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Forlán ganha a Bola de Ouro; Müller é revelação e Casillas o melhor goleiro

Posted on 12 julho 2010 by hugo

O uruguaio Diego Forlán, autor de cinco gols em sete jogos na Copa do Mundo da África do Sul, foi eleito o melhor jogador da competição, e é o vencedor da Bola de Ouro entregue pela Fifa.

O vencedor foi eleito pelos membros da imprensa, que tiveram até o apito final da decisão para votar. Forlán teve 23,4% dos votos, e assegurou a Bola de Ouro. O holandês Wesley Sneijder, com 21,8%, ficou com a prata.

Pelo Twitter, o uruguaio disse que comemorou a conquista junto com os seus colegas de seleção, que até o jogaram na piscina. “Este é um prêmio obtido graças aos meus companheiros. Quero agradecê-los”, postou Forlán.

Campeão do mundo, o espanhol David Villa ficou com 16,9% dos votos dos jornalistas e ganhou a Bola de Bronze. Os três premiados fizeram cinco gols e terminaram na frente na artilharia da Copa, ao lado do alemão Thomas Müller, eleito o jogador revelação do torneio.

Müller também ganhou o prêmio Chuteira de Ouro, no critério de desempate em relação aos seus concorrentes na artilharia da Copa. Além dos cinco gols, o alemão fez três assistências, e teve menos minutos de jogo do que Villa e Sneijder, segundo e terceiro colocados, respectivamente.

Já o prêmio de melhor goleiro da Copa foi para o espanhol Iker Casillas, que fez defesas importantes durante a vitória por 1 a 0 sobre a Holanda na final, e levantou a taça com o capitão do time.

Desde que o prêmio Bola de Ouro foi criado, em 1982, esta é a primeira vez em que o vencedor do troféu de melhor jogador da Copa está fora do pódio. O Uruguai terminou a competição em quarto lugar, depois de perder o jogo de consolação por 3 a 2 para a Alemanha.

Até então, a única vez que a honra havia sido entregue a um jogador que não disputou a final foi em 1990, quando o italiano Schillaci foi agraciado depois de ajudar a seleção anfitriã a terminar em terceiro lugar.

uol

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Título inédito e sofrido: Espanha vence Holanda na prorrogação

Posted on 12 julho 2010 by hugo

Um título que nunca havia sido conquistado jamais viria facilmente. Ainda mais para uma seleção que sempre teve a fama de fracassar na hora H. Amarelona? Não. Sua cor é vermelha. E o título finalmente veio. Para a torcida da Espanha, pareceu que nunca viria. Noventa minutos que viraram 120. Ou melhor, 115, quando Iniesta estufou a rede e tirou da garganta um grito entalado há uma eternidade. Uma conquista com direito a 0 a 0 no tempo normal, 1 a 0 sobre a Holanda na prorrogação, desabafos, choro… A primeira Copa do Mundo na África viu nascer o oitavo campeão da história. A partir deste domingo, a Espanha pode colocar uma estrela no peito e exibir para o planeta que amarela é a cor da taça na mão dos seus jogadores.

A história dessa nova campeã mundial não começou no Soccer City. No início tinha outro técnico, Luis Aragonés, e quase os mesmos jogadores. O time vencedor da Eurocopa de 2008 transformou a Espanha na seleção a ser batida. O treinador mudou, entrou Vicente del Bosque, e voltou a decepção: fracasso na Copa das Confederações, derrota na estreia do Mundial contra a Suíça. Mas o time que melhor toca a bola no planeta deu a volta por cima. E termina 2010 no topo.

Para a Holanda, que já chegara à final em 1974 e 1978, fica a decepção de acumular seu  terceiro vice-campeonato em Copas do Mundo. E, desta vez, após vencer todos os jogos das eliminatórias e da trajetória na África do Sul.

As duas equipes começaram o jogo com as formações que venceram na semifinal. Assim, Fernando Torres continuou no banco da Espanha, e Pedro foi titular no ataque. E o artilheiro David Villa ficou preso entre os zagueiros, com pouca mobilidade. A Laranja contou com sua força máxima, do 1 a 11, com as estrelas Sneijder e Robben presentes.

A Fúria conseguiu ter mais posse de bola, do jeito que gosta, durante os primeiros 90 minutos: 57%. Mas não conseguiu marcar nos 12 chutes que teve, enquanto a Laranja tentou nove. Pela primeira vez desde 1994, quando o Brasil bateu a Itália nos pênaltis, a final terminou com 0 a 0 e foi para a prorrogação. Com o Soccer City lotado pela segunda vez no Mundial (84.490 torcedores, mesmo público da partida de abertura), Espanha e Holanda fizeram a final com o maior número de cartões amarelos da história: 13. Ainda teve um vermelho para Heitinga, na prorrogação.

