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Já no clima da partida, Alemanha e Espanha fazem previsão de jogaço

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Já no clima da partida, Alemanha e Espanha fazem previsão de jogaço

Posted on 07 julho 2010 by hugo

Tem Lahm, Khedira, Özil, Schewinsteiger, Podolski, Klose. Tem Xabi Alonso, Xavi, Iniesta, David Villa, David Silva. E, acima de tudo, tem a previsão de um grande jogo às 15h30m (de Brasília) desta quarta-feira, em Durban, valendo vaga na final da Copa do Mundo. Os próprios atletas destacam que será uma partida bonita de ver. E de jogar.

- A lógica, pelo que temos visto, é de uma partida aberta, em que as duas equipes atacarão. O importante é que possamos fazer nosso jogo, controlar a bola. Eles também tentarão. Será um jogo muito bonito – disse o meia Iniesta, da Espanha.

Os treinadores das duas equipes concordam. Para o comandante da Fúria, Vicente del Bosque, o futebol europeu está bem representado nas semifinais da Copa do Mundo.

- Vai ser um encontro equilibrado, de posse de bola, de contra-ataques. Ambos têm qualidades. A Alemanha também tem um futebol de ataque e uma boa defesa. Estamos diante de uma partida de duas equipes fortes, que representam bem o que é o futebol na Europa – comentou o treinador.

Para o comandante alemão, Joachim Löw, é jogo de sacrifício. Ele prevê correria no estádio Moses Mabhida.

- Espero uma partida rápida, na qual vamos ter de correr mais do que o normal. Acho que ambos os times vão ter que dar o máximo – afirmou o técnico da Alemanha.

Será o reencontro das duas seleções depois da final da Eurocopa de 2008, em que a Espanha foi campeã.

Fonte: Globo.

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Löw promete atacar a Espanha e diz que não treinou cobranças de pênalti

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Löw promete atacar a Espanha e diz que não treinou cobranças de pênalti

Posted on 07 julho 2010 by hugo

O técnico Joachim Löw, da Alemanha, afirmou nesta terça-feira, véspera do duelo decisivo contra a Espanha, que não vai mudar seu estilo de jogo para a partida em Durban. Sempre reforçando que sua equipe está focada e cheia de autoconfiança após os triunfos sobre Inglaterra e Argentina, o treinador disse que a chave para o triunfo é pressionar o rival.

- Não temos por que ser defensivos contra a Espanha. Vamos continuar com nosso estilo ofensivo, pois foi ele que nos trouxe até aqui. Contra a Argentina e Inglaterra nós continuamos insistindo (em atacar) mesmo quando estávamos liderando o placar. Se não for agredindo, pressionando, não teremos chances. Temos de força a defesa deles a se retrair – salientou Löw.

Perguntado se havia treinado cobranças de pênaltis para uma possível disputa no caso de um empate no tempo normal e na prorrogação, Löw assegurou que é contra esse tipo de trabalho.

- Nunca ninguém está pronto para os pênaltis. E não vejo sentido em treinar isso. Simular uma situação dessa é impossível, pois a pressão é muito grande e, para quase todos, é a cobrança de sua vida. O mais importante é que temos ótimos batedores e que possuem nervos para essa tarefa – observou.

Ainda na dúvida
Sobre o substituto da revelação Thomas Müller, que está suspenso, Löw afirmou que a briga está entre três jogadores. Entre eles, o teuto-brasileiro Cacau que, recuperado de uma lesão no abdômen, participou dos últimos treinamentos da equipe depois de ter ficado fora dos confrontos contra Inglaterra (oitavas de final) e Argentina (quartas de final).

- Trochowski, Kroos e Cacau. Será um deles. Mas vou decidir apenas amanhã (quarta-feira). Sobre Cacau, ele trabalhou normalmente. Nosso departamento médico vai examiná-lo novamente para saber se o treinamento teve algum impacto. Mas acho que vamos poder usá-lo – salientou.

O técnico também voltou a afirmar que não pensa em vingança contra a Espanha pela derrota na decisão da Euro de 2008 e que sua equipe evoluiu desde então.

- É claro que ficamos desapontados, mas a Espanha foi melhor e mereceu vencer o torneio. Mas, dois anos depois, as duas seleções tiveram mudanças. E acho que o jeito que jogamos até agora e os resultados na Copa mostra que melhoramos claramente e que estamos vários passos à frente de 2008. Mas a Espanha continua sendo um dos times mais fortes do mundo – ressaltou Löw.

