 10min47, após tirar o goleiro Matías Quevedo da jogada.

Logo em seguida, os 13min54, Murilo escapou em velocidade e balançou as redes pela segunda vez. Aos 16min15, Falcão concluiu uma jogada ensaiada e ampliou para o Brasil, fechando o marcador do primeiro tempo em 3 a 0.

O início da etapa final teve o Brasil com um ritmo forte. Darlan, aos 21 minutos, e Lenísio, aos 22min44, ampliaram a vantagem dos anfitriões. Matias Barreto descontou para os argentinos, enquanto Neto, em seu jogo de número 100 com a seleção, fez o gol que fechou a goleada, aos 38min55.

cbfs

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Brasil e Argentina voltam a se enfrentar em Anápolis

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Brasil e Argentina voltam a se enfrentar em Anápolis

Posted on 24 agosto 2010 by hugo

Brasil e Argentina encerram nesta terça-feira (24/8) o Desafio Internacional de Futsal entre os dois países. Após o triunfo brasileiro por 6 a 1, no domingo (22/8), em Manaus (AM), as duas seleções voltam a se enfrentar, desta vez no ginásio Newton de Faria, em Anápolis (GO), às 19 horas. O confronto terá transmissão ao vivo do SporTV.

A preparação brasileira será encerrada na manhã desta terça-feira, com um treino no local da partida. Já os argentinos não programaram nenhuma atividade física para o dia do jogo, dando prioridade para a recuperação física dos atletas. O técnico Fernando Larrañaga tem um problema de ordem médica. O pivô Fernando Wilhelm sofreu uma pancada no tornozelo e é dúvida para o confronto.

Pelos lados do Brasil, Marcos Sorato, o comandante técnico, deve ter todos os seus doze convocados à disposição. “Eles aprendem um pouco. Com certeza, eles assistirão o vídeo da partida anterior então eles vão tentar marcar de forma diferente. Sabemos que será outro duelo difícil, mas esperamos fazer outro grande jogo”, comentou o ala Valdin, que marcou dois gols na vitória do último domingo.

“Quando defendemos a seleção, independente de fazer gols, o que importa é ter uma boa atuação. Pretendo fazer um grande jogo nesta terça-feira. No geral, precisamos nos impor no início ao fim do duelo. No primeiro confronto tivemos alguns altos e baixos, esperamos neutralizar os erros, fazer um grande jogo e sair com a vitória”, destacou o jogador da Malwee/Cimed.

Ingressos
Os preços dos ingressos continuarão com preço promocional. A organização do evento decidiu manter os valores em R$ 10 para bilhetes de arquibancada, enquanto quem quiser adquirir a entrada para as cadeiras paga o valor de R$ 20. “Esperamos que o público de Anápolis compareça”, convocou Valdin.

cbfs

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CBF confirma amistoso com a Argentina em novembro, no Qatar

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CBF confirma amistoso com a Argentina em novembro, no Qatar

Posted on 24 agosto 2010 by hugo

O técnico Mano Menezes já sabe quem será seu próximo adversário como técnico da Seleção Brasileira: a Argentina. A CBF confirmou nesta segunda-feira a realização de um amistoso com os hermanos no dia 17 de novembro, no Qatar.

- A qualidade da seleção da Argentina é inquestionável, e por isso podemos dizer que é uma partida muito bem colocada para ser a última do ano – disse Mano ao site da CBF.

Na estreia do treinador, o Brasil venceu os Estados Unidos por 2 a 0, no último dia 10. Por falta de rivais com tradição no futebol, Mano preferiu reunir a Seleção em setembro apenas para treinos. Assim, os 22 jogadores convocados na última semana se reunirão em Barcelona, de 2 a 8 de setembro, para treinamentos e dois jogos-treinos.

- Vamos chegar ao amistoso contra a Argentina já em um nível avançado de avaliação do novo grupo. Enfrentar a Argentina na sequência será ótimo para a Seleção Brasileira  – afirmou o treinador.

Na última vez que enfrentou seu maior rival, o Brasil venceu a Argentina por 3 a 1 pelas eliminatórias, no ano passado, em Rosário. Eliminada nas quartas de final da Copa do Mundo (assim como a Seleção de Dunga), a “Albiceleste” está sendo comandada interinamente por Sergio Batista, já que Diego Maradona foi demitido.