Cinco cartões amarelos e poucas chances

Quem esperava o futebol arte se decepcionou nos primeiros 45 minutos. Sabe aquela Espanha que toca bem a bola e a Holanda fatal nos contra-ataques? Não entraram em campo. As duas seleções deram vez a uma faceta mais violenta, que ainda não haviam mostrado na Copa: foram cinco cartões amarelos, sendo que pelo menos um merecia a expulsão – Heitinga deu uma voadora no peito de Xabi Alonso.

A Fúria chegou à partida com 81% de aproveitamento em passes certos. Mas no primeiro tempo teve 75%, errando toques bobos. A Laranja foi bem pior: 55% de acerto. A primeira boa jogada foi espanhola. Sempre perigoso nas cobranças de falta, Xavi cobrou uma na cabeça de Sergio Ramos, que, da marca do pênalti, obrigou Stekelenburg a fazer grande defesa, aos quatro minutos. Aos sete, a Holanda deu o primeiro chute a gol com Kuyt, de fora da área, nas mãos de Casillas.

Pela direita, a Fúria conseguia bons ataques e quase marcou um golaço aos dez: Iniesta achou Sergio Ramos, que entrou na área, pedalou para cima de Kuyt e bateu cruzado, mas Heitinga tirou perto da linha. Um minuto depois, em novo cruzamento da direita, David Villa pegou de primeira de canhota e acertou a rede por fora, fazendo alguns torcedores até comemorarem.

Aos 34 minutos, um lance inusitado quase resultou em gol para a Holanda. Após o jogo parar para atendimento médico, Heitinga resolveu devolver a bola para Espanha e chutou, do seu campo, em direção a Casillas. A bola quicou na frente do goleiro, que teve que se esticar para tocar nela e colocar para escanteio (veja no vídeo ao lado).

O time de Bert van Marwijk passou a gostar mais do jogo e a procurar o ataque na segunda metade do primeiro tempo. De pé em pé, a bola chegou a Mathijsen na área, aos 36, mas o zagueiro furou feio e desperdiçou boa oportunidade. Aos 45, mais uma boa troca de passes e Robben, do bico direito da área, arriscou e acertou o cantinho esquerdo de Casillas, que conseguiu salvar.

Oportunidades claras não tiram o zero do placar

As equipes voltaram para o segundo tempo sem substituições. Com dois minutos, a Espanha tentou sua famosa jogada de escanteio, que faz sucesso no Barcelona e valeu até a vitória na semifinal sobre a Alemanha: Xavi cruzou, Puyol subiu e encostou de leve na bola, mas Capdevila furou na pequena área.

A Laranja apostou nos contra-ataques e chegou duas vezes perto de Casillas. Mas Xavi chegou ainda mais perto do gol: em cobrança de falta aos nove, a bola passou rente ao travessão. Aos 15, Vicente del Bosque fez a primeira substituição da partida, mexendo no ataque: tirou Pedro e pôs Navas. Mas quem entrou de verdade no jogo foi Sneijder. Até então sumido, o camisa 10 criou a melhor chance até então: aos 18, o craque acertou um lançamento perfeito para Robben entre dois zagueiros espanhóis. O atacante do Bayern de Munique invadiu a área, cara a cara com Casillas, e chutou, mas a bola bateu no pé do goleiro e foi para escanteio.

Aos 24, foi a vez de a Espanha desperdiçar a sua melhor oportunidade na final: Navas cruzou da direita rasteiro, Heitinga cortou mal, e a bola ficou com Villa, na pequena área, mas o chute bateu na zaga e foi para escanteio, por cima. Aos poucos, a Espanha voltou a controlar o jogo. E a velha estratégia de apelar para o cruzamento de Xavi voltou a ser utilizada: aos 31, ele bateu cruzamento na cabeça de Sergio Ramos, que, livre e de cara para Stekelenburg, concluiu para fora. Um lance parecido ao gol de Puyol contra a Alemanha na semifinal.

Robben igualou o placar de oportunidades claras perdidas ao ficar novamente sozinho diante de Casillas, aos 38 minutos, depois de ganhar de Puyol na corrida. O goleiro saiu bem e evitou o drible, e o holandês reclamou de forma acintosa de falta do zagueiro, recebendo o nono cartão amarelo do jogo. Com os ataques em um mau dia, os 90 minutos terminaram com 0 a 0.