Fonte: Globo.

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Técnico da Espanha esconde time e até cobrador de pênalti

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Técnico da Espanha esconde time e até cobrador de pênalti

Posted on 07 julho 2010 by hugo

A Espanha usa o segredo como arma antes da partida contra a Alemanha. Nesta terça-feira, em entrevista coletiva no estádio Moses Mabhida, palco do duelo de quarta, o técnico da Fúria, Vicente del Bosque, não quis dar detalhes sobre a escalação para o jogaço pelas semifinais da Copa do Mundo. Ele pode tirar Fernando Torres e colocar mais um meio-campista, provavelmente David Silva.

Del Bosque segue dando respaldo público a “El Niño”. Os elogios, porém, não devem representar a escalação dele contra a Alemanha. O atacante do Liverpool não completou uma partida sequer no Mundial. Também não fez gols.

- Jogaremos com os atletas que pensamos ser os mais importantes para o momento, os mais preparados. Saberemos no dia do jogo os jogadores que começarão a partida. Fernando Torres está acostumado a jogar partidas de nível máximo – disse o treinador.

A indefinição não para aí. O técnico também faz mistério sobre o cobrador de pênaltis no tempo normal, caso aconteça. Xabi Alonso perdeu contra o Paraguai. David Villa havia desperdiçado três vezes seguidas antes dele.

- Vou ver no dia quem é o mais adequado – despistou Del Bosque.

Espanha e Alemanha vão a campo às 15h30m (de Brasília) desta quarta-feira.

Fonte: Globo.

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gana

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Gana põe fim ao sonho americano e mantém viva chama africana na Copa

Posted on 27 junho 2010 by hugo

gana A primeira Copa do Mundo disputada na África tem um representante do continente na fase de quartas de final. Gana derrotou neste sábado os Estados Unidos por 2 a 1, no estádio Royal Bafokeng, em Rustemburgo, e garantiu um lugar entre as oito melhores seleções do Mundial. O triunfo foi suado, conseguido apenas na prorrogação. Kevin-Prince Boateng pôs os africanos em vantagem, mas Donovan, de pênalti, garantiu a igualdade nos 90 minutos iniciais. No tempo-extra, Gyan marcou e garantiu a vitória de Gana.

Pela terceira vez na história uma seleção africana chega às quartas de final de uma Copa do Mundo. Gana tem agora a missão de ir além, já que Camarões, em 1990, e Senegal, em 2002, foram eliminados justamente quando estavam entre os oito melhores do Mundial. Para isso, os ganeses terão que derrotar o Uruguai, na próxima sexta-feira.

Sob olhares do ex-presidente Bill Clinton, do astro da NBA Kobe Bryant e do Rolling Stone Mick Jagger, os Estados Unidos mostraram uma vez mais o poder de reação, usual na primeira fase da Copa. Mas a torcida VIP americana acabou indo para casa decepcionada.

Gana começa com tudo

A seleção de Gana apostou num esquema com três zagueiros que acabou por funcionar muito bem no início do jogo. Com a marcação encaixada, o time africano pressionou a saída de bola dos americanos e dominou amplamente a primeira metade da etapa inicial.

Kevin-Prince Boateng, que ficou famoso por tirar Ballack da Copa (deu uma entrada violenta no alemão durante a final da Copa da Inglaterra, entre Chelsea e Portsmouth), enfim teve um pouco mais de liberdade para trabalhar e não decepcionou. Escalado quase que como volante nos primeiros jogos de Gana, o meia-atacante, que é nascido na Alemanha, apareceu diversas vezes como homem-surpresa no ataque.

Boateng comemora primeiro de Gana (Foto: Reuters)Foi com Boateng, inclusive, que Gana abriu o marcador logo aos 5 minutos. O jogador tomou bola de Clark no círculo central e arrancou em direção à área americana. Pouco antes de entrar na zona perigosa, Boateng soltou uma bomba rasteira, no canto direito, e não deu chances ao goleiro Howard.

O gol fez mal aos Estados Unidos, que acusaram o golpe. Boateng, em novo chute de fora da área, deu trabalho a Howard mais uma vez, enquanto Gyan, de falta, esteve perto de ampliar, aos 17 minutos.