Em 2009, a Seleção Brasileira venceu Omã por 2 a 0 no Qatar, em sua última visita ao país. Os gols foram marcados por Nilmar e Yusuf Al-Ghailani, contra. Na semana passada, a Fifa divulgou em seu site oficial que Brasil e Argentina fariam o amistoso em Doha, mas a CBF não confirmou na ocasião.

O jogo de novembro não fará parte ainda da nova edição da Copa Roca, torneio que será realizado entre Brasil e Argentina a partir de 2011, com dois confrontos – um em cada país – de seleções formadas apenas por jogadores que atuam nos campeonatos locais.

globo

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Na primeira vez de Magnano contra a Argentina, Brasil cai para hermanos

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Na primeira vez de Magnano contra a Argentina, Brasil cai para hermanos

Posted on 17 agosto 2010 by hugo

O comprometimento, ao menos desta vez, não foi suficiente. Na primeira partida de Rubén Magnano contra a Argentina, melhor para os hermanos. Nesta segunda-feira, a seleção brasileira caiu diante dos vizinhos na Praça de Touros La Ribeira, em Logroño, na estreia de um torneio amistoso na Espanha, como forma de preparação para o Mundial na Turquia. Liderados por Carlos Delfino, os argentinos só se viram atrás no placar apenas uma vez, no terceiro quarto, e venceram por 77 a 73.

Delfino foi o cestinha da partida, com 23 pontos, duas assistências e dois rebotes. Pelo lado brasileiro, Anderson Varejão foi o destaque, com 14 pontos e 12 assistências. Marcelinho Machado, com 13 pontos, e Marcelinho Huertas, com nove assistências, também foram bem. Com o resultado, os argentinos se recuperaram da derrota na estreia para a Espanha. Enquanto isso, o Brasil encara a Espanha nesta terça, às 15h30m.

- Acho que a gente começou devagar. Mas terminamos bem o jogo. No segundo tempo, estávamos 10 pontos atrás e conseguimos até passar à frente. Nos jogos que a gente fez, não encontramos nenhuma equipe forte. Acho que em termos de preparação para o Mundial, fomos bem. Temos certeza de que vamos melhorar amanhã e conseguiremos a vitória – disse Murilo, em entrevista por telefone ao SporTV.

O jogo

O primeiro quarto começou nervoso. Com os brasileiros exagerando na hora da marcação e fazendo algumas faltas, os argentinos saíram na frente, com as mãos certeiras de Carlos Delfino, do Milwaukee Bucks. No entanto, o time de Rubén Magnano conseguiu reagir através de Alex e Guilherme Giovannoni. O Brasil encostou no placar, e a partida ficou equilibrada. Os argentinos, porém, conseguiram se manter à frente no placar, mas a diferença era mínima: 16 a 15.

No segundo quarto, Magnano colocou Marcelinho Machado e Murilo nos lugares de Leandrinho e Giovannoni, respectivamente. Mas foi a Argentina que voltou melhor. E logo abriu uma diferença grande sobre os brasileiros.

Em pouco mais de cinco minutos, os argentinos marcaram 13 pontos, contra três dos brasileiros. Mal na pontaria, o time de Magnano terminou o primeiro tempo dez pontos atrás no placar: 35 a 25.

No terceiro quarto, o Brasil voltou melhor. Com uma cesta de Anderson Varejão, que cresceu na partida, e outra de três de Marcelinho Machado, a diferença caiu para cinco pontos. Tanto que, do outro lado, Sergio Hernández, pediu tempo para tentar arrumar a casa.

Os brasileiros continuaram bem em quadra, e, após uma cesta de três de Leandrinho, a diferença caiu para dois pontos: 43 a 41. Os argentinos pediram novo tempo, mas Marcelinho Machado deixou tudo igual, com dois lances livres. O Brasil assumiu a dianteira pela primeira vez após cesta de Nezinho, marcando 47 a 46. A Argentina, porém, terminou o quarto novamente na frente, com 48 a 47.

Os hermanos começaram o quarto final com uma cesta de três de Carlos Delfino. Na sequência, Marcelinho Machado respondeu com a mesma moeda. Os brasileiros, porém, permitiram mais uma vez que a Argentina se distanciasse no placar, abrindo seis pontos (56 a 50).