Iniesta marca e vira o herói

A prorrogação começou com o mesmo panorama da segunda etapa, com gols sendo desperdiçados. Fabregas, que substituíra Xabi Alonso, recebeu ótimo passe de Iniesta e chutou para defesa salvadora de Stekelenburg com o pé. No lance seguinte, foi a vez da Holanda: Casillas saiu mal do gol em cobrança de escanteio, e Mathijsen não aproveitou, cabeceando para fora.

Iniesta comemora o gol da vitória, mostrando
camisa em homenagem a Dani Jarque

A Espanha chegava com mais frequência e mais perigo. Iniesta tentou um drible em vez de um chute e perdeu boa chance. Jesus Navas preferiu o caminho oposto e concluiu mesmo com Van Bronckhorst  à sua frente. A bola bateu nele e na rede pelo lado de fora, arrancando um sorriso do goleiro Stekelenburg.

Os treinadores fizeram suas últimas substituições na tentativas de tirar o zero do placar. Bert van Marwijk pôs Van der Vaart e Braafheid nos lugares de De Jong e Van Bronckhorst, e Vicente del Bosque trocou o artilheiro Villa por Torres. O holandês ganhou um motivo para se preocupar quando o zagueiro Heitinga recebeu o cartão vermelho após falta em Iniesta.

O gol, que teimava em não sair, veio aos dez minutos do segundo tempo da prorrogação. Começou com jogada valente de Jesus Navas, que correu em direção ao ataque, teve sequência com troca de passes, até Fabregas dar a assistência para Iniesta chutar cruzado. Na comemoração, exibiu camisa em homenagem a Dani Jarque, capitão do Espanyol que morreu no ano passado, aos 26 anos. Casillas já chorava em campo mesmo antes do apito final, consciente de que fazia parte da história do futebol espanhol.

globo

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Holanda x Espanha: final vale a entrada no clube dos campeões

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Holanda x Espanha: final vale a entrada no clube dos campeões

Posted on 11 julho 2010 by hugo

É um jogo que vale título e a oitava carteirinha no clube de campeões mundiais. Entre fracassos e decepções, Espanha e Holanda ganharam a fama de convidados que sempre saíam mais cedo da festa. Chegavam bonitos, confiantes, mas nunca dançavam com a moça mais cobiçada. Neste domingo, a moça estará lá, a taça da Copa do Mundo, à espera de seu novo dono. Para conquistá-la, os dois lados usam o mesmo charme, estilo de futebol semelhante. Toque de bola, capricho – às vezes exagerado – nas conclusões, jogo ofensivo. O baile no Soccer City começa às 15h30m (de Brasília), mas não terá hora, sequer data, para acabar em um canto da Europa.

Após esta partida, um deles alcançará outro patamar no futebol mundial, com ingresso para o grupo que já tem os campeões Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Inglaterra, Uruguai e França. E ainda deve deixar sua marca pelos próximos quatro anos. A Copa é um torneio que costuma criar tendências. O campeão vira referência, com estilo de jogo copiado por seleções, clubes e times de várzea. Os dois volantes de Carlos Alberto Parreira em 1994, por exemplo, transformaram-se em uma epidemia no futebol brasileiro depois do tetra. Mas 2010 viveu um fenômeno diferente, refletido na decisão deste domingo: os técnicos Vicente del Bosque e Bert van Marwijk admitem que construíram suas equipes inspiradas no Barcelona. Chegaram à final com um futebol parecido. E assumem isso.

- As duas seleções estão muito bem organizadas e trabalharam segundo sua própria mentalidade. São dois times muito estáveis, dois dos melhores desta Copa. E para isso é importante sublinhar a palavra equipe – analisou o comandante holandês.

- São times de muita qualidade, jogadores muito parecidos, com um estilo igual. Não tem muita diferença entre uma equipe e outra – completou Del Bosque.

Na Laranja, Van Marwijk já disse que tenta copiar o esquema do Barça, principalmente quando está sem a bola: quer os atacantes marcando, como Messi e Ibrahimovic. Cria do Real Madrid, o técnico espanhol deixou a rivalidade clubística de lado e fez da Espanha uma “filial” do clube catalão: sete atletas comandados por Pep Guardiola (incluindo o recém-contratado David Villa) estão entre os titulares, repetindo a escalação que venceu a sempre favorita Alemanha na semifinal.

- Tenho consciência de que a Espanha sempre buscou um futebol atrativo e competitivo. Desde que estou na seleção, buscamos esse perfil. A Holanda se aproxima do futebol que a Espanha faz. Temos que cuidar dos detalhes – afirmou Xavi, craque da Fúria e do Barça.