A equipe americana só conseguiu encaixar um ataque de razoável perigo aos 22 minutos. Bradley recebeu no lado esquerdo da área, foi ao fundo e cruzou para o meio. O goleiro Kingson defendeu.

Substituição aos 30 do primeiro tempo equilibra as ações

Preocupado com o mau desempenho do volante Clark e com o fato de o jogador já ter levado um cartão amarelo, o técnico Bob Bradley sacou o camisa 13 ainda aos 30 da etapa inicial. Edu entrou em seu lugar e melhorou ligeiramente a atuação dos EUA. O time teve enfim uma grande chance com Findley, aos 34, mas o atacante entrou livre e chutou em cima do goleiro Kingson.

Jonathan Mensah, de Gana, salta para disputar jogada com o americano Altidore (Foto: Reuters)No intervalo, Bob Bradley fez nova substituição: saiu o atacante Findley e entrou o meia Feilhaber, brasileiro naturalizado. Com características de jogar mais pelos lados do campo, Feilhaber mostrou ao que veio logo no primeiro minuto da etapa final. Após receber passe de Altidore, o camisa 22 entrou na cara de Kingson e bateu na saída do goleiro, que fez milagre para evitar o empate.

Etapa final é dominada pelos americanos

A exemplo do que fez Gana no primeiro tempo, os Estados Unidos adiantaram a marcação no segundo e passaram a dominar o jogo. Os africanos optaram por uma postura mais retraída, para explorar os contragolpes, e os Estados Unidos passaram a ter mais a bola e a pressionar em busca do gol de empate.

Donovan vibra com empate dos EUA (Foto: EFE)Aos 17 minutos, enfim o placar ficou novamente igual. Dempsey recebeu na intermediária e deu uma caneta em John Mensah. O camisa 8 dos Estados Unidos penetrou na área e foi derrubado por Jonathan Mensah. Pênalti, que Donovan bateu deslocando o goleiro para empatar o jogo (a bola ainda bateu na trave antes de entrar).

A partida seguiu melhor para os americanos após o empate. O time continuou mais perigoso e voltou a ameaçar aos 23. Altidore foi lançado em profundidade e entrou de cara com o goleiro Kingson. O ganês saiu muito bem, de carrinho, e afastou o perigo de forma limpa, sem cometer novo pênalti.

O técnico Rajevac tentou mudar a cara do time de Gana com a entrada de Addy, meia, na vaga do ala Sarpei. Mas os americanos seguiram bem postados em campo e continuaram comandando as ações no jogo. Altidore teve mais uma chance, no mano a mano, mas chutou para fora, rente à trave esquerda do goleiro Kingson.

Sentindo o esforço que fez para buscar o empate, o time americano tirou o pé do acelerador. Gana melhorou ligeiramente, mas a partida foi mesmo para a prorrogação.

Gyan resolve a parada

No tempo-extra, os Estados Unidos mexeram no ataque. Altidore saiu para a entrada de Gomez. Mas foi Gana quem balançou a rede. Aos 3 minutos, Ayew fez lançamento longo para Gyan. O atacante ganhou no corpo a corpo com Bocanegra e fuzilou o goleiro Howard: 2 a 1.

Gyan bate e o goleiro Howard não consegue a defesa: é o gol da vitória de Gana (Foto: Getty Images)Na raça, os Estados Unidos se mandaram em busca de uma nova igualdade. Aos seis minutos, Feilhaber por pouco não empatou, com uma bomba que desviou em Ayew e foi para escanteio.

Os americanos não se entregaram e seguiram tentando o empate até o fim. Nos contragolpes, os africanos não deixaram de buscar o ataque. O tempo passou, o placar seguiu sem alterações, e ao fim de 120 minutos os Estados Unidos foram até com o goleiro Howard para a área. Mas Gana se segurou e fez a festa africana em Rustemburgo.

Fonte: Globo.

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gana

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Primeiro dia das oitavas de final da Copa tem quatro seleções com desafios diferentes

Posted on 26 junho 2010 by hugo

gana

Dois jogos dão início neste sábado (26) às oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Às 11h, Uruguai e Coreia do Sul disputam a primeira vaga nas quartas de final. Mais tarde, às 15h30, os Estados Unidos enfrentam Gana. Para cada um dos quatro concorrentes, a vontade de chegar à próxima fase do Mundial é motivada por um objetivo em especial. 

