
Afastado do cargo por decisão do conselho deliberativo do clube, na última terça-feira, Syd de Oliveira está de volta à presidência do Goiás amparado por uma liminar concedida pela Justiça do Estado de Goiás, nesta sexta. Durante o afastamento, Hailé Pinheiro, maior rival político do mandatário e presidente do conselho, ocupou o cargo.
Oliveira estava preventivamente suspenso do comando esmeraldino por 30 dias, sob acusação de que não teria pago os impostos referentes a 2009. No entanto, o juiz Paulo César Alves das Neves alegou que a decisão quanto ao afastamento do presidente não constava na pauta da reunião.
Ainda de acordo com a Justiça, Syd de Oliveira não recebeu comunicado algum sobre a punição (informação negada por Edson Ferrari, vice-presidente do conselho deliberativo) e ainda questiona a marcação de uma assembleia geral para o dia 10 de setembro, que teria o intuito de discutir o possível impeachment do dirigente.
A intensa crise política começou em agosto e é encabeçada por Syd de Oliveira e Hailé Pinheiro. Enquanto Hailé pede que o principal mandatário renuncie ao cargo, Oliveira diz que só deixará o posto se o oponente também o fizer. Indignados com a situação e com a lanterna do time no Campeonato Brasileiro, os torcedores têm feito protestos nas arquibancadas.
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