Sem sucesso em Copas, Espanha e Holanda são potências entre clubes. Nos últimos dois anos, o Barcelona ganhou a Liga dos Campeões, a Copa do Rei, o Mundial e duas vezes o Campeonato Espanhol. O Real Madrid é o maior campeão europeu, com nove taças. O Ajax tem quatro títulos da Champions, enquanto Feyenoord e PSV têm um cada. Em sua história, a Fúria tem duas Eurocopas. A Laranja, uma. No Mundial, a seleção holandesa chegou mais perto do topo, sendo vice em 1974 e 1978. A Roja conseguiu no máximo o quarto lugar, em 1950

As donas da bola

O toque de bola é a principal característica das finalistas. A Espanha marcou poucos gols, é verdade – apenas sete em seis jogos. Mas ninguém pode acusá-la de não tentar. Segundo as estatísticas da Fifa, o time lidera o ranking de chutes com 103 tentativas (40 na direção do gol), mais até do que Alemanha e Uruguai, que têm um jogo a mais. A Laranja, dona do segundo melhor ataque (12 gols), chutou 80 vezes, na sétima colocação.

Mas é na troca de passes que a Espanha se destaca nos números. O time de Del Bosque é quem acertou mais toques: 3.387, com 81% de aproveitamento. Do total de 4.206, foram 57 dentro da área e 146 cruzamentos. Nesse quesito, os jogadores da Fúria também se destacam. Entre os oito primeiros, seis são da Fúria. Os alemães Schweinsteiger e Lahm só invadiram as primeiras colocações graças à disputa pelo terceiro lugar. Mas no topo ainda está Xavi (com 464 e 81% de aproveitamento).

- A Espanha jogou muito bem nos últimos anos e não é por acaso que é a favorita. Mas temos confiança. A única coisa que importa na final é ganhar e vamos com fé e crença que isso irá acontecer – afirmou o capitão holandês Giovanni van Bronckhorst.

A Holanda é mais objetiva. Toca bem a bola e consegue colocá-la dentro da rede com mais facilidade. Tem o segundo melhor ataque, com 12 gols em 80 tentativas (sexta posição no ranking de finalizações). A Laranja está em terceiro lugar na lista de acerto de passes (2.434, atrás da Alemanha). No confronto dos artilheiros David Villa e Sneijder, que marcaram cinco vezes, o espanhol aparece como o atleta que mais chutou em direção ao gol na Copa: 16, contra dez do holandês, em sexto.

- Esperamos uma Holanda que gosta de ter a bola, que gosta de atacar. Tomara que seja um jogo bom para a Espanha, que a gente tenha mais a bola e dificulte para a Holanda recuperá-la. Se segurarmos a bola como fizemos contra a Alemanha, teremos muitas chances – disse Villa.

Se conquistar o título, a Espanha, que jogará toda de azul, será a primeira campeã do mundo com derrota na estreia. Após o 1 a 0 para a Suíça, a Fúria conseguiu cinco vitórias seguidas: 2 a 0 em Honduras, 2 a 1 no Chile e 1 a 0 sobre Portugal, Paraguai e Alemanha. Para Del Bosque, a atuação contra os alemães foi a melhor da equipe na Copa. Por isso, deve repetir a escalação com Pedro no ataque, deixando Fernando Torres no banco.

Já a Holanda pode alcançar marca mais relevante: igualar o Brasil de 1970 e se tornar a segunda equipe da história a passar por eliminatórias e Copa do Mundo com 100% de aproveitamento. Com a vantagem de que, se vencer, chegará a 15 triunfos, contra 12 do timaço comandado por Pelé. A caminhada holandesa é tão tranquila que a seleção que entra em campo na final começa na camisa 1 e termina na 11. Sem sobressaltos, sem barrações, a Holanda que termina a Copa é exatamente a que começou, com o reforço de Robben, machucado no princípio da campanha. É a Holanda ideal buscando ser, também, a primeira Holanda campeã mundial.

Fonte: Globo.

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Decisão da Copa marca reencontro de Del Bosque e Van Marwijk

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Decisão da Copa marca reencontro de Del Bosque e Van Marwijk

Posted on 11 julho 2010 by hugo

Os técnicos de Holanda e Espanha, Bert van Marwijk e Vicente del Bosque, já estiveram frente a frente em uma final antes. O encontro ocorreu na Supercopa europeia, jogo que reúne os vencedores da Liga dos Campeões e da Liga Europa (antiga Copa da Uefa). O espanhol levou a melhor na ocasião. Entretanto, não foi uma decisão reunindo times com força parecida, como a deste domingo, na África do Sul.