O Uruguai quer, principalmente, voltar a ser “grande” no futebol mundial. Bicampeões mundiais (venceram em 1930 e 1950), os uruguaios detêm a terceira maior marca invicta na história das Copas. Entre 1930 e 1954, ficaram 11 jogos sem perder, nos Mundiais de 1930, 1950 e 1954. 

Depois disso, porém, veio uma época de poucas glórias para o futebol uruguaio, que só foi terminar na Copa de 2002, quando o país voltou a disputar um Mundial depois da ausência em 1994 e 1998, mas terminou apenas na 26ª posição. Em 2006 também ficaram de fora, mas agora, liderada por Lugano, a “Celeste” tem a chance de conquistar uma vaga na semifinal, o que não acontece desde a Copa de 1970, no México. 

O adversário, porém, é a Coreia do Sul, uma das novas potências do futebol asiático, que sediou a Copa do Mundo de 2002 e chegou até a semifinal, quando foi derrotada pela Alemanha por 1 a 0. Antes, havia derrotado a Itália e a Espanha nos mata-matas. E é exatamente essa a motivação dos sul-coreanos, que buscam vencer o duelo contra os uruguaios para voltar a estar entre os quatro primeiros, para provar que o que aconteceu em casa há oito anos pode ser repetido em qualquer outro continente. 

Aspiração parecida tem os Estados Unidos, só que a lembrança de uma semifinal é de bem mais longa data. A última vez que os norte-americanos chegaram entre os quatro melhores em um Mundial foi no primeiro, em 1930. A ocasião, porém, traz péssimas recordações. Contra a Argentina, foram derrotados por 6 a 1. Desde então, o melhor resultado da seleção foi em 2002, quando a equipe treinada por Bruce Arena ficou na oitava posição. 

Para voltar a uma semifinal depois de 80 anos, os norte-americanos terão que passar um obstáculo difícil. A adversária é a seleção de Gana, que carrega o peso de ser a única seleção africana classificada para as oitavas de final. Além disso, os ganeses tentam levar um país do continente a ficar entre os quatro primeiros pela primeira vez na história. A melhor colocação de um africano até hoje é o sétimo lugar de Camarões, em 1990, e de Senegal, em 2002.

 

Fonte: R7.

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parreira

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Técnico da França se recusa a cumprimentar Parreira após jogo

Posted on 23 junho 2010 by hugo

parreiraO técnico da seleção francesa, Raymond Domenech, se recusou a cumprimentar o colega brasileiro Carlos Alberto Parreira após a partida em que sua equipe foi derrotada pela África do Sul por 2 a 1, pela última rodada do Grupo A da Copa do Mundo.

 

Ao fim do jogo em Bloemfontein, que eliminou os dois times da competição, Parreira dirigiu-se a Domenech e estendeu-lhe a mão, mas o francês não reagiu. O brasileiro que comanda a seleção sul-africana ainda tentou argumentar, mas sem sucesso.

 

Pouco depois, na entrevista coletiva, Parreira disse que foi procurado por um integrante da comissão técnica francesa. Esta pessoa, não identificada, teria dito que Domenech estava bravo porque Parreira havia afirmado que a classificação francesa para o Mundial foi injusta. O brasileiro negou.

 

- Ele me disse que o Domenech estava bravo porque eu teria afirmado que a França não merecia estar na Copa, por causa do gol com a mão do Henry. Mas não me lembro disso. Ao contrário, só fiz elogios à França.

 

Parreira, que chegou a puxar Domenech pelo paletó quando o francês virou de costas, lamentou o ocorrido e afirmou que não compreendeu o que o outro treinador disse a ele.

 

- Lamento muito esse fato. Fui cumprimentá-lo, pois sei que ele não será mais técnico da França e somos colegas de profissão, mas não houve diálogo. O Domenech me disse algumas coisas nessa hora, mas não entendi porque ele não fala um inglês perfeito.

 

Parreira está longe de ser o primeiro a entrar em conflito com Domenech na África do Sul. O atacante Nicolas Anelka foi cortado pela seleção francesa depois de insultar o treinador no intervalo da derrota para o México. Revoltados com a decisão, seus companheiros se recusaram a treinar no último final de semana.

 

 França garantiu a classificação para a Copa após um gol irregular no jogo contra a Irlanda. O atacante Henry ajeitou a bola com a mão antes de tocar para Gallas marcar.