A seleção continuou errando muitos passes e arremessos. Assim, os hermanos não tiveram problemas para segurar a diferença até o fim da partida. Tranquila, a Argentina manteve a liderança e garantiu a vitória por 77 a 73.

globo

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AFA confirma que Maradona não é mais o técnico da Argentina

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AFA confirma que Maradona não é mais o técnico da Argentina

Posted on 28 julho 2010 by hugo

A Associação do Futebol da Argentina (AFA) não renovará o contrato de Diego Maradona como técnico da seleção nacional, informou o porta-voz da entidade, Ernesto Cherquis Bialo, nesta terça-feira. Sergio Batista assumirá como treinador interino para os amistosos contra Irlanda e Espanha. Já Carlos Bilardo seguirá como diretor de futebol. O favorito para o cargo é Carlos Bianchi, ex-técnico do Boca Juniors. No fim da noite, torcedores protestaram na sede na AFA, contra a saída de Maradona.

- Com todos os seus integrantes e por unanimidade, o Comitê Executivo da AFA decidiu não renovar o contrato de Maradona – afirmou Bialo em uma breve entrevista coletiva que concedeu na sede da entidade.

Ao explicar a decisão, Bialo comentou apenas que “entre os requerimentos” de Maradona e as possibilidades da AFA de atendê-los havia “uma enorme diferença”. Como uma das condições para permancer no cargo, Maradona havia exigido a manutenção dos seus amigos na comissão técnica da seleção. O técnico também pediu que o ex-jogador Oscar Ruggeri, desafeto de Julio Grodona, presidente da AFA, também trabalhasse na seleção.

Segundo Bialo, a escolha do novo técnico não é um tema que será tratado nesta terça-feira.

- Não existem nomes (para o futuro técnico) na imaginação de nenhum dos dirigentes que participaram hoje na reunião – destacou o porta-voz antes de assegurar que Maradona pode retornar:

- Terá todas as portas desta casa sempre abertas – afirmou.

Trajetória de Maradona como técnico marcada por altos e baixos

Maradona, campeão mundial em 1986 como jogador da Argentina, assumiu a seleção como técnico no final de 2008 após a demissão de Alfio Basile por motivos nunca esclarecidos publicamente e em plenas Eliminatórias para a Copa da África do Sul.

A passagem de Maradona foi marcada por altos e baixos. A Argentina esteve muito próxima de ficar fora do Mundial e precisou de duas vitórias pela vantagem mínima – 2 a 1 no Peru e 1 a 0 no Uruguai – para se classificar na última rodada.

Durante a competição na África do Sul, no entanto, os argentinos começaram jogando muito bem, o que rendeu o rótulo de favoritos, mas a Alemanha freou o ímpeto de Messi e companhia com uma goleada por 4 a 0 nas quartas de final.

O técnico também se envolveu em polêmicas. A primeira foi a renúncia do meia Juan Román Riquelme à seleção, argumentando que não tinha “os mesmos códigos nem a mesma forma de pensar que Maradona”, que dias antes havia feito uma crítica futebolística ao jogador do Boca Juniors.

No final de 2009, foi punido com dois meses de suspensão pela Fifa, depois de atacar a imprensa com gestos obscenos ao conseguir a classificação para a Copa.

Também teve atritos com Carlos Bilardo, e em maio deste ano, antes do Mundial, negou ter conspirado em 2008 para ficar com o cargo de Basile, como chegou a afirmar o filho do antecessor de Maradona.

Embora nunca tenha havido certezas, o mundo futebolístico argentino assegura que Riquelme se referia a essa suposta conspiração quando renunciou à seleção.

Fonte: Globo.

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Brasil comete falhas na estreia, mas vence a Argentina na Liga Mundial

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Brasil comete falhas na estreia, mas vence a Argentina na Liga Mundial

Posted on 22 julho 2010 by hugo

Estreia do octacampeão na fase final da Liga Mundial contra uma seleção que perdeu todos os jogos nesta edição do campeonato. A vitória do Brasil seria fácil, correto? Mas não foi. Com momentos de desatenção e acomodação em quadra, a equipe do técnico Bernardinho sofreu para derrotar a Argentina dentro de casa. Sob o olhar atento de 9.200 pessoas no ginásio Orfeo Superdomo, a equipe verde-amarela venceu por 3 sets a 2, parciais de 25/17, 23/25, 25/20, 19/25 e 15/10, mas não conseguiu convencer a minoria de torcedores que atravessou a fronteira para assistir à partida em Córdoba.