O Real Madrid de Del Bosque era favorito incontestável na partida contra o Feyenoord de Van Marwijk em 2002. Afinal, numa época em que contratava um astro por temporada, o clube espanhol reunia Roberto Carlos, Figo, Zidane e Raúl. Era a política chamada de “Zidanes y Pavones”, cuja filosofia era gastar fortunas com jogadores considerados galácticos e aproveitar atletas da base. Apenas um jogador do Real presente neste jogo integra o elenco da Fúria, que pode conquistar o inédito título de campeã mundial: o goleiro e capitão Casillas.

Já o Feyenoord chegou à decisão da Supercopa após ser campeão da extinta Copa da Uefa ao vencer o Borussia Dortmund por 3 a 2, em seu estádio, o De Kuip. Robin Van Persie, então com 19 anos, era um dos destaques do time de Roterdã ao lado do dinamarquês John Dal Tomasson, que defendeu seu país em 2010, e o grandalhão Pierre van Hooijdonk, autor de dois gols na final.

Na Supercopa, o milionário time do Real Madrid levou a melhor e venceu os holandeses por 3 a 1. Pauwee, contra, Roberto Carlos e Guti marcaram os gols do título merengue. O atacante van Hooijdonk descontou para o time comandado na época por Bert van Marwijk.

Feyenoord 1 x 3 Real Madrid

Feyenoord: Zoetebier, Gyan (Buffel), Rzasa, van Wonderen e Paauwe; Bosvelt, Bonaventure Kalou, Shinji Ono e Lurling; Emerton
Técnico: Bert van Marwijk

Real Madrid: Casillas, Michel Salgado, Hierro, Helguera e Roberto Carlos; Cambiasso (Pavón), Makelele, Guti (Portillo) e Zidane (Solari); Figo e Raúl
Técnico: Vicente Del Bosque

Local: Estádio Louis II, em Monaco
Data: 30/08/2002
Árbitro: Hugh Dallas (ESC)
Gols: Paauwe (contra), aos 14 e Roberto Carlos, aos 21 do primeiro tempo; Van Hooijdonk, aos 11, e Guti, aos 15 do segundo

Fonte: Globo.

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Khedira afirma que atual geração alemã ainda fará muito sucesso

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Khedira afirma que atual geração alemã ainda fará muito sucesso

Posted on 11 julho 2010 by hugo

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 - Estamos contentes com a forma como jogamos, demos o máximo no jogo e estamos felizes por ter vencido. Mostramos nossa personalidade, nossa força, como se viu no final – declarou Khedira ao sair do campo.

O volante acredita que o terceiro lugar em 2010 indica um futuro de sucesso para uma seleção que foi bastante renovada nos últimos anos.

- Agora temos de descansar. Somos uma equipe jovem, mas queremos mais, obter melhores e maiores resultados – disse.

Com relação ao técnico Joachim Löw, Khedira se disse feliz por ter sido comandado por ele, mas preferiu não interferir na escolha do treinador, que ainda não sabe se seguirá à frente da seleção alemã.

- Estamos contentes com a forma como jogamos com ele, mas será ele mesmo quem decidirá o próprio futuro – concluiu.

Fonte: Globo.

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Técnico Oscar Tabárez: ‘Além da Alemanha, temos que vencer o polvo’

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Técnico Oscar Tabárez: ‘Além da Alemanha, temos que vencer o polvo’

Posted on 10 julho 2010 by hugo

A despeito da indicação do polvo Paul, que profetizou nesta sexta-feira a vitória da Alemanha sobre o Uruguai na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo, o técnico do Uruguai, Oscar Tabárez, deixou de lado seu semblante sério e brincou a respeito das profecias do molusco.

- Não sou supersticioso, mas é um elemento a mais de motivação. Porque agora não basta ganhar da Alemanha, teremos que ganhar também do polvo. Seria espetacular – disse o técnico uruguaio.

O treinador, sempre muito reflexivo e racional em suas respostas, garantiu que também não acredita no destino.

- Não creio que os caminhos já estejam escritos. Quem escreve a história é quem está em campo. Se vencermos, mandaremos uma mensagem de que nada é impossível no futebol – declarou Tabárez.

Fonte: Globo.

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Uruguaio Suárez diz que Alemanha tem defeitos e é preciso aproveitá-los

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Uruguaio Suárez diz que Alemanha tem defeitos e é preciso aproveitá-los

Posted on 09 julho 2010 by hugo

De volta à seleção uruguaia para a disputa do terceiro lugar, o atacante Luis Suárez destacou nesta quinta-feira a importância de aproveitar os erros mostrados pela Alemanha na semifinal.

Para Suárez, até a partida contra a Espanha, a seleção alemã tinha sido a melhor da Copa, mas na semifinal mostrou que também tem seus problemas.

O atacante teve que cumprir suspensão automática na derrota para a Holanda (3 a 2), após ter sido expulso nas quartas de final ao, em um dos lances mais polêmicos do Mundial, cortar a bola com a mão na prorrogação e evitar o gol da vitória de Gana.