 

R7

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kaka4

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Kaká exalta boas jogadas e se diz aliviado com evolução na seleção

Posted on 23 junho 2010 by hugo

kaka4Kaká está feliz com recuperação e aliviado. É assim que sente Kaká. Não, é claro, por estar fora da partida de sexta-feira, contra Portugal, em Durban, por conta da expulsão diante da Costa do Marfim, mas por ter percebido que as coisas estão voltando ao normal. Arrancadas, assistências, boas jogadas… só falta mesmo um gol para a felicidade ser completa.

 

Nesta terça-feira, durante entrevista coletiva no Randpark Golf Club, em Joanesburgo, o camisa 10 da seleção brasileira exaltou em vários momentos a sua evolução. Além de um problema de púbis que o atormentou antes do Mundial, o meia chegou para o torneio com uma lesão muscular na coxa esquerda.

 

- Passei por muitas dificuldades físicas durante essa temporada. Isso foi o pior para mim, porque sempre tive uma vida de atleta, regrada e sei da importância do condicionamento físico para um jogador. Isso era o que mais estava me incomodando. Não estar no auge da minha forma – falou Kaká.

 

Aos poucos recuperando o ritmo de jogo, como provou na vitória por 3 a 1 sobre a Costa do Marfim, ao dar duas assistências, o meia está feliz com o rendimento.

 

- É um alívio e um agradecimento a todos que trabalham comigo nessa longa recuperação. Alguns dias eu treinava em três períodos… – completou o camisa 10.

 

Isso era o que mais estava me incomodando: não estar no auge da minha forma”KakáA satisfação de Kaká com sua melhora está evidente em cada frase. Principalmente quando ele resolve falar dos seus feitos na última partida da Copa do Mundo. Esquecendo, é claro, o cartão vermelho que o tirou do duelo com Portugal.

 

- Minha recuperação está sendo ótima. Contra a Costa do Marfim já consegui dar umas arrancadas características, fazer jogadas mais rápidas e isso me deixa confortável dentro de campo. Fiquei feliz pela assistência e também por ser uma jogada clássica do futebol brasileiro (no primeiro gol de Luis Fabiano) – finalizou.

 

Embora esteja suspenso do jogo contra Portugal, sexta-feira, em Durban, Kaká vai viajar com o restante da delegação. E fará treinamentos específicos por lá.

 

globo

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Saiba do que cada seleção precisa para avançar às oitavas

Posted on 22 junho 2010 by hugo

copa-do-mundo-11Os próximos quatro dias definem a sorte de praticamente todos os participantes da Copa do Mundo. Afinal, somente Brasil e Holanda já estão classificados matematicamente, embora a Argentina só possa sair com uma combinação quase impossível. Eliminados também só há dois: Camarões e Coreia do Norte.

Por isso, confira o guia abaixo preparado pelo Terra. Veja o que cada país precisa para sobreviver e jogar as oitavas de final, além de curiosidades sobre cada grupo.

Grupo A: duas vagas em aberto

África do Sul: Com saldo negativo em três, precisa de uma combinação de resultados para passar. Inevitavelmente, tem que bater a França e torcer, se possível, para uma vitória elástica de uruguaios ou mexicanos no outro jogo – se der empate neste, está eliminada.

México: Avança com um empate, mas se quer fugir da Argentina nas oitavas, tem que ganhar. Se perder, ficará de olho no saldo de gols da eventual vencedora entre França e África do Sul.

França: Situação idêntica à da África do Sul. A diferença é que o saldo é menos pior: dois gols negativos.

Uruguai: A diferença em relação ao México é que permanece em primeiro só com um empate. No mais, também deve evitar uma derrota, sob o risco de até poder ser eliminada no saldo de gols.

Curiosidade: Jamais o país anfitrião caiu na primeira fase.

Grupo B: três na briga por uma vaga

Argentina: Ainda não é matemático, mas a Argentina só perderia sua liderança se houvessem uma ou duas goleadas na rodada final. Possui três pontos e cinco gols de saldo à frente do segundo colocado.

Nigéria: Para início de conversa, precisa que a Argentina vença a Grécia. Se isso ocorrer, os nigerianos dependem de uma vitória simples sobre a Coreia do Sul.

Coreia do Sul: Possui três pontos, portanto avança com duas possibilidades: se a Argentina ganhar ou empatar contra a Grécia, basta um empate para os sul-coreanos. Em caso de vitória grega, a Coreia do Sul terá que também vencer e pela mesma margem de diferença.