Eram cerca de 30 pessoas com a camisa do Brasil no ginásio. Assim que começavam a tentar cantar, eram ofuscadas pela imensa maioria argentina, que exibia bandeiras e cartazes de incentivo à seleção. No entanto, a forte rivalidade entre os países, tão característica no futebol, só chegou a ser sentida mesmo no Orfeo Superdomo quando a seleção entrou em quadra, surgindo uma enorme vaia vinda das arquibancadas.

Com a bola no alto, Quiroga se consagrou como o maior pontuador do jogo, ao somar 22 acertos, dois a mais que Pereyra. Pelo seleção, Murilo e Dante foram os destaques, com 20.

O Brasil volta a jogar nesta quinta-feira, contra a Sérvia, às 21h (de Brasília). A partida será a reedição da final da Liga Mundial de 2009, quando a seleção conquistou o octacampeonato.

Brasil começa melhor, mas cai no segundo set

 O saque deu o tom do início do jogo em Córdoba. Se de um lado a Argentina pecava bastante no fundamento, do outro, o Brasil pesava a mão para complicar a defesa adversária. Murilo deixou a seleção com cinco pontos de diferença no placar ao somar dois triunfos no serviço, e Lucão aproveitou as bolas que voltavam com facilidade para subir bem no bloqueio.

Um ponto antes da segunda parada técnica, porém, uma banda que entrou no Orfeu e agitou a torcida argentina no ginásio anunciava que os donos da casa queriam uma reação. Pelas mãos de Quiroga, eles conseguiram cinco pontos na entrada de rede, furando o bloqueio brasileiro, que caiu de rendimento. Na paralisação, a falha no fundamento fez Bernardinho até mesmo discutir com Vissotto, que voltou melhor após a chamada do técnico. De volta à quadra, o entrosamento entre Bruninho e Lucão fez efeito, e Dante e Rodrigão entraram no jogo para fechar o primeiro set em 25 a 17, com ponto de Théo, que entrou no fim da parcial para aumentar a rede.

No início da segunda parcial, o Brasil continuou ditando o ritmo de jogo e caminhava para mais uma vitória, abrindo 4 a 0 no placar. Porém, de repente, a atenção do time sumiu de quadra. Com os jogadores dispersos e perdendo bolas em jogadas óbvias, a vantagem foi caindo até ser invertida, com direito a medalha de Quiroga no peito de Murilo e 13 a 11 no marcador. A partir daí, Murilo começou a atacar e encarar o árbitro, Bruninho já não gritava mais e Bernardinho levou uma advertência por reclamação.

Torcida incentiva Argentina (Foto: Divulgação / FIVB)Enquanto isso, os donos da casa cresciam no jogo sob os olhares atentos da torcida e o incentivo de diversos cartazes com “Vamos, Argentina” espalhados pelas arquibancadas. Pereyra entrou no lugar de Scholtis e deixou um dos principais jogadores da equipe no banco durante todo o segundo set. O oposto comandou o ataque hermano, tendo Quiroga como seu parceiro na entrada de rede. Já a defesa brasileira continuou a deixar muitos buracos, parecendo sentir falta do líbero Serginho, que operou a coluna e não pôde disputar a fase final da Liga. Com um ponto em cima de seu substituto, Mário Jr., Quiroga fechou o set argentino em 25 a 23.

Na volta à quadra, a derrota na parcial parecia não ter surtido efeito no time brasileiro. A equipe continuou sem vibração, com falhas na recepção e se aproveitando apenas dos constantes erros de saques dos argentinos para pontuar. A torcida local continuou incentivando e o jogo ficou equilibrado até a segunda parada obrigatória.

Durante o tempo, Bernardinho preferiu conversar com sua comissão técnica antes de falar com os jogadores. A tática deu certo e a instrução de forçar o saque para segurar o ataque adversário no bloqueio, enfim, começou a dar certo. Vissotto e Rodrigão pararam Pereyra em dois lances seguidos e deixaram o Brasil à frente do placar com 18 a 15. Em seguida, Ocampo voltou a errar no saque e a seleção viu a chance de abrir vantagem no marcador. Bruninho chamou Dante e o experiente ponteiro não fugiu da responsabilidade, acertando a mão na entrada de rede. No fim, para selar a recuperação brasileira, a bola final também foi dele, que voou atrás da linha para finalizar o set em 25 a 20.