- Foi intuição. Fui expulso e punido. Acabou – comentou Suárez, que disse que o time não está cansado.

- Somos jovens e, em um torneio dessas características e dessa importância, o cansaço não chega – concluiu.

Uruguai e Alemanha jogam no próximo sábado, às 15h30m (Brasília), no estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth.
 

Fonte: Globo.

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Capitão da Alemanha aposta no título da Espanha

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Capitão da Alemanha aposta no título da Espanha

Posted on 09 julho 2010 by hugo

No entanto, Philipp Lahm diz que ficaria feliz pelos seus companheiros de Bayern de Munique (Van Bommel e Robben) se a Holanda for a campeã

O capitão da seleção alemã, Philipp Lahm, vê a Espanha como “vencedora” da final da Copa do Mundo, que disputará no domingo contra a Holanda.

- Vejo a Espanha ganhando a final. Mas, caso contrário, estarei contente de ver meus companheiros de equipe (Mark van Bommel e Arjen Robben) retornar a Munique com a Copa – afirmou o lateral do Bayern de Munique. Para ele, a taça no Mundial estimularia o time na Alemanha.

Lahm indicou que a jovem seleção alemã desta Copa pode aprender com a Espanha e seguir nos próximos anos a trajetória ascendente da seleção comandada pelo técnico Vicente del Bosque.

- Me surpreendeu um pouco a margem de nossa vitória contra a Inglaterra (4 a 1) e contra a Argentina (4 a 0), mas estive treinando com estes jogadores durante muito tempo e sei do que são capazes – declarou Lahm ao site da Fifa.

O zagueiro acredita no futuro da seleção espanhola. “A Espanha demonstrou que sempre há margem de melhora. Três ou quatro semanas atrás tinham os mesmos jogadores, mas ganharam muito em confiança. Nós podemos fazer o mesmo”, ressaltou.

- Estou com 26 anos e ainda tenho pela frente alguns anos de futebol neste nível. Haverá outras semifinais. Perder uma semifinal não é nenhuma desonra. Não acontece todo dia – complementou.

Fonte: Globo.

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Na África, Brasil abre a jornada da Copa-2014 convidando o planeta

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Na África, Brasil abre a jornada da Copa-2014 convidando o planeta

Posted on 09 julho 2010 by hugo

Com música, cores e alegria, Lula e Ricardo Teixeira iniciam a contagem regressiva para o próximo Mundial prometendo que será ‘inesquecível’

Foram 45 minutos de uma prévia do que o Brasil vai mostrar ao mundo daqui a quatro anos. Nesta quinta-feira, na cidade de Joanesburgo, na África do Sul, num evento comandando pelos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e da CBF, Ricardo Teixeira, o país abriu oficialmente a “Jornada para a Copa de 2014” com muita música, alegria, cores e com a promessa de que o próximo Mundial seja inesquecível e na esperança de deixar um legado social quando a bola parar.

A três dias da final da Copa de 2010, entre Espanha e Holanda, o Comitê Organizador da Copa de 2014 iniciou a contagem regressiva para o 20º Mundial da história. Após 36 anos, a competição retornará à América do Sul. Após 64 anos, o torneio voltará àquele que é conhecido internacionalmente como o país do futebol.

- Que o mundo se prepare para ser mais brasileiro a partir de 2014. “Brasileirar” vai ser o novo verbo proferido pelo planeta. Será inesquecível. Todos estão convidados… – disse Ricardo Teixeira.

O presidente Lula discursa no evento da Copa de 2014 em Joanesburgo (Foto: AE)

Para animar a festa, os grupos Barbatuques, Bossa Cuca Nova e a cantora Vanessa da Mata. O simples aperitivo com ritmo e felicidade já contagiou quem estava presente no Sandton Convention Centre, na região nobre de Joanesburgo, tirando palmas e até algum requebrado dos que estavam bem acomodados nas suas poltronas.

Depois de Ricardo Teixeira foi a vez do presidente da Fifa, Joseph Blatter, subir ao palco para discursar. Suíço, ele falou misturou quatro idiomas – inglês, francês, português e até espanhol – para falar da próxima Copa. Blatter exaltou os “amigos” Lula e Teixeira e também destacou a preocupação com o que o Mundial vai deixar de herança.

- O Brasil é um país que chama a atenção do planeta. Somos capazes de lidar com as diferenças e hoje apresentamos resultados econômicos, políticos e sociais. O povo brasileiro está feliz em abrir suas portas para o mundo. Teremos 190 milhões de pessoas prontas para fazer uma grande festa, cheia de música, alegria e organização – completou Teixeira.