Grécia: Se a Nigéria ganhar da Coreia do Sul, um empate já é suficiente contra uma Argentina que deve usar time misto. Em caso de vitória sul-coreana, a missão dos gregos passa a ser vencer com um gol de vantagem a mais que os asiáticos.

Curiosidade: A única participação argentina com 100% na primeira fase foi em 1998 quando superou Japão, Jamaica e Croácia.

Grupo C: duas vagas em aberto

Inglaterra: Uma vitória é o que precisam os ingleses. Se empatar, precisará que os Estados Unidos também empatem, mas precisará ter feito dois gols a mais que os americanos.

Estados Unidos: Basta uma vitória simples sobre a Argélia para não depender de ninguém. Se empatar, torce para ingleses e eslovenos também ficarem na igualdade, mas ainda assim precisará marcar o mesmo número de gols dos dois times. Ainda tem chances bem pequenas de avançar até em caso de derrota.

Eslovênia:: Está na frente do grupo, mas tem uma Inglaterra mordida em seu último jogo. Com quatro pontos, avança com vitória ou mesmo empate. Se perder, torce para um placar igual entre Estados Unidos e Argélia, sob o risco de ter sua classificação definida pelo saldo de gols.

Argélia: Os argelinos precisam de três pontos contra os Estados Unidos. Além disso, precisam que a Inglaterra passe pela Eslovênia, de preferência por um placar elástico.

Curiosidade: A Inglaterra já caiu na primeira fase em dois Mundiais: 1950, no Brasil, em 1958, quando teve de disputar um desempate vencido pela União Soviética.

Grupo D: duas vagas em aberto

Alemanha: Para não depender de ninguém, os alemães precisam ganhar de Gana. Se empatarem, torcem para a Sérvia não superar a Austrália, o que seria fatal.

Austrália: Precisa fazer três pontos contra a Sérvia e torcer para uma vitória de Gana contra os alemães.

Sérvia: Basta uma vitória simples sobre os australianos. Se empatar, fica na dependência de um triunfo dos alemães por dois gols de diferença.

Gana: Se têm a situação mais cômoda na classificação, os ganenses enfrentam o pior adversário. Seleção africana em melhor condição, Gana avança com vitória ou empate. Se perder, tudo ficará na dependência do saldo de gols.

Curiosidade: Jamais em sua história a Alemanha caiu na fase de grupos.

Grupo E: uma vaga para duas seleções

Holanda: Confirmada nas oitavas.

Japão: Tem duelo particular com a Dinamarca, mas joga pelo empate.

Dinamarca: Precisa vencer o Japão.

Camarões: Primeira seleção eliminada da Copa.

Curiosidade: Holanda jamais venceu os três jogos na primeira fase de uma Copa.

Grupo F: duas vagas em aberto

Itália: Se o Paraguai fizer o lógico e ganhar da Nova Zelândia, a atual campeã passa até com um empate, mas este resultado é perigoso. Para não depender de ninguém, tem que vencer.

Paraguai: Só depende de um empate contra os neozelandeses. Se vacilar e perder, fica na torcida por um empate no outro jogo, sob o risco de ter que depender do saldo de gols.

Nova Zelândia: Consegue o milagre da classificação com uma vitória sobre o Paraguai. Se empatar, fica na torcida pela igualdade no jogo entre italianos e neozelandeses. Se o grupo tiver dois empates iguais na última rodada, a vaga será definida pela Fifa em um sorteio.

Eslováquia: Não há escolha: precisa bater a Itália e torcer para a Nova Zelândia não vencer o Paraguai.

Curiosidade: Na Copa de 82, a Itália empatou os três jogos da primeira fase, mas passou, venceu os quatro jogos seguintes e levou o título.

Grupo G: só um milagre para Costa do Marfim

Brasil: Classificado.

Coreia do Norte: Eliminada.

Portugal: Possui saldo positivo de sete e deve avançar até em caso de derrota para o Brasil.

Costa do Marfim: Com três pontos a menos que os portugueses, precisa ainda tirar uma diferença de nove gols no saldo. Só mesmo um milagre.

Curiosidade: Há seis Copas, ao menos um país africano joga a segunda fase, sequência que se iniciou com Marrocos em 1986. Desta vez, com o maior número de representantes de sua história em uma edição, a África corre sério risco de ficar sem um país nas oitavas.

