A partida de estreia da seleção brasileira no Mundial Masculino de Handebol da Suécia, hoje, às 18h30 (de Brasília), em Norrköping, contra a Áustria, é um desafio com jeito de final. Neste confronto, e nos próximos que serão disputados pela equipe na primeira fase competição, pode estar em jogo o futuro do esporte nos próximos anos.
Apoiado na experiência de ter atuado sete anos na Alemanha, o ponta Renato Tupan afirma que, atualmente, o handebol brasileiro está bastante atrasado em relação às grandes potências do esporte (Alemanha, França, Croácia, Polônia e Espanha) e, para diminuir esta diferença, será necessário intercâmbio. Atualmente, o time conta com o técnico espanhol Javier Cuesta, mas o problema é que nenhum jogador inscrito no Mundial está trabalhando em clubes do exterior. O goiano Guilherme Rosa é um dos atletas da seleção e atualmente defende o clube paulista Pinheiros.
“No meu ponto de vista isso é muito ruim. Quanto mais pessoas jogando em times na Europa melhor, pois ainda é muito grande a diferença de nível dos campeonatos”, explica Tupan. No Mundial, os times estão distribuídos em quatro chaves de seis seleções – três se classificam.
Fonte: O Popular.
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