- Ainda não terminamos a Copa de 2010, mas já estamos no ritmo do samba de 2014. O Brasil é o país do futebol. Não há um lugar no mundo que se identifique mais com esse esporte do que o Brasil. Cinco títulos mundiais estão lá, onde o futebol é uma religião. Chegou a hora de levarmos a Copa de volta à América do Sul e ao Brasil.

Joseph Blatter lembrou de uma conversa que teve com Lula há algum tempo e quando falaram do envolvimento social que um Mundial no Brasil poderia ter.

- O presidente está aqui e sei que queria ver a sua seleção (eliminada nas quartas de final pela Holanda) na decisão. Mas futebol é assim mesmo… Hoje me recordo de quando conversamos sobre futebol e educação. Futebol é educação. Futebol é importante para o futuro dos jovens. A Copa do Mundo vai desempenhar um importante papel social e econômico para o país. Chegou a hora de vivermos um outro idioma, chegou a hora de falarmos português, brasileiro… Desejo todo sucesso ao Brasil. Até breve…

O último a falar foi o presidente Lula. Figura admirada no cenário internacional, ele abusou da sua popularidade para gastar quase três vezes mais tempo do que a organização do evento tinha planejado. Lula fez piadinhas com o alemão Franz Beckenbauer, chamou Blatter de “companheiro”, cometeu gafe, citou até o Corinthians, seu clube de coração, e fez promessas de que a Copa no Brasil será ecologicamente correta e de que haverá muita fiscalização para controlar os gastos.

- Falaram que eu tinha cinco minutos, mas democraticamente como presidente a gente pode extrapolar. Não serei mais presidente a partir de 1º de janeiro de 2011 (quando terminará o seu segundo mandato), mas continuarei brasileiro, amante do futebol e podem contar comigo para o que for necessário. Quero que a gente faça a melhor Copa do Mundo que um país já foi capaz de fazer. E tenho certeza que o Brasil será capaz disso.

Ao se dirigir a Beckenbauer, presente à festa, o presidente brasileiro fez uma brincadeira, mas acabou se confundindo com as datas. Ao citar um episódio em que o Kaiser jogou com o braço quebrado, Lula falou que tinha sido em 1966, mas foi na Copa seguinte, na semifinal de 1970.

- Depois de mim e do Pelé, o Beckenbauer foi o maior jogador do mundo.

  O emblema da Copa do Mundo de 2014 foi apresentado oficialmente na cerimônia

Lula também falou diretamente com o campeões mundiais Bebeto, Romário, Cafu e Carlos Alberto Torres e com o técnico Carlos Alberto Parreira, campeão dirigindo a seleção brasileira em 1994 e que comandou a África do Sul no atual Mundial. Ao treinador, ele fez questão de lembrar do título da Copa do Brasil que Parreira ganhou no seu Corinthians.

Para encerrar, Lula prometeu deixar encaminhado um processo para que a Copa do Mundo no Brasil seja verde e transparente. Usou o exemplo positivo que foi o Mundial na África do Sul, mas espera poder ver uma competição ainda melhor.

Antes mesmo de sair do cargo, o presidente destacou que deixou pronto dois decretos para o controle dos gastos. Também enalteceu o bom momento político e econômico que a nação atravessa, com a esperança de que em 2014 tudo esteja ainda melhor.

- Daqui a quatro anos, a nossa economia terá ainda mais relevância no cenário internacional. Tudo que se gastar poderá ser acompanhado por qualquer cidadão de qualquer parte do mundo pela internet. Também faremos uma Copa verde, mostraremos as nossas florestas e uma responsabilidade de sustentabilidade ambiental. Isso será prioridade. Queremos fazer uma Copa impecável. Será uma grande oportunidade para acelerar os investimentos e para melhorar as condições.

Fonte: Globo.

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Goiás ensina basquete no país da Copa

Posted on 14 junho 2010 by hugo

projeto_basquete_baA capital da África do sul respira futebol com a Copa do Mundo. Milhares de pessoas de todas as partes do planeta estão envolvidas no evento, que termina dia 11 de julho. São projetos em todos os setores da sociedade sul-africana, alguns não ligados à Fifa. Um exemplo é o programa Brasil e África: um povo uma nação. São 200 voluntários que prestam assistência a comunidades carentes em Johannesburgo, a maior cidade do país-sede da Copa. E entre eles está Wagnér Costa, de 60 anos, professora de Educação Física e técnica de basquete em Goiás.

Ela chegou a Johnnesburgo no dia 2 de junho para ministrar clínica de basquete para jovens carentes. Foi convidada para a viagem por fazer parte do grupo Atletas de Cristo e ainda por ter feito um curso de capelã para trabalhar com crianças.