Argentina se diverte em quadra e tenta até embaixadinha

Quiroga ataca na partida (Foto: Divulgação / FIVB)Já na quarta parcial, a Argentina decidiu que era a hora de se divertir em quadra. Com um jogo despretensioso, sem responsabilidade do favoritismo, os donos da casa foram somando pontos e vibrando muito com cada um deles. Teve ace de De Cecco, medalha de Conte em Marlon e até tentativa de salvar uma bola com embaixadinha.

No banco brasileiro, Giba, que ainda se recupera de uma bursite no ombro direito, parecia não acreditar no que via em quadra e gritava a todo minuto com Bruninho e Mário Jr. Quando Bernardinho virou para chamar Marlon, o ponteiro achou que era com ele, chegando até mesmo a tirar o casaco. Doce ilusão. De lá mesmo, do lado de fora, o capitão viu Pereyra contar com a ajuda do bloqueio verde-amarelo para levar o jogo ao tie-break, fechando o quarto set em 25 a 19.

Na hora decisão, porém, pesou o favoritismo brasileiro. Os jogadores forçaram o saque e o bloqueio voltou a entrar. Murilo comandou a reação brasileira, com direito a ace, levando a equipe a abrir 6 a 2. Diante de um adversário desconcentrado, a seleção melhorou em quadra e venceu por 15 a 10, permitindo que aqueles cerca de 30 brasileiros deixassem o ginásio com o grito na ponta da língua: “A Argentina é nossa, aha, uhu”.

globo

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Argentina e Alemanha se reencontram em duelo cercado de rivalidade

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Argentina e Alemanha se reencontram em duelo cercado de rivalidade

Posted on 03 julho 2010 by hugo

Donos de uma das principais rivalidades do futebol mundial nos últimos 30 anos, Argentina e Alemanha se reencontram neste sábado (3), às 11h (de Brasília), na Cidade do Cabo, para definir mais um semifinalista da Copa do Mundo.

Há quatro anos, nessa mesma fase, a Alemanha levou a melhor nos pênaltis, por 4 a 2, após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação. As seleções também se encontraram em duas finais: em 1986, no México, a Argentina venceu por 3 a 2, e a Alemanha deu o troco quatro anos depois, na Itália, vencendo por 1 a 0.

A história dos Mundiais registra ainda outros dois confrontos por fase de grupos: vitória alemã por 3 a 1, em 1958, na Suécia, e empate por 0 a 0 em 1966, na Inglaterra. Ao todo, são 18 jogos, com oito vitórias da Argentina, cinco da Alemanha e cinco empates, 25 gols argentinos e 23 alemães.

Na Copa da África do Sul, a equipe sul-americana tem melhor campanha, com quatro vitórias, enquanto a Alemanha venceu três jogos e perdeu um, para a Sérvia.

O jogo deste sábado (3) deve ser tenso, a se levar em conta as disputas verbais entre jogadores e técnicos nos últimos dias. O meia Schweinsteiger, um dos remanescentes da seleção da Alemanha de 2006, criticou a “desleadade” dos argentinos nas divididas, e o técnico Diego Maradona rebateu, dizendo que confia em seu time e que a seleção alemã está “nervosa”.

O técnico Joachim Löe tentou encerrar a polêmica, dizendo que a Argentina tem um time “muito forte”, mas que a Alemanha também é uma seleção de qualidade.

- Com certeza nossa equipe é equilibrada o suficiente para enfrentar a força de nossos rivais. Acredito que estaremos nas semifinais.

Do lado argentino, quem manifestou confiança foi o zagueiro Heinze, que deve jogar mais uma vez como lateral-esquerdo.

- A Alemanha é inegavelmente uma força do futebol mundial, mas acredito que dessa vez o final feliz vai sorrir para a nossa equipe, pois estamos trabalhando muito para isso.

FICHA TÉCNICA
ARGENTINA X ALEMANHA

Local: Estádio Green Point, na Cidade do Cabo (África do Sul)
Data: 3 de julho de 2010 (sábado)
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Ravshan Irmatov (Uzbequistão)
Assistentes: Rafael Ilyasov (ambos do Uzbequistão) e Bahadyr Kochkarov (Quirguistão)

ARGENTINA: Romero; Otamendi, Demichelis (Samuel), Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez (Verón) e Di María; Messi,  Tévez e Higuaín
Técnico: Diego Maradona

ALEMANHA: Neuer; Lahm, Friedrich, Mertesacker e Jerome Boateng; Khedira, Schweinsteiger e Özil; Müller, Klose e Podolski
Técnico: Joachim Löw.

Fonte: R7.

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