Grupo H: todos com chances

Espanha: Avança com vitória sobre o Chile. Se empatar, fica com quatro e terá de torcer contra um triunfo da Suíça.

Suíça: Avança com uma vitória por dois gols de diferença, independente do que ocorra no outro jogo. Se empatar ou vencer por um gol, dependerá do saldo e terá de torcer pelo Chile.

Chile: Precisa de um ponto diante da Espanha para não depender de ninguém ou avança de forma automática se houver empate entre Honduras e Suíça. Em caso de derrota, tudo dependerá do saldo.

Honduras: Chances bem remotas, pois precisa vencer a Suíça. Além disso, torce por uma vitória chilena, o que a deixaria de olho no saldo de gols.

Curiosidade: Jamais a América do Sul teve cinco seleções nas oitavas. O máximo foi quatro e ocorreu em 1998, 1990 e 1986.

uol

 

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África do Sul e Uruguai duelam em busca da primeira vitória

Posted on 16 junho 2010 by hugo

africaÁfrica do Sul e Uruguai se enfrentam nesta quarta-feira (16), às 15h30 (horário de Brasília), no Estádio Loftus Versfeld, em Pretória, no jogo que vai abrir oficialmente a segunda rodada da Copa do Mundo. As duas equipes empataram na estreia no Grupo A e agora buscam a primeira vitória. Os africanos estrearam fazendo 1 a 1 com o México, enquanto os uruguaios ficaram na igualdade sem gols com a França.

 

O clima na seleção africana, comandada pelo brasileiro Carlos Alberto Parreira, é de muita ansiedade. Isso porque os jogadores sabem que um tropeço pode custar a eliminação logo na primeira fase, algo inédito para um anfitrião na história dos Mundiais. O meia Steven Pienaar afirmou que a equipe não deve se preocupar com esse fator.

 

- Nós devemos deixar isso de lado, pois o nosso foco deve ser apenas o Uruguai. No segundo tempo contra o México, quando conseguimos relaxar e esquecer a pressão, o nosso futebol apareceu. Isso precisa ser a tônica da África do Sul. Não podemos perder para nós mesmos.

 

 

O técnico Carlos Alberto Parreira concorda com o comandado e alerta sobre as dificuldades que os Bafana Bafana irão encontrar.

 

- O Uruguai é um time bem organizado defensivamente e que conta com jogadores perigosos na frente. Por isso vamos precisar de muita determinação tática para não sermos surpreendidos.

 

Pelo lado uruguaio, o técnico Oscar Tabárez deixou claro que a sua equipe vai adotar uma postura ofensiva, mas sem se expor. A meta é chegar à última rodada, no duelo com o México, dependendo das próprias forças para alcançar a classificação.

 

- O Uruguai vai buscar o jogo e tentar a vitória, pois precisamos desse resultado. Mas seremos responsáveis, para não ficarmos expostos e vulneráveis ao time africano, que tem um forte contra-ataque. Precisamos chegar ao último jogo dependendo das nossas próprias forças.

 

O treinador fará duas mudanças em relação ao time que empatou com a França. O atacante Edinson Cavani entra na vaga de Ignacio González, recuando Diego Forlán para o meio-de-campo. Na zaga, Mauricio Victorino cede o posto para Jorge Fucile.

 

FICHA TÉCNICA

ÁFRICA DO SUL X URUGUAI

 

Local: Estádio Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul)

Data: 16 de junho de 2010 (Quarta-feira)

Horário: 15h (de Brasília)

Árbitro: Massimo Busacca (Suíça)

 

ÁFRICA DO SUL: Itumeleng Khune, Siboniso Gaxa, Aaron Mokoena, Katiego Mphela e Siphiwe Tshabalala; Steven Pienaar, Teko Modise, Reneilwe Letsholonyane e Kagisho Dikgacoi; Lucas Thwala e Bongani Khumalo

Técnico: Carlos Alberto Parreira

 

URUGUAI: Fernando Muslera, Maximiliano Pereira, Diego Lugano, Diego Godín e Jorge Fucile; Arévalo Ríos, Diego Pérez, Álvaro Pereira e Diego Forlán; Luis Suárez e Edinson Cavani

Técnico: Oscar Tabárez

 

R7

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África do Sul abre a Copa mais improvável e emocionante da história

Posted on 11 junho 2010 by hugo

bafana-bafana-150Depois de muita expectativa, começa finalmente a Copa do Mundo da África do Sul. Quando a seleção da casa e o México iniciarem o primeiro jogo, às 11h (de Brasília) desta sexta-feira (11), o mundo todo poderá ver em prática o esforço feito pelos sul-africanos para tornar viável o que boa parte do mundo considerava impossível.