Wagnér também acumula experiência na área de assistência a jovens, já que em Goiânia desempenha função semelhante ao manter uma escolinha de basquete, em parceria com a Agência Goiânia de Esporte e Lazer (Agel), no Parque Mutirama e no Ginásio Rio Vermelho com quase cem garotos participantes de idades variadas.

Wagnér chorou (inclusive durante entrevista ao POPULAR) e confessou que se surpreendeu com a cidade sul-africana. A emoção, segundo a professora, foi ao visitar um museu em Soweto e ver fotos do período do apartheid (1948 a 1990). “As imagens são fortes. As fotos mostram o quanto o povo negro foi perseguido e maltratado. Isso mexeu comigo e caí no choro”, conta Wagnér, com lágrimas nos olhos.

Em Soweto, ela foi ao local que serviu de prisão para Nelson Mandela, principal representante do movimento antiapartheid e que ficou preso por mais de 27 anos. “A prisão é outro lugar que faz a gente pensar um pouco no passado e o quanto o povo sofreu. As celas eram pequenas para tanta gente.”

Em outro bairro visitado, o Troguile, uma nova decepção para a professora. Ela pensou que estaria chegando a uma região de padrão alto financeiro pelo tamanho das casas. Só que em cada residência moram cerca de dez famílias. Ouviu como explicação para a situação que as casas pertenciam aos brancos, que saíram do local logo após o fim do apartheid.

Surpresa
A surpresa da professora de Goiás foi verificar que não existem só pessoas carentes em Johnnesburgo. Ela constatou isso ao passear pelo Eastgate Shopping, um dos maiores da cidade. “Aqui (Johannesburgo) fica evidente a existência de dois mundos. De um lado, a miséria. E de outro, um ótimo padrão social. Nunca imaginei isso. Pensei que na África fosse só submundo. A TV nos passa essa imagem negativa. Aqui tem coisas belas também.”
 Uma das atividades que marcou a memória da professora foi a clínica em uma escola muçulmana no bairro de Germiston. As meninas eram maioria entre os participantes. Wagnér se surpreendeu com o espaço aberto pela comunidade para o esporte e mais ainda pelo envolvimento das garotas. “Elas vibravam com a oportunidade de jogar basquete. Vi isso na carinha feliz de cada uma. É muito gratificante.”

Sobre a Copa do Mundo, Wagnér não terá oportunidade de ver nem o jogo de estreia da seleção brasileira contra a Coreia do Norte, amanhã, pois volta ao Brasil antes do início do jogo. Segundo ela, deixará 23 pacotes com alguém do grupo para tentar entregar aos jogadores brasileiros. São DVDs e CDs com conteúdo religioso.

“A minha missão em Johannesburgo é levar a mensagem de amor, esperança e fé em Deus por meio do esporte”, disse a professora, que é conhecida entre os membros do projeto por Da Rocha. É dessa forma, mas por pura brincadeira, que ela chama todos, inclusive seus alunos da escolinha de basquete.

 Projeto tem voluntários de vários estados do País

Johannesburgo- A professora de Educação Física de Goiás, Wagnér Costa, faz parte do projeto Brasil e África: um povo uma nação, um dos programas do Conexão África, que reúne profissionais de diversas áreas e de todos os Estados do Brasil. Eles ficam na África do Sul até o final da Copa do Mundo. Um grupo volta para casa terça-feira e outro chega. “Entra para projeto quem deseja levar a palavra de paz, ensinar a importância da família e de Deus na vida das pessoas e ainda passar valores importantes da nossa sociedade, como respeito, lealdade e amizade”, afirma o coordenador do Conexão África, Leonardo Boelho, de 27 anos.

O principal pré-requisito para integrar o projeto é ser cristão. Em Johannesburgo, estão os evangélicos de diversas denominações. São cabeleireiros, médicos, odontólogos, técnicos de futebol, basquete e handebol e ex-atletas de artes marciais no grupo de 200 voluntários. Além da doação do trabalho, segundo Leonardo, cada um arcou com as despesas de aproximadamente US$ 2,5 mil (R$ 4,5 mil). Eles estão num alojamento e contam com auxílio em transporte e alimentação.

A Copa do Mundo, de acordo com o coordenador, foi o período escolhido porque a população está mais receptiva para os estrangeiros. Foi assim nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, e nova etapa está programada para o Pan do próximo ano, no México. As clínicas de basquete, futebol e handebol são para crianças e jovens. Há apresentação de arte marcial e os voluntários visitam hospitais e asilos. Outros são responsáveis pela parte de recreação.

 

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