Atacantes do Atlético vêm se revezando na hora de balançar as redes. Felipe quer aproveitar seu bom momento e cumprir meta de 10 gols até o fim do ano.
A vitória sobre o Botafogo no domingo (2 a 0) provou que o Atlético tem um elenco de qualidade e que mantém o nível técnico e físico mesmo com o time atuando com cinco desfalques. O setor que vem se mostrando mais forte é o ataque, que conta com jogadores de todas as regiões do Brasil. O carioca Anselmo, o baiano Marcão, o goiano Juninho, o gaúcho Felipe e o tocantinense Diogo Campos vêm se revezando. Quando um demora a marcar, outro chega e resolve.
Sem poder contar com Juninho, que além de uma cirurgia, teve problemas musculares no início do ano, Marcão assumiu a responsabilidade e terminou o Estadual como o artilheiro da competição (13 gols). Já no Brasileirão, Marcão foi para a reserva e Anselmo se destacou – hoje, é artilheiro do Atlético na competição (8 gols).
Quando Anselmo teve uma queda no desempenho, Juninho resolveu. O mesmo ocorreu com Diogo Campos, que saiu da reserva para fazer três importantes gols sobre Santos, Flamengo e Grêmio. Agora, parece ser a vez de Felipe, que era contestado por parte da torcida pelo alto salário e a pouca produtividade.
Nos três jogos em que balançou as redes neste Brasileiro, Felipe foi fundamental. Marcou o gol de empate contra o Ceará (1 a 1), em Fortaleza; fez os dois da vitória sobre o Cruzeiro (2 a 0) e outros dois diante do Botafogo (2 a 0).
Atualmente, Anselmo é intocável no ataque. Com dor na coxa esquerda, Juninho não atuou contra o Botafogo. Foi a chance de Felipe se destacar. Agora, Felipe, que fez 5 gols em 15 jogos, tem tudo para se firmar. Juninho, que marcou 4 vezes em 16 partidas, prometia voltar ao time. Porém, voltou a sentir o incômodo na coxa e saiu do treino mais cedo. Ele passaria por um exame ontem para constatar a presença ou não de lesão. Suas chances de atuar domingo, diante do Corinthians, são reduzidas.
Felipe quer aproveitar para tentar voltar à grande fase vivida em 2009, quando foi o vice-artilheiro do Brasil no ano ao marcar 34 gols pelo Goiás, sob o comando de Hélio dos Anjos.
Quando chegou ao Dragão, em agosto, Hélio traçou uma meta. “O Felipe é um jogador decisivo. Não podia tê-lo sem pelo menos 10 gols até o fim do ano. Estipular esse número foi uma forma de dar moral para ele”, conta o treinador, que se refere ao período do Atlético sob seu comando.
Felipe reconhece ter passado um dos melhores anos da carreira sob o comando de Hélio em 2009 e aproveita a deixa do técnico para defender sua titularidade. “Jogando, posso até alcançar essa meta de 10 gols até o fim do ano. Espero poder ter uma sequência de jogos, mas o mais importante é o Atlético somar os pontos para conquistar seus objetivos.”
O popular
Google.com
Orkut.com
Twitter.com
Facebook.com
Myspace.com
Youtube.com



