Polivalente, ala da seleção brasileira vai para o gol e time paulista bate, de virada, o Anápolis.
Numa partida marcada pelo bom nível técnico dos times e por uma virada espetacular no segundo período, o Santos/Cortiana confirmou ontem porque é líder da Liga Futsal. O time paulista perdia por 3 a 1, mas virou sobre o Anápolis/SuperBolla, por 4 a 3, em Anápolis, no Ginásio Newton de Faria.
Após a vitória fora de casa, o Santos, do ala Falcão e do ex-técnico da seleção brasileira, Fernando Ferreti, se isola na liderança da Liga Futsal, alcançando a quinta vitória em seis jogos e 16 pontos. O Anápolis amarga novamente resultado negativo na Liga Futsal, quando o jogo estava equilibrado. O time anapolino tem dois empates em seis rodadas da Liga Futsal, sem vitória.
O Ginásio Newton de Faria estava lotado. Num jogo movimentado, o público de Anápolis curtia as boas jogadas individuais do ala Falcão, do Santos, que se alternou ainda, na partida, na função de goleiro-linha quando a equipe santista estava em desvantagem no marcador. A tática de Fernando Ferreti deu certo.
O Anápolis abriu o placar após conclusão de Sequinho, aos 5min44, no rebote do goleiro Djony. O segundo gol começou numa jogada de Xande, o destaque do Anápolis na Liga. Na área, Xande foi derrubado pelo goleiro Djony. Banana, que havia acabado de entrar no jogo, cobrou e fez 2 a 0, aos 14 min02.
No Anápolis, o goleiro Tom se destacava com defesas difíceis, mas ele nada pôde fazer no chute de Jackson, antes do fim do primeiro período. O Santos comemorava o primeiro gol quando Xande foi oportunista e ampliou para o Anápolis: 3 a 1, aos 19min52. O time da casa criou alguns bons contra-ataques, mas não soube aproveitá-los.
Tom fez mais intervenções no segundo período, mas o favorito, o Santos, iniciou a reação. Jackson, após a troca de passes, diminuiu: 3 a 2. Percebendo a dificuldade de o time da casa segurar a vantagem, o Santos pressionou e empatou com Bruno Souza. A virada teve sabor especial, pois o time santista confirmou a liderança. O gol foi de Pixote: 4 a 3.
“Tivemos chances para fazer quatro ou cinco gols quando estávamos em vantagem e não fizemos. Prevaleceu aquele velho ditado: quem não faz, toma”, disse o técnico Ed Carlos, do Anápolis.
“Estamos na estrada e o cansaço chega. Isso está nos rosto de cada um, nas olheiras. Mas vencemos”, ressaltou Falcão.
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