O orgulho e a esperança são vistos claramente nas ruas do país. O primeiro item empolga os moradores locais, que tentam mostrar a todos os visitantes como o país é bonito e alegre depois de quase 20 anos do fim do apartheid.

A esperança também tem a ver com o fim da segregação racial. O futebol sempre foi o esporte dos negros sul-africanos. Com a Copa, brancos – que têm sua preferência no rúgbi e no críquete – se empolgam na torcida pelos Bafana Bafana, como a seleção local é conhecida. Desta forma, a África do Sul tenta achar um ponto de comunhão entre os dois povos.

Mesmo assim, o Mundial tem itens que podem torná-lo um dos piores da história. Os problemas de segurança ainda preocupam. A polícia tem um efetivo gigantesco perto das áreas dos jogos. O trânsito também é um fator alarmante nas grandes cidades. Filas de carros e poucos transportes públicos serão resolvidos com ônibus da Fifa e muitos estacionamentos. O trem-bala, como também é prometido no Brasil para 2014, ficou pronto com apenas quatro estações das 10 previstas a três dias do início dos jogos.

Os sul-africanos sabem desta condição e tentam compensar com alegria, das vuvuzelas à Shosholoza (música-tema da torcida local). Todos se empolgam ao perguntar se um turista está se sentindo bem na África. E também não há ninguém nas ruas de Johannesburgo – principal cidade da Copa – que deixe de prestar ajuda ou esclarecimentos aos visitantes.

Por isso, o presidente do país, Jacob Zuma, ovacionado na cerimônia de abertura desta quinta-feira (10), agradeceu ao povo local, a maioria na festa.

- Queria agradecer aos sul-africanos por receber os turistas tão calorosamente. Essa Copa é da África, não só da África do Sul.

O discurso bate com a postura de mostrar ao mundo a pluralidade étnica do continente. Na África do Sul, há 11 línguas oficiais (nove delas de tribos) e todos tentam conviver harmoniosamente nesta época de Mundial.

Desconfiança

A África do Sul ganhou em 2004 o direito de sediar a Copa do Mundo, mas o desejo vinha de muitos anos antes. Em 2000, os sul-africanos eram favoritos à vitória na eleição da sede da Copa de 2006, mas perderam por 12 a 11 numa polêmica disputa com a Alemanha.

Num colégio eleitoral com 24 votos, a disputa provavelmente terminaria empatada e Joseph Blatter, presidente da Fifa e apoiador declarado da campanha da África do Sul, daria o voto de Minerva em favor deles. Mas o neozelandês Charlie Dempsey, que representava a Oceania e deveria ter votado na África do Sul, se absteve e definiu a eleição em favor dos alemães.

Depois disso, a Fifa criou um rodízio de continentes, e definiu que a Copa de 2010 seria em solo africano. Marrocos e Egito também se candidataram, mas a África do Sul levou a melhor logo na primeira rodada da eleição, com 14 votos, contra 10 dos marroquinos e nenhum dos egípcios.

Vencida a eleição, começou o desafio de preparar o país para o Mundial. Foram seis anos de trabalho duro, polêmicas, orçamentos inflacionados e várias greves feitas por operários responsáveis por construção e reformas dos estádios. O alemão Franz Beckenbauer, campeão mundial como jogador (1974) e técnico (1970) e chefe da organização da Copa de 2006, chegou a duvidar publicamente da capacidade da África do Sul de organizar a competição.

Nesse período, Blatter adotou uma política “morde e assopra”: ao mesmo tempo em que cobrava os organizadores para evitar atrasos nas obras de estádios e infraestrutura, sempre manifestou publicamente sua confiança de que a África do Sul seria capaz de organizar uma excelente Copa do Mundo.

A resposta será dada a partir desta sexta-feira (11), às 11h (de Brasília), quando África do Sul e México iniciarem o primeiro dos 64 jogos previstos, no Soccer City, em Johannesburgo. Mas, no que depender do ânimo dos sul-africanos, essa partida já tem vencedor. De goleada.

 

R7

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